Ligia tinha 26 anos e se jogou do alto de um prédio.

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Ligia tinha 26 anos e se jogou do alto de um prédio.

Faz três dias.

Ligia era médica recém formada e  aprendeu na cartilha de  Hipocrates a zelar pelas vidas, mas, Ligia tirou a própria vida.

Dra. Ligia era muito jovem e tinha uma vida inteira pela frente.

Planos, caminhos, possibilidades, mas, Ligia se matou.

Amigos afirmam que Ligia sofria de depressão e estava em tratamento médico.

Ligia só tinha 26 anos e se matou.

Quais seriam as dores da Dra. Lígia?

A depressão e o suicídio são problemas letais de saúde pública e devem se tratados, bem mais além do que o setembro amarelo.

Por que será que Ligia se matou, aos 26 anos?

Precisamos falar sobre suicídios.

 

Fonte: http://www.oclicdanoticia.com.br/2017/12/tragico-jovem-medica-comete-suicidio.html

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Na véspera da parada LGBTI, Sophia Braz, mulher trans e preta, é vitima de homofobia.

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Sophia Braz, vice presidenta do Conselho de Saúde do município de Coruripe, AL, foi vítima de homofobia neste sábado  (16).

O caso aconteceu em uma barraca da orla, bairro de Jatiuca, em Maceió, AL.

Com gritos  de “saia daqui”, “aqui não é o seu lugar”, “viado”,  entre outras  expressões chulas, a conselheira d foi   insultada, por uma cidadã,.

 A agressão  surgiu no momento que, ao passar  pela mesa onde estava a agressora, Sophia  foi elogiada por alguns componentes , fato que irritou a cidadã, como também a utilização do banheiro feminino pela mulher trans.

Para registrar a ocorrência de agressão, Sophia Braz  utilizou o celular, que foi arrancado de suas mãos pela cidadã, que encontrava-se visivelmente transtornada.

A  agressora estava tão possessa que precisou ser  contida pelos ocupantes da mesa.

Abalada, Sophia  fala de constrangimento, preconceito e homofobia: "Eu me senti humilhada, tolhida. Bateu insegurança. As pessoas acham que tem o poder de violar nossos direitos. O ódio na expressão daquela moça foi terrível.  Estou em choque.

Infelizmente esta é a realidade  de violência  para quem foge dos padrões sociais,como a  população trans. Falta respeito, sobra violência.

Mas, é claro que não podemos baixar a cabeça.Precisamos juntar forças nessa luta contra a homofobia e fazer valer as políticas públicas que garantam o direito de toda pessoa de ir  e vir. Precisamos juntar forças nessa luta contra esse conservadorismo que quer nos matar".finalizou

Sophia Braz, que é blogueira do CadaMinuto , Eu,Mulher Trans,  está em Maceió para participar da 16ª Parada do Orgulho LGBTI+ de Maceió/AL, que acontece neste domingo, a partir das 14 horas.

Procurado, para falar sobre o ocorrido, o  responsável pela barraca não quis não quis se pronunciar.

 

 

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Há um genocídio em curso, negligenciado e consentido da juventude preta, nas terras de Zumbi. Para o seu Governo vidas pretas importam, Excelência Renan Filho?

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O blog  raizes da africa vai repetir o que muitos órgãos da imprensa já noticiaram:

Em Alagoas, um jovem negro tem quase 13 vezes mais chances de morrer assassinado do que um jovem branco.

 A informação é do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017 (IVJ 2017), elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

 O índice divulgado nesta segunda-feira (11/12) nos fala  de uma população segregada. Corpos feito  números. Meras estatísticas. Expõe a letalidade juvenil de pret@s.

A pesquisa nos alerta  que  morrem mais pret@s do que branc@s, na terra de Zumbi. Então dá para constatar, cientificamente, que existe algo fora de ordem.

A  violência contra a juventude preta das Alagoas já explode em números alarmantes. É como um processo de desfiguramento de mais da metade da nossa população.

Os discursos de paz perdem seus significados, quando essa paz é seletiva, Excelência.

É preciso sair do lugar de conforto.

Há um genocídio em curso, negligenciado e consentido da juventude preta, nas terras de Zumbi.

