Raízes da África

Sob o tema "Mulheres Brasileiras Extraordinárias", Arísia Barros é homenageada,em painel de Simpósio Internacional,que acontece em Brasília.

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Desde a terça-feira,05, até a sexta-feira 08 de de novembro acontece o Simpósio Internacional “Indígena, Negro(a), Quilombola, Religioso(a) de Matriz Africana: Da Ancestralidade ao Futuro”.
Tendo como palco a Procuradoria-Geral do Trabalho, o Simpósio Internacional promovido pelo Ministério Público Federal do Trabalho, com apoio da OIT, ONU e UNICEF,  conta com mais de 100 palestrantes nacionais e internacionais, que   aprofundam os espaços de  debates  sobre preconceito, racismo e discriminação nas relações de trabalho, produção e consumo. 
 E para celebrar o mês da consciência negra,os organizador@s da atividade  referenciaram representatividade de mulheres pretas em um  grande e bonito painel, sob o tema Mulheres Brasileiras Extraordinárias , que fizeram e fazem a diferença, no qual  citaram  a grande literata Conceição Evaristo, a atriz Rute de Souza , Carolina Maria de Jesus, a Ialorixá Mãe Menininha,Dona Ivone Lara, Maju  e, dentre elas e outras , Arísia Barros, ativista preta das terras de Palmares.
E, no mês da consciência negra esse reconhecimento é uma profunda celebração de caminhos feitos e outros que virão.
Ubuntu!

Nossa sociedade é racista e ainda escravocrata e essa linha do tempo está aí pra evidenciar.

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Para entender  que as cotas , não é privilégio e sim reparação- escreve LeandroRibeiro:


"1837 - Primeira lei de educação: negros não podem ir à escola.
1850 - Lei das terras: negros não podem ser proprietários.
1871 - Lei do Ventre Livre - considerava livre todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir daquela data. As crianças trabalhavam porque eram proibidas de frequentar escolas, e áreas públicas.
1885 - Lei do Sexagenário - considerava livre quem alcançasse 60 anos. Nenhum negro alcançava essa idade.
1888 - Abolição - depois de 388 anos de escravidão.
1890 - Lei dos vadios e capoeiras - os que perambulavam pelas ruas, sem trabalho ou residência comprovada, iriam pra cadeia. Eram mesmo "livres"? Dá para imaginar qual era a cor da população carcerária daquela época? Vc sabe a cor predominante nos presídios hoje?
1968 - Lei do Boi: 1a lei de cotas! Não, não foi pra negros, foi para filhos de donos de terras, que conseguiram vaga nas escolas técnicas e nas universidades (volte e releia sobre a lei de 1850!!!)
1988 - Nasce nossa ATUAL CONSTITUIÇÃO. Foram necessários 488 anos para ter uma constituição que dissesse que racismo é crime! Na maioria das ocorrências se minimiza o racismo enquanto injúria racial e nada acontece.
2001 - Conferência de Durban, o Estado reconhece que terá que fazer políticas de reparação e ações afirmativas. Mas, não foi porque acordaram bonzinhos. Não foi sem luta. Foram décadas de lutas para que houvesse esse reconhecimento. E olha que até hoje tem gente que ignora, hein!
2003 - Lei 10639 - estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". Que convenhamos não é cumprida, né?
2009 - 1a Política de Saúde da População Negra. Que prossegue sendo negligenciada e violentada (quem são as maiores vítimas da violência obstétrica?) no sistema de saúde.
2010 - Lei 12288 - Estatuto da Igualdade Racial. Em um país que se nega a reconhecer a existência do racismo.
2012 - Lei 12711 - Cotas nas universidades. A revolta da casa grande sob um falso pretexto meritocrata.
...
Nossa sociedade é racista e ainda escravocrata e essa linha do tempo está aí pra evidenciar.”


Fonte: @LeandroRibeiro

Vira, vira,virou e vem aí,"Odo,Livro Preto de Poesias",primeira obra no gênero,em Alagoas.

