Estou Educando meus filhos para Empreender! E você?

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Para quem não sabe, eu tenho 3 filhos: O Theo de 15 anos, o Davi de 13 anos e a Maria de 10 anos.  Desde muito pequenos eu e minha mulher Cristiana, procuramos dedicar parte do nosso tempo para mostrar como funcionam as coisas no mundo real. Eles conhecem e participam de alguma forma das discussões e projetos familiares, desde a programação de uma simples viagem até os rumos dos negócios que estamos envolvidos (perdendo ou ganhando).

Claro que na nossa “roda gigante da vida", procuramos sempre equilibrar um pouco a forma de conversar para não gerar impactos psicológicos negativos, mas eles sabem os porquês de atitudes A ou B tomadas e ou os reflexos disso. 

Alguns amigos me criticam por envolvê-los em assuntos que não são para a idade deles ainda, mas costumo dizer que estou preparando os meus filhos para a vida.

Outro dia li um artigo do meu amigo Pierre Schurmann que mostrava um arrependimento de um Pai aos 70 anos com a educação que deu aos seus filhos. Ele disse que quando chegou aos 60 anos, decidiu que era hora dos filhos assumirem os negócios da família. Naquele momento, teve uma triste surpresa em ver que nenhum dos três filhos ainda estavam preparados para a função. “A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente”. Enfim, este senhor teve que voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar um executivo para Diretoria Geral. Ele conta ainda que desde quando os seus filhos eram pequenos, dava tudo para eles: Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas ao tentar protegê-los dando que precisavam, esquecia ao mesmo tempo, de mostrar as grandes dificuldades da vida e ensinar que, o que seremos no futuro, será o resultado de nossos desafios enfrentados e o aprendizado prático ao longo da vida.

 

Exatamente por isso, procuro educar meus filhos para serem Empreendedores. Não estou falando apenas de “negócios” ou sucessão familiar, estou falando de COMPORTAMENTO. É claro que alguns comportamentos são condicionados e podem ser modificados, mas estamos dando a atenção para as personalidades e características de cada um deles. É difícil afirmar que todos os meus 3 filhos terão negócios próprios ou similares aos nossos no futuro, mas tenho certeza de que eles estarão bem preparados e fortes psicologicamente para enfrentar a competição no novo mundo.

 

A verdade é que por experiência própria, posso afirmar que ter um comportamento Empreendedor pode fazer uma enorme diferença entre o sucesso e o fracasso; Seja nos negócios, na carreira profissional, nos relacionamentos pessoais ou em qualquer situação na vida. O que quero alertar é para a importância do modo Empreendedor de enxergar as barreiras, de encarar os riscos e os problemas da vida.

 

Infelizmente a educação básica escolar, na sua maioria, perde muito tempo em condiciona-los a “decorar” coisas que NÃO serão relevantes para a formação profissional, ou seja, não aprendem matérias específicas para serem bem sucedidos na jornada da vida.   Mas atenção, não estou orientando ninguém a tirar seu filho da escola tradicional ou da educação básica, estou falando em mudança de orientação familiar, de inclusão de novas matérias na grade curricular, do ensino complementar e até na preocupação com a condição comportamental.   Meus filhos cresceram e agora? O que eles vão fazer da vida?  Como posso ajudar meus filhos a serem felizes profissionalmente?

 

O que estou querendo afirmar é que os alunos da educação tradicional são condicionados a estudar e estudar, seja para concursos, para as áreas de Direito, Medicina, Engenharia e etc. OK isso é muito importante e não estou questionando a conclusão e o diploma universitário, mas nem todas as pessoas nasceram para serem advogados ou médicos ou terem jornada de trabalho pré-definidas, ou seja, também podemos educá-los e prepará-los para serem empresários, profissionais liberais ou empreendedores da Economia Criativa. Por que não?  Eu faço muita Palestra em evento Estudantil e percebo, por exemplo, universitários do curso de Administração, sendo preparados para administrarem somente as coisas dos outros e não as suas próprias, o que em minha opinião, é um equivoco.  Os cursos de MBA, com algumas exceções, incentivam a trabalhar (estagio, trainee) em corporações e não na condução dos seus negócios. Enfim, precisamos inserir rapidamente no Brasil, o Empreendedorismo em toda a cadeia de ensino.

 

Pois bem, enquanto isso, em casa, eu procuro fazer o meu dever de aplicar meus conhecimentos, experiências e aprendizados Empreendedores no sentido de dar exemplo aos meus filhos. Entre as muitas lições e coisas que faço em casa, temos o hábito de NÃO dar MESADA, por exemplo. Desde pequeno quero acostuma-los a não ter “nada garantido”; Mesadas ensinam às crianças coisas interessantes como organização, controle e disciplina, mas por outro lado, condicionam e passam uma sensação equivocada de segurança, de ter um fixo garantido. Não quero meus filhos focados em “empregos”, os quero pensando em “trabalho”, o que é bem diferente.  Pode ser que eles não consigam empregos formais daqui a 5 anos, então tenho que prepara-los hoje e agora para isso. O que eu faço em relação a dinheiro: Dou o suficiente para o lanche na escola e negocio cada momento e a cada necessidade. Procuro promover e nutrir valores como: conquista, competição, realização, gratidão, humildade, resiliência, tenacidade, liderança, interdependência.

