João Kepler
João Kepler

Um dos palestrantes mais requisitados e elogiados do Brasil, reconhecido como o mais sintonizado com a Inovação, com a Convergêngia Digital e com os desafios empresariais da atualidade; Especialista em Vendas, e-commerce, Marketing, Empreendedorismo e Varejo; Empreendedor Serial; Brand Evangelist; Pensador; Escritor, autor entre outros títulos, [O Vendedor na Era Digital], [Vendas 3.0] e [Vendas & Atendimento]; Colunista de vários Portais no Brasil; Investidor Anjo membro da @AnjosDoBrasil; Finalista do prêmio Spark Awards da Microsoft como Investidor Anjo do Ano 2013 e 2014; Associado e Mentor na @SeedInvestimentos; Mentor e cotista nas Aceleradoras @StartYouUp e @85Labs; Premiado como um dos maiores Incentivadores do ecossistema Empreendedor no Brasil em 2013 e 2014. CEO da @PlataformaSDI uma das melhores Plataformas B2B de Event Ticketing no modelo SaaS no Brasil; Espalhador de Ideias Digitais e Melhores Práticas em Negócios.

Postado em 23/01/2015 às 09:25 0

Todos os NÃOS que já recebi, foram merecidos!


Por Blog João Kepler

É estranho agradecer a um NÃO recebido e ainda ser grato por isso!  Eu sou e explico:

Aprendermos a ser grato por tudo o que a vida nos dá, mesmo que sejam coisas ruins ou tristes é importante porque muitas vezes é na dor que descobrimos o valor da vida e das coisas. Um não é sempre ruim receber, mas aprender como nosso cérebro reage a este “NÃO” é uma grande ferramenta de engrandecimento e aperfeiçoamento pessoal.

A verdade é que nossos Pais não nos prepararam a enfrentar barreiras, receber não e aceitar criticas e quando elas acontecem ficamos tristes e muitas vezes até agressivos ou então deixamos claro que não a aceitamos, ou seja, não assumimos.

Um bom exercício para absorver um “NÃO” é saber ouvir e avaliar uma critica tendo em conta o que a pessoa fala e como fala. Além disso, quem está dizendo e qual a intenção daquele “NÃO” ou das palavras que te afetam. Discernir isso é importante para absorver e aceitar as coisas, quem quer seu bem, vai dizer não ou te criticar para alertar de alguma coisa, quem não quer tem certamente outras intenções.

No meu caso, resolvi fazer o seguinte: As críticas e “NÃOs” vindo de pessoas que quero bem eu aceitei como conselho e adotei de alguma forma; As críticas e “NÃOs” das pessoas que não querem o meu bem, eu entendi como desafio; E os “NÃOs” do mercado, eu entendi como ponto a melhorar. Portanto, através deste exercício consegui ao longo de minha jornada até agora, corrigir os rumos e seguir em frente.

Portanto, trabalhei meu cérebro para isso, cada “NÃO” foi encarado como um item a trabalhar e melhorar, em VENDAS por exemplo, quando o cliente dizia “NÃO quero comprar”, isso se transformava em um incentivo a ampliar meus argumentos de vendas.

Cada cérebro reage e funciona diferente em cada pessoa, mas apenas para servir de orientação, segue o meu modo de agir diante do “NÃO”: Analise o que foi falado, antes de tirar qualquer conclusão; Não contra-ataque e também não fique na defensiva; Peça sugestões ao criticador; Ignore o que for inveja; Nunca responda com outra crítica.

Os tapas que a vida me deu, os sorrisos que conquistei, as tristezas e alegrias, as derrotas e as vitórias, tudo foi merecimento, sinônimo de vida e aprendizado.

Vamos lá em busca dos nossos SIMs também!

Abraços e pense nisso!


@JoaoKepler


Postado em 23/12/2014 às 03:43 0

Graça Foster x Papa Francisco


Por Blog João Kepler

Hoje eu li um Post na Rede Social do meu amigo e Alagoano Paulo Tenório, CEO da startup TracktoPRO onde ele chamava o Papa Francisco de CEO do Futuro. (* CEO = Chief Executive Officer ou Diretor Geral), fazendo uma analogia a postura do Papa com o VATICANO e da Presidente na maior empresa Brasileira, a PETROBRÁS.

Pois bem, resolvi não só republicar aqui uma parte, como também fazer alguns ajustes para uma realidade Empresarial:

Ontem a noite assistimos no Jornal Nacional da Rede Globo, o Papa Francisco criticando duramente os gestores da igreja católica, a chamada Cúria. Disse aos mesmos coisas que deixariam qualquer grande executivo ou empresário batendo palmas ou envergonhado por não agir dentro da ética, das regras e do bom senso.

No mesmo Jornal, assistimos a entrevista da Presidente da Petrobrás, Graça Foster se defendendo das acusações de uma colega de trabalho de leniência e até de conivência com o que aconteceu na Petrobrás.

Pois bem, recebemos a lição de um Líder religioso em como gerenciar também assuntos que vão muito além da fé, da generosidade, da harmonia e da manutenção da convivência com seus subordinados ou pares. Ou seja, como um Gestor de empresa, deveria se posicionar muito além do companheirismo, da benevolência e da manutenção da convivência entre os seus colegas ou apadrinhados.

Na crítica do Papa Francisco aos “intocáveis” da igreja católica, ele citou doenças como “Alzheimer Espiritual” pedindo que os cardeais façam exame de consciência.  O Papa afirmou que, "como qualquer corpo humano", a Cúria sofre de "infidelidades ao Evangelho" e de "doenças que precisa aprender a curar".   Citou a doença do  “sentir-se imortal e insubstituível terrorismo do falatório” com a utilizar de fofocas para destruir ou diminuir a importância do próximo. E ainda citou a “esquizofrenia existencial” para quando se confunde a persona de Gestor com a realidade do cargo que ocupa. 

