Esta ativista falou sobre a Débora Raposo, a filha da Valda,  em matéria publicada no blog, e olha que bacana, gente, mal postei a matéria, a Débora que é assistente social, enviou mensagem ao blog.

Além de ficar muito contente pela força da comunicação do blog, esta ativista, Arísia Barros,  fica toda boba, com o retorno.

Obrigada, Débora!

‘Arísia, tudo bem? Sou Débora Raposo, assistente social, formada pela Universidade Federal de Alagoas – IFRI. Acredito profundamente em cada palavra que você traz. A linha dos seus textos carrega resistência, verdade e ancestralidade.

 Seu ativismo enquanto mulher quilombola é inspirador porque nasce do território, da memória e da luta cotidiana — não é discurso distante, é vivência, é corpo, é história. Esse modo de existir e resistir dialoga muito com os princípios que movem a minha trajetória pessoal, profissional e familiar. 

O livro da Karina foi um presente que eu mesma ofereci ao meu pai, inclusive como um convite para sair um pouquinho das telas e das redes pessoais do celular e voltar ao tempo da leitura, da escuta e da reflexão. É uma leitura excelente, potente, que atravessa gerações. Minha mãe caminha um pouco mais lenta nesse processo, mas já começa a compreender e sentir esse movimento. 

Eles são um casal de idosos que, mesmo assim, cuidam de outro idoso — e seguem firmes, resistentes, aprendendo e ensinando todos os dias. Obrigada, obrigada mesmo. Foi lindo. Lindo de verdade. Resistir também é bonito”

Bonito, né, não?

Obrigada, Débora.

Sigamos!

https://www.cadaminuto.com.br/noticia/2026/01/25/falei-com-arisia-barros-a-defensora-dos-quilombolas-comentou-valda-com-a-filha-debora