Voney Malta

Articulações para 2014 estão passando longe do ex-prefeito Cícero Almeida

No cenário político atual o ex-prefeito Cícero Almeida está tendo um papel reduzidíssimo. Enquanto as principais lideranças políticas ocupam e tomam conta dos postos chaves nas discussões para o pleito do ano que vem, Almeida não é ouvido nas discussões para a formação dos palanques.

Se ainda será, quando isso ocorrer o corte principal no tecido político já terá sido feito. Assim, terá apenas como importância a provável grande quantidade de votos que vai carregar. Mas não vai influir nos nomes que serão definidos para concorrer aos cargos majoritários. É um papel pequeno, portanto.

Porém, é o papel que cabe a quem não foi capaz de demarcar e construir com tijolo e concreto o seu território político. Fruto da incapacidade de falta de visão de líder político. Cícero Almeida não conseguiu construir um grupo político. Sequer consegue ter controle sobre um partido, arma fundamental para demarcar o próprio território.

E todas as oportunidades lhe foram oferecidas, mas sempre desconfiou da oferta e/ou de quem ofertava.

Dizem que a culpa disso tudo é da própria personalidade do ex-prefeito, bastante difícil, e sua dificuldade de construir e manter relacionamentos. Não confia em ninguém e desconfia de todos.

E em política tais características são mortais.

Pela obras que realizou, pela aprovação popular que conquistou, hoje era pra Cícero Almeida estar no centro do furacão, influenciando nas decisões. Mas, apequenou-se de tal maneira que do ponto de vista político está relegado a um plano de muita inferioridade.

É fato que político sem partido e sem grupo é quase nada.

E sem tudo isso, se tiver voto e palavra ainda vale alguma coisa. Mas essa é outra história.

 

Collor leva Renan, Vilela, Biu e Lobão para inauguração em Arapiraca

Fato quentinho pra você, caro eleitor. E não é que exatamente antes da inauguração da nova subestação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), em Arapiraca, os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Renan Calheiros (PMDB-AL), Biu de Lira (PP-AL), o governador Vilela (PSDB) e o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, se dirigiram para o aeroporto de Maceió para seguir para Arapiraca.

Mas, por conta do tempo chuvoso não conseguiram embarcar na aeronave. Pois bem, para seguir pra Arapiraca só de carro, por conta das condições climáticas. E quem se ofereceu para levar todos guiando o próprio veículo foi o senador Fernando Collor, que dizem ser um bom motorista.

Após lançar Renan Calheiros candidato ao governo de Alagoas, na última sexta-feira (14) em São José da Tapera, Collor, como escrevi acima, levou o também pretenso candidato ao governo, o senador Benedito de Lira.

Juntos, no mesmo carro e tendo apenas os cinco como testemunhas, se discutiram 2014 não posso garantir. Agora, tenho certeza que político quando está junto só fala do que mais gosta e entende que é política, claro.

Como muita gente diz, o tempo é o senhor da razão, certo? Porém, o clima, muitas vezes, é definitivo como arma para conquista da razão, não é verdade? E o aeroporto sem condições de funcionar, será que não construiu qualquer clima, ou abriu alguma porta, digamos assim, de entendimento político? Pode ser que sim e não.

O certo é que Collor, Renan e Biu são, neste momento, as principais lideranças da base aliada da presidente Dilma em Alagoas. Se conversaram sobre a formação do palanque único da presidente Dilma, só o tempo irá dizer e não demoraremos a saber.

Agora, que a conversa principal foi sobre política e 2014, eu não tenho dúvida nenhuma. Afinal de contas, político fala e entende mesmo é de estratégia e acordo político, o resto fica por conta dos assessores.

Até mesmo a presença do governador Vilela sendo guiado no mesmo carro, e que não é da base aliada, mostra como está o clima de civilidade entre eles, principalmente entre Collor, o maior crítico da administração tucana em Alagoas, e o governador Vilela.

Entretanto, independente do que conversaram entre eles, é certo que o veículo que os levou a Arapiraca não deverá ser o mesmo que os transportará  em 2014. Afinal de contas, a base aliada é preferência na construção do palanque de Dilma visando 2014.

Ou alguém duvida?