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Foi no dia 01 de novembro,às 18 horas,no palco privilegiado do Museu  Casa de Marechal, em Marechal Deodoro que a  poesia de pret@s jovens da periferia se fez ecoar na FLIMAR.
São meninos e meninas carregados de palavras  repletas de caminhos.
El@s fazem versos  autorais e versam sonhos.
Mesmo sendo tão jovens , as palavras  que ecoam tem o   amadurecimento de consciências.
Consciência de ser.
De luta. 
Consciência preta.
El@s são poetas daqui e de acolá, de Maceió a Maragogi, que ocuparam espaços, com suas vozes territoriais e almas falantes no Papo Preto de Poesias, no  Sarau Literário, na Feira Literária de Marechal Deodoro.
São meninos e meninas pret@s das periferias alagoanas vencedor@s no  Odo-Concurso Preto de Poesia para Jovens da Periferia, sob o tema “Eu, jovem pret@ resisto e insisto”,iniciativa do Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do Governo do Estado de Alagoas.
E no mês da cosnciência de  novembro a poesia de meninos e meninas  vai virar livro.
Vira, vira, virou e vem aí  Odo, o Livro Preto de Poesias.
Preta revolução!
 

Antes do show do Gilberto Gil passa lá no Papo Preto de Poesia, na FLIMAR. A gente espera você. Tá bom?

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Dia 01 de novembro,às 18 horas, no palco privilegiado do Museu  Casa de Marechal, em Marechal Deodoro  alguns jovens selecionados no  Odo-Concurso Preto de Poesia para Jovens da Periferia, sob o tema “Eu, jovem pret@ resisto e insisto” estarão ocupando,com suas poesias autorais,o Sarau Literário, na Feira Literária de Marechal Deodoro. 
Poesia-revolução.
Jovens de municípios de Alagoas, diversos bairros periféricos da capital  Maceió e 4 estados da federação se inscreveram no Concurso e os selecionados terão seus poemas registrados no  Odo- O Livro Preto de Poesias, que será lançado, ainda em 2019.

Odo-Concurso Preto de Poesia para Jovens da Periferia, iniciativa do Instituto Raízes de Áfricas ,contou com o apoio do Governo do Estado.
E a proposta da poesia-revolução de jovens da periferia é aproximar o público de novas, ousadas e jovens realidades literárias,fortalecer  a cultura, ainda invisível, das periferias distantes e desimportantes para os poderes públicos.
São meninos e meninas que a partir da palavra se fazem existência e resistem ao ostracismo, que a literatura conservadora impõe. Fazem um resgate da poesia, um renascimento de uma forma diferencida.
O Papo Preto de Poesia é uma forma de  potencilizar talentos, envolver pessoas.Antes do show do Gil, passa lá  na Casa do Marechal aplaudir a poesia dess@s  jovens pret@s da periferia.
A gente espera você.
Tá, bom?

Anota aí: Dia 01 de novembro, 18 horas, no Museu Casa de Marechal, em Marechal Deodoro
Arte:@ariannebarrosdesign

"George Santoro é um secretário da Fazenda diferenciado, com extrema sensibilidade para o social"- afirma Pedro Montenegro.

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A coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas , Arísia Barros, participou de reunião a convite do advogado Pedro Montenegro, assessor do presidente do TJ, Tutmés Airan, na sede da instituição.
O próposito da reunião ,na manhã da terça-feira, 22,   foi discutir algumas  linhas de ação, visando construir pontes que aproximem a missão do TJ, à   necessidde da criação de políticas de ação afirmativa , de forma consistente e substantiva relacionadas à temática de combate ao racismo.
Desde a posse do presidente do Tribunal de Justiça que o Instituto Raízes de Áfricas vem estreitando laços e buscando  traçar  caminhos de diálogos institucionais.
Outras pautas forma discutidas , e  em determinado momento da reunião, Pedro Montenegro afirmou que: " mesmo sendo secretário da Fazenda, George Santoros é um  gestor com extrema sensibilidade para as questões sociais."
E, ainda asseverou: "Há  um grande desafio posto , entretanto Tutmés Airan, o presidente desta casa busca caminhos  de diálogos na construção das diversas  pautas, dentre elas , a  dos direitos humanos." 
 

"Ah, Miguel, finja que vai ali, na copa, e volta já já, para a redação(...)"- escrevem companheir@s do IZP

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 O Instituto Zumbi dos Palmares (IZP), onde Miguel  Torres era servidor efetivo,  publicou uma emocionante homenagem, onde destaca o humor peculiar do jornalista e sua personalidade harmoniosa:

