Raízes da África

Instituto Raízes de Áfricas promove diálogo entre jovens atletas e Secretaria de Esporte e Lazer da Juventude.

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Na  manhã da terça-feira em reunião articulada pelo Instituto Raízes de Áfricas, dirigentes da SELAJ e jovens atletas discutiram sobre a importância da presença do estado na vida esportiva de jovens promissor@s no atletismo,como Karolzinha, campeã alagoana e vice-campeã nordestina do skate,e Herbert Rocha, campeão alagoano de karatê.
Durante a conversa,a  gerente de rendimentos, Márcia Mendes  e o superintendente de  rendimentos, Vagner Godez representando a SELAJ, explicaram os caminhos jurídicos para a inclusão dos atletas nos programas institucionais, dentre eles o bolsa esporte,como também propuseram caminhos para estimular de maneira mais participativa essa nova geração.
Presente, o vereador por Maceió, Anivaldo Silva, o Lobão ouviu demandas dos atletas oriundos  da comunidade  periférica que o elegeu.
Os atletas expuseram suas dificuldades e a falta de incentivos e patrocinios, até para o treinamento cotidiano. 
Karol, de  13 anos falou que agradece muito ao pai,Bob, que também é seu treinador, a construção  dos sobstáculos necessários para os treinos. E que tudo foi construído com recursos próprios e vaquinhas, entre amigos, para arrecadar  os 3.000,00 reais na construção do equipamento esportivo.
E,a jovem atleta fala sobre a  sensibilidade da igreja do bairro que cedeu o terreno para a construção do equipamento. 'Sem a ajuda da igreja-diz a menina- meu sonho seria interrompido.'
Herbert Rocha afirmou que o patrocínio que tem para competição vem do estado vizinho, Sergipe.
Apesar das condições precárias, da mínima estrutura, Karol e Herbert,  trazem  resultados expressivos, com pontuação e troféus no skate e karatê para o Estado de Alagoas.
"É preciso que igual a valorização do futebol feminino  da jogadora Marta, o Estado de Alagoas valorize as mulheres que fazem esporte de competição e são vencedoras,como eu "-diz Karol.
"E os homens também"- acrecentou Herbert Rocha. 
Como movimento da sociedade civil, o Instituto Raízes de Áfricas  estabeleceu pontes na criação de espaços de diálogos entre jovens atletas e o Estado.
Estiveram presentes Karina Maria Cardoso, do Projeto de Karatê Sebastian-san, Joséite Gomes, Associação Alagoana de skate, Carlso Henrique, da família skate boards, Luciano da Silva, treinador.

Com premiação em dinheiro, Instituto Raízes de Áfricas abre inscrições para Concurso de Poesia para Jovens Pret@s da Periferia.

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A partir desta quarta-feira,10 de agosto, jovens pret@s  oriund@s e morador@s da periferia,em Alagoas, entre 14 e 21 anos podem se inscrever no Odo-Concurso  Preto de Poesia para Jovens  da Periferia.
A proposta do Odo-Concurso  Preto de Poesia é baseada no SLAM e visa, sobretudo dar visibilidade às ocupações poéticas que jovens realizam em seus territórios, como também  registrar esse protagonismo em  uma antologia poética.
 Slam é mais uma forma de  fazer cultura de uma forma mais identitária, ressignificando e valorizando  os espaços da periferia.
E o concurso que é inédito, por suas especificidades  tem como objeto  principal afirmar os espaços periféricos como produtores de uma cultura de resistência e apropriação das identidades. Como também ressignificar territórios e gentes criminalizadas socialmente.
O tema “Eu, jovem pret@, resisto e insisto” faz  referência às vivências cotidianas  relacionados à periferia, juventude e  racismo.
Idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas  conta com a parceria do   Instituto  Ilê Axé Legionirê Nitô Xoroquê e o apoio do Governo do Estado, através da  SECULT,SECOM,SERIS, SETRAND e Fundação Cultural Palmares.
Quer saber mais?Leia o regulamento file:///C:/Users/arisia%20barros/Downloads/REGULAMENTO%20(2)%20(1).pdf
e depois acesse o link abaixo, leia detalhadamente as informações, preencha o que se pede e pronto você já está inscrit@.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfTt2evMrZk_sbJud_L-a8-IJgOdUYjktyXraAInQVxCvzwQw/viewform
Caso o link não abra, copie e cole.