Através de expressões fortes, que geraram desconforto entre os cardeais e altos funcionários da Santa Sé, o Papa analisou o que chamou de patologia do maquinário central da Igreja católica, e pediu reflexão, penitência e confissão por ocasião do período Natalino.   

Vimos no discurso do Papa Francisco uma INSPIRAÇÃO incrível para a vida e para os negócios

Já infelizmente na fala de Graça Foster, percebemos o velho discurso de “não é comigo”, “não sabia de nada”, parecendo querer se esquivar de resolver, na auto defesa, na proteção dos seus pares, típico de uma Gestão digamos, protecionista e manhosa.  A atitude de hoje pode ter custado muito a Francisco, mas vimos pela primeira vez um Gestor "sem dedos", sem meias palavras ao falar sobre o que acredita que a missão e valores de sua empresa (no caso, o Vaticano). Imaginei a Graça Foster podendo agir da mesma forma que o Papa em relação a patologia do maquinário central da Petrobrás.

Para procurar a cura é preciso o reconhecimento da doença. Então imaginemos que as 15 doenças citadas pelo Papa Francisco se traduzem em 15 atitudes que são incompatíveis com o mercado Empresarial. A dicotomia da realidade e dos resultados fazem com que o Papa Francisco seja mais que necessário, seja um modelo, um exemplo de como um CEO pode transformar com a VERDADE uma empresa esquartejada ou quebrada, recuperar a credibilidade, voltar a ser orgulho e sucesso em todos os sentidos.

Parabéns Papa Francisco, um CEO sem medo, moderno e do Futuro. Que pena Graça Foster, uma CEO aparentemente comprometida com o complexo instrumento político Governamental.


Postado em 20/12/2014 às 08:11 0

o que vem por ai em 2015. Vamos ter um incrível ano, acredite!


Por site João Kepler

Um ano não é feito apenas com a contagem de dias, mas sim da soma de todos os conhecimentos e experiências adquiridas ao longo do ano. Exatamente por isso, foi muito importante para mim compartilhar conteúdo,oportunidadesparcerias e melhores práticas com vocês em 2014. Espero continuar contando com o seu apoio, leitura e a participação em meus artigos, palestras, mentorias, treinamentos e investimentos.

Desejo portanto, que todo o conteúdo absorvido e experiências positivas de 2014, sejam implantados de forma eficiente na sua vida, no seu negócio ou na sua carreira em 2015.

Que você aproveite os momentos felizes em família neste Natal e final de Ano! Meus mais sinceros votos de Boas Festas, Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

Como meu PRESENTE DE NATAL, te ofereço um artigo inédito escrito para o Circuito da Revista Venda Mais que fala sobre Inovação em Vendas. Para isso, basta clicar neste link  e confirmar. 
 

Conte comigo sempre!!



João Kepler Braga
www.joaokepler.com.br


 


Postado em 27/11/2014 às 09:34 0

Black Friday – Descontos de verdade?



Em 2014 o Comércio Eletrônico ou e-commerce, deve faturar perto de 35 bilhões de reais, pelo menos 5% desse faturamento acontece em apenas 1 dia, o dia inteiro de desconto que acontece nesta próxima sexta feira, dia 28 de novembro, chamado de Black Friday.

Black Friday ou Sexta-feira Negra é um termo criado pelo Varejo americano para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças que é a 4°sexta feira do mês de Novembro. No Brasil começou em 2010.

Pois bem, as pessoas me perguntam se serão descontos de verdade, eu afirmo que SIM.  Pode se preparar para descontos reais de até 80% em produtos como  eletrônicos, livros, moda, calçados, produtos de beleza, viagens e muitos outros.

Veja alguns exemplos:

  • A Decolar.com prepara descontos de até 30% em viagens
  • A Dafiti.com.br já anunciou ofertas até 80%de desconto
  • A Accor.com.br concederá 30% de descontos nas tarifas dos hotéis
  • O MagazineLuiza.com.br divulgou 40% de desconto em alguns produtos
  • Entre muitos outras oportunidades e ofertas.

Para aproveitar ainda mais os verdadeiros e imperdíveis descontos, faça uma pesquisa interessante em quem está dando o maior desconto em um determinado produto, use a ferramenta da Plataforma Baixou  www.baixou.com.br que é capaz de comparar os preços de um mesmo produto buscado nas lojas mais confiáveis. Outro que pode ajudar é o aplicativo Busca Descontos que busca os maiores descontos em lojas, marcas, departamentos e eventos. Ou usar os comparadores de preços tradicionais como Buscapé, por exemplo.

Meu conselho é que faça uma lista do que precisa comprar, pesquise durante o dia e compre.  Aproveite a oportunidade!

Abraço.

@Joaokepler


Postado em 12/11/2014 às 04:24 0

Evento inédito no Brasil, reúne os 47 maiores especialistas em Vendas e Motivação.



João Kepler

Circuito VM

Foi pensando nos empresários, empreendedores e profissionais da área que não conseguem se deslocar para assistir um evento presencial, muitas vezes por falta de tempo e até de dinheiro, pensando também naqueles que não tem oportunidade de assistir uma personalidade que admira,  o Instituto Venda Mais, dirigido por Raul Candeloro, Editor da Revista Venda Mais, selecionou 47 pensadores, escritores e instrutores para ministrarem suas melhores palestras de forma gratuita e online (via internet) para este público no Maior Congresso de Vendas, Motivação e Gestão de Carreira de toda a história.

Imagine reunir em um único local Leila Navarro, Professor Gretz, Raul Candeloro, Claudio Diogo, César Frazão, Marcelo Ortega, Tom Coelho, Ricardo Veríssimo, André Ortiz, Beto Chaves, João Kepler, Professor Heinz, Jussier Ramalho, entre muitos outros. 

Serão 7 dias e quase 50 palestras abordando os mais diversos temas relacionados a vendas, inovação, carreira, empreendedorismo e oportunidades de negócios. Se você é empresário, executivo ou é diretamente ligado a área comercial ou de marketing, não pode perder esta oportunidade, afinal, todos nós vendemos alguma coisa, principalmente a imagem.

