Encontre-se por Carol Fontan

Inteligência Emocional ou Educação Emocional?

  • 29/09/2020 14:49
  • Encontre-se por Carol Fontan

As pessoas têm me perguntado bastante sobre inteligência emocional, penso que seja porque habitualmente resumem ao controle emocional, e o controle emocional é percebido nos momentos de crise. .

A inteligência emocional vai muito além disso, porém, faz parte. É um eterno desenvolvimento, uma reeducação que eu chamo de Consciência Emocional, porque é trazer a consciência ao que era desconhecido e educação porque requer prática. .

O mais interessante é que normalmente as pessoas tratam Corpo e Mente como sendo distintos um do outro, mas a real é que o corpo influencia a mente e a mente influencia o corpo, trabalham juntos em busca de equilíbrio. .

A alimentação tem interferência no nosso humor e disposição, através dos neurotransmissores e hormônios que são disparados em nosso corpo, o que interfere nos nossos pensamentos e forma de enxergar as situações e que por consequência são gatilhos que disparam as emoções e geram comportamentos. Um conjunto de hábitos alimentares, exercícios físicos e prática do autoconhecimento são capazes de transformar a mentalidade e a forma de viver a vida, como também nossos resultados. .

A maneira como lidamos com as crises tem relação direta com as nossas memórias, crenças que formataram nossos comportamentos e nos deu um modelo mental. Eu penso que para lidar com crises é necessário um investimento prévio das emoções, um casamento que passa por uma crise mas que foi abastecido e alicerçado em parceria e amor, vai sobreviver a uma crise... Uma empresa que tem um fundo de reserva também consegue sobreviver. .

Uma boa rotina consegue ativar áreas do cérebro que são responsáveis pelo autocontrole e decisões, aliado a isso relaxa também as atividades da amígdala (área reativa e mais primitiva do cérebro). .

É uma construção pautada na decisão de ser e viver melhor. A vida é presente, não devolva sem abrir 💓🌳🧠.

Se curtiu, me acompanhe nas redes sociais para mais dicas de desenvolvimento pessoal: @carolfontann

82.99913-5276  @carolfontan 

Coração de Gelo

  • 22/09/2020 15:08
  • Encontre-se por Carol Fontan

DIFICULDADE PARA DEMONSTRAR SENTIMENTOS 💓

O congelamento do universo afetivo funciona perfeitamente como uma muralha de proteção à dor, ao contrário do que se imagina as pessoas que são vistas como “frias” são extremamente sensíveis e é bem provável que venha de uma infância de desamor e desprezo o que a fez criar um personagem como estratégia de fuga ao sofrimento já conhecido. .
Congelam as emoções e logo podem funcionar nas relações afetivas, nas relações profissionais e dentro dos interesses pessoais, sem sofrer.
.
O cenário de inibição emocional é muito comum nas famílias durante a infância, a criança mais sensível sofre ao expressar seus sentimentos, é desconsiderada, é comparada às outras crianças, é inferiorizada com rótulos de manhosa, chata, dengosa e etc.
.
O Aprendizado dessa criança pode ser: que demonstrar o que sente ou se expressar é sinal de fraqueza, que força é aguentar calada, que ser forte é ser indiferente...
.
Quando congelamos nossas emoções, não percebemos se machucamos alguém, porque quase sempre somos pessoas amáveis, atentas, servis e disponíveis. Nunca uma agressão, nunca um confronto ou conflito. Os outros podem até mesmo afirmar que é impossível brigar conosco, já que exibimos um equilíbrio invejável. Os benefícios são todos para nós: não sofremos nenhuma dor. As desvantagens são para os outros, porque, nesse “não sentir o outro”, nós o deixamos completamente fora do nosso campo de percepção.
.
Não há nada que o outro possa fazer para nos envolver, vivemos relações rasas e superficiais, não nos permitimos nos entregar. Continuaremos impávidos e estáticos dentro do nosso gelo emocional. Esse personagem permite que nos libertemos de sentimentos comprometidos, porque simplesmente não os sentimos. .

@carolfontann  99913-5276 

VOCÊ NÃO PRECISA PROVAR SEU VALOR

  • 17/09/2020 21:18
  • Encontre-se por Carol Fontan

Quando falamos em rejeição parece algo muito distante da nossa realidade, a verdade é que boa parte de nós já́ sofremos algum tipo de rejeição em algumas ou muitas áreas de nossas vidas. .