Os bairros onde morrem mais jovens são territórios pretos, Excelência Renan Filho.

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Excelência acompanho, ao vivo, pelas redes sociais a coletiva  sobre o balanço semestral de índices criminais em Alagoas e  ao parabenizá-lo pelos avanços,  ouso me deter em um ponto, quando Vossa Excelência  levanta a questão por que em alguns bairros há mais mortes de jovens. E complementa: "às vezes é falta de polícia, e às vezes não o é".
Permita-me ser invasiva e entrar nessa conversa, no dizer que os territórios pretos  já são  naturalmente criminalizados, simplesmente  por serem pretos, e a criminalização os tranforma em zonas perigosas e vigiadas. Nós,  o povo preto somos objetos de suspeição diária faz um tempo  secular  na história .
Quando a pobreza  periférica se alia a cor da pele  forma-se o catalogo de conceitos preconcebidos que  nos atropelam  e nos desumanizam,socialmente. Tornando-nos  dessemelhantes e desiguais. Falo  como ativista preta do desconfortável lugar  segregador, onde habita o racismo.
Quando Vossa Excelência diz que:"vamos fazer o que a gente imagina  para  combater o crime", amplia  a  confiança popular na máquina pública, entretanto permita-me sugerir  que no bojo do investimento  da política da  segurança pública carece  articular, com instituições  habilitadas, pesquisas que nos aponte  um  diagnóstico acurado das reais causas para a questão: Porque  jovens pretos em Alagoas continuam morrendo, mesmo com a diminuição dos homicidios?
"A gente precisa  manter viva a capacidade de reinventar-se"- afirma Vossa Excelência,  e eu militante- ativista preta  que sou, corroboro  reafirmando que precisamos conversar sobre o racismo institucional, pois é um dos elementos viscerais   e letais que ,paulatinamente sequestra vidas e rouba oportunidades de  toda uma geração de descendentes. 
Jovens pretos.
Precisamos conversar sobre violência, direitos humanos e racismo institucional, Excelência Renan Filho.
Vamos conversar?

Conheci Brivaldo Marques, filho do falecido vereador Silvano Barbosa.

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Ele tem 26 anos é, é  prefeito comunitário de um dos mais populosos  bairros de Maceió,AL o Complexo Residencial Benedito Bentes. 
Conheci-o  em um dia de atividade do Instituto Raízes de Áfricas,no Loteamento Bela Vista, um desses lugares periféricos  da capital Maceió, que de tão longe e desprezado pelas  políticas públicas, nem cabe no mapa.
Foi uma conversa cheia de pontuações e referências. Falei-lhe do  pai,meu ex-aluno,  que desde cedo decidiu não se curvar as dificuldades da pobreza . Ele falou em saudade e do desmembramento abrupto da equipe do pai, dias após a morte, e os caminhos de construção política.
Ele tem o verbo da comunicação e da empatia . Discutimos e  falamos em igualdade e diferenças. Discutimos a cor da periferia. Ele é  um  jovem articulador , com ideias  e argumentos consistentes, e ainda não contaminado  pelo  umbigo da política partidária, que se faz  egocêntrica. Seu nome é Brivaldo Marques, filho "de consideração" como ele diz do falecido vereador Silvano Barbosa.
Uma liderança que se constrói frente ao Complexo Benedito Bentes. As pessoas próximas falaram de humildade e presença. Gostei do menino. Disse-lhe que tínhamos um trabalho , em relação a questão racial para ser feito.Ele concordou em participar da roda de construção, e nos tornamos parceir@s!

