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Escolas de Arapiraca homenageiam sanfoneiros e cordelista

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Arapiraca é um celeiro cultural e em menos de uma semana nós, do blog Click Due, tivemos o prazer de receber dois convites que comprovaram esta máxima dita pelos arapiraquenses, bem como ver de perto que a nova geração está sendo preparada para valorizar desde já a cultura local e seus representantes.

 

No sábado (03), uma grande festa na Escola de Ensino Fundamental Cônego Epitácio Rodrigues, localizada na Vila São Francisco, zona rural de Arapiraca, mostrou o quão belo foi o empenho de crianças e adolescentes no projeto de pesquisa “Valorizando os Artistas da Nossa Terra”. O envolvimento dos alunos do jardim ao nono ano reverberou com dança, muita música, intepretação teatral e leituras de textos, a vida e obra de seis artistas que trouxeram e trazem em suas sanfonas e acordeons o mais legítimo som das raízes nordestinas.

 

Afrísio Acácio, Bastinho da Sanfona, Ditinha do Acordeon e Maxsuel do Acordeon, foram homenageados lindamente, assim como “in memorian” os sanfoneiros João Roberto e Benedito Miúdo, ambos representados por seus familiares. O mais encantador foi ver a escola se tornar um grande arraiá, em pleno começo de agosto. O colorido das roupas e da decoração, o cuidado com os figurinos e o brilho nos olhos de cada aluno que ficava diante dos homenageados revelava a assertividade de todos os professores e funcionários que abraçaram a realização da sexta edição do “Arraiá Tarda, Mas Não Falha” como o evento que une passado e presente para semear futuros homens e mulheres que respeitam e vibram com a cultura nordestina.

 

Nosso segundo e tão ilustre convite quanto o primeiro, trouxe muitas emoções para a quarta-feira (07). Participar da abertura das comemorações de oitenta anos da Escola Estadual Adriano Jorge (primeira escola implantada em Arapiraca) muito nos honrou. Principalmente, porque nosso querido amigo, o cordelista Valdemir Ferreira, mais conhecido no meio cultural como Cartuxo foi o homenageado.

 

Autodidata, Cartuxo descobriu sua paixão pelo cordel contemporâneo depois dos cinquenta anos e como uma locomotiva, ou melhor, como um Dom Quixote vencendo seus moinhos de vento, de forma independente ele está perto de completar cem produções autorais, entre livros, cordéis, anáforas e contos.

 

Ver este ex-aluno da Escola Adriano Jorge sendo reverenciado por professores, servidores e alunos nos fez acreditar que a magia da escrita vive latente entre adolescentes e jovens e, a cada “provocação”, centelhas despertam não de um pulsar adormecido, mas de um universo criativo que em brasas vê até nas simplórias folhas de papel ofício grampeadas o encantamento do falar em versos e rimas.

 

Constatar que há sementes de cordelistas, escritores e poetas entre alunos da nova geração é ter a certeza que os mestres da Escola Adriano Jorge estão ampliando o horizonte de seus alunos, pois o acessível e a inspiração passam a estar a um aperto de mão, a um sorriso, a uma dúvida esclarecida, na rua ou na esquina ao lado. A inspiração vem de arapiraquenses que como eles foram alunos e que buscaram dar o seu melhor dentro e fora de sala de aula. E, o melhor é que esta odisseia continua até o dia 14 de setembro, com inúmeros ex-alunos que retornarão à escola para ecoar e vibrar sonhos, ideias e inspiração.

Basquete do ASA joga de portões abertos no Ginásio João Paulo II

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Nesta sexta (07) e sábado (08), os portões do ginásio de esportes João Paulo II, em Arapiraca, estarão abertos para receber a torcida alvinegra na Copa Yvone Santos de Basquetebol 2019. A iniciativa da gratuidade para o público local visa incentivar a torcida da Agremiação Sportiva Arapiraquense prestigiar o confronto do time masculino do ASA contra o Intensivo, hoje às 20h, e amanhã às 15h, contra o CSA.  