Miguel, um jeito único de ser ele mesmo
Cada pessoa tem um DNA, aquilo que a distingue de qualquer outra e a faz única no universo inteiro. O jornalista Miguel Torres – nosso companheiro de jornada, nas emissoras do Instituto Zumbi dos Palmares – tem uma risada peculiar, sabida de todos, que denuncia sua presença e contagia até os mais sisudos e mal humorados. De longe, a gente já sabe que ele chegou!
É assim que se faz apresentar, como quem entrega um cartão de visitas ou anuncia a estreia de um grande espetáculo: a vida. É dessa forma que ele transforma a atmosfera dos ambientes que o recebem, retribuindo o acolhimento com esse som muito próprio, com um olhar de ternura que mais parece abraço. A silhueta enorme disfarça bem a criança matreira que adora cometer ingênuas travessuras. Aliás, é bem possível que Miguel tenha ficado tão grande para poder abrigar o coração gigante.
E então a prosa fica fácil, todos os nós se desatam e as rodas se animam, na voz de trovão. Quem não tem uma história pra contar, sobre o convívio com ele? Quem nunca chorou de rir com suas narrativas espirituosas, arrematando os assuntos com finais hilários? 
Tem lá suas dores, como é humano tê-las. Mas elas não transbordam em seu entorno, na forma de amargura e aspereza. Entre um dissabor e outro, a gargalhada revela pactos de cumplicidade com a vida e o infinito desejo de estar feliz e partilhar pequenas e grandes felicidades. Foi assim que entrou na sala de cirurgia. Apesar dos riscos, já conhecidos e aceitos, posou para a foto, sorriso no rosto, os dedos em sinal de paz & amor.
Sem dúvida, Miguel é uma criatura de soluções simples e harmônicas, daquelas que agregam e criam pontes. Uma dessas soluções surgiu quando os três filhos mais velhos começaram a cobrir as paredes de casa com desenhos em lápis de cor e giz de cera. A traquinagem impedia qualquer projeto que incluísse manter as paredes limpas. Mestre na arte da mediação, Miguel fez uma proposta irrecusável: “vocês escolhem uma das paredes e podem riscar à vontade, mas só aquela, hein?”. Trato feito, trato cumprido. A bagunça foi organizada; a paz restabelecida.
Mas que não se tente enquadrar o Miguel em qualquer padrão, ele não cabe em nenhum. Que não se pretenda colocá-lo em caixinhas e gavetas de arquivos. O grandão caminha por espaços inusitados. Move-se, com seus passos pesados e lentos, por labirintos que misturam magia e simplicidade. Gentileza e carisma. Cultiva sua própria maneira de amar, respeitando todas as outras.
Mas o melhor é que, por tudo isso e mais o que não coube nessas linhas, ele nos conquistou de forma incondicional e definitiva. Abriu trincheiras em nossos corações, carimbou imensa afeição em nossas vidas. Eis o porquê da imensa saudade que nos surpreende e entristece.
Ah, Miguel, finja que vai ali, na copa, e volta já já, para a redação, com uma caneca de café fumegante, uma garrafinha de água e uma gargalhada. Se não for possível, companheiro, saiba que sua passagem deixa afinadas notas de amor, entre nós. E é em nome dele que vamos cuidar de sua memória e do seu legado. Vai com Deus, que haja luz e sabedoria por essas novas veredas.

Fonte: #InstitutoZumbidosPalmares
 

Luciano Barbosa garante apoio ao Instituto Raízes de Áfricas.

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Na tarde da terça-feira, 22/09, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros  esteve reunida com o secretário de Estado da Educação, Luciano Barbosa.
Arísia Barros aproveitou o encontro  para   apresentar  o projeto  Concurso de Poesia com Jovens Pretos da Periferia,idealizada pelo Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do Governo do Estado. 
Durante a conversa, a  coordenadora enfatizou sobre a importância do  Odo,O Livro Preto de Poesia de Jovens da Periferia ( resultado do concurso) que será lançado na 9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Obra do gênero inédita no estado, e solicitou ao secretário a inserção da Secretaria de Educação,  na proposta de continuidade do concurso, em 2020.
Assertivo, o secretário Luciano Barbosa  afirmou que "ações como estas movimentam a cabeça da  juventude ,de uma forma muito  positiva  e criam, sobretudo, espaços para divulgar  novos autores.
Claro, que o Instituto Raízes de Áfricas terá o apoio da SEE , afinal é um projeto que  define  a educação da juventude , como prioridade de investimento." 

Antes de encerrar o encontro, Luciano Barbosa convidou  Arísia Barros para  participação no IV Encontro Estudantil da Rede Estadual de Ensino, que acontece em novembro, no CEPA, reafirmando que "nosso desafio permanente é incentivar e descobrir talentos, entre nossos alunos."
Foi uma reunião com bons  resultados.
 .
 

Há suspeita que o pirulito envenenado matou a adolescente.

