Josenilda saiu da limpeza e assumiu a recepção no Palácio República dos Palmares, sede do Governo do Estado de Alagoas.

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Ela entrou na equipe de limpeza do Palácio República dos Palmares, sede do governo do Estado de Alagoas, faz quase dois anos.

Suas responsabilidades eram com o asseio e conservação das dependências do Palácio República dos Palmares.

Era uma peleja não tão suave, mas, agradecia a Deus o emprego que lhe garantia o sustento.  Pelejava  mas, também alimentava os  sonhos de ascender na vida, galgar degraus, outros espaços.

"Trabalhar na limpeza é uma profissão digna, mas, sempre mantive aceso meus planos de descobrir outros caminhos, novos desafios- diz a moça.

E aprendi a respeitar os tempos das coisas, e quando chegou o convite de sair da limpeza e assumir o cargo de recepcionista fiquei muito feliz.

Tenho o ensino médio e agora com o tempo mais livre, vou batalhar para fazer alguns cursos e depois uma  faculdade de Administração.

E hoje estou numa alegria que não tem tamanho. Fiquei feliz com a mudança de cargo.

Na vida a gente precisa acreditar primeiro na gente e investir nisso. Eu acredito em mim."

Seu nome é Josenilda da Silva Santos. Tem 30 anos e agora é recepcionista, no  Palácio República dos Palmares, sede do  Governo do Estado de Alagoas.

 

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Aluno trans acusa profissionais de educação em Alagoas, por humilhação pública.

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Isaac é um adolescente trans. Tem 15 anos e conta o que vem ocorrendo:“Tudo começou em 2017, com a negação da Escola Estadual Dr Miguel Guedes Nogueira em assumir o  meu nome social,pelo qual  lutei muito  para hoje constar junto a caderneta.  Mas, professores e duas coordenadoras se negaram e me humilharam em frente a turma, mesmo eu afirmando que era Lei, e  insistem em me tratar no feminino.

Os alunos começaram a rir quando eu passava nos corredores, e entrava no banheiro masculino. Começaram a me chamar por apelidos horrorosos, e o caso na escola não é só meu, tem um aluno homossexual que chegou a ser perseguido depois da carga horária da escola.

Na quarta-feira sofri agressão física. Quero dar um basta nisso.

Dia 05 de junho, terça-feira, às 16h30 faremos  protesto na frente da escola, para mostrar que os alunos não ficarão calados, com atitudes preconceituosas e discriminatórias.”

A Escola Estadual Dr Miguel Guedes Nogueira fica localizada na Chã de Bebedouro, em Maceió.

O blog  coloca o espaço a disposição da Escola para ouvi-la.

 

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Aqui em Girau do Ponciano,AL, as famílias estão em pânico, já não sabem mais o que fazer com tantos casos de suicídio- diz o leitor do blog.

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 Aproximadamente 7% da população mundial enfrenta, ano a ano, o luto por alguém que se matou. No Brasil, em média, 32 pessoas por dia tiram a própria vida, fazendo com que o suicídio continue sendo a segunda maior causa de morte em jovens dos 15 aos 29 anos de idade e a principal entre mulheres dos 15 aos 19

"Em Girau do Ponciano, município alagoano, em menos de sete  dias, três pessoas se mataram. No dia que a agente pública do estado morreu mais dois jovens tentaram se matar em Girau do Ponciano. Uma tomou remédios e o outro tentou com uma corda.

Na sexta-feira anterior a morte da Agente do Estado, outra jovem de 28 anos se enforcou.

E há anos, os números só tendem a crescer. O problema está ser tornando  uma epidemia"- diz o leitor do blog, lá de Girau

"Em menos de três anos já se foram 10 vidas através do suicídio. Perdemos  as contas das tentativas, e também da quantidade de adolescentes se auto mutilando- complementa o internauta-leitor.

Aqui em Girau as famílias estão em pânico, pois já não sabem mais o que fazer com tantos casos de suicídio ocorrendo, automutilação e às várias tentativas. Estamos vivendo sobre um caos  e nenhuma autoridade faz nada.Ninguém está fazendo nada, a população está se revoltando"-acrescenta o internauta.

E o blog reafirma: Suicídio é um problema de saúde pública, e com os números crescentes em  Alagoas deve ser tratado como ação prioritária do governo.

Só porque qualquer vida  importa.

