Esta ativista, Arísia Barros, em momentos díspares, aqui ou alhures abordou, João Henrique, o prefeito de Maceió, para  conversas, ao pé do ouvido,  boas,importantes.

Conversas faustas de possibilidades.

João Henrique é um cabra versátil de ideias importantes, e é interessante ouvi-lo. 

Mas, esta ativista sempre pontuou que a Prefeitura de Maceió deve ter , a inserção responsável da discussão antirracista, como politica de estado.

Conversa vai,  conversa vem e  João topou ( massa!).

Durante um tempo curto, mas extremamente produtivo, o Programa Maceió é Massa Sem Racismo, do Instituto Raízes de Áfricas, se fez protagonista, alcançando espaços nunca d’antes pensados.

Foi uma espécie de insurgência experiente e assertiva.

E, olha só, João Henrique , um ano após, o  silêncio cúmplice e conveniente de tantos e muitos tomou conta.

Tu ouves?

Alô , presidenta do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas- CONEPIR, esta ativista sente falta das cobranças inflamadas.

Por que do silêncio compassivo?

Ou será fraterno?

Caro prefeito de Maceió, João Henrique, em letras miúdas , melhor graúdas, assevero que  é  a SEMUC, Secretaria Municipal da Mulher, Pessoas com Deficiência, Idosos e Cidadania a responsável direta ,pelas políticas públicas de direitos humanos da sua gestão,(todas!), ou seja, as políticas sensíveis, entretanto a abstinência das ações, está tão visceral, abissal  que  a pergunta comum, o zumzum geral é: 

A Semuc ainda existe?

Existe, João Henrique?!

Abraços, querido!