Pode contar comigo-disse ele.
Seja bem vindo, menino!
 

Ela era psicóloga, tinha 32 anos e se matou.

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Ela se matou em um dia qualquer do mês de julho. O mês mal começou e ela já deu por terminada um vida inteira.
Ela era psicóloga e cuidava da cabeças das muitas gentes, mas, chegou um tempo que descuidou da própria cabeça.
Andava macambúzia, triste e com uma depressão profunda. No consultório  conseguia apontar caminhos alheios, mas, na vida real se percebia numa bifurcação, em um longo labirinto em que não encontrava saída.
Ela era psicóloga e estudou para cuidar da sanidade do mundo d'outros, mas, internamente, o mundo enlouqueceu em um emaranhando de teias.
Ela era psicóloga, tinha 32 anos e se matou.
Quem cuida da cuidadora?
Precisamos falar sobre suicídio no ambiente de trabalho.
 

Odo-Concurso Preto de Poesia para Jovens da Periferia:“Eu, jovem pret@ resisto e insisto” é lançado em Alagoas

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As periferias  invisiveis produzem arte. Uma arte que  é vista como marginal e se faz resistente. A arte que traz dinâmicas próprias, relações de vivências feito uma  batalha que cria  espaços de troca de poesias.
E jovens pretos, no afã de criar  fôlego para sobreviver aos caos do racismo, da segregação,  se apropriaram  da arte, do escrever  poesias para formular novos textos como  ocupações de espaços nas periferias cheias de vulnerabilidades.
Essas produções criativas  de jovens são manifestos  baseados em  suas existências que geram resistências  e reorientam  a  visão do que do ser jovem pret@ em territórios de vulnerábilidades.
Para trazer para o centro do palco literário as vozes pretas  das periferias, o Instituto Raízes de Áfricas e o  Instituto Águas de Oxalá,  com o apoio da SECULT,SECOM,SERIS e SEINFRA apresentam  o Odo-Concurso  Preto de Poesia para Jovens  da Periferia, sob  a temática:  “Eu, jovem pret@, resisto e insisto”.
O concurso, idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas,  é  uma proposta de ruptura, uma ousada forma de legitimação e reconhecimento da literatura de jovens pret@s da periferia que  escrevem e querem ser considerados escritor@s como quaisquer outr@s. E são!
O Odo-Concurso  Preto de Poesia para Jovens  da Periferia  terá duas categorias de 14 a 17 anos e 18 e 21 anos. Os 1º,2º,3º lugares por categorias terão premiação em dinheiro. Além erão escolhidos 30 poemas que  farão parte da antologia Odo- O  Livro Preto de Poesias como uma forma de celebração  do fazer poético desses jovens e as vivências da a realidade sociocultural.
Regulamento e inscrição serão on-line, a partir da segunda-feira, 08/07 
Informações: 98827-3656(zap)
O lançamento  acontece  na sexta-feira, 05/07, às 15 horas , no Instituto Águas de Oxalá – Ilê Axé Legionirê Nitô Xoroquê, Loteamento Bela Vista, Quadra 28, Número 26, Benedito Bentes II

 

"O desenho está feio como você"- disse a "tia" da creche para menina negra, de 4 anos.