 

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A agente do Estado se matou em Girau do Ponciano, a cidade da 7ª região, em Alagoas, onde suicídios são recorrentes.

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A moça, ainda bem jovem e agente do Estado, resolveu abortar o  futuro todo, que teria pela  frente.

A moça se matou.

É  mais uma morte auto-provocada.

A moça se matou, e enquanto o Estado não considerar  o suicídio como problema de saúde pública, muitos outras moças e moços abandonarão a vida, assim, subitamente.

Abruptamente.

Segundo um relatório da Secretaria de Estado da Saude-SESAU dados sobre  suicídios apontam a  sétima região de Saúde do Estado de Alagoas, com números preocupantes e importantes de mortes auto-provocadas.

A sétima região de Saúde é a maior de todas de Alagoas, e de uma extrema e vital  importância. Comporta 17 municípios e fica na região central do Estado. Tem o município de Arapiraca , como a grande referência para toda esta localidade.

Em Arapiraca as taxas de  mortes por suicídio são altas.

E no município de Girau do Ponciano que  faz parte da sétima região de Saúde do Estado de Alagoas, os dados não são  nada animadores.

A cada 45 minutos, um pessoa no Brasil comete suicídio.

Sim.

O Estado precisa falar sobre suicídio.

 

 

 

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Conheci a senhora no Pelourinho, em Salvador- disse-me a mulher encarcerada no Presídio Santa Luzia

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-A senhora esteve no Pelourinho, em Salvador  este ano não esteve?- me perguntou uma das presas que participava da Parada da Feijoada Solidária com as Mães Encarceradas, ou as Grades dos 130 anos da Abolição Inconclusa, realizada pelo Instituto Raízes de Áfricas, no Presídio Santa Luzia, na segunda-feira, 14/05.

Afirmei que sim, ela exultante virou-se para a companheira que estava ao lado e falou:- Eu não disse? Não esqueço um rosto, e retomando a conversa: Estava dizendo pra minha colega aqui, que já tinha visto a senhora quando eu estava do lado de fora. Lá no Pelourinho, em Salvador. Até assisti uma palestra sua.

E você veio de Salvador para Alagoas, mulher?- perguntei para aliviar a travessia brusca ,no diálogo sobre  liberdade, por entre as grades.

Ela me respondeu severamente- É vim cair em Alagoas e agora estou aqui.

Era uma  mulher de traços rústicos, uma preta com o volume dos cabelos alisados, feições bastantes definidas entre  a dor e o abandono. Gente assim, como eu e você.

Não sei o crime que ela cometeu, também não procurei saber. Em algumas situações é melhor não saber, para que nossa humanidade não seja provocada por pré  julgamentos.

Mas, a preta presa, continuou em uma conversa amena, como se assim pudesse esticar o tempo de   respirar a liberdade d’antes vivida nos caminhos do Pelourinho, e no fim afirmou:- Gostei do seu visual, era o mesmo que usava quando estava lá fora. Gostei de rever a senhora. Obrigada por esse trabalho.

Ela era uma mulher preta que me conhecia antes de se tornar presa.

E mesmo assim continuamos a falar de liberdade

 

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Mas, comemorar um casamento real em um país imperialista, colonial e escravocrata como um ganho para a comunidade negra, aí não. Por favor!

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negrobelchior escreve:

 

A família real britânica não exerce poder político definidor há tempos. Mas seu simbolismo e tradição são algo caro aos ingleses e deveria ser caro ao resto do mundo também. Em especial aos descendentes de africanos e, sobretudo em países vítimas da colonização pelo mundo afora. A família do noivo ruivinho tem uma tradição de cerca de mil anos. Atravessou, portanto, o antes, o durante e o depois dos quase 4 séculos de escravidão mercantil que devastou a África e assolou o chamado novo mundo.
O tráfico de pessoas escravizadas se estendeu por este período e vitimou, por baixo, cerca de 12 milhões de seres humanos africanos. A riqueza gerada pela escravidão rendeu à Inglaterra o acúmulo primitivo de capital suficiente ao advento da primeira revolução industrial e manteve este país como a grande potência mundial nos séculos 18 e 19. Isso mesmo, o sangue do parto do capitalismo mundial é de africanos escravizados, indígenas e seus descendentes. Ainda hoje a família real detém, além do financiamento do governo/estado inglês, o patrimônio de terras e negócios na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte e uma fortuna imensa não revelada.
Todo o glamour, a elegância e a riqueza do casamento dos pombinhos, tem essa origem aí... sacou?