Nós, do Instituto Raízes de Áfricas sugerimos a Vossa Excelência a criação de uma Mesa Preta Especial de Negociação, visando  estabelecer um fórum  entre as representações da sociedade civil, conhecedoras e atuantes na questão e o Governo, tendo como objetivo a execução de um Planejamento Estratégico para que  mais muitas vidas sejam poupadas.

Ações além da Segurança Pública.

Precisamos falar sobre a efetivação real de políticas públicas especificas para o povo preto, como Política de Estado, na busca da equidade, entre as gentes. E a busca da equidade pede o olhar estatal às desigualdades raciais.

Precisamos dialogar, sobretudo sobre Racismo Institucional.

Para o seu Governo Vidas Pretas  importam, Excelência?

 

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A depressão tem levado líderes religiosos de todo o mundo a tirarem suas vidas. Dois pastores cometem suicídio esta semana.

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Precisamos falar sobre depressão. Precisamos discutir a rotina invisível dos  suicidios, no Brasil.

O blog alerta.

 

Nos últimos dias foram noticiados dois suicídios de pastores no Brasil, reascendendo o debate sobre o apoio das igrejas aos seus líderes a fim de combater a depressão que tem levado líderes religiosos de todo o mundo a tirarem suas vidas.

Um dos casos aconteceu em Cornélio Procópio (PR) no último domingo. O pastor Ricardo Moisés, da Igreja Assembléia de Deus, se enforcou em sua casa que fica nos fundos da igreja.  Com 28 anos de idade, Ricardo foi encontrado já sem vida por sua esposa, que chegou a acionar o SAMU e a Polícia Militar, mas era tarde demais.

Nesta terça-feira (12) o pastor Júlio César Silva, ex-presidente da Assembléia de Deus Ministério Madureira em Araruama (RJ) tirou a própria vida por enforcamento. O corpo do pastor foi encontrado na varanda de sua casa, localizada em um condomínio na região nobre da cidade.

O pastor Júlio Cesar Silva é sobrinho do pastor Oídes José do Carmo, presidente da Assembléia de Deus – Ministério Campinas e um dos maiores lideres da Assembléia de Deus Madureira no Brasil.

 

Depressão de pastores é preocupante

Ainda que o motivo dessas mortes não tenha sido revelado por suas famílias, os números cada vez maiores de pastores que cometem suicídio têm preocupado instituições em todo o mundo.

O Instituto Schaeffer, dos Estados Unidos, chegou a pesquisar sobre a saúde mental de líderes religiosos e revelou que 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados” física e mentalmente.

Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% dos pastores acreditam que o ministério pastoral afeta negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo.

Assim como o número geral de suicídios, os casos com vítimas que lideram igrejas também têm a depressão como principal causa. Além da doença, fatores como traições ministeriais, baixos salários, isolamento, falta de amigos e problemas conjugais também foram registrados.

Nos últimos dias foram noticiados dois suicídios de pastores no Brasil, reascendendo o debate sobre o apoio das igrejas aos seus líderes a fim de combater a depressão que tem levado líderes religiosos de todo o mundo a tirarem suas vidas.

Um dos casos aconteceu em Cornélio Procópio (PR) no último domingo. O pastor Ricardo Moisés, da Igreja Assembléia de Deus, se enforcou em sua casa que fica nos fundos da igreja.  Com 28 anos de idade, Ricardo foi encontrado já sem vida por sua esposa, que chegou a acionar o SAMU e a Polícia Militar, mas era tarde demais.

Nesta terça-feira (12) o pastor Júlio César Silva, ex-presidente da Assembléia de Deus Ministério Madureira em Araruama (RJ) tirou a própria vida por enforcamento. O corpo do pastor foi encontrado na varanda de sua casa, localizada em um condomínio na região nobre da cidade.

O pastor Júlio Cesar Silva é sobrinho do pastor Oídes José do Carmo, presidente da Assembléia de Deus – Ministério Campinas e um dos maiores lideres da Assembléia de Deus Madureira no Brasil.

 

 

Fonte: http://www.jmnoticia.com.br/2017/12/13/dois-pastores-assembleianos-cometem-suicidio-esta-semana/

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Mas você será executado à luz do dia filho. Na porta de casa. E eu vou lavar seu sangue.

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O texto-depoimento abaixo é de Luara Colpa, 28 anos, advogada e militante, de Belo Horizonte - MG:

Estou a parir meu filho preto. Na maca onde a enfermeira impaciente empurra minha barriga.
Me livro da dor pensando em seu futuro:

De uniforme e banho tomado ele desce a ladeira:- Cuidado ao atravessar a rua! (Ele olha pra trás e sorri

- Não esquece a merendeira hein filho? - Tá mãe!!

