Ouça bem. Preste atenção...

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https://www.youtube.com/watch?v=wnLJTM8hdVg

Quer  ver e ouvir?

Copie e cole o link acima e se quiser pode fazer considerações.

O e-mail é arisia.barros@gmail.com

 

 

 

 

 

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Instituto Raízes de Áfricas realiza, em junho, Conversas em Rodas:"Qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?

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No Brasil as mulheres constituem  mais da metade d@s eleitor@s no Brasil,entretanto são quase invisíveis, numericamente nos parlamentos seja municipal, estadual ou federal.

Se somos mais da metade d@s que votam, porque não conseguimos eleger um número mais expressivo dos nossos pares?

É verdade que mulher não vota em mulher?

E como se dá esse processo, no estado de Alagoas, uma terra marcadamente sexista?

Idealizada pelo Instituto Raízes de Áfricas, com apoio de outros parceiros, a proposta da  Conversas em Rodas Qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?  é reunir mulheres candidatas de todos os partidos políticos,visando, em primeiro lugar o reconhecimento entre elas,a  a socialização das candidaturas como também discutir os mecanismos políticos que estabelecem essas sub representação feminina.

Como os partidos aplicam os recursos partidários na promoção da participação feminina?

Os partidos políticos tem apresentado pelo menos 30% de candidaturas femininas em suas listas?

Como se dá o investimento em candidatura de mulheres trans?

Porque as mulheres ocupam tão pouco espaço nas instancias partidárias?

E a representação das mulheres negras, como é tratada?

A autorepresentação das mulheres na política é fundamental, tanto para que atuem como protagonistas de suas próprias lutas, nos cargos eletivos, quanto para, de fato, equilibrar os espaços e as relações de poder, apontando caminhos para um sistema mais inclusivo.

A programação está em construção.

Você sabe qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?  

Não?! Então participe das Conversas em Rodas, que acontece dia 21 de junho- Dia de Luta por uma Educação não Racista e sem Discriminação?

O convite está posto e feito.

Mais detalhes nas próximas edições.

Mais informações: 98827-3656 whatsapp

Para o público se inscrver é simples. Envie um e-mail  com os seguintes dados: nome, endereço, instituição e número de celular para raizes de africas@gmail.com

 

 

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Projeto que torna LEI o Fundo da Igualdade Racial, em Alagoas, é um dos temas de discussão, entre a ativista Arísia Barros e o Senador Renan Calheiros.

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A ausência quase que absoluta de representações do povo preto das Alagoas de Palmares, no campo da disputa política, ou  na discussão, formulação ou decisão dos processos históricos, substancia  a  colonizadora excludência étnica  que vai ressignificando a hegemonia dos espaços de  poder.

Quais são as propostas relevantes na  plataforma política dos candidatos  aos cargos da eleição em 2018,  que venham contribuir  para o enfrentamento ao racismo nos  diversos campos, desde o social , com ênfase no racismo institucional?

Porque é tão nenhuma ou inexpressiva a participação do povo preto no campo político?

A convite do senador Renan Calheiros, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas , Arísia Barros participou de reunião, na tarde/noite da terça-feira,14/05  numa conversa informal  sobre estas e outras questões.

Perguntada sobre as políticas em debate no campo da igualdade racial em Alagoas, Arísia Barros  reafirmou a  importância da necessária e urgente assinatura do projeto que torna  Lei o Fundo Estadual da Igualdade Racial.

 O Fundo financiará ações de  capacitação, aperfeiçoamento e promoção da igualdade, englobando, juventude negra, comunidades quilombolas, indígenas e religiões afro-brasileiras, fazendo assim o enfrentamento aos danos às vítimas de violência do racismo. A proposta de criação do projeto de lei para o Fundo Estadual de Políticas para Promoção da Igualdade Racial surgiu, no ano de  2015,  a partir da articulação do Instituto Raízes de Áfricas  com o secretário de Estado da Fazenda, George Santoro- explicou.

 A ativista reafirmou, ainda, que muitas  das conquistas  com o carimbo das políticas afirmativas estão invisibilizadas. Citou o caso da inexpressividade da gestão da Secretaria de Estado da Educação  com a aplicabilidade da Lei Federal nº 10.639/03 e a quase morta Lei Estadual nº 6.814/07.