 

O time do ASA, formado no final de janeiro, é composto por atletas amadores “pratas da casa”, sergipanos e um cearense. Apesar do pouco tempo de formação, a equipe surpreende pelo nível técnico dos jogadores e pela garra em partidas super disputadas. Vindo de uma vitória contra o time “Marechais” os atletas estão motivados para a primeira disputa do campeonato em casa e com a presença da torcida.

 

A vitória nas duas partidas realizadas na capital metropolitana do agreste colocará a equipe do ASA entre os quatro melhores times do estado dentro da competição. “Serão dois jogos difíceis, mas os atletas estão empenhados em dar o seu melhor em quadra. Estamos treinando muito e o apoio da torcida, com certeza, será um grande incentivo para o time”, afirmou o técnico Pablo Lucini.

Morro da Massaranduba volta a receber o espetáculo da Paixão de Cristo após quatro anos

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Os portões do Santuário da Santa Cruz, no Morro da Massaranduba, foram abertos na noite da Sexta-feira Santa (20) para receber o espetáculo da Paixão de Cristo, em Arapiraca. O Acesso calçado, porém, muito íngreme, já deixava claro ao público que mais do que um espetáculo a noite reservava uma experiência de fé e doação.

 

Para os espectadores, este ato do “doar” se deu de forma voluntária ao levar um quilo de alimento não perecível como ingresso.  Já para os atores, coordenação e direção o processo de doação se deu a partir  da concepção da proposta de retomar a apresentação do espetáculo no morro. A união de artistas (Craíbas, Arapiraca e Palmeira dos Índios) que já atuaram na Cidade de Maria, na Baixa Grande e Morro Santo da Massaranduba, sob a coordenação do ator Marcos Cordeiro e direção de Jario Barros, com apoio da Diocese de Penedo, tornou possível a volta do espetáculo que é, desde 2011, reconhecido como Patrimônio Imaterial do Estado de Alagoas e há quatro anos não era realizado na capital metropolitana do agreste.

 

 

Com poucos apoiadores financeiros, mas com muita coragem, a Companhia Força, Atitude e Determinação (Cia F.A.D) contou a história de vida, morte e ressurreição de Jesus. Momentos bíblicos relevantes trouxeram a força de um pregador que ia do deserto aos templos para falar de um Deus generoso ao conceder milagres e indignado por não respeitarem suas leis. O lava-pés e a última ceia com os apóstolos também trouxeram a face de um Jesus humilde e voltado ao compartilhar.

 

O ator arapiraquense Denis Sylva trouxe dramaticidade ao conflito vivido pelo filho de Deus diante da traição que estava por vir, bem como na briga espiritual de Jesus com o demônio, no Horto das Oliveiras.

 

 

As cenas no templo, Palácio de César, o julgamento por Pôncio Pilatos, o espancamento de Jesus, a humilhação da coroação com espinhos e a escolha entre Barrabás e Jesus, apesar de terem sido feitas no mesmo cenário não comprometeram a formatação do espetáculo. A força de atuação dos atores foi um dos pontos fortes para o público continuar envolvido emocionalmente em cada cena e, principalmente, reviverem momentos decisivos da vida de Jesus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Encontro de Pedro (Sandro Leite) com Judas (Nivaldo Azarias), e o tormento do traidor, trouxeram ao público cenas fortes e intensas, mas foi a aparição do demônio (Henrique Avlis) na cena do tormento de Judas que criou um fato inédito nas apresentações do espetáculo. Devido à aproximação com o público, as crianças foram surpreendidas com a aparição do demônio e o susto criou uma histeria coletiva entre elas com muitos gritos, seguido de risos dos pais. O enforcamento de Judas também gerou apreensão tanto nos pequenos quanto nos adultos.

 

 

A dolorosa Via Crucis e o encontro de Jesus com Maria foram momentos que emocionaram.

 

 

Os detalhes e cuidados com as cenas da crucificação de Jesus, parte mais dramática de todo o espetáculo, o sofrimento, a conversa com os ladrões, a água substituída por vinagre, o questionamento de Jesus a Deus, sua entrega ao Pai, a lança no coração e a retirada de Jesus morto da cruz tocaram profundamente o público que se aglomerou em frente à cena.