Um evento sério, feito por gente séria que vai acontecer entre os dias 21 a 27 de novembro e o melhor, é totalmente On-Line e GRATUITO, isto é, você e toda sua equipe poderá assistir a todas as palestras sem sair de casa ou do local de trabalho.

Para participar basta apenas clicar aqui e fazer uma simples inscrição gratuita com seu [nome e e-mail]. Além de assistir todas as palestras, ainda terá uma série de bônus especiais, como e-books e treinamentos extras, tudo obviamente gratuito.

Por falar em e-book, tenho também um Presente especial para você e sua equipe: Um e-book com 46 super dicas práticas de vendas, basta se inscrever e depois solicitar o=por e-mail para kepler@joaokepler.com.br 

Participe! Todos nós vendemos e precisamos aprender e reciclar, pois aquele que pensa que já sabe tudo, é aquele que não sabe é de nada! Clique aqui: http://bit.ly/1suJORZ

 

@JoaoKepler

 


Postado em 03/11/2014 às 03:34 0

12 dicas práticas para Vender no mercado Empresarial e Corporativo.

Vender é resolver problemas e atacar pontos específicos que se encaixem na necessidade de quem precisa comprar.



Muitas vezes, as empresas pensam em vendas apenas como algo que precisa ser divulgado ou “empurrado”.  As definições clássicas de vendas são sobre “superar objeções”, “fechar o negócio” e “ofertar” mas a verdade é que a venda, nos dias de hoje, não se trata somente de forçar as coisas ou convencer para fazer uma compra. O processo de vendas é sobre ajudar o cliente e os negócios. Se você quer vender, você tem que querer ajudar; neste caso, você estará tentando melhorar a condição do cliente.

Pois bem, se você tem uma empresa ou vende alguma coisa no mercado empresarial ou corporativo, comece identificando que tipo de problema seu serviço ou produto resolve e quais são as “dores” que pode acabar. Neste sentido, você já tem o principal argumento para trabalhar vendas. Outro ponto é tentar olhar pela perspectiva do cliente, como ele sente essa dor, como ele enxergaria a sua solução e porque ele compraria. A partir destes três pontos, pode repensar o seu processo de vendas para se certificar de que você está “ajudando” e “resolvendo problemas” para cada cliente que você oferece.

Os velhos argumentos, como “nossa solução é mais barata” ou “nosso atendimento é mais ágil” ficam em segundo plano, pois se você conseguir fazer com que o cliente pense em você como solução para um problema dele, qualquer outra coisa, não fará o menor sentido, pois o seu valor será maior do que quaisquer condições ou preços.

O ponto focal é validar se seu serviço ou produto realmente agrega valor a um segmento específico, se isso existe de fato o problema e você identificar o “porque” que sua solução é imprescindível, neste caso, o principal esforço será em como ser conhecido dos seus principais e prováveis clientes, portanto, o esforço da venda, tem que ser nesse sentido.

Então vamos lá, neste artigo eu te apresento  12 dicas  práticas de como vender seu valor no sentido de ser conhecido, sem gastar quase nada.

 

Para que seus prospects te chamem para uma conversa, você deverá fazer ações específicas, direcionadas, não genéricas. Atenção: venda B2B é mais efetiva quando é feita 1 para 1 e não 1 para N. Ou seja, ações do tipo mail-marketing, links patrocinados e etc. convertem, mas pode te custar um investimento desproporcional. 

 

Descubra quem são os tomadores de decisão dentro de uma empresa do segmento que está atuando, faça uma abordagem “discreta” via mensagem no LinkedIn. Não oferte um produto ou serviço diretamente, pergunte se na empresa dele tem determinado problema e diga que você gostaria de sentar para apresentar, sem compromisso, sua solução. Não faça texto longo, isso tem que ser em um simples parágrafo, mostrando suas credenciais. Isso pode ser feito também pelas conexões, descubra quem são os amigos dos amigos e peça apresentação. Pode usar também o e-mail, telefone ou outra forma de comunicação, desde que não seja intruso ou invasivo.

 

Participe de canais, grupos e fóruns de discussão sobre temas específicos relacionados ao que você se propõe a ter uma solução, dando sua opinião e participando ativamente sem ofertar nada, quando as pessoas perguntarem ou deixarem a “bola pingando”, você mostra que existe um serviço ou produto para isso. Seja uma pessoa, não um vendedor.

Construa um relacionamento antes de vender. Os prospects tem que confiar em você, antes de apertar o “modo on” em vendas, quando eles entrarem em contato com você ou acessar seu chat ou site. Nas Redes Sociais construa relacionamento com os clientes em potencial, muito antes que eles sequer saberem que eles precisam do que você está vendendo.

 

Escreva artigos técnicos colando sua solução como parte do contexto. Faça esse artigo ser propagado nas redes e indexado pelos buscadores. Se não souber escrever, busque articulistas e convença a escrever sobre sua solução.

 

Fique próximo e siga nas redes sociais os formadores de opinião, palestrantes, evangelistas de marcas, pensadores, escritores, investidores e etc. – sempre no sentido de fixar a sua solução na mente deles, pois tenha certeza que eles vão mencionar você em algum momento oportuno;

 

Participe de eventos em que seus prospects estejam expondo ou palestrando, ouça primeiro o que eles têm a dizer e depois encaixe sua solução no meio da conversa. Mas atenção pesquise bem a empresa antes, para não falar coisas desconexas e fora do contexto.

 

Bata na porta das empresas de forma presencial, mesmo sem ser convidado, isso pode parecer meio surpresa, mas mostra na sequência, sua disponibilidade, atitude e firmeza de propósito. E ainda pode ter a sorte de ter chegado exatamente no momento em que estão discutindo o problema que você se propõe a resolver. Eu chamo isso de TBC (Tire a Bunda da Cadeira).

 

Torne-se uma pessoa engajada pela marca ou produto dos seus prospects, participe ativamente nas Redes Sociais e blogs de ações deles, inclusive dos executivos e colaboradores. Fique próximo dos tomadores de decisão. Descubra quem são os possíveis compradores dos seus serviços e produtos.