É claro que não foi só pelo fator “mesada” que meus filhos já se tornaram empreendedores muito cedo, mas por todo o contexto familiar.  A Maria Braga, de 10 anos já produz CupCakes desde os 8 anos e agora acabou de lançar seu canal no YouTube para ensinar outras garotas a fazerem doces também; O Davi Braga de 13 anos, como ele mesmo diz, já está no seu terceiro negócio e agora é fundador de uma StartUp, chamada de List-IT, de lista de material Escolar; O mais velho de 15 anos, o Theo Braga é um negociador nato (compra e vende muito bem), design gráfico e Youtuber.  Eles estudam normalmente? Tiram notas boas? Tem tempo para brincar? Se relacionar?  SIM a resposta é um grande SIM.  Talvez por esta minha afirmação, a outra pergunta recorrente que me fazem sobre a educação que dou a eles é: Tem como ensinar meu filho a Empreender? Minha resposta é: CLARO. Mude o seu comportamento, Mude a perspectiva, converse sobre trabalho, sobre outros assuntos e os percalços e desafios da vida, dê o exemplo dentro e fora de casa para que eles comecem a ter outra visão, tenham um propósito, orgulho de alguma coisa, que procurem ser pelo menos, melhor do que você foi ou é e, saber que tudo lá “no futuro não tão distante” só vai depender deles, não mais de você, Pai ou Mãe.

Para não ficar muito longo esse artigo, quero concluir voltando a citar o exemplo do senhor de 70 anos que mencionei acima.  Ele relembra o ditado popular antigo que “Temos que matar um Leão por dia". Ele diz que por muitos anos acreditou nisso, que acordava todos os dias, preparado para encontrar e brigar com o “tal do Leão”. A vida foi passando e hoje ele conclui sabiamente que NÃO devemos “Matar o Leão” e SIM “Cuidar dele”.  Sabe por quê? Ele mesmo explica: “Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão for, mais gratos temos de ser.  Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele.”.   Resumindo: Aprenda com seus Pais, a vida não ensina as coisas tão carinhosamente.

 

Eduque seus filhos para Empreender e a controlar os leões que vão enfrentar pela vida e claro, a "desviar das Antas" também.

 

Pense Nisso!  @JoaoKepler

 

 

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8 lições para sua vida extraídas da derrota para Alemanha.

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Eu li muita coisa sobre a derrota para Alemanha. Desde as opiniões dos especialistas, dos que só torcem pra quem ganha, dos políticos mascarados de torcedor, dos jornalistas de causa própria, dos que tiram proveito da situação negativa, dos defensores dos seus ganhos atuais e interesses pessoais, dos gaiatos sem propósito, dos revoltados, dos que se auto intitularam humilhados, dos torcedores de futebol e claro, dos Brasileiros apaixonados pelo Brasil.   

A alegria dos que comemoravam a Copa das Copas e dos que torciam contra a Copa do Mundo no Brasil, foram, ambas as visões, colocadas em xeque, essa é a verdade. 

Então resolvi perceber, entender e aproveitar para extrair algumas LIÇÕES práticas dessa situação para as nossas vidas.

Lições:

  1. Não criar FALSAS EXPECTATIVAS na sua mente com o objetivo de "mascarar" os problemas que existem ou coisas erradas suas ou alheias; Não ACREDITAR em tudo que tentarem te provar como verdade. Estude sempre todos os ângulos, perspectiva, interesses e lados, antes de aceitar acreditar.
  2. SONHAR é importante mas sonhe de forma combinada com outros importantes ingredientes.  Sonhar somente, sem encarar a realidade, sem estudar muito, sem trabalhar incansavelmente, sem estratégia ou mesmo sem ser persistente, resiliente ou com disciplina, não vai te levar a VITÓRIA; Apenas ACREDITAR nos seus sonhos não resolve tudo, é o seu preparo que resolve.
  3. Assumir os seus ERROS como fez Felipão é importante, mas precisa saber reconhecer isso "durante" e não somente "depois" para dar a chance e tempo do tentar mudar.  As vezes as nossas "convicções" podem também estar erradas. Além disso,  o Felipão com toda sua "humilde arrogância" não disse claramente ONDE e COMO errou, é preciso analisar os fatos, apontar erros, para socializar o aprendizado e claro, para não repeti-los.  Tudo passa e passará!
  4. Nunca conte somente com a SORTE, ela é importante, mas acontece apenas para quem tenta, estuda, treina e trabalha muito. 
  5. Fomos ensinados para o entendimento que COMPETIR é mais importante do que VENCER. ERRADO. O importante é TREINAR, treinar e treinar para GANHAR. Se perder que seja porque seu oponente foi excepcional (muito melhor que a média), não porque você desistiu ou que  jogou mal (lutou).  Esse entendimento só é pertinente SE for no sentido de não se abater para sempre e não aprender com a derrota.   No caso da seleção Alemã, além de talentos, coletivo e estratégia,  ela usa BIG DATA pra melhorar o desempenho dos atletas.  (estudo, informação e conhecimento) e não somente "psicologia" ou "motivação".
  6. Parar de vez em quando para tirar férias, para se divertir, se inspirar, se emocionar, torcer, se envolver, vestir a camisa do seu time ou para se alimentar de uma esperança maior, é necessário e muito importante, mas que seja por MOMENTOS,  MAS não podemos PARAR TUDO e deixar de pensar e focar nas nossas próprias vidas, na solução de NOSSOS problemas e na realidade das coisas ao seu redor. A não ser que você não precise de nada ou de ninguém.  Imagine que ganhos teríamos SE toda a empolgação, garra, força e emoção, extraídas da Copa ou desses ótimos momentos, fossem investidos no seu dia a dia daqui pra frente.
  7. Nem sempre um investimento ou um gasto, além da sua capacidade vale a pena para usufruir apenas de MOMENTOS, mesmo que isso represente um objetivo maior na sua vida, principalmente se esse recurso influenciar negativamente na vida de outras pessoas, te deixar grandes dívidas e fizer falta na sua educação, saúde,  estrutura, enfim no seu futuro.  Se esse dinheiro investido ficar obsoleto depois da alegria daqueles momentos onde gastou, pior ainda.  
  8. Não confundir ou levar para sua vida real, a imensa dor, a tristeza e frustração que a derrota da seleção para a Alemanha causou em todos os brasileiros.  Que a "revolta" se transforme em VONTADE de colaborar para as mudanças que esse País precisa.  A solução dos nossos problemas no Brasil começa pela nossa casa, pela educação que damos aos nossos filhos, por assimilar e aplicar as lições que a vida nos ensina  e  claro, pela forma de pensar o coletivo.   "Mostra tua força Brasil" deve continuar, mas agora fora dos estádios.