 

 

A Ressurreição, com subida de Jesus ao Céu, de forma singela, encerrou de forma digna um espetáculo que teve o comprometimento de retomar a tradição da encenação da “Paixão de Cristo” no Morro Santo da Massaranduba e, principalmente, deixar o recado de força dos artistas do agreste, nas entrelinhas.

 

 

Sensibilização

 

Para quem foi ver de perto a apresentação da Paixão de Cristo, no Santuário da Santa Cruz, pode comprovar mais acertos do que erros por parte do grupo que abraçou a realização do espetáculo.  Mesmo com pouco apoio financeiro conseguido, o público presenciou a encenação com som de qualidade (fundamental para o sucesso da apresentação), uma iluminação muito boa que muito contribuiu na construção das cenas, os figurinos, os cenários e tantos outros detalhes que enriqueceram o espetáculo.

 

Apesar de todo o empenho da Cia F.A.D, e das pessoas engajadas no projeto, os recursos levantados não foram suficientes para cobrir todos os gastos do espetáculo. Para quitar um débito de R$ 5.000,00 com fornecedores, o grupo está solicitando doações voluntárias em dinheiro. Uma campanha com venda de bilhetes a R$ 5,00, com sorteio de prêmios, também está sendo feita em Arapiraca. Quem quiser informações como contribuir pode ligar para o número (82) 9.8149.1021, falar com Graça Barros.

 

Sabemos que fazer arte é difícil, mas... será ainda mais difícil sensibilizar uma população a colaborar com quem abraçou uma causa em prol do retorno de uma tradição onde os beneficiados são os arapiraquenses? Nós do Click Due queremos crer que não!

 

Sertaneja de Canapi apresenta exposição fotográfica resultado de mestrado em Artes na Inglaterra

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Vânia McLeod trouxe para a exposição “Fronteiras: metáforas de um lugar de encontros”, em formato A3, um convite a um mergulho conduzido, somente por olhares atentos, aos detalhes comungados em fronteiras de luz, símbolos, composições, fusões e muita intuição. Sua primeira exposição, aberta no dia 30 de janeiro, na Casa da Cultura, em Arapiraca, sob a curadoria de Judivan Lopes é o resultado do seu mestrado em Artes Fine Art pela Wintchester School of Art – University of Southamptom.

 

De forma intuitiva, durante oito semanas McLeod exercitou o olhar, o observar e o interagir em dois ambientes. Uma sala e uma área externa que transbordava vida através do verde passaram a compor o seu arcabouço criativo e, ao “mergulhar” em um universo insólito, ela trouxe à tona a ressignificação do espaço e do ambiente construindo figuras geométricas a cada cinco minutos, ao redesenhar o caminhar da luz do sol que percorria a sala através de uma porta e janelas de vidro.   

 

 

O reflexo que cada ambiente produziu através dos vidros gerou um forte antagonismo onde natureza e arquitetura transpuseram fronteiras criando fusões repletas de metáforas. Neste fazer artístico a inserção de elementos, literalmente, resgatados tanto do desprezo de outrem quanto da memória afetiva de McLeod contribuíram ainda mais para aguçar o imaginário em torno da obra, tornando-a ainda mais intensa e voltada a inúmeras interpretações por parte do público.

 

 

Ao identificar o olhar de Vânia McLeod sobre sua obra, para quem conhece sua história e trajetória, facilmente lê-se metáforas de uma sertaneja nascida em Canapi, que passou a adolescência e a fase adulta em Arapiraca e após os quarenta anos de idade rompeu fronteiras, redesenhou sua própria trajetória em outro continente e retorna, unicamente, para reverenciar suas origens mostrando seu crescimento através de seus frutos.

 

 

Essa reverência à sua essência sertaneja e agrestina McLeod deixa lindamente explicita em uma intervenção, onde o congelar de suas lentes trazem a simplicidade de uma casa do alto sertão e o impacto do barro vermelho que transborda para o chão da exposição. “Fronteiras: metáforas de um lugar de encontros” fica aberta à visitação até o dia 27 de fevereiro, em horário comercial de segunda a sexta, no salão de exposições da Casa da Cultura. Vale a pena conferir!