O estado de Alagoas negligencia tudo que faz referência a o protagonismo do povo preto- afirmou a coordenadora.

Calheiros ouviu atento e ressaltou do seu interesse na efetivação do projeto de Lei do Estadual da Igualdade Racial e que envidará esforços para que isso aconteça.

 

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Em menos de 24 horas 5 jovens foram assassinados e um baleado em Coruripe, AL. Em Rio Largo foram 3. Quase todos pretos.

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Eles agora fazem parte da relação  de identificação de corpos necropsiados nos IMLs de Alagoas

Marcos Antonio Gomes de Souza, 16 anos; Edvaldo Daniel Barbosa Luiz, 17 anos;  Ricleson Severo dos Santos,  18 anos;  e Marcos Andre Ferreira Silva, 20 anos  são os mortos de Coruripe, em Alagoas de Palmares.

Jovens , em idade produtiva, mas, com os  perfis largamente divulgados como os  da suspeição social: homens, jovens, pretos das periferias pobres.

Segundo o IML, as vítimas de homicídio em Rio Largo foram identificadas como Walisson da Silva Palmeira, Douglas Matheus Pereira Costa, ambos de 14 anos; e André Ricardo de Melo Lira, de 16 Anos.

A ociosidade, a falta de perspectivas, a ausência de programas prioritários que motivem os jovens a assumirem o protagonismo social, gera o clima do “não tenho nada a perder”.

E surgem  os óbitos forjados da ausência  substancial e flagrante de  políticas  estruturais  e públicas e a naturalização de corpos pretos ,como de segunda categoria.

O papel  de todos os governos  é garantir vida da sua população tutelada, inclusive  dos jovens, e quando não o fazem denota uma grave violação ao  direito essencial à vida, humanos e  acordos assinados em convenções internacionais.

"A cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil. Isso equivale à queda de um jato cheio de jovens negros a cada dois dias. Genocídio da população negra é a expressão que melhor se enquadra à realidade atual do Brasil”, afirma a  CPI do Senado Federal, sobre o assassinato de jovens negros 

E em muitos municípios alagoanos os corpos  inertes, a maioria de  jovens pretos, enfileirados na pedra fria dos necrotérios  continuam sem  causar comoção. Seguem como cruzes/lápides espalhadas nos  cemitérios , sob o olhar da indiferença humana.

Do nosso olhar.

Da nossa indiferença.

Até que seja um dos nossos.

 

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Sou um homem negro de 30 anos e celebro todos os lugares por onde passei-afirma Thiago Cesar.

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Ele traz em si longos caminhos. Tem  uma alma  cheias de múltiplas aprendizagens. Muitas tantas inquietações já atravancaram  seu caminho.  Já caí- fala, mas,  Deus  disse que um dia ninguém iria me reconhecer. Que a vitória chegaria. E ela chegou-acrescenta.

É um homem que tem intima ligação com a  fé. Desses que ajoelha e ora.

A vida ensinou-lhe a valorizar pessoas, sentindo a herança viva da solidariedade. Gosto de falar com as pessoas olhando em seus olhos dessa forma há uma troca de verdades, ou não.

Minha educação foi pautada no caminhar adiante. Aos 7 anos já trabalhava em um oficina e ganhava uma quantia considerável pra época. Trabalhei na CBTU entregando água. E um dia tinha emprego ,no outro estava desempregado, foi quando uma empresa me indicou para a jardinagem do Palácio . Fui ser jardineiro  e logo aprendi as técnicas.

O cargo de garçom surgiu depois que fez um curso. E seu bom desempenho despertou o interesse e logo, logo se fez  garçom no Palácio República dos Palmares.

E um exímio fazedor de comidinhas com fartura de quero mais. E a disputa por seus quitutes na copa do gabinete civil é visível e suculenta. Foge dos elogios, mas, o  cuscuz recheado que faz é de se comer de joelhos.  Eu provei. Já ouvi falar também na fama da sopa.

 No próximo ano farei minha faculdade de gastronomia- afirma decidido.

Na transição do governo Teo para Renan foi escolhido para compor a equipe de trabalho e de seu profissionalismo surgiu o convite de Renan Filho para gerenciar a equipe da copa no Palácio República dos Palmares.