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A menina, no Rio de Janeiro, aceitou um pirulito de uma mulher desconhecida, quando estava no trem ( não aceite nada de estranhos ensinamos aos nossos filh@s).
A menina aceitou o pirulito, e suspeitam que o doce estava envenenado.
Ao chegar em casa, a menina começou a passar mal, mesmo sendo socorrida, Lorrana morreu.
A  adolescente Lorrana Madalena da Luz Manoel sofreu uma parada cardíaca ,e morreu, na quarta-feira, 23 de outubro..
O pirulito envenenado matou a menina- suspeitam.
Independente do laudo  fica o alerta: não aceite balas de estranhos, principalmente se você for pret@s.
Balas nos matam...
Que o Orun agasalhe a alma de Lorrane.
 

Entre o amarelo e o verde, a SESAU, em Alagoas optou pelo verde. Por quê?

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O Setembro Amarelo se foi,  e o número de casos de suicído no estado de Alagoas continua crescente, agora bem mais,  com a retirada dos holofotes midiáticos.
Desde o ano de 2017, que o Instituto Raízes de Áfricas vem investindo em articulações  junto a SESAU visando criar diálogos possíveis, não só para uma maior  humanização com o trato do problema, como também para  construção de uma política pública eficaz e eficiente de prevenção e auto-cuidados.
Ainda em 2019, o Instituto Raízes de Áfricas  esteve em reunião com o secretário de estado da SESAU solicitando uma ampla  campanha de educação e conscientização de valorização à vida e prevenção ao suicidio, para estabelecer  conversas que sob o tema, com os diversos setores da sociedade mas, infelizmente, não aconteceram desdobramentos   produtivos.
Além de  importantes palestras, seminários, não ocorreram medidas  mais contudentes e necessárias. O gestor da SESAU se fez distante do Setembro Amarelo, mas inexplicavelmente se tornou garoto-propaganda, vestindo camisa e tudo,na inauguração do Hospital da Mulher, em 9 de setembro,do Setembro Verde, ou de uma campanha  estadual e substantiva sobre a doação de orgãos. Campanha esta que, ocupou  e ocupa o outubro rosa e  tem diversos outdoors espalhados  pela cidade, como também,distribuição de material informativo , prédios iluminados com a cor verde para chamar a tenção sob o tema, além de anúncios, em diversos  nos sites locais.
E daí a pergunta que não quer calar: para o gestor da SESAU  uma campanha para doação de orgãos tem mais relevância do que salvar vidas,ou,a prevenção ao suicidio?
Acreditamos que essas duas situações, separadas, são muito tristes e difíceis de encarar. Mas, se trabalhadas juntas, em suas especificidades, criam espaços de valorização à vida.
Suicídio é problema de saúde pública e se o estado  de Alagoas não cuida  dessa questão se faz omisso.
É omisso, o estado de Alagoas?

Ele foi abandonado pelo pai antes mesmo de nascer; viu aos oito anos a própria mãe ser assassinada bem na sua frente...

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Um texto  analítico de Judas Sacaca:


"Todo mundo impressionado com a atuação de Joaquim Phoenix na pele do Coringa. E ao que parece também, todo mundo compreendeu a crítica que o filme faz ao sistema: um sujeito falido econômica e emocionalmente por fim resolve virar bandido - causa e consequência. Perfeito! Parabéns aos envolvidos; recado foi dado.
Então acho que já dá pra gente falar desse Coringa da foto abaixo, que atendia pelo nome de Sandro Barbosa do Nascimento. Só pra situar a galera mais jovem, o Coringão da pesada na foto aí, ficou famoso como o assassino do ônibus 174 no Rio de Janeiro no ano 2000. Ele, assim como o personagem do filme, também passou por uns perrengues na vida, tipo: foi abandonado pelo pai antes mesmo de nascer; viu aos oito anos a própria mãe ser assassinada bem na sua frente; virou menino de rua e em 1993 então com 15 anos sobreviveu à chacina da Candelária.
Mas na cabeça de alguns ele não teve forças para reagir e "vencer" na vida. Preferiu enveredar pelo caminho fácil da malandragem do que agarrar as oportunidades que a vida lhe deu - a tal da meritocracia; tão em voga hoje em dia. Bora falar desse Coringa tupiniquim da vida real? Ou vocês só conseguem entender o estrato social quando ele é entregue a vocês bem mastigado pelos roteiristas de Hollywood numa linda tela digital de cinema?"

Fonte:Judas Sacaca
 

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