A rejeição não é só́ o abandono em si, existem muitas formas que causam o sentimento e um significado de ser rejeitado; desde a infância quando os coleguinhas não queriam você̂ na brincadeira, as comparações constantes com seu irmãozinho, abuso físico, verbal ou emocional, ausência constante dos pais, conflitos dentro do lar, infidelidade ou divórcio... a lista é enorme.

Cada acontecimento novo só́ reforça esse sentimento e de forma inconsciente demonstramos em nossos comportamentos o grau de profundidade dessa ferida em nosso ser, alguns menos e outros mais. .

É aquele sentimento de não ser aceito como você̂ é, então vestimos máscaras na esperança de conseguir aprovação. Muros de proteção são criados para que não corra o risco de sentir a rejeição novamente; como a autodefesa, dificuldade de demonstrar afeto com medo de se relacionar, tentar agradar a todos na expectativa de aceitação.

Muitas pessoas não aceitam errar pois acreditam que precisam ser perfeitas para serem aceitas, outros se tornam grandes empresários para provar seu valor, outras se vitimam porque acreditam que assim receberá amor.

A aqueles que estão sempre inseguros atormentados pelo o que os outros pensam ao seu respeito, são aqueles que precisam agradar e não conseguem dizer não e com isso são alvo fácil dos controladores de plantão. O resultado desses hematomas de rejeição podem ser percebidos pela amargura, ira, culpa, inferioridade, autoimagem pobre, críticas, autodefesa, competição, ciúmes, perfeccionismo e etc. .

Falta de amor próprio é um dos resultados daqueles que tem uma raiz de rejeição em sua vida. Muitos dizem que se amam mais estado se punido constantemente através da falta de autocuidados, de autocompaixão, de autoaceitação. Se punem através de relacionamentos destrutivos, pune seu corpo com alimentação ruim e com vícios.

Ressignificar é adaptar-se por inteiro, atribuir um novo significado para a vida, é enxergar a oportunidade até mesmo nos piores momentos, é ter coragem para mudar, é enfrentar as dores de peito aberto e aprender com elas, é encontrar novos caminhos para realizar os sonhos, é ser perseverante. 

Ressignificar e se conhecer para se aceitar e construir uma boa autoestima é um dos caminhos, mas penso também que se somos imagem e semelhança do Deus vivo, como não se amar?

@carolfontann   82.99913-5276

Surto de felicidade se espalha pela cidade

  • Carol Fontan
  • 14/09/2020 10:21
  • Encontre-se por Carol Fontan

Surto de felicidade se espalha pela cidade 😍 Tá aí uma notícia que gostaria de ser portadora 🤗, brincadeiras à parte, estava eu estudando um pouco  sobre a pulsão de vida e morte e é claro que não vou me a ter a essa explicação técnica  aqui pois seria um tanto entediante, no entanto gostaria de compartilhar uma visão diferente sob a pulsão pela vida. 

Quando a vida pulsa em você é o desejo ardente de viver cada segundo de forma intensa e da melhor maneira, aproveitar bem o seu tempo com tudo aquilo que dê alimento a sua alma, ao seu viver, o pulsar é a motivação intrínseca em busca de uma satisfação e saciação de uma necessidade biológica, que neste caso seria a felicidade.

 Chegamos ao ponto: alimentar a felicidade, cultivar alegrias, investir em momentos prazerosos, o quão seria bom se investíssemos nosso tempo buscando ser mais felizes, se ao invés de criticar pudéssemos estender a mão e  só escutar. Se pudéssemos nos permitir gargalhar a cada problema novo que surgisse, na certeza de sua superação pessoal. 

O quão seria bom se não precisássemos de bebidas alcoólicas para se sentir à vontade para dançar e cantarolar e que isso fosse uma rotina, o quão bom seria se investíssemos mais nosso tempo e nosso dinheiro em boas risadas e boas companhias, investir em boas lembranças, se pudéssemos lembrar mais do nosso passado de forma orgulhosa ao invés de lamentação. Se investíssemos mais nosso tempo em busca de realização ao invés de perder tempo criticando ou com medo de ser criticado. Se pudéssemos ensinar aos nossos filhos a ser mais livres e a ter autoestima ao invés de se preocupar tanto com “as aparências sociais”.

 Quão seria bom se uma atitude de honestidade fosse tão comum que não precisasse virar notícia nacional, quão seria bom se as crianças pudessem correr, gritar e pular sem receber os olhares atravessados dos julgadores já lhe rotulando como mal educados ou até como hiperativos... Quão seria bom se pudéssemos nutrir mais esperança e menos raiva dentro de nós... são tantas coisas que me fazem pensar que o pulsar que vivemos é ao contrário a vida, e o mundo ainda não percebeu que não há vida nisso.