"Burro não é quem não sabe. Burro é quem sabe que não sabe e, mesmo assim, não quer nem saber." by Rosana Herman.

Go Go Go  vamos reconhecer e voltar a trabalhar!

@JoaoKepler

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VENDAS fracas? Problema de muitos. Poucos assumem! Como reagir?

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Como Reagir?  É preciso repensar, reinventar e inovar rapidamente a sua forma de vender.  

O processo de VENDAS precisa se REINVENTAR para combater a dispersão, atender a demanda do novo consumidor que tem um comportamento diferente por conta dos canais disponíveis, das facilidades, das informações em tempo real e do mundo virtual.  Mas não é só isso, existem vários pontos onde é possível aumentar as vendas mudando basicamente a percepção, perspectivas e atitude nas vendas aplicando técnicas inovadoras e estratégias de marketing.

Independente do momento de venda baixa ou alta, Empresas, lojistas, imobiliárias, Empreendedores e Vendedores precisam identificar seus pontos fortes e quais são os problemas que seus produtos e serviços resolvem dos seus clientes. Ou seja, entender na perspectiva do consumidor, como ele sente a necessidade da compra, a dor de um problema, como ele enxergaria a sua solução,  onde seu produto é imprescindível e os "porquês" da compra,  [o que] e [como]  os vendedores vendem passa a dar lugar ao [porque] seu cliente compra.  A partir destes pontos repensados, se certificando de que está “ajudando” e “resolvendo problemas”, é possível reinventar o processo de vendas, com estratégias que vão despertar e inspirar a fazer diferente.

Muitas vezes, as empresas pensam em vendas apenas como algo que precisa ser divulgado ou “empurrado”.  As definições clássicas de vendas são sobre “superar objeções”, “fechar o negócio” e “ofertar” mas a verdade é que a venda, nos dias de hoje, não se trata somente de “forçar” as coisas ou convencer para fazer uma compra. O processo de vendas é sobre ajudar o cliente e os negócios. Se você quer vender, você tem que querer ajudar; Neste caso, você estará tentando melhorar a condição do cliente.

Os velhos argumentos de que “nosso produto é mais barato”, "nosso produto é melhor" ou “nosso atendimento é mais ágil” estão com menos importância. Os profissionais de vendas que entendem como conseguir fazer com que os clientes pensem neles como solução para um problema ou como necessidade de compra, qualquer outro argumento não fará sentido, pois o valor ressaltado será muito maior do que quaisquer argumentos, condições ou preços.

Outro ponto importante e que poucas empresas prestam atenção é que é mais barato e fácil vender novamente para um cliente já existente do que para um novo cliente. Ou seja, trabalhe na satisfação dos clientes atuais, faça pós-venda, pesquisa e surpreenda sempre com novidades não solicitadas, isso mostrará que você está antenado e preocupado com a melhoria da solução vendida. Esses clientes serão seus maiores indicadores.

Em uma época em que tudo é muito dinâmico e muda de um dia para outro, é um grande desafio nos manter conectados com as novas tendências de mercado e oferecer o que o novo consumidor realmente deseja, mas isso é fator primordial para continuar vendendo e ter sucesso.

Mude sua perspectiva, se os clientes não estão indo comprar, não culpe o mundo ou a copa, o problema é exclusivamente seu ou da sua equipe de vendas que não está agindo na necessidade de compra dos consumidores.   Go Go Go  Pratique o TBC (Tire a Bunda da Cadeira), saia do salão e do balcão e vá buscar o consumidor onde ele estiver. 

Pense nisso e Boas Vendas!

@JoaoKepler

  

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Empreendedor também VOTA! Quem será o Governador de Alagoas?

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Desde 2012 os Empreendedores Digitais Alagoanos vem ganhando espaço no mercado e na sociedade por criarem uma alternativa ao desenvolvimento Econômico do Estado. Isso não é pouco para um Estado com poucas oportunidades, com problemas sociais e terríveis índices em vários setores.

De lá pra cá, é verdade, esses Empreendedores estão sendo valorizados nos quatro cantos do Brasil e alguns até fora do Brasil, principalmente pelas inovações, pela capacidade e na forma de "andar com as próprias pernas" ou seja, não depender de nada para conquistar seus planos. Como contribuição espontânea, o Estado tem se beneficiado pela imagem e repercussão positiva desses brilhantes empreendedores, colocando Alagoas no radar Nacional.  E isso não é pouco!

Desde então estamos sendo notícia rotineira em vários Eventos, Portais, Revistas e Jornais Nacionais fazendo alusão aos grandes Empreendedores Alagoanos e também ao Sururu Valley, uma comparação "Alagoanesa" com o Silicon valley na California, nos Estados Unidos.

Como já disse em artigos anteriores, esses inovadores e "Guerreiros Alagoanos"  estão escrevendo com maestria a história Contemporânea de Alagoas, desafiando os céticos, com muita determinação, coragem e resiliência, estão levando orgulhosamente o nome do Estado para o mundo.  

Pois bem, com isso, a sociedade Alagoana, de alguma forma, tem dado o devida atenção, respeito e espaço, seja pela notoriedade nacional, seja pela curiosidade e o momento Digital. O Governo do Estado, pelas mãos do Secretário de Ciência e Tecnologia, Prof. Eduardo Setton, se engajou publicamente para unir todos as peças do ecossistema empreendedor, conectando os Empreendedorees com as Entidades, as universidades e Secretarias de Estado, dando sequência inclusive ao projeto de implantação do Polo de Tecnologia no Jaraguá que já tem o Edital para licitação da obra pronto. 