Construindo o palanque da base aliada, Collor lança Renan ao governo

A última sexta-feira (14) foi repleta de ministros em Alagoas – caso do ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves e o do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, além de dirigentes da Codevasf efetivando ações políticas e administrativas do Governo Federal.

Entretanto, o que poderia ter sido apenas mais uma ação entre tantas outras já realizadas desde o ex-presidente Lula, passando agora pela presidente Dilma em benefício dos alagoanos, as atividades de sexta-feira tiveram um significado político para 2014 pra lá de representativo.

Primeiro, que os senadores Collor (PTB-AL) e Renan Calheiros (PMDB-AL) chegaram juntos a Maceió na noite de quinta-feira. E no dia seguinte, com os ministros, participaram em Maceió e no interior da entrega de equipamentos agrícolas e de inauguração de agência do INSS.

E o segundo, e mais importante, ocorreu no final da tarde em São José da Tapera, no alto sertão das Alagoas, quando o senador Collor, no meio da festa, referiu-se a Renan dizendo que todos esperam que ele confirme a decisão de sair candidato a governador de Alagoas. E foi além, ao afirmar arrancando aplausos de deputados, prefeitos, vereadores e da população da região: “Ele vai tomar essa decisão num momento oportuno. Mas se ele quiser, em 2014, o governador de Alagoas tem um nome: Renan Calheiros”.

Do ponto de vista político, claramente Collor lançou Renan ao governo.  Mais do que isso, publicamente avançou ainda mais o sinal ao dar o ponta pé para a construção efetiva de um palanque único para a base aliada da presidente Dilma Rousseff em Alagoas.

Agora, é aguardar o futuro e o desenrolar dos próximos acontecimentos políticos para sabermos se os alicerces da ponte da base aliada para 2014 serão construídos de forma eficiente.

Afinal de contas, o palanque de oposição ao governo Dilma Rousseff é formado pelo DEM do vice-governador Nonô e o PSDB do governador Vilela. Ambos apostam suas fichas no senador Aécio Neves (PSDB-MG) e no governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Uma foto que pode dizer tudo; e os fanfarrões da política

Eu havia decidido dar um tempo nas avaliações de probabilidades de entendimentos entre este ou aquele grupo político visando 2014. Assim como sobre quem será candidato a governador ou senador.

É que a coisa está muito repetitiva. O que vem sendo escrito já foi dito e especulado. No meu caso em particular, já anunciei, faz tempo, que Nonô só é candidato se o governador Vilela deixar o executivo e que o senador Fernando Collor pode ser candidato a governador ou senador.

Renan Calheiros só decide ano que vem e Biu de Lira quer viabilizar a sua candidatura, mas, só será candidato ser tiver apoio do governo de Alagoas e chances concretas de vitória.

Esse negócio de que não abre nem pra um trem é blefe. Político não é suicida nem idiota, político não arrisca o seu dinheiro e a sua imagem. Qualquer um desiste não por causa de um trem, mas por algo bem menor, melhor e menos arriscado.

Política é conversa, namoro, noivado e casamento. Política muda como as nuvens. E não se faz política sem fazer vítimas. Política é como a novela das oito: tem mocinho, bandido, vilão, amor, ódio e surpresas. Essas frases de efeito que repito refletem tudo isso que já está ocorrendo e muito mais ainda vai acontecer a partir, principalmente a partir do ano que vem.

Veremos um capítulo final que ainda não foi definido, é claro, e ficará sob suspense, mas será assim: Nonô ou Biu vão ficar decepcionados com Vilela seja qual for a posição que ele venha a tomar.

Renan Calheiros vai decidir se é ou não candidato e se vai ou não indicar um nome do seu grupo para concorrer ao governo e ao senado só em 2014.

Collor vai aguardar as decisões para escolher qual caminho vai seguir.

Os caminhos são estes e ponto. Agora, alguns sinais precisam ser interpretados porque podem ser definitivos. Vi na edição da Gazeta desta sexta (14) uma foto dos senadores Collor e Renan acompanhados do ex-prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, e da atual prefeita, Célia Rocha. Ora, um monte de aliados do senador Renan Calheiros não admite qualquer aliança com o PSDB porque se sentem traídos por Vilela.