 

Ao ter espaço ou ser ouvido, seja sempre muito objetivo, simples e firme, comece a falar pelo resultado do que você se propõe, nunca pela história, a não ser que você tenha tempo suficiente para isso.

 

Procure a sua turma, nichos, clubes, festas, eventos, associações e etc. Esteja sempre envolvido com o segmento em que se propõe a trabalhar, participe ativamente até com seus concorrentes, seu retorno aparecerá na sequência.

 

Mesmo que não venda após essas abordagens, não se abale, agradeça pela oportunidade, entenda os verdadeiros motivos do “não” e crie uma imagem positiva de futuras parcerias em outros negócios, com isso, aproveite e peça indicação na rede de relacionamento dos prospects.

 

Vendas B2B diz respeito a construção de confiança e manter relacionamentos de longo prazo. Não é bom ser imediatista ou inflar o tamanho e a importância da sua solução – se a perspectiva for errônea, mais tarde vão descobrir que fizeram um mau negócio e aí você terá um cliente insatisfeito falando mal da sua solução.

Outro ponto importante e que poucas pessoas atentam é que é mais barato e fácil vender novamente para um cliente já existente do que para um prospect. Ou seja, trabalhe na satisfação dos clientes atuais, faça pós-venda, pesquisa e surpreenda sempre com novidades não-solicitadas: isso mostrará que você está antenado e preocupado com a melhoria da solução vendida. Esses clientes serão seus maiores indicadores.

Pense nisso e Boas Vendas!

@JoaoKepler


Postado em 22/09/2014 às 14:01 0

O problema não é o problema! O problema é nossa atitude em relação ao Problema.


Por Blog João Kepler

Vivemos diariamente com tensões, decisões e estresse. Essas situações são inerentes e fazem parte da vida de qualquer pessoa e principalmente dos empresários e empreendedores.

A questão é, como conviver com tudo isso e ainda manter o equilíbrio? A palavra de ordem é Resiliência.

A palavra “resilio” no latin significa voltar ao estado natural. Para as ciências humanas, o conceito de Resiliência é “a capacidade de um indivíduo em possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade do indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente as adversidades”.

A beleza e a motivação da Resiliência está em ter o poder de escolher como perceber e responder às situações adversas. Praticar a Resiliência é permitir mudanças nas nossas atitudes diante de qualquer caos do dia-a-dia.

Por incrível que pareça, as adversidades podem extrair o que há de melhor em cada um de nós. A adversidade desperta capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. Nunca sabemos como vamos reagir e se vamos ou não ficar com raiva quando algo inesperado acontece em nossa vidas, mas podemos sim definir quanto tempo vamos querer ficar alimentando esse sentimento, assim como vamos fazer para canalizar essa emoção com uma ação ou reação positiva e construtiva.

O problema não é o problema. O problema é a nossa atitude com relação ao problema.

O medo de enfrentar algo, é muitas vezes maior do que nós mesmos. Eles vão acabar nos fazendo sentir tristes e impotentes diante das decepções e contradições da vida. Mas a vida nos dá duas opções: Fugimos das situações ou as encaramos de frente, enfrentando com equilíbrio, vislumbrando novos desafios a serem vencidos e quem sabe, até transformá-los em oportunidades. O ditado “Ainda vamos sorrir de tudo isso” é uma verdade, quando tudo passar, porque passa mesmo, o problema fica na memória do passado e serve como aprendizado.

Se o atraso de um minuto parece durar uma hora, um comentário infeliz qualquer fere duramente, se acha que alguém está olhando feio, um silêncio é interpretado como indiferença ou chora sempre pelo “leite derramado” está na hora de repensar alguns dos valores diante das adversidades. Está na hora de pensar em ser mais Resiliente.

Ser Resiliente é ser autoconfiante, acreditar nas suas verdades,  se dá o devido valor, acreditar em si e naquilo que é capaz de fazer, aceitar mudanças, encarar as situações de estresse e adversidade como um desafio a ser superado, ter baixa ansiedade, ser aberto à novas experiências e formas de se fazer as coisas, ter autoconceito e autoestima positivos, conseguir administrar os sentimentos e as emoções em ambientes imprevisíveis e emergenciais, ser emocionalmente inteligente, automotivar-se, ser empático, reconhecer emoções em outras pessoas e saber manejar relacionamentos. Ser criativo e dispor de uma eficaz capacidade de resposta, com alto nível de clareza, concentração e principalmente calma.

Perdoar? ai é assunto para outro artigo.

Pense nisso!  @Joaokepler


Postado em 24/08/2014 às 05:04 0

O que uma foto SELFIE diz sobre você?


Por Blog do João Kepler

Para quem não sabe o que é SELFIE, eu explico: Os selfies são autoretraros em situações inusitadas. São aquelas fotos postadas em Redes Sociais com poses focando o rosto, o corpo, os amigos, fazendo biquinho ou fotos mostrando o o look do dia ou da noite, na academia, no restaurante, no espelho do banheiro, na festa, na praia e por ai vai. 

Existem vários tipos e desmembramentos do famoso SELFIE. Por exemplo o BELFIE que é fotografar o próprio bumbum, o SELFITENESS para fotos em academias,  SELFIESERVICE para fotos em restaurante, o BREGGIE  que são aquelas fotos postadas com o objetivo de provocar inveja nos amigos ou nos seguidores, o SELFIEPET com o animal de estimação. SELFIECAR de foto dirigindo. o SELFMERCHAN muito usado pelas Blogueiras para promover produtos e serviços aos seus seguidores. Enfim, uma infinidade de variações da palavra SELFIE que no final das contas quer dizer a mesma coisa, inclusive aquelas fotos em que a pessoa não aparece, apenas mostra o ambiente, um cenário, uma coisa ou objetos.