Foi um avanço é verdade, mas isso é tudo?  NÃO, os Empreendedores Alagoanos, que não são poucos, precisam de muito mais. Recentemente fiz uma enquete em grupos de Alagoas nas Redes Sociais e as opiniões são diversas e muito interessante, todas no sentido de ter uma maior integração do Governo com os profissionais do mercado e participação efetiva da comunidade com projetos públicos. Enfim, resumindo o que foi opinado, seria menos teoria, mais prática, menos planejamento e mais execução, maior integração, incentivos e menos burocracia.

Na verdade, o ecossistema empreendedor precisa SIM do Estado envolvido diretamente com um projeto efetivo e imediato para STARTUPS (Empresas em estagio inicial de base tecnológica) como no programa #SEED do Estado de Minhas Gerais e do #StartupRio do Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, que envolvam além da capacitação, apoio efetivo e financeiro, com estrutura e profissionais capacitados dedicados de forma integral e intensiva para estrutuar e acelerar os negócios Digitais Alagoanos. A ideia é encurtar caminhos, diminuir a burocracia, estruturar projetos, quebrar as barreiras, divulgar produtos, vender para orgãos públicos, enfim para que Empreendedores possam abrir seus horizontes e  desenvolver suas atividades de forma apoiada e consistente, dentro e fora de Alagoas.

Investir em Empreendedorismo Digital e na Economia Criativa, é sim trazer divisas, criar oportunidades e alternativas para o desenvolvimento econômico do Estado. Essas pequenas e médias empresas, geram riquezas de DENTRO e para DENTRO do Estado.  Costumo dizer que esse movimento não atrai os "milhões de reais" em uma única grande indústria, mais gera os mesmos "milhões de reais" de forma descentralizada, social e popular de muitos pequenos negócios separadamente,  e ainda gera da mesma forma e proporção, empregos e trabalhos diretos e indiretos.

Pois bem, em quem esses Empreendedores vão VOTAR para a GOVERNADOR em ALAGOAS?  A resposta é simples, depende de proposta consistente e séria, respostas com soluções para as indagações apresentadas, da AGENDA POSITIVA e a continuidade NA PRÁTICA do que já foi trilhado até hoje.  Esses empreendedores são esclarecidos e independentes, ou seja, apenas propaganda, promessas e blá, blá, blá eleitoral e informações superficiais em Redes Sociais, NÃO será suficiente. 

Ahh, estamos zerando o odômetro, sem tendências, preferências, partidos, coligações ou forças políticas, todos tem chances iguais, inclusive o candidato do Governo atual. 

Vamos ouvir as propostas!!  Os candidatos serão chamados para apresentar o que sabem e o que pensam sobre tudo isso.

Para o Alto e Avante!!

@JoaoKepler

 

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Como pensa e compra o Consumidor Multiconectado?

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Na hora de comprar, os consumidores ainda levam em conta funções, características e vantagens de um produto ou serviço, porém hoje, eles estão mais exigentes. Graças principalmente à era digital, esses consumidores estão multiconectados e desejam adquirir mais do que simplesmente um bem ou um serviço, querem experiência de compra.


Extamente por isso as divulgações, campanhas publicitárias e o Marketing devem trazer emoções e relações humanas. O conteúdo é essencial e as recomendações, depoimentos e o storytelling fazem parte de uma estratégia importante, ao invés apenas da publicidade de marcas, preços, comparações e tendências.


Hoje em dia é preciso trabalhar as experiências de consumo e criar, de alguma forma, uma ligação emocional nesta oferta para gerar impacto, mesmo que imaginário na vida e na mente do consumidor. Pode ser humor, alegria, tristeza, carinho, enfim, qualquer coisa que toque o coração, desperte sensações e o cliente registre a mensagem na memória.


Nesta nova postura de branding, o importante é colocar a cultura e o interesse do consumidor no centro da estratégia de marketing. Afinal, não se deve vender produtos, mas sim oferecer experiências de marca e consumo.


O consumidor está em todo lugar, conectado, e em todos os canais. Não está apenas ouvindo rádio, lendo jornal e assistindo televisão, como antes. Não é mais um telespectador passivo, prova disso é que 71% das pessoas assistem TV enquanto navegam na internet. E já se procura mais por TV conectada a internet (Smarts TV) do que outro aparelhos normais. E isso muda tudo.


Este novo Marketing, que muitos entendem como MultiCanal, é, na verdade, a convergência de campanhas para mídias específicas em um único objetivo. Tudo passa pelo digital. Mesmo as mídias tradicionais precisam interligar suas campanhas com os canais digitais, pois 50% ou mais dos consumidores irão procurar a marca na web depois de serem impactados pelas mídias tradicionais. Na TV, por exemplo, isso ocorre em 55% das vezes. No jornal, 48%; nas revistas, 61%. Além disso, 47% dos consumidores pesquisam online antes de comprarem numa loja física. 


Enfim, o que quero afirmar é que o Marketing como um todo passa a ser digital pois o Consumidor tem um novo comportamente no meio Digital.

Pense Nisso! @JoaoKepler

 

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Está com problemas? Qual sua atitude em relação a eles?

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A vida é uma sucessão de pequenos e grandes problemas e a boa notícia é que eles não duram para sempre.   A vida é assim,  um processo de aprendizado que devemos tomar sempre atitudes em relação ao que acontece com ela.   

Mas como tomar uma atitude?  Primeira coisa a fazer é definir claramente o problema ou dúvida que tem. O que exatamente você está preocupado? O que esta tirando seu sono? Mapeie detalhadamente a sua situação.  Podem ser problemas financeiros, problemas de saúde, problemas na vontade, problemas nas ambições, nos ideais, na reputação, nos afetos e problemas de esquecimentos e abandonos. (whatever!)

Na sequência, faça um exercício de imaginar o pior cenário possível sobre o seu problema. Se pergunte:  Qual é a pior coisa que pode acontecer nesta situação? Não se trata de ser pessimista, mas seja franco e honesto com você mesmo. Você pode perder dinheiro, seu relacionamento, clientes, alguém ou alguma coisa que realmente importa para você. Se tudo já se desfez, o que é a pior coisa que ainda poderia acontecer?