Caso queira, será muito difícil para o senador construir tal ponte. Basta vermos o posicionamento de ferrenho opositor do irmão dele, o deputado estadual Olavo Calheiros, na Assembleia. É pancada em Vilela o tempo todo.

Portanto, a foto remete a uma interpretação sobre a união da base aliada da presidente Dilma Rousseff em Alagoas. A partir de agora vem à construção de um caminho. O resto, tipo candidatura de Alexandre Toledo ao governo e neguinho dizendo que não abre nem pra um trem, é só fanfarronice de político querendo ocupar espaço. E só.

 

 

Dilma, Lula, Collor e a orquestra desestabilizadora da grande imprensa

Mudam os presidentes, mas nada muda com relação ao jornalismo “declaratório”.

Antes de seguir adiante com a frase acima, explico que o termo jornalismo declaratório foi usado pelo jornalista Caco Barcellos, da Tv Globo, durante o Seminário “Poder Judiciário e Imprensa”, promovido pela Escola de Magistratura da Justiça Federal da Terceira Região, que fica em São Paulo. O texto que tomo como base retirei do blog do jornalista Paulo Henrique Amorim quase literalmente.

Disse Barcellos que a diferença entre o jornalismo “investigativo” e o jornalismo “declaratório” é que o investigativo é o do “repórter ativo que investiga antes de a informação se tornar pública, ouvindo os envolvidos e, a partir das declarações, começa a investigar, confrontar a declaração com os fatos apurados.”

E o declaratório é o jornalismo “praticado na maioria das redações brasileiras. Basta uma fonte da área pública ou privada e isso, por si só, se torna uma notícia”. Ao ouvir o “outro lado”, continua Caco Barcellos, o que o jornalismo declaratório consegue é criar polêmica.

 Ele deu dois exemplos desastrosos de jornalismo declaratório: Um ocorreu no lado direito do espectro político e outro, no lado esquerdo. “No lado direito, o impeachment do Presidente Collor se iniciou na imprensa com a entrevista de um irmão ressentido. A imprensa não provou uma linha do que ele disse. Collor sofreu uma punição política, mas não se provou nada contra ele. A denúncia judicial e a denúncia de imprensa devem ter sido, portanto, incompetentes”.

No lado esquerdo, se fala de um mensalão. “A partir de uma declaração de um deputado advogado criminalista que disse existir um mensalão. Mas, cadê a prova? Bom, a imprensa não conseguiu produzir uma prova de que havia um mensalão”. Caco Barcellos, em seguida, falou do preconceito de classe na Justiça e na imprensa, quando, por exemplo, “se denúncia corruptos e não se identifica, nunca, os corruptores. Quem corrompia o PC Farias? Quem botava grana no valeriodantas? Ninguém jamais respondeu”, questionou Barcellos.

Bom, e qual a semelhança que eu vejo entre Dilma, Lula e Collor? Que o alagoano foi vítima da desestabilização emocional do povo criada pela grande imprensa. Pagou caro por isso ao perder o cargo, sem jamais ter sido condenado por coisa alguma que lhe foi imputado.

Quanto ao ex-presidente Lula, também foi a grande imprensa que tentou colocar sob os seus ombros o envolvimento com o escândalo do mensalão. Dessa vez a estratégia falhou. Mas, enfrentar a grande imprensa não é fácil. Como exemplo, numa longa entrevista que concedeu ao sociólogo Emir Sader, sobre os primeiros dez anos do PT no poder, Lula afirmou que uma de suas decisões mais importantes foi tomada em 2005.

 Naquele ano, no auge do escândalo do chamado "mensalão", ele parou de ler os jornais e decidiu tocar o governo adiante. Foi reeleito e terminou seu segundo mandato como o presidente mais popular da história.

E, por fim, Dilma Rousseff. Quando a grande imprensa – refiro-me ao Sistema Globo, jornais Folha e Estadão e revistas Veja, Época e Isto é -, não consegue se mover sob um caso relativo à corrupção, investe em desestabilizar a confiança da população, o que vem exatamente sendo feito.