O que leva cada vez mais pessoas a abrirem mão de sua privacidade e divulgar detalhes da sua intimidade nas redes sociais?  Na verdade, as pessoas gostam de se relacionar e de contar aspectos de sua vida particular às outras.  Os brasileiros têm o hábito de se expor, de dizer que vão viajar ou que estão viajando, de contar o que compraram, do que comem e etc..  A resposta mais assertiva e verdadeira na minha opinião a esse movimento é: "EGO" na sua forma fotografada, todo mundo quer parecer bem e e se possível que tem uma vida interessante.

O SELFIE é na verdade, uma "construção idealizada" de si mesmo. As pessoas querem se mostrar felizes e bonitas nas fotos, de forma que os outros a desejem ou invejam (de preferência no bom sentido) o que ela tem ou está mostrando nas imagens.

O SELFIE pode também ser usado para montar uma cena interessante, como por exemplo o mais famoso selfie do mundo, o da Ellen DeGeneres no Oscar com alguns dos artistas mais badalados de Hollywood. A foto fez tanto sucesso que derrubou o Twitter e foi a imagem mais compartilhada nas redes sociais na história.


NÃO! antes que ache que sou contra ao SELFIES, a respota é não, inclusive eu também faço de forma equilibrada, mas prefiro aquelas fotos com a família e amigos. Essa foto acima por exemplo, eu tirei no prêmio da Revista S.Mag.  Mas é preciso entender que na internet não há um nível suficiente de privacidade, além disso, tudo na vida tem que ter moderação. Mas parece que as pessoas perderam o bom senso, a noção do perigo, do respeito e até do convivio em sociedade, com o objetivo de mostrar sempre os seus "melhores" closes, momentos e diferenciais em busca de Relevância Social, além de curtidas e comentários, como fator de bem-estar.


Mas o que chama atenção é que as pessoas que se expõe desta forma, não param pra pensar no que o autorretrato diz realmente sobre elas nas Redes Sociais.  

O que teria por trás de uma ingênua foto no espelho ou em uma academia mostrando que a pessoa está malhando, por exemplo?  Qual a verdadeira intenção? Nenhuma!? Mas pessoas (os seguidores) já começam a INTERPRETAR nas entrelinhas o que sua foto quis dizer na verdade. Como virou moda ou mania, ninguém olha uma foto de forma superficial, as pessoas já interpretam, entendem, percebem ou imaginam o que deve ter por trás daquela imagem, seja a intenção de mostrar que é natural, linda(o), de mostrar disposição para exercícios, de mostrar que é sarada(o), ou até mesmo "outras intenções" mutas vezes ou quase sempre equivocadas ou até maldosas, Pois bem, as pessoas imaginam e percebem nesses SELFIES quando é uma montagem, um ângulo extato para parecer bonita(o), um objeto ou um bem ou uma marca inseridos discretamente na foto para parecer rica(o), fashion, cool ou glamourosa(o).


Nunca olho o lado negativo das coisas, muito pelo contrário, mas como especialista em internet e comportamento Digital, sou obrigado a estudar sobre esta maneira de expressão também.


Enfim, pare pelo menos para pensar no que o autorretrato diz sobre você e sua intenção nas Redes Sociais ou pelo menos tenha mais cuidado com a super exposição. 


Pronto para fazer o seu SELFIE? Prepare o seu Smartphone, sorria e não se esqueça de colocar hashtags. 

Pense Nisso!  @JoaoKepler

 

 


Postado em 27/07/2014 às 08:09 0

Estou Educando meus filhos para Empreender! E você?


Por Blog João Kepler

Para quem não sabe, eu tenho 3 filhos: O Theo de 15 anos, o Davi de 13 anos e a Maria de 10 anos.  Desde muito pequenos eu e minha mulher Cristiana, procuramos dedicar parte do nosso tempo para mostrar como funcionam as coisas no mundo real. Eles conhecem e participam de alguma forma das discussões e projetos familiares, desde a programação de uma simples viagem até os rumos dos negócios que estamos envolvidos (perdendo ou ganhando).

Claro que na nossa “roda gigante da vida", procuramos sempre equilibrar um pouco a forma de conversar para não gerar impactos psicológicos negativos, mas eles sabem os porquês de atitudes A ou B tomadas e ou os reflexos disso. 

Alguns amigos me criticam por envolvê-los em assuntos que não são para a idade deles ainda, mas costumo dizer que estou preparando os meus filhos para a vida.

Outro dia li um artigo do meu amigo Pierre Schurmann que mostrava um arrependimento de um Pai aos 70 anos com a educação que deu aos seus filhos. Ele disse que quando chegou aos 60 anos, decidiu que era hora dos filhos assumirem os negócios da família. Naquele momento, teve uma triste surpresa em ver que nenhum dos três filhos ainda estavam preparados para a função. “A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente”. Enfim, este senhor teve que voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar um executivo para Diretoria Geral. Ele conta ainda que desde quando os seus filhos eram pequenos, dava tudo para eles: Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas ao tentar protegê-los dando que precisavam, esquecia ao mesmo tempo, de mostrar as grandes dificuldades da vida e ensinar que, o que seremos no futuro, será o resultado de nossos desafios enfrentados e o aprendizado prático ao longo da vida.

 

Exatamente por isso, procuro educar meus filhos para serem Empreendedores. Não estou falando apenas de “negócios” ou sucessão familiar, estou falando de COMPORTAMENTO. É claro que alguns comportamentos são condicionados e podem ser modificados, mas estamos dando a atenção para as personalidades e características de cada um deles. É difícil afirmar que todos os meus 3 filhos terão negócios próprios ou similares aos nossos no futuro, mas tenho certeza de que eles estarão bem preparados e fortes psicologicamente para enfrentar a competição no novo mundo.

 

A verdade é que por experiência própria, posso afirmar que ter um comportamento Empreendedor pode fazer uma enorme diferença entre o sucesso e o fracasso; Seja nos negócios, na carreira profissional, nos relacionamentos pessoais ou em qualquer situação na vida. O que quero alertar é para a importância do modo Empreendedor de enxergar as barreiras, de encarar os riscos e os problemas da vida.