Bem, ai então é entender, aceitar e enfrentar. Tendo em mente o resultado e consequências do pior cenário, agora você pode ir através do exercício mental de aceitar que isso vai acontecer, não importa o que você fez ou faz. Não estou falando em se conformar, mas em focar na solução!!  A coisa notável é que, logo que você parar de resistir contra o inevitável, você vai relaxar, sua mente vai limpar  e sua capacidade de lidar com a situação irá melhorar drasticamente. 

Comece imediatamente a melhorar mentalmente o pior cenário, que você já aceitou que pode acontecer.  Olhe para seu problema "de cima" como se estivesse olhando um "tabuleiro de xadrez", como que se não fosse com você.  Jogue todos os seus recursos mentais para criar saídas para minimizar o impacto do problema ou resolver a dificuldade. Concentre no futuro, não culpe o destino ou arrume culpados, pense sem desespero apenas sobre a questão central: O que eu vou fazer agora?  Como posso minimizar as consequências? Qual é o primeiro passo que posso tomar? E o segundo passo? E o terceiro passo?  Assim por diante.

Após montar a estratégia mental, tome ações reais no sentido de ir em frente. A sua atitude pode ser no sentido de dar dois passos pra trás para pegar impulso, pode ser no sentido de avançar quatro passos imediatamente, enfim, você é que tem que tomar a atitude da sua vida por mais longa e dolorosa que seja a decisão e recuperação. Mas o que não pode fazer é não tomar nenhuma atitude!

Quem perde alguma coisa que tinha como garantia, acaba se dando conta de que nada lhe pertence.

A chave é pensar com antecedência para antecipar e se preparar no sentido de minimizar o desgaste e as consequências.  Não deixe para decidir apenas na hora que não tiver mais saída!  Mas atenção, esteja preparado sempre, pois assim como em um treinamento de luta, que você treina e se prepara para os possíveis contragolpes que vai levar, mas mesmo assim, de vez em quando ainda recebe um knockout inesperado. 

Mantenha seus pensamentos para onde você está indo e pode ir e não sobre onde você esteve. Mantenha seus olhos nos próximos objetivos, seja disciplinado, tenha humildemente o queixo inclinado para cima em direção ao sol. Resolva com antecedência o que você pode enfrentar pela frente e supere todas as dificuldades.

Não importa o problema, seja resiliente, tome uma atitude e nunca desista. 

Se você não controla o que acontece em sua vida,  pelo menos pode controlar sua atitude em relação ao que acontece com ela.

@JoaoKepler

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O que importa são os Valores ou Valores?

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Enquanto a vida não ensina e mostra uma outra visão sobre determinadas coisas, ficamos presos e fechados em um mundo e nos "valores" que a "sociedade" em que vivemos supostamente nos impõe. Não conseguimos enxergar nada fora do ambiente, muito menos perceber como interessante, comportamentos e posturas diferentes da nossa.


Pois bem,  o que eu percebo depois de várias fases da minha vida, é que minha visão hoje é bem ampla e meus valores modificaram muito, diria até completamente. O que para mim  era importante e necessário há 7 anos atrás,  hoje já não é mais, muito pelo contrário.    Por exemplo, antes eu queria ter o melhor apartamento, o carro top importado, relógios caros, roupas SÓ de marca premium e se possível, o maior barco. Hoje eu quero um apartamento confortável, um carro decente e no máximo um barquinho que atenda ao tamanho da minha família e amigos.  Até complemento, hoje nem se pudesse, teria!

Outro dia ouvi um testemunho de um advogado que tem uma Mercedes, um escritório lindo e muitas outras ostentações. eu perguntei: Qual a diferença que esses bens materias faziam na vida dele, além do ego? Ele respondeu prontamente: "João, as pessoas valorizam isso, acham que eu sou o melhor advogado e de mais sucesso, por conta das coisas materiais que eu tenho". Enfim, nem argumentei e discordei para não perder tempo, mas entendo a postura dele em relação ao meio em que vive, mas FElizmente, hoje em dia, não concordo com isso.

A minha verdade é que lembro hoje SEM saudades da época em que eu queria aparecer, ser o melhor e principalmente o maior no meu segmento. Meu orgulho se chamava FAMA e FATURAMENTO. Hoje eu olho pra trás e vejo o tempo gasto, o esforço, o custo e o dinheiro perdido. Sabe porquê?, nem sempre a aparência, o crescimento em estrutura e vendas, significa FELICIDADE e LUCRO. Hoje minha meta é o RESULTADO. Não me importo SE não sou o que fatura mais, o mais famoso ou o que tem a melhor e mais linda estrutura física, o que importa pra mim hoje É custo mínimo, performance, satisfação dos meus clientes e principalmente TRANQUILIDADE e MARGEM. 

Aprendi que "Valores" são diferentes de Valores, não falo do valor no sentido financeiro, mas no sentido de importância para as nossas vidas. O que realmente importa? Aparecer socialmente como o cara que tem "Valores" ou que tem Valor? Essa é a grande diferença que percebo no meu comportamento com o passar dos anos. O que antes para mim, era importante e representava muito, hoje não representa absolutamente nada!  E o melhor, não me envergonho disso!    É claro, que não virei e nem pretendo virar monge ou que abro mão de bens materiais, mas o que quero mostrar neste texto, é uma outra forma de ver o mundo.

Só é possível entender isso depois de muito tempo, aprendizado, autoconfiança e visão fora da caixa. As palavras que mais admiro hoje em dia são RESILIÊNCIA e EQUILÍBRIO.  No campo emocional, É preciso ser desprovido de vaidade e se possível o alcance de um psicólogo para entender de gente. No campo profissional, É preciso ter comportamento de Empreendedor, a prudência de um Economista e o conhecimento de um bom Administrador para não ser envolvido nas armadilhas que a vida em sociedade impõe.