 

 

 

Flash back da tradicional Festa Anos 80, em Arapiraca

 

“É verão, bom sinal, já é tempo, de abrir o coração e sonhar”, esse trecho da letra do grupo Roupa Nova, lançada em 1981, traz nas entrelinhas o clima que rolou no sábado (12), na maior cidade do interior de Alagoas ao reviver, na Festa Anos 80, os tempos áureos do Clube dos Fumicultores, que ano passado comemorou sessenta e nove anos na “Terra de Manoel André”. Essa que é a mais tradicional festa que abre, oficialmente, para os arapiraquenses, o palco e o salão deste clube que é referência de eventos para gerações, comemorou dez anos em grande estilo e valorizando as “pratas da casa” com DJ Iran Silva e sua Radiola 3 em 1 - 100% vinil e banda Cio Show Band. A banda Versátil (PE) encerrou a noite mantendo o mesmo clima de “revival”.

 

A Festa Anos 80, idealizada e produzida pelo empresário Sérgio Lúcio surgiu, em 2009, com o intuito de reunir uma geração para relembrar uma época “efervescente” de finais de semana agitados onde os jovens queriam dançar muito, seja de rostinho colado ou estilo soltinho performático ao som das bandas e cantores locais interpretando Roupa Nova, o rock do Barão Vermelho, Banda Blitz, além de ritmos baianos dançantes a exemplo de Luiz Caldas, assim como tantas outras baladas internacionais.

 

O projeto deu tão certo que há uma década “tribos” da velha guarda e da nova geração prestigiam o evento reforçando a importância do Clube dos Fumicultores na vida social dos arapiraquenses. O maior barato dessa festa é ver como as pessoas se sentem em casa. Totalmente à vontade para elogiar ou criticar o repertório, cada um tem o sentimento de “pertencimento”, do fazer parte, sempre com alto astral. E, foi neste clima que a mãe do organizador do evento, aniversariante do dia, foi homenageada. Maria Lúcio ao lado da família e amigos foi surpreendida pelas carinhosas palavras do filho Sérgio Lúcio.

 

 

Em clima de surpresa, outro momento também foi compartilhado com todos. O gerente de vendas, Irlan Lima, subiu ao palco para pedir em casamento Cléssia Vicente. O pedido oficial contou com um lindo par de alianças e aplausos de um público que dividiu a emoção com a noiva ao dizer “sim”! Esta, com certeza, será uma festa com muitas recordações tanto para quem foi curtir, como para quem foi fazer a alegria do público.

 

O visceral Iran Silva encantou a todos com o seu 100% vinil, o Cio Show Band formada por “arapiraquenses da gema”, do mais alto nível musical, voltou a tocar após 12 anos de ausência nos palcos da capital metropolitana do agreste e a banda Versátil, pela primeira vez mostrou o talento de músicos Caruaru/PE. Agora é só aguardar a 11ª edição da Festa Anos 80, em 2020, e esperar que o tradicional “melhor a cada ano” continue a se repetir!

Artistas plásticos e artesãos se despedem da UNEAL nesta quinta-feira

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O projeto “Sexta das Artes UNEAL” encerra nesta quinta (04), no pátio do estacionamento da Universidade Estadual de Alagoas, das 18h às 21h, com a certeza que a aproximação de moradores e comunidade acadêmica à cultura local pode ser feita através de iniciativas simples, mas eficazes. Ao todo foram nove exposições (contando com esta quinta) apresentando trabalhos de pintura, desenho, escultura, música, dança, comida regional, artesanato, trabalhos manuais e cantores da terra.

 

O idealizador do projeto, Aermerson Barros, aluno formando do curso de história da UNEAL e produtor cultural local, tem uma linda trajetória junto à cultura da capital do agreste e esta iniciativa em parceria com a UNEAL é mais uma delas. Segundo Aermerson, a “Sexta das Artes” foi inspirada na antiga FeirArte, realizada na praça Luiz Pereira Lima por volta de 2002 e 2003.

 

“Naquela época os artesãos, artistas plásticos e escultores encontraram na FeirArte uma forma de mostrar seus trabalhos, mas tudo foi feito sem muita estrutura para os participantes. Aqui na UNEAL, há todo um aparato de barracas (cedidas pela secretaria de agricultura do município) e tendas, aparelhagem de som e cachê para os músicos, patrocinados pela UNEAL. Esse apoio dado é o que motiva quem expõe, já quem visita o evento se sente acolhido e tem a certeza que os shows, assim como os artistas e artesãos aqui presentes, são legítimos representantes da cultura nordestina e da produção cultural local”, finalizou.