 O devaneio foi tão grande que cheguei a imaginar como seria a escrita na lápide no dia da despedida: Morreu aos 127 anos de forma ativa e lúcida, causa da morte: A vida pulsou tão forte que seu corpo já não acompanhava o mesmo vigor resultando em um surto de felicidade.

 É eu sei que esse texto é um tanto utópico, mais finalizo com uma última reflexão: O quão seria bom que a felicidade despertasse mais o interesse que as doenças e os problemas e até mesmo a morte?! E o quanto de vida pulsa em você neste exato momento? 

 

82.99913-5276  @carolfontann 

NÃO CHAME DE PERSONALIDADE FORTE SUA FALTA DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

  • 09/09/2020 13:39
  • Encontre-se por Carol Fontan
Não Chame de Personalidade forte sua falta de inteligência emocional

Ok, não vou dizer para você levar desaforo para casa, mas acredito que você pode deixar na esquina. Vou explicar melhor. 

Levar para casa, ou seja, guardar, não é a melhor saída. Aquilo que é reprimido vai se nutrindo e possivelmente se transformando em algo maior, podendo eclodir, mas tarde de outras formas, isso também acontece quando vamos acumulando pequenos casos de repreensão ao longo do tempo. E mesmo que você quisesse se calar e guardar, mas esse não foi o modelo que você aprendeu quando pequeno, nesse caso só resta a reação mais comum diante de uma discussão: O ataque como defesa ou se preferir a “Explosão” , enfim quando se espalhar difícil vai ser juntar né. 

Isso acontece porque em um momento de raiva nosso corpo é inundado por cortisol que é o hormônio do estresse, aquele responsável em te manter em estado de alerta constante, preparado e focado para o perigo que é eminente, ou seja, o ataque é automático e irracional. Irracional porque a parte do cérebro responsável pela lógica é desativado para que a amigdala funcione, ela que é a responsável pela reatividade emocional. Resumindo: vai da merda. 

Nesses momentos a melhor alternativa seria canalizar sua energia para outra atividade que desvie seu foco e você consiga descarregar um pouco dessa adrenalina, assim você consegue dar tempo para que o corpo metabolize o cortisol e vá voltando a sua normalidade e a sua capacidade de raciocínio também. Não conseguimos combater um pensamento com outro pensamento, para cortar o efeito de um é necessário parar de pensar (pelo menos no fato em específico) e nesses casos, atividades que utilizem o corpo, como corrida, dança, ou até cantar, tomar um cafezinho com um colega, ajudam muito. 

Pensando em levar o desaforo até a esquina, você simplesmente ir até lá e respirar profundamente algumas vezes, isso já oxigena o seu cérebro e dá aquele tempinho necessário antes de entrar no gatilho automático da reação. 

È, mas tenho que ser bem sincera com você e te dizer que talvez você não lembre dessas minhas palavras no seu próximo momento de raiva, talvez até lembre, mas só depois que já tiver passado. Isso acontece porque em sua mente já existe um padrão de reação gravado em sua memória de acordo com as suas experiências e alimentado durante toda a sua existência e é automático, por mais que você saiba o correto a se fazer é mais forte que você. Para mudar esse e muitos outros comportamentos é necessária uma DESCONSTRUÇÃO estar disposto e aberto a REAPRENDER uma maneira nova de viver, construída com base em práticas que ativem áreas do seu cérebro e mente te deixando menos reativo e mais receptivo, desenvolvendo a sua inteligência emocional, adquirindo liberdade emocional, porém, esteja ciente que toda liberdade exige um preço.

 

                                                                        @carolfontann 82.99913-5276 

 

O Cão Alegre

  • 07/09/2020 15:34
  • Encontre-se por Carol Fontan

O cão alegre

Era uma vez, um cão que sabia esconder muito bem as suas emoções.

Ele ficava amarrado sob uma árvore de sombra.

Ele sempre abanava o rabo era fofo, por isso, era chamado de “O Cão alegre”, tão alegre quanto a primavera.

O cão sempre se divertia muito com as crianças do vilarejo. Porém, toda noite, ele gemia e choramingava quando não havia ninguém por perto.

Ele chorava porque queria se soltar e correr livremente no campo florido.

Mas ele não podia por isso chorava todas as noites.

Certo dia, uma voz dentro dele perguntou ao cão alegre: 

“Porque você não corta a coleira e foge?”

E o cão alegre respondeu:

Estou amarrado há muito tempo, então não sei mais como me libertar.” 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Esse conto é narrado em uma série coreana disponível no Netflix, trouxe esse assim como trarei outros contos dessa mesma série que aborda de forma tão profunda e leve, alguns aspectos emocionais e comportamentais que gostaria de compartilhar com vocês. 