De acordo com o site brasil247, a presidente Dilma está a ponto de repetir a decisão tomada por Lula em 2005. Incomodada com o retrato que vem sendo pintado pelos grandes jornais e revistas sobre um Brasil supostamente em crise, a presidente enxerga uma realidade completamente distinta. Nas lentes do Palácio do Planalto, o que existe hoje no Brasil real é um país com a menor taxa de desemprego da série histórica do IBGE, com a inflação em queda, com recuperação da produção industrial e contas públicas em ordem. No entanto, editoriais de jornais apontam um Brasil à beira do abismo.

Hoje, em editorial, o Estadão diz que é ato populista o crédito facilitado para que os beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida” comprem móveis e eletrodomésticos. Porém, o mesmo argumento não é utilizado quando o estímulo vai para o capital e não para o consumo.

Portanto, Collor sofreu a desestabilização e foi apeado da Presidência da República. Lula sofreu os tiros da desestabilização, mas sobreviveu. Agora é a vez de Dilma. E que ninguém seja inocente de achar que não existe uma relação direta e convergente entre os interesses políticos, empresarias e jornalísticos. Existe sim. Observem como  o Sistema Globo está batendo pesado nos preços dos produtos, nas manifestações violentas e estúpidas em São Paulo e no Rio. Observe o enfoque dado à notícia e nunca esqueça que nada é por acaso, especialmente em política, e principalmente quando se quer criar um clima de insegurança. Basta que não esqueçamos o que é jornalismo investigativo e jornalismo declaratório.

 

 

Está faltando magistrado em Alagoas! Sem juiz não há justiça

Quando falta juiz, temos a sensação de que não temos a quem recorrer para que os nossos direitos e garantias, numa instância superior, sejam definitivamente preservados. Mesmo sendo o Poder Judiciário reconhecidamente lento, ainda é o lugar onde o enfrentamento jurídico entre partes discordantes, porém civilizadas, encontram espaço para a solução das questões. Mas, está faltando juiz e isso causa insegurança.

Esse problema está numa crescente porque muitos magistrados estão sendo convocados como substitutos. É o caso do 12º JECC - Juizado Especial Civil e Criminal da Capital, que cuida dos crimes de trânsito, cujo titular Dr. José Cícero Alves da Silva, foi convocado como substituto após a aposentadoria compulsória do desembargador Aderbal Mariano da Silva. Enquanto isso, o juizado está sem substituto e a população sem o devido andamento de suas ações.

Doutor Cícero, como é chamado, foi convocado por méritos e não tem culpa alguma, que fique claro. Ele é considerado capaz e gentil. O seu substituto natural seria, via de regra, o juiz do 11º JECC. No entanto, não pode porque foi convocada para o TRE. O próximo substituto seria o do 9º JECC, mas, não é possível, pois já está respondendo por outro juizado. Resultado: até o mês de julho o 12º Juizado fica sem juiz.

A mesma situação ocorre no 3º Juizado Especial. O titular, Dr. Celyrio Adamastor Tenório Accioly, também considerado célere e capaz em suas decisões, foi convocado para substituir o desembargador aposentado Edivaldo Bandeira Rios.

 E onde não tem magistrado, falta justiça na praça.

Será que já não passou da hora de ser realizado um novo concurso?

 

 

Leitora quer saber onde estão os guardas e se falta tinta na SMTT?

A leitora Catarina dos Santos pede, educadamente, para que o seu alerta seja tornado público. Além de ter sido redigido com clareza e com demonstração de conhecimento sobre o tema, o blog também é a voz do leitor, porque é pra ele, leitor, o motivo da existência do blog e do blogueiro.

Alerto as autoridades municipais para que leiam e tomem providências. Catarina reclama da falta de guardas municipais em diversas ruas e bairros de Maceió para coibir a ação dos infratores de trânsito. Lamenta a falta de sinalização horizontal e vertical na cidade. Enfim, faz um alerta para a nova gestão comandada pelo Prefeito Rui Palmeira (PSDB), especialmente para o Superintendente Municipal de Transporte e Trânsito de Maceió, Tácio Melo da Silveira. Aliás, sugiro também aos gestores da capital que escutem a voz do povo nas rádios e entrem em ação antes que os cidadãos comecem a gritar pelo ex-prefeito Cícero Almeida.  É que as reclamações sobre buracos, por exemplo, só estão aumentando. E o maior cabo eleitoral de Almeida é uma administração que não age nem se comunica.