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"Certa vez, quando tinha por volta de quatro anos, após mudar de creche, estava na sala junto com coleguinhas e duas professoras. Ambas conversavam, enquanto nós, crianças, fazíamos vários desenhos. Sempre senti um olhar diferente da professora para mim, mas, como era criança, não tinha condições de decifrar aquele olhar. Foi então que uma coleguinha branca mostrou seu desenho para a professora em questão, que a elogiou. Eu, então, na minha ingenuidade de criança, também quis receber um elogio, e fiz o mesmo que a criança de cor branca, citada acima. Também queria ver o sorriso da professora e fui até ela cheia de alegria. Mostrei meu desenho, perguntei se estava bonito e ela, no alto de sua empáfia racista, me respondeu secamente que o desenho estava “feio” como eu, virando-se em seguida.
Diante daquela manifestação racista, injusta, violenta, eu, criança, senti algo muito ruim, muita vontade de chorar. Me isolei, olhando para o desenho, me perguntando o que ele tinha de feio e porque ela havia dito que eu também era. No fim do dia, ao chegar em casa, relatei o ocorrido à minha mãe, que prontamente foi à creche para perguntar o que houvera. A professora em questão, negou com veemência, e disse que “jamais falaria algo assim para uma criança”. Em seguida, a Diretora conversou com minha mãe, assegurou que ficaria atenta à situação e suplicou para que o caso não fosse levado à Secretaria de Educação. Lembro-me bem que, ferida, que pedi para trocar de sala e não fiquei muito tempo nessa creche, pois chorava todos os dias ao chegar na porta da sala.
Esse foi o primeiro de muitos outros contatos com o racismo (...) "


O relato é da Mariana da Conceição de Andrade, como lembrança da infância de vivenciar o racismo na creche. Aualmente  Marina é graduada em Enfermagem, pela Faculdade UNIFESO/RJ. Experiência em Clínicas de Imunização e atualmente trabalha em uma empresa de Home- Care, Íntegra. Estuda e pesquisa fundamentações na área de Saúde Pública, Saúde Coletiva com viés em questões raciais, Saúde da População Negra, e as influências de raça/cor nos serviços de saúde.


Fonte: https://elasexistem.wordpress.com/2019/06/01/o-racismo-na-vida-de-uma-crianca-negra-inicia-se-na-creche/?fbclid=IwAR3uz2TemqJ5apxM-pUxyiWDoYH-d1FQ8LDr2X4ieMRz_jivrGgR65bBa0A
 

"Eu vou encampar a luta de prevenção ao suicídio"- afirmou Alexandre Ayres, secretário de estado da saúde.

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Na manhã da segunda-feira, 01/07, como coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas estivemos em reunião,  com o secretário de estado da saúde, Alexandre Ayres.
A reunião ocorreu no gabinete da SESAU e tivemos como uma das pautas prioritárias a necessidade de investimento institucional em políticas públicas de promoção da saúde e prevenção ao suicidio e auto-mutilação.
Como ativista enfatizamos da urgência em  focar a questão, como problema de saúde pública, pela grande incidência de mortes auto provocadas e da grande importância de ações estratégicas ,como uma das alternativas de prevenção ao suicídio.
-O que você propõe? - perguntou o secretário.
- Um programa estadual encorpado  e preventivo às vulnerabilidades da saúde mental,  e que tenha como objeto primeiro uma  ampla campanha de conscientização, voltada à valorização da vida.
Atentamos para Alexandre que  a campanha atuará como  ação emergencial , entretanto o problema que é profundo e complexo carece da criação um programa  de esrutura eficaz e eficiente , com  múltiplos olhares para combatê-lo.
Após a exposição, o secretário afirmou: - Vou encampar sua luta. Reunirei minha equipe para discutir o assunto e depois retomamos nossa conversa.
Sim,precismos falar sobre suicídio!
 

O suicídio da moça,The Square e a Ponte do Reginaldo. Dois pesos e duas medidas.