 

Infelizmente a educação básica escolar, na sua maioria, perde muito tempo em condiciona-los a “decorar” coisas que NÃO serão relevantes para a formação profissional, ou seja, não aprendem matérias específicas para serem bem sucedidos na jornada da vida.   Mas atenção, não estou orientando ninguém a tirar seu filho da escola tradicional ou da educação básica, estou falando em mudança de orientação familiar, de inclusão de novas matérias na grade curricular, do ensino complementar e até na preocupação com a condição comportamental.   Meus filhos cresceram e agora? O que eles vão fazer da vida?  Como posso ajudar meus filhos a serem felizes profissionalmente?

 

O que estou querendo afirmar é que os alunos da educação tradicional são condicionados a estudar e estudar, seja para concursos, para as áreas de Direito, Medicina, Engenharia e etc. OK isso é muito importante e não estou questionando a conclusão e o diploma universitário, mas nem todas as pessoas nasceram para serem advogados ou médicos ou terem jornada de trabalho pré-definidas, ou seja, também podemos educá-los e prepará-los para serem empresários, profissionais liberais ou empreendedores da Economia Criativa. Por que não?  Eu faço muita Palestra em evento Estudantil e percebo, por exemplo, universitários do curso de Administração, sendo preparados para administrarem somente as coisas dos outros e não as suas próprias, o que em minha opinião, é um equivoco.  Os cursos de MBA, com algumas exceções, incentivam a trabalhar (estagio, trainee) em corporações e não na condução dos seus negócios. Enfim, precisamos inserir rapidamente no Brasil, o Empreendedorismo em toda a cadeia de ensino.

 

Pois bem, enquanto isso, em casa, eu procuro fazer o meu dever de aplicar meus conhecimentos, experiências e aprendizados Empreendedores no sentido de dar exemplo aos meus filhos. Entre as muitas lições e coisas que faço em casa, temos o hábito de NÃO dar MESADA, por exemplo. Desde pequeno quero acostuma-los a não ter “nada garantido”; Mesadas ensinam às crianças coisas interessantes como organização, controle e disciplina, mas por outro lado, condicionam e passam uma sensação equivocada de segurança, de ter um fixo garantido. Não quero meus filhos focados em “empregos”, os quero pensando em “trabalho”, o que é bem diferente.  Pode ser que eles não consigam empregos formais daqui a 5 anos, então tenho que prepara-los hoje e agora para isso. O que eu faço em relação a dinheiro: Dou o suficiente para o lanche na escola e negocio cada momento e a cada necessidade. Procuro promover e nutrir valores como: conquista, competição, realização, gratidão, humildade, resiliência, tenacidade, liderança, interdependência.

É claro que não foi só pelo fator “mesada” que meus filhos já se tornaram empreendedores muito cedo, mas por todo o contexto familiar.  A Maria Braga, de 10 anos já produz CupCakes desde os 8 anos e agora acabou de lançar seu canal no YouTube para ensinar outras garotas a fazerem doces também; O Davi Braga de 13 anos, como ele mesmo diz, já está no seu terceiro negócio e agora é fundador de uma StartUp, chamada de List-IT, de lista de material Escolar; O mais velho de 15 anos, o Theo Braga é um negociador nato (compra e vende muito bem), design gráfico e Youtuber.  Eles estudam normalmente? Tiram notas boas? Tem tempo para brincar? Se relacionar?  SIM a resposta é um grande SIM.  Talvez por esta minha afirmação, a outra pergunta recorrente que me fazem sobre a educação que dou a eles é: Tem como ensinar meu filho a Empreender? Minha resposta é: CLARO. Mude o seu comportamento, Mude a perspectiva, converse sobre trabalho, sobre outros assuntos e os percalços e desafios da vida, dê o exemplo dentro e fora de casa para que eles comecem a ter outra visão, tenham um propósito, orgulho de alguma coisa, que procurem ser pelo menos, melhor do que você foi ou é e, saber que tudo lá “no futuro não tão distante” só vai depender deles, não mais de você, Pai ou Mãe.

Para não ficar muito longo esse artigo, quero concluir voltando a citar o exemplo do senhor de 70 anos que mencionei acima.  Ele relembra o ditado popular antigo que “Temos que matar um Leão por dia". Ele diz que por muitos anos acreditou nisso, que acordava todos os dias, preparado para encontrar e brigar com o “tal do Leão”. A vida foi passando e hoje ele conclui sabiamente que NÃO devemos “Matar o Leão” e SIM “Cuidar dele”.  Sabe por quê? Ele mesmo explica: “Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão for, mais gratos temos de ser.  Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele.”.   Resumindo: Aprenda com seus Pais, a vida não ensina as coisas tão carinhosamente.

 

Eduque seus filhos para Empreender e a controlar os leões que vão enfrentar pela vida e claro, a "desviar das Antas" também.

 

Pense Nisso!  @JoaoKepler

 

 


Postado em 09/07/2014 às 04:54 0

8 lições para sua vida extraídas da derrota para Alemanha.


Por Blog João Kepler

Eu li muita coisa sobre a derrota para Alemanha. Desde as opiniões dos especialistas, dos que só torcem pra quem ganha, dos políticos mascarados de torcedor, dos jornalistas de causa própria, dos que tiram proveito da situação negativa, dos defensores dos seus ganhos atuais e interesses pessoais, dos gaiatos sem propósito, dos revoltados, dos que se auto intitularam humilhados, dos torcedores de futebol e claro, dos Brasileiros apaixonados pelo Brasil.   

A alegria dos que comemoravam a Copa das Copas e dos que torciam contra a Copa do Mundo no Brasil, foram, ambas as visões, colocadas em xeque, essa é a verdade. 

Então resolvi perceber, entender e aproveitar para extrair algumas LIÇÕES práticas dessa situação para as nossas vidas.