É até bonito ver uma neo-princess-afro sorrindo na tela, uma mãe preta super elegante e emocionada, um coral black super afinado e um pastor preto simpático citando Luther King. Mas comemorar um casamento real em um pais imperialista, colonial e escravocrata como um ganho para a comunidade negra ou para o povo negro, aí não. Por favor! É preocupante a adesão, em especial pela negrada, ao crescente discurso de valorização de uma representatividade vazia de significado, legitimidade e preocupação com a coletividade, cada vez mais liberal e individualista. Será que não aparecemos ali exatamente no lugar de sempre? Servindo, cuidando, cantando, orando e embelezando a vida deles?

Será essa a representação que precisamos alimentar?

 

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Estou no Presídio Santa Luzia faz 7 anos e quando participo desses encontros, me sinto um pouco livre- afirmou uma das mães encarceradas.

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O Instituto Raízes de Áfricas realizou na segunda-feira, 14/05, "A Parada da Feijoada Solidária com as Mães Encarceradas, ou as Grades dos 130 anos da Abolição Inconclusa."

A Parada foi um encontro de muitas falas, afetos e a palavra  saudade feito verbo. Em alusão ao  dia das mães, a abolição inconclusa e  a liberdade que , ainda, não veio.

Um dos temas discutidos foi  sobre a responsabilidade de ser uma mãe encarcerada.

Foi um dia pra sentir-se pessoa, gente de carne e osso com sonhos e caminhos de possibilidades.

60 mulheres mães de filh@s distantes, mãe ainda com bebê na barriga e dois bebês, contando seis meses de cárcere, participaram da atividade. Os bebês receberam dengo e muitos braços.

Na Parada  teve  diversas dinâmicas, conduzidas pela psicóloga, Juliana Gomes.

“Primeiro vocês precisam acreditar em vocês, olhar no espelho e se afirmarem: Eu estou aqui, mas, não vou permanecer a vida inteira- falou a Juliana.

Teve a  simbologia da árvore da liberdade  que ficou lotada com um  monte de sonhos escritos e pendurados no desejo da materialização.

Teve mãe que  mandou recadinhos: Dê amor aos seus filhos e não importa qual o tamanho que ele esteja.

Tenho 5 filhos adotivos- disse Jane Daris. O que eu quero pra eles é o melhor de mim.

Vocês, ainda, podem ser referência para seus filhos – dizia a psicóloga Juliana Gomes, acalentando a alma solitária daquelas mães,  no espaço em que as emoções /esperanças eram coletivas.

Uma senhora revelou: "Eu já fui mãe, mas, não sou mais porque meus dois filhos morreram e hoje estou aqui, porque livrei um sobrinho de cair nesse mundo. Estou feliz, ao menos ele pude libertar."

A Parada da Feijoada Solidária despertou o sentimento de  caminhos e liberdade.

O que mais dói em uma mãe encarcerada é a falta de informações sobre os filhos, o medo de não ver mais, perder o dia a dia, fases de crescimento.O que dói em uma mãe encarcerada é não poder ser mais a mãe.-sintetizou a mulher com saudades dos filhos.

A Parada contou com o apoio solidário e pessoal  de diversas autoridades, dentre elas: Emilly Pacheco, Diretora Executiva DA Alagoas Ativos, a promotora de justiça Alexandra  Beurlen,MPE, Helder Gonçalves- diretor-presidente da Alagoas Ativos, George Santoro, secretário da Fazenda, Ênio  Lins, secretário de Comunicação, Cláudia Simões, secretária da Mulher e dos Direitos Humanos , Renata Santos, secretária do Tesouro, a Major Viviane Suzuki, Sub Coordenadora da Assessoria Militar do Governador,  e do coronel Marcos  Sérgio secretário da SERIS. pessoas de secretários de estado.

E com a valiosa participação dos agentes penintenciários, a representnte do Presídio Santa Luzia e do motorista Eder Carlos.

E na Parada teve feijoada.

 

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Ouça bem. Preste atenção...

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https://www.youtube.com/watch?v=wnLJTM8hdVg

Quer  ver e ouvir?

Copie e cole o link acima e se quiser pode fazer considerações.