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A moça se suicidou em maio, no Edificio The Square e dias  após, o blog entrou em contato com Sérgio Cabral,  que é sindico do empreendimento para saber quais providências seriam tomadas para tentar conter a ação de novos casos de  suicídas, ou para que o local não se transformasse em um novo Edificio Brêda. 
Entre as décadas de 70 e 80,o  Edificio Breda,na capital alagoana foi palco de inúmeros suicidios.  
Sergio Cabral, o síndico,nos relatou que a segurança do prédio é muito grande." O  The Square é todo monitorado por câmeras. Todos os passos são monitorados. É quase um Big Brod"-  diz ele.
 E explica que o   registro da morte da moça foi um caso isolado. "Em um raríssimo momento que o operador das imagens tirou os olhos das câmeras ela conseguiu adentrar a cobertura. E agora para evitar novas tragédias vamos instalar sensores nas portas"- explicou.
Em  2005 foi oficializado, através do gabinente de um vereador um oficio direcionado à Prefeitura de Maceió solicitando a instalação de  barreiras físicas de contenção na Ponte do Reginaldo,visando refrear o acesso de pessoas, como também a  onda recorrente de  suicidas. E após 14 anos da solicitação ao orgão municipal , a "ponte da morte", no bairro do Reginaldo continua com livre acesso.
É claro que só a contenção não resolverá a incidência  das mortes auto-provocadas, entretanto a ação é  importante,  porque  cria uma sensação de proteção,uma forma de obstaculizar  às mortes em série. 
O que, na verdade,  vai resolver a questão é o real investimento do Estado de Alagoas em  ações, feito  políticas públicas de promoção de saúde, prevenção ao suicidio, auto-mutilação e apoio aos sobreviventes , ou seja  a família.
Segundo a a psicóloga Gabriela Bothrel Echeverria: *"O suicidio é um fenômeno multicausal, ou seja, uma junção de diversos fatores, como sociais, econômicos, culturais e emocionais. É sabida que a depressão é um dos fatores de risco para quem está passando por um momento difícil e pensa no suicídio como saída. De maneira geral, a depressão pode ser ou não um dos fatores que a fez cometer o suicídio."
Suicidio é problema de Saúde Pública e
Precisamos falar sobre suicidio.


*Com informações de matéria do  site alagoas24horas.

É preciso combater, urgente, a maldição do segundo mandato, Excelência, Renan Filho.

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Excelência faz tempo que não o vejo, mas, escrevo para contar das novidades que ouço aqui e acolá. As novidades das ruas.
As conversas que vem de fora falam, numa quase unanimidade, sobre a falta de ritmo institucional e a sensação de uma certa letargia,nesse novo modelo de gestão governamental.
As vozes das ruas falam que o ano já meiou, e algumas ações efetivas,estruturais e  fundamentais para o desenvolvimento sustentável do estado sofrem o processo da descontinuidade. E como Vossa Excelência me escreveu,afirmando que seu papel como chefe  executivo do Estado é  acompanhar esses  desempenhos institucionais, pela via da competência de gestão, penso que é já hora de fazê-lo.
Que tal uma pesquisa de opinião das ruas, para criar uma reaproximação  com o povo, Excelência?
Como ativista preta,com décadas no  exercitar a cidadania  em territórios distantes das políticas públicas, devo confessar, que vosso segundo mandato  está muito diferente do primeiro, que foi tão fertilíssimo.
É como se as engrenagens da máquina estatal estivessem precisando serem oleadas, provocando o comprometimento da estrutura, entende? Além, Vossa Excelência anda um pouco distante....
É certo que atravessamos uma época tresloucada, confusamente, política. A crise não é braba. É brabíssima. Entretanto como Vossa Excelência é um cabra jovem, dinâmico e propenso aos grandes desafios,  resolvi encrever estas apressadas linhas para dizer: "É preciso combater a praga do segundo mandato, Excelência, Renan Filho."
E assevero que não fazemos aqui  um aconselhamento,( Vossa Excelência tem gente bem mais capacitada, politicamente) para fazê-lo. É  apenas uma breve prosa dessa ativista preta, cidadã insistente na  construção de uma política de estado em que haja igualdade de direitos e de oportunidades, ou seja a política da equidade cujo estandarte mais significativo e significante seja a conquista de um Estado de direitos para todas as pessoas.
E, também, não é sobre direita ou esquerda, continência, volver. É sobre gentes, direitos,deveres e caminhos sustentáveis. Acreditamos que com sua vasta experiência  política, Vossa Excelência sabe qual melhor caminho a seguir.
Que toda espiritualidade  proteja o mandato de Vossa Excelência e, proteja o povo das Alagoas, desta hedionda praga.
Tá bom?

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