 

Os grupo de expositores da “Sexta das Artes UNEAL” é formado em sua grande maioria por membros do coletivo “Galeria de Artes Arapiraca”, composto por jovens e representantes da velha guarda arapiraquense. Entre eles estão os artistas plásticos Cícero Brito, Cícero Dário, Zeny Alcântara, Rosenvaldo, Edmário Calixto, Evoneide Lima e Xiluva. Expondo desenhos estão Anderson Lourenço, Roberto Vieira.

 

O artesanato local está representado no evento por Wilma Costa, Lidiane Barbosa, Joselma Maria da Conceição, Maria Luiza da Silva, Edimilson Alves da Silva, Eliane Maria Barbosa, Ruan Teixeira. Os escultores locais estão representados por Jackson Lima e Aderval Monteiro da Silva Júnior.

 

Aermerson também explicou que o encerramento do evento está sendo nesta quinta-feira devido a solicitação do prédio pela Justiça Eleitoral, a partir da sexta (05), para a preparação do local para o pleito do dia 07. “Quando o projeto foi formatado, infelizmente, este detalhe não foi cogitado. Porém, este detalhe não impedirá o encerramento do projeto com “Chave de Ouro” com a entrega de certificados e troféus”, comentou.

Caminhada de Rodrigo Cunha leva uma multidão para as ruas de Arapiraca

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Em Arapiraca, no último sábado (29), o coração do comércio da capital do agreste pode ver pulsar a vibração de eleitores que acreditam em políticos que podem fazer a diferença em Brasília. No comando desta “onda” de “política do bem” estava o deputado estadual e candidato ao senado Rodrigo Cunha que, ao lado de candidatos à Câmara Federal e ao legislativo estadual, caminhou reafirmando seu comprometimento em representar de forma transparente os interesses do povo alagoano.

 

 

O QG da concentração da caminhada “Reaja Alagoas” foi no conhecido posto de combustíveis “Zé Pivete”, no período da manhã. A cavalaria da polícia militar fez ronda no local e agentes de trânsito da SMTT marcaram presença para dar fluidez e segurança ao percurso de quase um quilômetro de caminhada. Os deputados federais Pedro Vilela e JHC, candidatos à reeleição e apoiadores declarados de RC, participaram do pelotão de frente da caminhada ao lado da também candidata a uma vaga na Câmara Federal Tereza Nelma, e da vereadora de Arapiraca Aurélia Fernandes, uma fervorosa apoiadora do movimento “Reaja”.

 

No percurso, RC reafirmou seu compromisso com um novo formato de política com maior participação popular. Seguindo seu estilo de não agressão verbal aos adversários, mas de reiterar a necessidade de mudanças diante da falta de transparência da velha forma de se fazer política no estado, RC ratificou a importância de legislar ao lado de políticos comprometidos com a ética e a transparência para a formação de uma forte corrente em prol do desenvolvimento de Alagoas.

 

A receptividade positiva do eleitor ao candidato RC foi tanto das centenas de pessoas que participaram da caminhada, quanto daqueles que estavam nas calçadas e lojas do comércio. Sua irmã, a pediatra Adriana Cunha, engajada no movimento “Reaja Alagoas”, mais uma vez mostrou seu apoio a RC e a forma com que ele tem honrado o legado de Ceci Cunha e Juvenal Cunha. Porém, um eleitor chamou a atenção, em especial. O Sr. Cição, de Lagoa da Canoa, ao saber da caminhada saiu de seu município para declarar seu voto a RC. O detalhe é que ele fez questão de mostrar a Rodrigo que foi eleitor de sua mãe e dele quando concorreu à Assembleia Legislativa e, que agora confirmará novamente seu voto não apenas pela gratidão a Drª Ceci, mas pelo trabalho realizado por RC nestes quatro anos de mandato e pelo que ele irá realizar no senado federal. 