Lições:

  1. Não criar FALSAS EXPECTATIVAS na sua mente com o objetivo de "mascarar" os problemas que existem ou coisas erradas suas ou alheias; Não ACREDITAR em tudo que tentarem te provar como verdade. Estude sempre todos os ângulos, perspectiva, interesses e lados, antes de aceitar acreditar.
  2. SONHAR é importante mas sonhe de forma combinada com outros importantes ingredientes.  Sonhar somente, sem encarar a realidade, sem estudar muito, sem trabalhar incansavelmente, sem estratégia ou mesmo sem ser persistente, resiliente ou com disciplina, não vai te levar a VITÓRIA; Apenas ACREDITAR nos seus sonhos não resolve tudo, é o seu preparo que resolve.
  3. Assumir os seus ERROS como fez Felipão é importante, mas precisa saber reconhecer isso "durante" e não somente "depois" para dar a chance e tempo do tentar mudar.  As vezes as nossas "convicções" podem também estar erradas. Além disso,  o Felipão com toda sua "humilde arrogância" não disse claramente ONDE e COMO errou, é preciso analisar os fatos, apontar erros, para socializar o aprendizado e claro, para não repeti-los.  Tudo passa e passará!
  4. Nunca conte somente com a SORTE, ela é importante, mas acontece apenas para quem tenta, estuda, treina e trabalha muito. 
  5. Fomos ensinados para o entendimento que COMPETIR é mais importante do que VENCER. ERRADO. O importante é TREINAR, treinar e treinar para GANHAR. Se perder que seja porque seu oponente foi excepcional (muito melhor que a média), não porque você desistiu ou que  jogou mal (lutou).  Esse entendimento só é pertinente SE for no sentido de não se abater para sempre e não aprender com a derrota.   No caso da seleção Alemã, além de talentos, coletivo e estratégia,  ela usa BIG DATA pra melhorar o desempenho dos atletas.  (estudo, informação e conhecimento) e não somente "psicologia" ou "motivação".
  6. Parar de vez em quando para tirar férias, para se divertir, se inspirar, se emocionar, torcer, se envolver, vestir a camisa do seu time ou para se alimentar de uma esperança maior, é necessário e muito importante, mas que seja por MOMENTOS,  MAS não podemos PARAR TUDO e deixar de pensar e focar nas nossas próprias vidas, na solução de NOSSOS problemas e na realidade das coisas ao seu redor. A não ser que você não precise de nada ou de ninguém.  Imagine que ganhos teríamos SE toda a empolgação, garra, força e emoção, extraídas da Copa ou desses ótimos momentos, fossem investidos no seu dia a dia daqui pra frente.
  7. Nem sempre um investimento ou um gasto, além da sua capacidade vale a pena para usufruir apenas de MOMENTOS, mesmo que isso represente um objetivo maior na sua vida, principalmente se esse recurso influenciar negativamente na vida de outras pessoas, te deixar grandes dívidas e fizer falta na sua educação, saúde,  estrutura, enfim no seu futuro.  Se esse dinheiro investido ficar obsoleto depois da alegria daqueles momentos onde gastou, pior ainda.  
  8. Não confundir ou levar para sua vida real, a imensa dor, a tristeza e frustração que a derrota da seleção para a Alemanha causou em todos os brasileiros.  Que a "revolta" se transforme em VONTADE de colaborar para as mudanças que esse País precisa.  A solução dos nossos problemas no Brasil começa pela nossa casa, pela educação que damos aos nossos filhos, por assimilar e aplicar as lições que a vida nos ensina  e  claro, pela forma de pensar o coletivo.   "Mostra tua força Brasil" deve continuar, mas agora fora dos estádios.

"Burro não é quem não sabe. Burro é quem sabe que não sabe e, mesmo assim, não quer nem saber." by Rosana Herman.

Go Go Go  vamos reconhecer e voltar a trabalhar!

@JoaoKepler


Postado em 01/07/2014 às 15:42 0

VENDAS fracas? Problema de muitos. Poucos assumem! Como reagir?


Por Blog do João Kepler

Como Reagir?  É preciso repensar, reinventar e inovar rapidamente a sua forma de vender.  

O processo de VENDAS precisa se REINVENTAR para combater a dispersão, atender a demanda do novo consumidor que tem um comportamento diferente por conta dos canais disponíveis, das facilidades, das informações em tempo real e do mundo virtual.  Mas não é só isso, existem vários pontos onde é possível aumentar as vendas mudando basicamente a percepção, perspectivas e atitude nas vendas aplicando técnicas inovadoras e estratégias de marketing.

Independente do momento de venda baixa ou alta, Empresas, lojistas, imobiliárias, Empreendedores e Vendedores precisam identificar seus pontos fortes e quais são os problemas que seus produtos e serviços resolvem dos seus clientes. Ou seja, entender na perspectiva do consumidor, como ele sente a necessidade da compra, a dor de um problema, como ele enxergaria a sua solução,  onde seu produto é imprescindível e os "porquês" da compra,  [o que] e [como]  os vendedores vendem passa a dar lugar ao [porque] seu cliente compra.  A partir destes pontos repensados, se certificando de que está “ajudando” e “resolvendo problemas”, é possível reinventar o processo de vendas, com estratégias que vão despertar e inspirar a fazer diferente.

Muitas vezes, as empresas pensam em vendas apenas como algo que precisa ser divulgado ou “empurrado”.  As definições clássicas de vendas são sobre “superar objeções”, “fechar o negócio” e “ofertar” mas a verdade é que a venda, nos dias de hoje, não se trata somente de “forçar” as coisas ou convencer para fazer uma compra. O processo de vendas é sobre ajudar o cliente e os negócios. Se você quer vender, você tem que querer ajudar; Neste caso, você estará tentando melhorar a condição do cliente.

Os velhos argumentos de que “nosso produto é mais barato”, "nosso produto é melhor" ou “nosso atendimento é mais ágil” estão com menos importância. Os profissionais de vendas que entendem como conseguir fazer com que os clientes pensem neles como solução para um problema ou como necessidade de compra, qualquer outro argumento não fará sentido, pois o valor ressaltado será muito maior do que quaisquer argumentos, condições ou preços.