Sou um homem negro de 30 anos e  celebro todos os lugares por onde passei. Celebro todas as conquistas. Família, trabalho, amigos  e minha fé. E sou feliz.

Seu nome é Thiago Cesar.

 

 

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A mãe do menino, de 8 anos, morreu de uma forma trágica.

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A mãe do menino de 8 anos morreu de uma forma trágica. Ela acabara de deixá-lo na escola e na volta foi atropelada por um ônibus.

O menino de oito anos não entende a morte da mãe e pergunta a Deus, porque ELE tirou a pessoa que mais amava.

O menino, sem o fio condutor, perdeu o prumo e conheceu a depressão.

Ele olha para o mundo e se sente órfão e triste.

E nesse maio, mês das mães, o menino na escola fica muito mais  triste, porque enquanto, toda festa é preparada, a falta que ele sente da mãe é bem grandona.

As professoras da escola ficam constrangidas com o sofrimento do menino, nem a famosa história da “estrelinha” ganha corpo. A morte trágica da mãe do menino deixa as professoras sem assunto.

O menino olha aquele mundo de festa e sente no fundo do peito que a mãe morta não vai receber as homenagens. Não vai participar da festinha da escola, nem tirar a foto do dia das mães. Ele nunca mais pintará um desenho pra dar a “mamãe com amor”.

A mãe do menino morreu de uma forma trágica e ele agora é órfão.

Não vai mais  comemorar o dia das mães.

E como a escola, junto a família,  pode ajudar o menino a superar essa dor?

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Para o Projeto da criação do Fundo Estadual para Igualdade Racial se tornar LEI, só falta sua assinatura. Assina Renan.

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A proposta de criação do projeto de lei para o Fundo Estadual de Políticas para Promoção da Igualdade Racial surgiu, no ano de  2015,  a partir da articulação do Instituto Raízes de Áfricas  com o secretário de Estado da Fazenda, George Santoro.

Com a fomentação de diálogos, o Instituto Raízes de Áfricas,  mostrou   a necessidade do estado alagoano criar mecanismos de subsistência para execução de políticas de estado  de combate ao racismo.

 Entusiasta, Santoro aceitou o desafio e designou uma equipe da SEFAZ, comandada por Renata Santos( atual secretária do Tesouro  da Fazenda ), que elaborou a versão preliminar do Fundo.

Passados três  longos anos, o projeto de lei que cria o  Fundo Estadual de Políticas para Promoção da Igualdade Racial está esperando só a assinatura do Governador Renan Filho, para cumprir o seu papel, ou seja,  garantir, por meio das  receitas do Estado, disposição de recursos, para o financiamento de políticas públicas, com ênfase na questão negra.

O fundo financiará ações de  capacitação, aperfeiçoamento e promoção da igualdade, englobando comunidades quilombolas, indígenas e religiões afro-brasileiras, fazendo assim o enfrentamento aos danos às vítimas de violência do racismo.

A ação é a primeira grande convergência da sociedade civil e do governo e traz o ineditismo.

O Fundo será adminsitrado pela Secretaria de Estado da Mulher e Direitos Humanos e Conselho Estadual da Igualdade Racial.

 Para o Projeto da criação do Fundo Estadual para Igualdade Racial se tornar  LEI só falta sua assinatura. O número do  processo é 1500 045907 2015

Assina Renan.

 

 

 

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A Parada da Feijoada Solidária com as Mães Encarceradas, ou as Grades dos 130 anos da Abolição Inconclusa, acontece no Presídio Santa Luzia.

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O Instituto Raízes de Áfricas realiza na segunda-feira, 14/05, "A Parada da Feijoada Solidária com as Mães Encarceradas, ou as Grades dos 130 anos da Abolição Inconclusa."

A proposta da Parada é  a partir de um olhar  humanizador, estabelecer espaços de fala, ação e reflexão sobre  as barreiras juridícas, físicas e simbólicas que separam as mães encarceradas da liberdade e da responsabilidade de criar @s filh@s.

É um encontro desafiador, feito ponte discursiva entre liberdade e a privação dela. Faz  alusão aos 13º anos da abolição inconclusa. E lembra que, pessoas atrás das grades também são pessoas

As cadeias brasileiras são os locais concentradores do povo preto. Quilombos no sistema prisional.

Idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas, a Parada conta com o apoio solidário e pessoal  de diversas autoridades, dentre elas: Emilly Pacheco, Diretora Executiva DA Alagoas Ativos, a promotora de justiça Alexandra  Beurlen,MPE, Helder Gonçalves- diretor-presidente da Alagoas Ativos, George Santoro, secretário da Fazenda, Ênio  Lins, secretário de Comunicação, Cláudia Simões, secretária da Mulher e dos Direitos Humanos , Renata Santos, secretária do Tesouro, a Major Viviane Suzuki, SubCoordenadora da Assessoria Militar do Governador,  e do coronel Marcos  Sérgio secretário da SERIS.

A ação acontece , na segunda-feira,das 9 ao meio dia, no Presídio Feminino Santa Luzia, em Alagoas.

 

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Alagoas terá seu Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio. Sim, precisamos falar sobre suicídio, como problema de saúde pública.

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O suicído é uma pandemia no mundo todo. Falar sobre suicídio é tema tabu, complicado socialmente, mas, precisamos falar sobre suicídio e tratá-lo como um problema de saúde pública.

Faz cerca de cinco meses que o Instituto Raízes de Áfricas, vem debatendo o tema com o secretário de estado da saúde, Christian Teixeira visando a  construção de um conjunto de medidas preventivas, buscando quebrar o silenciamento social, discutir o  estigma e estabelecer  a reflexão e o debate sobre a morte autoprovocada como políticas de saúde  pública.

E em reunião acontecida, na sede da SUAP, na manhã desta quarta-feira, 09/05, coordenada pelo supervisor da Superintendência de Atenção à Saúde,  Berto Gonçalo, em que estiveram presentes a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros,Michele Gama, técnica da Gerência da Gerência de Agravos e Doenças não transmissíveis e a psicóloga Laeuza Farias, o dialogo entre Governo e Sociedade Civil se fez. Convidado o Conselho de Saúde não se fez representar.

Durante  a reunião os profissionais da SESAU  fizeram uma apresentação detalhada sobre as ações elaboradas pelas pastas,a atuação dos CAPs (Centros de Apoio Psicossocial), como também falaram sobre a criação da Câmara  Técnica sobre Suicidio.

Na seqüência o Instituto Raízes de Áfricas apresentou à equipe a proposta de  elaboração de um plano de assistência e de cuidados no âmbito da saúde pública, ou a criação do   Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio, em parceria com diversos órgãos governamentais e sociedade civil.  A proposta  foi muito bem recebida.

Uma das pautas das próximas reuniões será a  formação da Câmara  Técnica sobre Suicidio, como também encaminhamentos para a criação do Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio

Com essa postura, o  Estado de Alagoas segue a orientação da  Organização Mundial da Saúde  que incentiva que  todos os países entrem no debate, com tomadas de posição.

 

 

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O ensino de urbanismo é tão raso que fica na análise apenas de desenho urbano- diz a arquiteta gaúchaThaise Machado.

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A arquiteta urbanista, negra gaúcha Thaise Machado  escreve:

Eu como Arquiteta Urbanista estou pouco me lixando para patrimônio edificado, em quanto pessoas estão morrendo por buscar uma moradia digna, minhas lastimas são por elas.

Enfatizo que população que se encontra em situação de rua ou sem teto, são majoritariamente negras. Já pararam para analisar?

A arquitetura é Elitista, isso é fato!

A faculdade constrói profissionais para criar arquiteturas utópicas. O ensino de urbanismo é tão raso que fica na análise apenas de desenho urbano. O povo sai da graduação mais ignorante do que quando entrou.

Felizmente tive a oportunidade de conhecer vários colegas de profissão de todos os cantos do Brasil, aqui vai a minha pergunta para vocês: Em todos os anos de faculdade, em algum momento os professores de vocês falaram da relação do período escravocrata com o desenvolvimento urbano? Ou melhor, qual foi o reflexo do racismo na distribuição urbana das cidades?

Aos colegas de profissão que fizeram post sobre a "tragédia arquitetônica", os meus mais sinceros f*!

Em quanto morar é um privilégio, ocupar é um direito!

 

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