Leia, abaixo, na íntegra, o alerta de Catarina dos Santos:

 

Por favor, Voney, toque neste assunto, pois já não aguentamos mais tanto descaso.

 Sr. Superintendente da SMTT, por favor, coloque esses guardas para fiscalizarem as ruas consideradas críticas a pé, tais como: Rua do Sol no Centro, Cleto Campelo, no Jacintinho, av. gov. Lamenha Filho no Feitosa, Rua Cabo Reis, na Ponta Grossa, orla da Ponta Verde, Jatiúca, Pajuçara e muitas outras. Pois era assim que o CPTRAN e SMTT faziam há algum tempo atrás e SURTIA muito efeito, pois com a presença constante de um guarda nestes locais, os infratores deixavam de cometer absurdos que nós estamos vendo diariamente.

Seus guardas só fazem passear de carro, fazendo vista grossa para todas as mazelas existentes.

Sr. Engenheiro da SMTT, onde está a sinalização horizontal de Maceió??? As pistas não têm faixas, não há divisões nas pistas, não há faixas de pedestre visíveis. Estão todas apagadas.

Placas de advertências não existem. O transito no jacintinho, só por que é área de pobre, está abandonado. Uma verdadeira bagunça.

Está faltando TINTA??? Não, está faltando ADMINISTRAÇÃO! Faça concurso público urgente, pois com esse efetivo vc não vai conseguir fazer nada em Maceió.

Fiscalização a pé, isto sim, tem efeito e não passeios em carros novos, com ar condicionado e uma banana para a população, pois é isto que nós estamos vendo estes guardas fazerem.

A fiscalização das vagas nos estacionamentos é só propaganda, a fiscalização no centro a noite, é só propaganda.

Já está passando da hora de fazer acontecer.

P.S: todos os canais de comunicação com os órgãos da Prefeitura NÃO FUNCIONAM.  Sempre dá “error” quando a gente reclama ou dá sugestão, inclusive o portal do cidadão.

O “botão de pânico” e a nova Associação democrática que pode surgir

Caro leitor, se você ainda não está sabendo, o Conselho Estadual de Segurança adorou a ideia da Associação de Bares e Restaurantes de instalar um “botão de pânico” nos bares e restaurantes da orla de Maceió para combater os assaltos na região. Essa ideia vai ser encaminhada para a Secretaria de Defesa Social tomar providências.

A partir disso, quero propor a você neste exato momento que iniciemos a discussão para estendermos e multiplicarmos o “botão de pânico”. A ideia é que seja contra tudo e a favor de tudo democraticamente. A sua resposta de adesão é só apresentar o comentário e os seus dados. Em seguida encaminharemos o pedido ao Conselho Estadual de Segurança para que também tome providências.

E como seria o nosso “botão de pânico”? Primeiramente apertaríamos o botão em um dispositivo instalado em nossas casas contra governantes que mentem através da propaganda institucional – desculpe, leitor, é que não me sai da cabeça aquela propaganda das velinhas falando da paz e do nosso mundo tucano perfeito, lembra?

Pois bem, todo político Pinóquio, dedão apertando firme o “botão de pânico e; Shazam; o Pinóquio político é afastado do Poder caso 50% mais um das pessoas que votaram na última eleição gastem a digital.

Nessa Associação que proponho a criação e cujo nome sugiro – Associação Liberal a Favor do Botão de Pânico Para Todos – também poderemos carregar um botão para, caso sejamos assaltados, enganados, agredidos, desconsiderados, enfim, casos soframos qualquer coisa, é só jogar o dedão no botão e PIIMMM, o botão aciona a polícia que chega imediatamente. E se o assunto não for com a polícia, esta aciona o Procon; e se não for questão do consumidor, seremos atendidos por um Defensor Público. Tudo com rapidez e presteza.

Quanta eficiência, não é mesmo?