Outro ponto importante e que poucas empresas prestam atenção é que é mais barato e fácil vender novamente para um cliente já existente do que para um novo cliente. Ou seja, trabalhe na satisfação dos clientes atuais, faça pós-venda, pesquisa e surpreenda sempre com novidades não solicitadas, isso mostrará que você está antenado e preocupado com a melhoria da solução vendida. Esses clientes serão seus maiores indicadores.

Em uma época em que tudo é muito dinâmico e muda de um dia para outro, é um grande desafio nos manter conectados com as novas tendências de mercado e oferecer o que o novo consumidor realmente deseja, mas isso é fator primordial para continuar vendendo e ter sucesso.

Mude sua perspectiva, se os clientes não estão indo comprar, não culpe o mundo ou a copa, o problema é exclusivamente seu ou da sua equipe de vendas que não está agindo na necessidade de compra dos consumidores.   Go Go Go  Pratique o TBC (Tire a Bunda da Cadeira), saia do salão e do balcão e vá buscar o consumidor onde ele estiver. 

Pense nisso e Boas Vendas!

@JoaoKepler

  


Postado em 14/06/2014 às 06:15 0

Empreendedor também VOTA! Quem será o Governador de Alagoas?


Por blog João Kepler

Desde 2012 os Empreendedores Digitais Alagoanos vem ganhando espaço no mercado e na sociedade por criarem uma alternativa ao desenvolvimento Econômico do Estado. Isso não é pouco para um Estado com poucas oportunidades, com problemas sociais e terríveis índices em vários setores.

De lá pra cá, é verdade, esses Empreendedores estão sendo valorizados nos quatro cantos do Brasil e alguns até fora do Brasil, principalmente pelas inovações, pela capacidade e na forma de "andar com as próprias pernas" ou seja, não depender de nada para conquistar seus planos. Como contribuição espontânea, o Estado tem se beneficiado pela imagem e repercussão positiva desses brilhantes empreendedores, colocando Alagoas no radar Nacional.  E isso não é pouco!

Desde então estamos sendo notícia rotineira em vários Eventos, Portais, Revistas e Jornais Nacionais fazendo alusão aos grandes Empreendedores Alagoanos e também ao Sururu Valley, uma comparação "Alagoanesa" com o Silicon valley na California, nos Estados Unidos.

Como já disse em artigos anteriores, esses inovadores e "Guerreiros Alagoanos"  estão escrevendo com maestria a história Contemporânea de Alagoas, desafiando os céticos, com muita determinação, coragem e resiliência, estão levando orgulhosamente o nome do Estado para o mundo.  

Pois bem, com isso, a sociedade Alagoana, de alguma forma, tem dado o devida atenção, respeito e espaço, seja pela notoriedade nacional, seja pela curiosidade e o momento Digital. O Governo do Estado, pelas mãos do Secretário de Ciência e Tecnologia, Prof. Eduardo Setton, se engajou publicamente para unir todos as peças do ecossistema empreendedor, conectando os Empreendedorees com as Entidades, as universidades e Secretarias de Estado, dando sequência inclusive ao projeto de implantação do Polo de Tecnologia no Jaraguá que já tem o Edital para licitação da obra pronto. 

Foi um avanço é verdade, mas isso é tudo?  NÃO, os Empreendedores Alagoanos, que não são poucos, precisam de muito mais. Recentemente fiz uma enquete em grupos de Alagoas nas Redes Sociais e as opiniões são diversas e muito interessante, todas no sentido de ter uma maior integração do Governo com os profissionais do mercado e participação efetiva da comunidade com projetos públicos. Enfim, resumindo o que foi opinado, seria menos teoria, mais prática, menos planejamento e mais execução, maior integração, incentivos e menos burocracia.

Na verdade, o ecossistema empreendedor precisa SIM do Estado envolvido diretamente com um projeto efetivo e imediato para STARTUPS (Empresas em estagio inicial de base tecnológica) como no programa #SEED do Estado de Minhas Gerais e do #StartupRio do Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, que envolvam além da capacitação, apoio efetivo e financeiro, com estrutura e profissionais capacitados dedicados de forma integral e intensiva para estrutuar e acelerar os negócios Digitais Alagoanos. A ideia é encurtar caminhos, diminuir a burocracia, estruturar projetos, quebrar as barreiras, divulgar produtos, vender para orgãos públicos, enfim para que Empreendedores possam abrir seus horizontes e  desenvolver suas atividades de forma apoiada e consistente, dentro e fora de Alagoas.

Investir em Empreendedorismo Digital e na Economia Criativa, é sim trazer divisas, criar oportunidades e alternativas para o desenvolvimento econômico do Estado. Essas pequenas e médias empresas, geram riquezas de DENTRO e para DENTRO do Estado.  Costumo dizer que esse movimento não atrai os "milhões de reais" em uma única grande indústria, mais gera os mesmos "milhões de reais" de forma descentralizada, social e popular de muitos pequenos negócios separadamente,  e ainda gera da mesma forma e proporção, empregos e trabalhos diretos e indiretos.

Pois bem, em quem esses Empreendedores vão VOTAR para a GOVERNADOR em ALAGOAS?  A resposta é simples, depende de proposta consistente e séria, respostas com soluções para as indagações apresentadas, da AGENDA POSITIVA e a continuidade NA PRÁTICA do que já foi trilhado até hoje.  Esses empreendedores são esclarecidos e independentes, ou seja, apenas propaganda, promessas e blá, blá, blá eleitoral e informações superficiais em Redes Sociais, NÃO será suficiente. 

Ahh, estamos zerando o odômetro, sem tendências, preferências, partidos, coligações ou forças políticas, todos tem chances iguais, inclusive o candidato do Governo atual. 

Vamos ouvir as propostas!!  Os candidatos serão chamados para apresentar o que sabem e o que pensam sobre tudo isso.

Para o Alto e Avante!!

@JoaoKepler