- Esteja bem vestido (para não te confundirem ... com ladrão).

- Não erga a cabeça pro polícia.

Vou franzindo a testa e abaixo o tom de voz:

- Ande com carteira de Trabalho no bolso e apresente-a sempre que abordado.

- Se quiser ter o cabelo colorido, será confundido com bandido. Se quiser homenagear seus ancestrais e

fazer dreads e penteados, será chamado de vagabundo.

- Você poderá apanhar na cara – Por que mãe? Porque sim, Não revide

- Você sofrerá revistas vexatórias todas as semanas da sua vida. Porque sim.

- Você será chamado de macaco, "esse preto", "de cor".

- Não ande em grupos pra não ser confundido com arrastão.

- Estude filho, vão falar que as cotas o salvou, que é incapaz. Não dê ouvidos à eles.
- Se você se esforçar muito no trabalho, será chamado de "moreninho até que esforçado" e mesmo que te explorem e expurguem, e que seu salário seja menor que o de todos... usarão seu exemplo, pra justificar a Meritocracia canalha que nos imputam.

- Em qualquer furto na empresa você é o suspeito, filho. Sim.

- Você será mal visto o resto da sua vida na família da sua namorada branca. Porque sim também..

Sua mãe vai sofrer violência obstetrícia no hospital. Porque é preta. Você vai nascer na contramão da vida. Porque alguma igreja um dia disse que não tinhamos alma.

Que nossa cultura era inferior, e mediram nossos dentes e nossas canelas. E nos deram um terço pra tentarmos nos redimir de termos nascido nessa cor.

Quando acharam oportuno, vestiram nossos turbantes e se apropriaram da nossa capoeira. Quando não nos queriam mais, nos forjaram "livres" na Lei do sexagenário. E então fomos expulsos da escravidão para a escravidão real.

Aqui estamos. Somos a história dos centros urbanos, filho. Fomos expulsos do modelo de cidade e do convívio entre pessoas. Nunca fomos pessoas.

Da periferia pra periferia seguimos, expurgados.

Não nos perguntaram onde construímos nossa vida, nossa raiz. Somos sem estória.. A cada despejo fomos para a região metropolitana que nos colocavam. Em cada plano de habitação que meia dúzia de engomados brancos escreveram, fomos encaixotados nos predinhos de 40m². Bem longe. Longe dos olhos dos gringos.

Taparam nossas casas com tapumes pra Copa do Mundo. Botaram camburão na nossa quebrada, pra nos lembrar que desde "o fim" da escravidão, não sabem o que fazer pra tampar nossa existência.

Vão te dizer que mesmo em Estado de Sítio, você tem direito à ir e vir no seu país (que seus ascendentes construíram lajota por lajota.. paralelepípedo por paralelepípedo).

Mas você será executado à luz do dia filho. Na porta de casa. E eu vou lavar seu sangue.

Você será metralhado com 50 tiros. Você e seus amigos pretos. Porque sim. Porque fazem parte da parcela da população que tem que ter regras pra estar vivo. Que é achincalhado desde o nascimento.

Nos exterminarão todos os dias, todos os dias "um crime isolado".

E jogarão a culpa no policial noiado, no indivíduo sob pressão, na legítima defesa. A sociedade não reconhecerá que são todos cúmplices da sua morte.

Eles estão certos, agem em "legítima defesa". Te avisei pra não sair sem a carteira de trabalho filho. Aliás, nem deu tempo de mostrar né? Te avisei pra não encarar o polícia.... Também não precisou. É, não deu tempo.

Vamos entrar pra estatística filho.

Eles só tem a televisão. Só tem a visão longinqua e deturpada do que somos. Eles desligarão a TV quando incomodar. Eles não sabem de mim, nem de você.

Só mais uma mulher sozinha parindo sob violência.

Só mais um preto metralhado. O Deus branco que nos perdoe, somos sem alma.

#Podiasermeufilho

Luara Colpa.

 

 

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Pra policia população de rua é saco de pancada- diz Fabiana morando na rua há 21anos.

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Sou moradora de rua faz 21 anos. Perdi um filho há três anos e o outro está preso. E eu luto para soltar meu filho, porque é a única família que tenho. O único que pode valer por mim.