O e-mail é arisia.barros@gmail.com

 

 

 

 

 

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Instituto Raízes de Áfricas realiza, em junho, Conversas em Rodas:"Qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?

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No Brasil as mulheres constituem  mais da metade d@s eleitor@s no Brasil,entretanto são quase invisíveis, numericamente nos parlamentos seja municipal, estadual ou federal.

Se somos mais da metade d@s que votam, porque não conseguimos eleger um número mais expressivo dos nossos pares?

É verdade que mulher não vota em mulher?

E como se dá esse processo, no estado de Alagoas, uma terra marcadamente sexista?

Idealizada pelo Instituto Raízes de Áfricas, com apoio de outros parceiros, a proposta da  Conversas em Rodas Qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?  é reunir mulheres candidatas de todos os partidos políticos,visando, em primeiro lugar o reconhecimento entre elas,a  a socialização das candidaturas como também discutir os mecanismos políticos que estabelecem essas sub representação feminina.

Como os partidos aplicam os recursos partidários na promoção da participação feminina?

Os partidos políticos tem apresentado pelo menos 30% de candidaturas femininas em suas listas?

Como se dá o investimento em candidatura de mulheres trans?

Porque as mulheres ocupam tão pouco espaço nas instancias partidárias?

E a representação das mulheres negras, como é tratada?

A autorepresentação das mulheres na política é fundamental, tanto para que atuem como protagonistas de suas próprias lutas, nos cargos eletivos, quanto para, de fato, equilibrar os espaços e as relações de poder, apontando caminhos para um sistema mais inclusivo.

A programação está em construção.

Você sabe qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana?  

Não?! Então participe das Conversas em Rodas, que acontece dia 21 de junho- Dia de Luta por uma Educação não Racista e sem Discriminação?

O convite está posto e feito.

Mais detalhes nas próximas edições.

Mais informações: 98827-3656 whatsapp

Para o público se inscrver é simples. Envie um e-mail  com os seguintes dados: nome, endereço, instituição e número de celular para raizes de africas@gmail.com

 

 

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Projeto que torna LEI o Fundo da Igualdade Racial, em Alagoas, é um dos temas de discussão, entre a ativista Arísia Barros e o Senador Renan Calheiros.

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A ausência quase que absoluta de representações do povo preto das Alagoas de Palmares, no campo da disputa política, ou  na discussão, formulação ou decisão dos processos históricos, substancia  a  colonizadora excludência étnica  que vai ressignificando a hegemonia dos espaços de  poder.

Quais são as propostas relevantes na  plataforma política dos candidatos  aos cargos da eleição em 2018,  que venham contribuir  para o enfrentamento ao racismo nos  diversos campos, desde o social , com ênfase no racismo institucional?

Porque é tão nenhuma ou inexpressiva a participação do povo preto no campo político?

A convite do senador Renan Calheiros, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas , Arísia Barros participou de reunião, na tarde/noite da terça-feira,14/05  numa conversa informal  sobre estas e outras questões.

Perguntada sobre as políticas em debate no campo da igualdade racial em Alagoas, Arísia Barros  reafirmou a  importância da necessária e urgente assinatura do projeto que torna  Lei o Fundo Estadual da Igualdade Racial.

 O Fundo financiará ações de  capacitação, aperfeiçoamento e promoção da igualdade, englobando, juventude negra, comunidades quilombolas, indígenas e religiões afro-brasileiras, fazendo assim o enfrentamento aos danos às vítimas de violência do racismo. A proposta de criação do projeto de lei para o Fundo Estadual de Políticas para Promoção da Igualdade Racial surgiu, no ano de  2015,  a partir da articulação do Instituto Raízes de Áfricas  com o secretário de Estado da Fazenda, George Santoro- explicou.

 A ativista reafirmou, ainda, que muitas  das conquistas  com o carimbo das políticas afirmativas estão invisibilizadas. Citou o caso da inexpressividade da gestão da Secretaria de Estado da Educação  com a aplicabilidade da Lei Federal nº 10.639/03 e a quase morta Lei Estadual nº 6.814/07.

O estado de Alagoas negligencia tudo que faz referência a o protagonismo do povo preto- afirmou a coordenadora.

Calheiros ouviu atento e ressaltou do seu interesse na efetivação do projeto de Lei do Estadual da Igualdade Racial e que envidará esforços para que isso aconteça.

 

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