Essa nossa Associação vai defender junto ao Conselho de Segurança que o maravilhoso “botão de pânico” seja instalado nos bares e restaurantes, ônibus e escolas, prostíbulos e praças, escolas e igrejas localizados no Jacintinho, Benedito Bentes, enfim, primeiramente nos bairros mais carentes da grande Maceió e não apenas na área nobre. Nada contra a classe média, pelo amor de Deus! Mas, é lá na periferia onde tá o mata mata.

Acho que o governador Vilela vai concordar com essa ideia inicial e até estendê-la para outras ações. Porque com o fantástico “botão de pânico” não vai haver necessidade de contratar novos policiais. Basta os atuais ficarem esperando o aviso do dedão no botão e tudo vai ficar beleza.

Servirá para os médicos serem avisados sobre um procedimento ou um paciente que aguarda. Depois vamos usar o “botão de pânico” para combater a chatice do politicamente correto e até dos filhos mentirosos - caso daquela garota de Arapiraca que inventou o sequestro para passar o final de semana em Maragogi. Pois é, filho mentiroso merece ser deletado pelo dedão no botão.

Agora, falando sério... Governador contrate policiais pelo amor de DEUS!

Se não, ó, é dedão no botão, viu! E, aproveitando, apague as velinhas da paz, tá, porque político Pinóquio, ó, é dedão no botão, tá.

Para aliados, governador Eduardo Campos pode esperar por 2018

De acordo com reportagem publicada na revista época, a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), estaria murchando. A especulação é que o motivo seria a movimentação do PT, supostamente arquitetada pelo ex-presidente Lula, que estaria sufocando Eduardo Campos a desistir e a conter os seus planos até 2018.

 A matéria revela que um senador teria conversado com o pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB), aliado de Eduardo, que estaria preocupado com o recuo do governador. Em resposta à matéria, o deputado federal pelo PSB Gaúcho, Beto Albuquerque, publicou no Twitter que nada os impedirá (de lançar um candidato próprio).

Leia, abaixo, o resumo da reportagem:
 
O inverno de Eduardo Campos

Por Alberto Bombig
Na Época

Após um animado verão, a pré-candidatura a presidente do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), está hibernada para enfrentar um inverno que pode ser longo e tenebroso. Até os maiores entusiastas da empreitada, como o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e os deputados federais Márcio França (PSB-SP) e Beto Albuquerque (PSB-RS), têm se mostrado, em conversas reservadas, preocupados com o recuo tático de Campos.

Nas palavras de um importante senador que conversou recentemente com Jarbas, “Eduardo Campos sentiu os efeitos da realpolitik do PT”. Segundo esse mesmo senador, Jarbas teria dito que, neste momento, Campos está mais propenso a não se candidatar.

Ainda de acordo com esse relato de Jarbas, Campos vem sendo muito pressionado pelos petistas e por parte de seus colegas de partido a abrir mão da candidatura em 2014 para não “enfraquecer o projeto político do PSB”.

 

 

Isso é PSDB: presidenciável Aécio Neves pode mexer no Bolsa Família

Discurso do presidenciável tucano segue a linha do "choque de gestão". Em entrevista à revista Época, ele promete enxugar a máquina administrativa e afirma que o governo Dilma representa o casamento do "improviso com a ineficiência". "Temos de partir de uma constatação: o governo da presidente Dilma falhou", afirma Aécio. Senador se diz também contra a liberação da maconha, tese defendida por seu guru FHC, e a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Sobre o Bolsa Família, ele afirma que "pode ser mantido, mas tem de ser avaliado".

 Confira, abaixo, alguns trechos do depoimento.

Ser ou não ser candidato

Aécio – Tenho disposição. E vou ate aí. Seria avançar muito numa decisão que não é individual, é partidária. Vários podem querer. Cada vez mais me sinto na obrigação de cumprir um papel importante nesse processo, e o partido determinará qual será ele.

Quadro econômico
Aécio – Temos de partir de uma constatação: o governo da presidente Dilma falhou. Falhou na condução da política econômica, na gestão do país e no aprofundamento dos programas nas áreas sociais. A saúde é trágica, a educação é de péssima qualidade e a criminalidade avança sem respostas objetivas do governo. O resultado da balança comercial é o pior dos últimos 20 anos, o crescimento é pífio, a inflação está retornando. Esse cenário é de extrema preocupação. O governo se acostumou a terceirizar as responsabilidades, a atribuir as crises a fatores externos. Agora, não dá para dizer que os problemas não são causados aqui. A Europa começa a se recuperar, os Estados Unidos começam a se recuperar com maior vigor. Nós, segundo a Cepal, só para falar dos nossos vizinhos, teremos um crescimento maior apenas que a Venezuela – talvez, em solidariedade à Venezuela...