Muitas vezes vestimos uma mascara para cobrir ou disfarçar aquilo que estamos sentindo, assim escondemos a nossa dor enquanto à usamos, nos acostumamos e por vezes até gostamos do papel que assumimos, mas aquela dor que fingimos não existir, só cresce, porque está sendo nutrida e regada a ponto de se enraizar e de se tornar uma prisão criada por nós mesmo. 

Me pergunto: quantos de nós estamos fingindo alegria enquanto socializamos? E ao anoitecer a dor invade o peito de forma tão forte a ponto de nos fazer gemer, assim como o cão alegre....

Me pergunto ainda por quanto tempo suportamos conviver de forma tão amistosa com algo que nos machuca e nos paralisa? 

Foi a dor que nos incapacitou? Ou já éramos incapazes e nos aproveitamos da dor como muleta para justificar continuar parado onde estamos, aceitando e nos contentando com algumas migalhas?!

A Dor faz parte da vida e teremos que lidar com ela em diversos momentos e de diversas formas, mas ela sempre deverá passar. O seu estado natural não é permanente e a sua função é causar mudança. Não se adapte a ela. 

Carol Fontan

Especialista em Desenvolvimento pessoal

@carolfontann  82.99913-5276

 

Quem é Você?

  • 03/09/2020 13:45
  • Encontre-se por Carol Fontan

 

 

Quem é você?

Meu texto de apresentação não poderia ser com outro título, já que não se trata de nenhuma celebridade local ou digital influencer, nem ao menos uma profissional tão famosa á ponto de você reconhecer. Por esta razão se faz necessário a minha apresentação. E é exatamente sobre isso que vim falar, quando conhecemos o rosto de alguém ou talvez o que a pessoa faça, costumamos dizer que conhecemos, mas  o conhecer que vou abordar aqui nao se trata dessa maneira tão abrangente  e banal  que estamos acostumados, mas sim o conhecer-se com ser em essência. 

Começo questionando a forma equivocada como resumidamente nos definimos como pessoa quando respondemos à pergunta “quem somos nós” com o que fazemos e não quem realmente somos em essência. Explicarei melhor.

A pergunta é:  Quem é você? E não o que você faz profissionalmente, claro que se trata de uma pergunta retórica apenas para gerar uma autopercepção, mas acredito que você vai concordar comigo no ponto do quanto é comum as pessoas confundirem o SER com o FAZER.

Habitualmente quando faço essa “simples” pergunta em meus treinamentos ou atendimentos é comum me responderem com um: Sou nutricionista ou Professora... ou seja: o que fazem e não o que são em essência. Você pode está se perguntando agora como saber quem se é em essência? É, essa é uma pergunta realmente difícil de responder e eu penso que faz parte de uma busca eterna pois trata-se do puro autoconhecimento, de um olhar sincero e destemido para dentro de si. 

Para te ajudar nessa busca por autoconhecimento eu posso começar te fazendo algumas:

  • Se você morresse hoje, pelo que você seria lembrado no seu velório?

Se a resposta estiver atrelada SÓ ao trabalho seria interessante reavaliar o que você está fazendo com as outras áreas da sua vida. 

  • Qual suas principais características, aqueles pontos fortes que você tem e adora utilizar e que as pessoas reconhecem em você?

Talvez nesse momento você já esteja se perguntando quem sou eu né? Ok, vou compartilhar um pouco da minha visão sobre mim com você.

Como essência eu tenho descoberto que além de imagem e semelhança do Criador, eu sou uma detetive da alma humana, apaixonada pela vida e pelos enigmas da mente humana, uma mãe leoa, eu amo os seres humanos por ser uma criação divina e por vezes tenho minhas dificuldades de lidar com eles. Adoro tomar banho de sol, dançar sem coreografia, cantar bem alto enquanto dirijo e comer doces escondido de mim mesmo hahaha.

Profissionalmente, sou graduada em marketing de empresas, atuei durante 17 anos como líder em grandes grupos com gestão de pessoas. Sou especialista em Ciência do Bem estar, Analise do comportamento humano, Inteligência emocional, Coaching e Master Coaching, Pesquisadora em Neurociência, Psicanálise em formação. Atuante como Treinadora, Palestrante e Comunicóloga e estarei por aqui a partir de hoje te auxiliando nessa jornada de encontro consigo mesmo.

 

Carol Fontan 

Especialista em Desenvolvimento Pessoal 

@carolfontann  82.99913-5276