No fundo mesmo, se não for a sua capacidade de agregar valor a sociedade com seu conhecimento e atitudes, não precisa mostrar ou provar nada para ninguém. Aparências sempre enganaram e por isso aparentemente "a grama do vizinho é sempre melhor ou maior que a nossa", Será que é mesmo? tomara que seja!  Talvez, exatamente por isso que existem pessoas  ostentam na rua como se fosse um feito público merecedor de aplausos, mas passam privações nas coisas mais básicas (financeiras e emocionais), escondidos em casa, no mundo solitário.  

Para entender e aceitar isso, só com exercício, tempo, cabelos brancos e com as decepções que a vida falatalmente impõe!  

Hoje, o que importa pra mim é ser feliz comigo e com minha família!  Fica a minha lição. Espero deixar esse legado aos meus filhos!  

Se servir para você de alguma forma, já valeu a pena.


@JoaoKepler

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Você precisa INOVAR em 2014, quer saber por que?

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INOVAR é pensar diferente, é buscar novas formas de olhar o que já existe, podemos dizer também que é fazer a mesma coisa de forma diferente.    Inovar em qualquer segmento não quer dizer investir em novas tecnologias, é principalmente montar uma estratégia e um ambiente interno em função da imagem inovadora para o mercado. 

Não é preciso grandes investimentos para se inovar ou só os grandes players podem fazer parte desse jogo, a inovação pode e deve ser perseguida por todo e qualquer empresário, empreendedor ou profissional liberal. Porém, boa parte das empresas estão perdidas com relação a Inovação, pensam que fazem, mas os consumidores não percebem e acham apenas que são mais do mesmo, muitos não sabem inclusive o conceito, porque, o que e como?devem efetivamente inovar. 


Mas vamos ao ponto, começar por onde? Todos os negócios e segmentos têm problemas que precisam ser resolvidos e a inovação pode ser aplicada e usada para atacar esse ponto. Mas para isso é preciso entender como é feita a separação entre o pensamento criativo, o tecnológico, competitivo e o estruturado. Alternar o foco e o esforço entre um ponto e outro acreditando que com isso estejam inovando, não é tão simples assim e pode não funcionar na prática (no sentido de imagem). A convergência entre esses pensamentos, atitudes e visões, é o que se deve fazer e o que pode demonstrar um grande valor agregado.

Os negócios tradicionais quando querem inovar, pensam da seguinte forma: O QUE vão fazer?, COMO? e POR QUE? devem fazer; Já os negócios inovadores pensam exatamente ao contrário: Primeiro vem o POR QUE?, depois pensam COMO? e finalmente o O QUE? vão fazer.    Para ser inovador no mercado, é preciso respostas para estas perguntas, nesta ordem!  Sabe por que?  porque as pessoas não compram o que você faz mas o porquê você faz. 

É claro que ter uma visão de modelo de negócio, analisar pontos críticos, de sistemas, de usabilidade, de controle, de métodos e processos, são fundamentais, mas geralmente são medidas que sozinhas e não apresentadas de forma eficiente ao mercado com uma comunicação e marketing bem feitos, não conseguem ultrapassar a barreira da percepção dos próprios colaboradores e principalmente dos consumidores e clientes.   As Pessoas são impactadas hoje em dia por inovação e não compram mais apenas produtos e serviços bons e baratos, compram também por experiências de marcas. (suas e de amigos)


A inovação hoje é um dos fatores mais relevantes para determinar competitividade e visibilidade das empresas e marcas, muitas vezes confundida com sistema rápidos e inteligentes e até com competência empresarial. O fato é que estamos vivendo uma Revolução Social (De Pessoas para Pessoas) e Inovar é um requisito fundamental para navegar neste oceano e no novo cenário que se apresenta, a boa notícia é que para isso, depende muito mais de boas ideias e criatividade, do que de recursos financeiros. O Capital necessário é o Intangível, aquele que não conseguimos ver ou pegar, estamos falando do Capital Intelectual.


Mas João, que tipo de inovação pode ser aplicada? A grande sacada é transformar todas as melhorias que você vem fazendo no seu negócio em valor real agregado, seja na percepção de inovadora da sua marca, produto ou serviço, seja na atratividade ao ponto de conseguir que os consumidores e clientes sejam impactados, comentarem e compartilharem essas experiências e claro, no melhor resultado, se engajarem publicamente com seu negócio.


Esse é o ponto!! Inovar pra que te quero? Porque preciso de tí querida!! 


Pense Nisso!!  Nos vemos em 2014!

@JoaoKepler

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Como ampliar as Vendas usando a Internet?

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O processo de vendas, que por anos foi feito da mesma maneira, precisou se REinventar com urgência para atender às novas demandas de mercado. 

Partindo desse desafio escrevi o livro O Vendedor Na Era Digital juntamente com o colega e Palestrante César Frazão pela Editora Gente,  mostrando quanto é importante entender a internet e suas variações como redes sociais, e-mails, sites de busca, chats e e-commerce para melhorar e ampliar sua presença virtual e as vendas. Aprender que Vender pela internet, não é somente fazer uma loja virtual, é muito mais que isso, é preciso se atualizar com as mais variadas ferramentas disponíveis e se preparar para competir e desenvolver o Marketing Digital.  

Se hoje em dia estamos na era do compartilhamento e do engajamento, temos um consumidor cada vez mais crítico, colaborativo e ávido por novidades, como suprir essas necessidades em tempo real? A partir de dicas de construção de networking, apresentação dos produtos, conceito de conteúdo, troca de informações, padronização de e-mails e páginas e relacionamentos virtuais, este livro se tornará um aliado prático para potencializar o seu negócio em uma máquina de vendas.

Com uma linguagem simples (não técnica) onde o usuário de qualquer segmento pode ampliar seus conhecimentos e usar tudo a seu favor para maximizar sua imagem, ter Relevância Social e ampliar as vendas de serviços ou produtos, nesse incrível e adorável mundo novo conectado. O livro destaca-se pela forma leve e rápida de falar sobre vendas no ambiente digital.