Cartilha do PSDB
Aécio – O governo gasta muito e gasta mal. E, sobretudo, gasta sem prioridades. O que aconteceu? Até 2008, o governo seguiu, de alguma forma, a cartilha do PSDB na economia. Aliás, quando o PT segue a cartilha do PSDB, ele vai bem. Quando o PT resolve inventar seu próprio caminho, o Brasil vai mal.

Mercosul como camisa de força
Aécio – Fortalece-se, em nosso entorno, essa Aliança do Pacífico, e ficamos perdidos no Mercosul – que, de uma boa ideia, passou a ser uma camisa de força. Hoje, o Brasil tem acordos bilaterais com Palestina, Egito e Israel. O Chile tem mais de 30. Está indo embora e ficamos amarrados nessa camisa de força.

Menos ministérios
Aécio – Se o PSDB assumir o governo, e eu tiver um papel nesse processo, não teremos no Brasil mais que 22 ministérios. Hoje, só perdemos para o Sri Lanka no mundo. E que se cuide o Sri Lanka. Se tiver mais um partidinho para entrar no governo ou mais três segundos de TV, podemos chegar lá.

Bolsa Família
Aécio – Os programas sociais têm de ser qualificados, não extintos. O Bolsa Família representa hoje 0,5% do Orçamento. E está enraizado na vida econômica, na vida social do País. Pode ser mantido, mas tem de ser avaliado. Essas famílias têm de, pelo menos uma vez ao ano, receber uma visita para saber o que aconteceu com as crianças. Defendo até coisas novas. Uma família em que os pais voltaram a estudar deveria ter um bônus (...) Mas esse pessoal tem de ser estimulado a ir trabalhar. Não acho que a única herança que um pai de família queira deixar para seu filho seja um cartão do Bolsa Família.

Cotas raciais
Aécio – Não tenho preconceito contra elas. São inclusivas, num país que tem essa dívida histórica. Mas essa política teria de ser mais bem elaborada. As cotas teriam de mensurar o indicador social, e não apenas o étnico, a cor da pele.

Legalização da maconha
Aécio – O ex-presidente Fernando Henrique tem toda a autoridade moral e intelectual para trazer essa discussão. É formidável que faça isso. Mas não sou a favor dessa tese. O Brasil não pode ser a cobaia disso. Essa é a minha posição e a do partido.

Casamento entre pessoas do mesmo sexo
Aécio – Essa já é uma realidade. Não me oponho em nada.

Aborto
Aécio – Sou a favor da legislação atual, sem mudanças.

Erros do PSDB nas campanhas anteriores

Aécio - Apesar de não ter sido protagonista em nenhum desses momentos, me incluo entre os que aceitaram que abríssemos mão de parcela de nossa história. Foi um erro. Um erro que temos que assumir com muita clareza e tentar minimizar nas eleições futuras.

Privatizações

Aécio - As privatizações trouxeram benefícios extraordinários para o Brasil. As privatizações do setor mineral e siderúrgico, da telefonia, da Embraer. Elas foram essenciais para o Brasil. Quero que venham para o debate sobre esse assunto, não temos medo do debate.

Legado de FHC

Aécio - Pesquisas mostram que quase metade da população acha que quem fez o Plano Real foi o Lula. Portanto, temos de resgatar esse legado. Se o Brasil está melhor hoje, é em grande parte pelo que foi feito lá atrás. Não faço isso por um motivo eleitoral, faço porque é verdade.

Resposta ao ser perguntado sobre se usa ônibus ou serviços de saúde pública

Aécio - Não, não uso (...) Olha, não faço demagogia. Sou de uma família de classe média, estudei e vivo da mesma forma que sempre vivi. Para muita gente do PT, o poder significou apenas ascensão social. Para nós, do PSDB, isso não aconteceu.

 

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