Amanhã faço aniversário, mas, não tenho nada para comemorar. Eu vivo passando dificuldades e sendo espancada pela polícia.

Pra policia população de rua é  saco de pancada- diz Fabiana morando na rua há 21anos.

 

 

Depoimento na Audiência Pública sobre a Violência contra a População de Rua, ocorrida na OAB/Centro, em Maceió, AL, dia 01/12, promovida pela  Comissão de Direitos Humanos e Minorias  da Câmara Federal.

 

 

 

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Mataram um amigo da gente. Abriram o bucho dele, tiraram o fígado, coração. Tiraram tudo, e agora ele está morto- disse Neide, moradora de rua.

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No antigo prédio do INSS, aqui no centro de Maceió você encontra ossos de gente espalhados por todo canto. É como um cemitério de restos humanos. A gente já denunciou para muitos órgãos, mas, ninguém se interessou. Tem pedaços de braços, Tem cabeças. Tem cabelos. É uma desova quase todo dia.

O prédio do antigo INSS é um matadouro da população de rua-  denuncia  Luiz, um morador de rua durante a Audiência Pública sobre a Violência Contra a População de Rua,

Mataram um amigo meu esquartejado. Arrancaram tudo dele. Só deixaram um braço.

E Neide, outra moradora de rua, complementa: Abriram o bucho dele, tiraram o fígado, coração. Tiraram tudo e agora ele está morto.

E quem fez isso não foi bandido, não. Foram os homens da lei.

A  gente, morador de rua, já está cansado de ser humilhado e morto - sintetiza Luiz.

 

Depoimento na Audiência Pública sobre a Violência contra a População de Rua, ocorrida na OAB/Centro, em Maceió, AL, dia 01/12, promovida pela  Comissão de Direitos Humanos e Minorias  da Câmara Federal.

 

 

 

 

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George foi o primeiro aluno da Universidade de Oklahoma e por ser negro foi obrigado a assistir aulas fora da classe.

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George W. McLaurin foi o primeiro afro-americano a freqüentar a Universidade de Oklahoma, no Kansas, Estados Unidos.
George possuía mestrado na Universidade do Kansas e era professor aposentado, quando conseguiu na suprema corte americana, o direito de realizar graduação em Oklahoma University.
A instituição nunca havia recebido um negro, mas precisou acatar a ordem judicial suprema. Para alocar McLaurin , a universidade construiu ante-salas, um outro refeitório e até sala de estudos, visando separá-lo dos demais estudantes o máximo possível.
O aluno conseguiu, à duras penas, terminar o curso de História, e abriu espaço para outros estudantes negros, que a partir da iniciativa de George, resolveram apelar para a corte suprema e garantir o direito constitucional de acesso igualitário à educação. 

Fonte: #FotosDeFatos

 

 

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Com medo do jovem por ser "negro e feio", a menina acuso-o de estupro. Acuado e humilhado o jovem se matou.

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Vladimir, um jovem negro residente em  Irará, BA foi acusado de abuso sexual por uma  menina de 9 anos. Ele foi preso, violentado e humilhado.

Após toda humilhação sofrida pelo jovem, os exames de conjunção carnal, constataram que não houve a tal violência ,e acuada por falta de provas, a suposta vitima afirmou que  acusou o homem por ele ser negro e feio. Diante desse processo de humilhação e exposição, o  rapaz cometeu o suicido.

O jovem negro dessa história é está morto.

Sim e daí?

Fonte:https://www.facebook.com/culturaquesalva/photos/a.774322349414170.1073741830.764835530362852/778790652300673/?type=3&theater

 

 

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Quando um branco morre assassinado é comoção nacional. Quando um negro morre assassinado é coisa normal. Até quando?

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Para refletir sobre o poder do racismo,  o internauta Julio Barroso, do Rio de Janeiro escreve:

"Quando um branco morre assassinado, vira nome de praça.
Quando um negro morre assassinado vira motivo de graça
Quando um branco morre assassinado, vira estátua
Quando um negro morre assassinado vira estatística
Quando um branco morre assassinado, a zona sul se veste de branco.
Quando um negro morre assassinado, o preto do luto é tudo que se tem.
Quando um branco morre assassinado, é comoção nacional
Quando um negro morre assassinado é coisa normal.

Até quando?"

 

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