 “Em uma época em que tudo é muito dinâmico e muda de um dia para outro, é um grande desafio nos manter conectados às novas tendências de mercado e oferecer o que o novo consumidor realmente deseja”,

Link do Livro: : http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/5795961

 

Abraço @JoaoKepler

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A Brastemp não é mais, assim, uma BRASTEMP!

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O slogan usado em campanhas publicitárias pela Brastemp, há muito não existe mais, sumiu, não porque passou da validade ou tempo, mas por razão de NÃO conseguir ser referência e sinônimo de qualidade (Não é assim, uma BRASTEMP!) e por não conseguir sustentar o outro slogan arrogante e correlato "Não tem Comparação". Não somente por ter aparecido concorrentes de peso com ótimos produtos no mercado, mas pelo aumento das reclamações dos consumidores com a qualidade dos produtos e do péssimo atendimento, mas também pela forma de condução e de gestão da empresa americana Whirpool, detentora hoje das marcas Brastemp e Consul no Brasil.  Basta uma simples pesquisa no Google ou verificar nos  sites de relamações na internet para constatar isso. No site reclameaqui.com.br por exemplo, a pontuação da marca varia de "ruim" para "regular" no geral e, tem mais reclamações do que seus concorrentes, mesmo com todo o esforço de responder as demandas.  Até no Trends Topics Mundial do Twitter e do Youtube a Brastemp apareceu por conta de críticas do consumidor prejudicado Oswaldo Borelli que usou os canias da internet para reclamar de seu refrigerador com problemas.

A expressão "Não é, assim, uma BRASTEMP..."   transformou-se literalmente em uma situação real pra mim, além das inúmeras reclamações públicas de consumidores, enormidade de processos de consumidores prjudicados em procons e juizados especiais, além de mais de 40 processos judiciais relevantes e miionários listados e registrados na Bovespa (Bolsa de Valores), em que a Whirpool é , mas principalmente também por que essa frase, simplesmente retrata o que aconteceu diretamente comigo.

Pois bem, o que trago hoje aqui é uma Denúncia. Na verdade uma denúnica minha, vivida por mim, minha família e minha empresa RKS, nesses últimos 7 anos que não é um simples problema com um refrigerador, freezer ou fogão, mas com milhares de eletrodomésticos, vendidos através da minha empresa diretamente ao consumidor final no canal Porta a Porta da Fábrica,  sem passar pelo varejo tradicional.

Eu era representante comercial da Compra Certa Brastemp, um canal que vendia eletro-eletrônicos ao consumidor final da Multibrás (que depois virou a multinacional Whirpool). Na época em 2001 quando começamos a operar as vendas diretas, faziamos essas vendas através de um contrato de Compra Programada, onde o consumidor pagava 12 parcelas e recebia o bem, após quitar as primeiras parcelas, uma espécie de compra para entrega futura.   Durante anos fomos a melhor equipe de vendas do Brasil com volumes superiores a 5 milhões de reais por mês, ganhamos diversos prêmios, todos os elogios e méritos possíveis de mercado. Em determinado momento a minha empresa começou incomodar internamente alguns Gestores da Brastemp na época, que não estavam "satisfeitos" com o meu crescimento, com os parâmetros de comissões e áreas de atuação contratados comigo. Resolveram então, me pressionar para baixar comissões, reduzir áreas de vendas e bonificações, como não concordamos, começaram a abrir as minhas áreas para outros representantes com comissões menores nas nossas regiões no intuito de reduzir meu volume de vendas.  Desleal, não é? mas pior ainda, chamaram os vendedores que já operavam a venda através da minha representação.  Além disso, começaram um processo de fritura interna com instrumentos desleais no sentido e na tentativa de fazer com que eu pedisse para sair, pois segundo a Lei de Representação Comercial, eles deveriam me indenizar para cancelar o contrato.

Resumindo e para não prolongar muito este texto, como eles não conseguiram me tirar, fizeram uma "forçada de barra" me demitindo por uma suposta "justa causa" que segundo eles, eu teria descumprido o contrato e estaria devendo valores em aberto.  Imediatamente protocolei em Maceió uma ação com pedido de Liminar solicitando a retomada do acesso ao sistema deles para poder calcular as comissões, pedindo que eles provassem que eu devia algum valor "em aberto" e que pagassem a indenização que manda a Lei Nr. 4.886. Ai começou a novela da vida real, que vem sendo filmada por todos esses anos. 

Bem, ganhamos este processo em todas as instâncias (Na 1a. instância, no Tribunal de Justiça e no STJ) o direito de ter a indenização sob a quebra abrupta e imotivada do contrato, provamos que não deviamos nada, muito pelo contrário, derrubamos e provamos o contrário com fatos, dados e provas, todas as descabidas acusações e inverdades que eles alegaram ao longo do processo. Enfim, transitou em julgado, como se fala juridicamente.

Se não bastasse todo o poderio da multinacional ao longo desse processo com diversos mecanismos juridicos protelatórios usados pelos mais caros escritórios de advocacia do Brasil, eles por diversas vezes, usaram de artifícios inescrupulósos, informações mentirosas, factóides, até o processo físico sumiu e teve que ser recuperado. Atacaram a minha honra, tentando induzir os magistrados a erros no sentido de inventar coisas que nunca existiram.  Inclusive protocolei outra ação de Dano Moral, extamente por isso também. Esse processo já teve sentença favorável a minha empresa em primeira instância, estando parado, não sei porque,  por 3 anos no Tribunal de Justiça de Alagoas esperando analise do Desmbargador Relator. 

