O Governo de Luiz Inácio Lula da Silva, desde 2023, se faz um exercício de reconhecimento e acolhimento a atuação assertiva dos movimentos sociais, aqui , o MNU entra como pauta relevante, e esta ativista, Arisia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, afirma isso, por conta do apoio estatal que recebeu da governança federal, a partir de 2003, e lá se vão 23 anos.
Salve Eliane Cavaleiro e Leonor Franco.
Nos governos de Lula (estamos no terceiro), os movimentos sociais diversos e diversificados ganharam fôlego , peso político e simbólico.
, em 2026, a Caravana Federativa, ou, a 16ª no país todinho, que ocorre na capital Maceió, em Alagoas, templo sagrado do Quilombo dos Palmares, na luta contra a opressão eurocêntrica, capitalista, androcêntrica e racista, no período de 26 a 27 de fevereiro, o Instituto Raízes de Áfricas questiona a ausência flagrante da interseccionalidade, no alinhavo da programação federalizada concluída e apresentada, ao público participante..
Raça/etnia, etarismo, orientação sexual, condição de pessoa com deficiência, índigena, quilombolas na luta pelo território, também não são expressões máximas de representações das lutas, movimentos sociais?
Quando a Caravana Federativa resume os movimentos sociais em Alagoas em MST, MTST,CUT e Sinteal , retroalimenta o apagamento histórico das lutas de Aqualtune, a primeira comandante do Quilombo dos Palmares.
Não é a luta negra, em Alagoas, um movimento social?
Quando a Caravana da União propõe o Diálogos Federativo, com Movimentos sociais, sob o tema: participação social e as políticas públicas no território e EXCLUI, sistematicamente, o movimento negro , no território de resistência do Quilombo dos Palmares, concluimos que tem algo errado nesta equação.
Por que a Caravana Federativa, em Alagoas, cala a voz dos movimentos negros, na terra de Zumbi?
Alagoas é preta !











