Dentre todos os estados da federação, Alagoas, o segundo menor no território brasileiro é tacanho. Um estado herdeiro de ideias, estreitamente, arraigadas e preconcebidas servidas ao molho salobro do conservadorismo patriarcal.
Alagoas ainda vive sob jugo/autoridade máxima dos donatários contemporâneos, homens, brancos e afortunados.
É estado herdeiro de um projeto político excludente, comandado por eles, sempre eles, homens brancos, das constelações familiares, no troca troca vitalício das cadeiras.
Contraditoriamente, o estado herdeiro viveu, em tempos colonizados (??), sob o jugo da Capitania Hereditária coordenado pelo estado opressor, Pernambuco.
E sabe o que é mais interessante? Deixa te contar.
É que mesmo sendo o estado mandatários da oligarquia resistente , que sufoca possibilidades, Pernambuco , em alguns aspectos e concepções sociais, avançou, diferentemente de Alagoas , que é uma ilha da Fantasia, cercada por mulheres de todos os lados, mas , condicionadas, a não desafiarem a arquitetura androcêntrica, familiar e branca.
Quando Pernambuco elege uma mulher governadora propõe uma ruptura importante, com o patriarcado de séculos sem fim, amém, mesmo que os dogmas políticos não tenham dado um revertério significativo, mesmo assim, a mudança é extremamente importante.
Particularmente, esta ativista alagoana, Arísia Barros, tem apreço a administração de Raquel Lyra a frente do executivo do estado pernambucano.
Ainda temos muito , muito,muito,muito a conquistar
E quando esta ativista viu a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, com Paulo Excelência, pensou: Alagoas nunca teve uma mulher governadora.
Eleger uma mulher governadora, nas terras dos Marechais é uma obrigação histórica, principalmente, das feministas.
Temos força.
Organização
e
Coragem?