Agora, a Whirpool que por default atenta contra o meu Direito, procrastina a liquidação de sentença do final deste processo e o pagamento dos valores devidos. Neste sentido e no intuito de ganhar mais tempo, tentaram através de uma descabida Ação Rescisória que questiona tudo que já foi decidido e resolvido.  Além disso, eles conseguem  "SEGURAR" o Processo principal com pedidos de liminares e argumentos mentirosos levando os magistrados algumas vezes a equivocos e todos os meios possíveis e impossíveis para travar o andamento do processo,  o que faz travar uma luta desigual para provar o contrário.  Você deve se perguntar, ok João, mas o Código de Processo Civil  garante a eles estes instrumentos, porém o que fazem e o que fizeram, é contra qualquer título de empresa séria, honesta e que cumpre seus contratos e honra suas marcas pelo mind of share que a fabricante e seus antigos gestores (os donos anteriores e aqueles do eram do bem) consquistaram ao longo dos anos no Brasil.   Recentemente entraram com outros processos independentes contra mim, cometendo mais um equívoco desesperado no sentido apenas de bagunçar o meio de campo, de tentar inverter as coisas, ganhar tempo novamente e principalmente de confundir a justiça, me cobrando agora, depois de todos esses anos, uma suposta dívida em aberto que nunca existiu e já provada em todas as instâncias, com informações desconexas e erradas, sem provar novamente absolutamente nada.  enfim,  continuam erolando e  ganhando tempo.  

Pois bem, onde entra a denúncia, objeto deste artigo?  

Estou escrevendo um novo livro: "DAVI contra GOLIAS. Uma história real de um pequeno empresário contra uma Multinacional!"  onde vou contar com detalhes escabrosos, cada "artimanha" e "armação" juridica e não jurídica que eles fizeram e ainda fazem ao longo desses processos mencionados acima. Não se trata de um curso processual normal, se trata das maiores estratégias maquiavélicas que já foram usadas em um processo de um simples representante comercial que perdeu tudo que tinha.     

Mentiras, jogadas jurídicas, desorganização interna, enganação, arrogância, "força do dinheiro" e tantos outras coisas que infelizmente fazem parte do dia a dia desta empresa que já foi genuinamente BRASILEIRA, que pelas atitudes,  parece ter  como princípio empurrar os problemas para o ano fiscal subsequente.   Explico:  A Whirpool é uma S.A. com suas ações listada na Bolsa de Valores (BM&FBovespa  - sigla: WHRL) e precisa ter bons números financeiros e uma boa Governaça Corporativa para manter suas ações bem posicionadas. Acontece que quanto mais jogar para "debaixo do tapete" e empurrar o problema para frente, melhor, nesta complicada equação de RI (relação com o Investidor) que eles tem que manter.  Só para voces terem uma idéia, ao longo de todo o processo a Whirpool nega que me deve aos magistrados e na justiça, nega inclusive que tenha problemas com outros ex-Representantes Comerciais, mas informa de forma sutil no Formulário de Referência, direcionados apenas aos acionistas investidores, que me devem.  Ora se mentem para a Justiça, por que não metem também aos acionistas ??   Eles são obrigados a declararem os processos e contingência passiva, avaliados como de perda provável ou possível, cujos valores envolvidos ultrapassem o montante de um milhão de dólares. No caso do nosso processo,  eles vem informando aos acionistas desde 2009 que podem perder, porém colocando os valores parciais e menores, obviamente.   Basta acessar esse link e terão acesso a 46 páginas de Processos com valores relevantes, inclusive os de outros ex representantes comerciais na mesma situação que a da minha empresa RKS.:  http://www.econoinfo.com.br/comunicados/WHIRLPOOL/Processos-nao-Sigilosos-Relevantes/1513632375041?p=1

SE fazem isso comigo, imaginem o que fazem com todos os outros processos administrativos e judiciais (em todos os casos e esferas).  Estou conversando com vários autores de ações  e pretendemos  montar um grupo para se unir contra eles e denunciar na imprensa, na Bolsa de Valores e nas Mídias Socias, cada suspeita, absurdo e passo errado da Whirpool no Brasil. 

É uma luta de DAVI contra GOLIAS mesmo, o poderio de uma empresa de BILHÕES com toda sua máquina FINANCEIRA e JURÍDICA contra um pequeno empresário de Alagoas.    Imaginar que fomos parceiros e geramos vendas por anos na média de 6 Milhões de Reais por mês, DIRETAMENTE AOS CONSUMIDORES (Da fábrica Brastemp ao cliente final, sem passar pelo atacado ou loja) e por conta de arrogância, ganância e empáfia sem limites dos gestores da época no Brasil, de repente, perdi tudo de forma abrupta tendo que arcar com todos os prejuízos e a vergonha pública com a sociedade, com o mercado e com mais de 1.500 vendedores pelo Nordeste.

Depois desse texto estou preparado para ampliar esta discussão e contar nos detalhes (com dados e provas) os vários capítulos escabrosos desta novela, onde eu sou o mocinho e eles os vilões. É claro (já espero por isso) que com o poder de imprensa e de investimento em marketing que tem a Whirpool tem, vão tentar falar o contrário, dizer que nós  que devemos a eles, mas para isso vão ter que convencer os acionistas da cia  também. Para vocês terem uma ideia, até uma notícia bastante negativa para a empresa como o acordo de R$ 1 bilhão no processo perdido com o Banco Safra, o acordo com o Cade de R$ 100 Milhões e tantos outras coisas ruins para a Whirpool e suas ações, são veiculadas de uma forma que a “péssima notícia” pareça uma coisa normal ou amenizada para a Companhia.

Bem amigos leitores, esse foi apenas um resumo, um desabafo guardado por anos e já documentados nos detalhes  no livro que estou escrevendo. Espero que sirva de alerta para os atuais e novos executivos desta multinacional, para os magistrados que devem perceber e entender as artimanhas dos advogados contratados, para os autores de processos contra esta empresa para saberem com quem estão lidando, os investidores para pedirem explicações mais contundendes sobre a gestão a a condução dos processos judiciais e que o passivo deve ser maior que provisão anunciada e toda a sociedade para saberem que a Brastemp, já não é assim, uma Brastemp.

 

João Kepler Braga

 

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