O Sr. Cição é um grande exemplo tanto para Rodrigo Cunha, como para todos os candidatos que concorrem ao pleito de 2018, de que o eleitor tem memória, que confia em seus representantes políticos e que sabem a importância do voto. O que cabe a cada “político eleito”, no dia 07 de outubro, é honrar os inúmeros “Cições” deste país!

 

Comérdia sobre sexo, A Kamasurta, é a dica cultural deste sábado para os arapiraquenses.

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Para quem leu o título desta postagem e viu o nome da peça “A Kamasurta” e fez alguma analogia com o livro “Kama Sutra” que traz lições de amor e sexo, não está tão equivocado... na realidade está muito equivocado. O tratado escrito em sânscrito pelo indiano Mallanaga Vatsyayaba, por volta do século III, foi visto por muitos como um guia que procurava ensinar sexo como ciência, já a peça que será apresentada no Teatro do Sesi, neste sábado (15), a partir das 19h, traz de forma leve e engraçada tabus sobre as relações sexuais, inclusive com a “introdução” de um terceiro elemento no relacionamento de um casal como uma opção contemporânea para dar um “UP” na vida a dois.

O roteiro que busca falar de sexo de uma maneira divertida toca em aspectos que invadem “possíveis” situações, dilemas e desejos de casais que enfrentam anos de relacionamento e que podem se deparar com a falta do “querer”, do “fogo” da paixão. O que fazer quando a “febre” dá espaço a “insatisfação”, quando há amor, mas a cama não motiva? Será que buscar “apimentar” a relação com alguém a mais é “surtar”? Para responder estas e outras indagações sobre uma relação à três com direitos a inúmeras fantasias sobem ao palco Paulo Sarmento, Daniela Cattivaz e Cristiano Marinho.

Vale a pena conferir e dar muitas gargalhadas!

 

Serviço:

Comédia: A Kamasurta

Dia: 15/09/2018

Hora: 19h

Ingresso: R$ 25,00 (preço único)

Local: Teatro do Sesi, bairro Primavera  - Arapiraca

Produção Cultural Local: Aermerson Mídia e Produções 

Capital do agreste recebe o Festival de Gastronomia Unicompra

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A rede de supermercados Unicompra reuniu cinco chefs de cozinha, sommeliers, nutricionistas, mestre cervejeiro, artistas plásticos, cantores, cursos de gastronomia e fornecedores para o primeiro “Festival de Gastronomia Unicompra”, em Alagoas. O evento que iniciou na quarta (12) e encerra nesta sexta (14), acontece na área externa de um dos supermercados na capital do agreste (Bellacompra na rua São João), das 17h às 22h.

O evento que trouxe “aulas show” com os chefs Jonatas Moreira e Júnior Freire nos dois primeiros dias, nesta sexta encerra com a participação do chef Raul Nunes - responsável pelo cardápio dos restaurantes da rede, tanto em Alagoas (Maceió), quanto em Pernambuco (Caruaru), que ensinará como preparar um “Ragu suíno com talharim e parma crocante”. O sommelier Lucas Morais participou nos dias 12 e 13, nesta sexta (14), subirão ao palco para aula show, o mestre cervejeiro Márcio Lima e a nutricionista Larissa Pessoa.

O festival, além de uma gastronomia requintada, apresenta produtos conhecidos do consumidor arapiraquense de uma maneira mais envolvente, onde as orientações sobre as harmonizações, em sua maioria, colocadas pelos próprios expositores aos visitantes, torna os produtos mais atraentes possibilitando um novo olhar sobre o cozinhar diário, o receber amigos e até para aquele lanchinho que pode se tornar mais requintado, saboroso e caprichado.

Queijos e vinhos, café, cervejas artesanais e música, tornam o ambiente muito agradável e um grande ponto de encontro de amigos. Telas dos artistas plásticos Marcelo Mascaro e Albério Carvalho tornam o ambiente ainda mais charmoso.

O evento é aberto ao público e totalmente gratuito. Vale a pena conferir!

Rodrigo Cunha inova mais uma vez, e inaugura a Casa Reaja Arapiraca

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Mobilização, engajamento, comprometimento e criatividade são as palavras que descrevem a noite do domingo (26), na capital do agreste. A inauguração da Casa Reaja Arapiraca pelo candidato ao senado Rodrigo Cunha trouxe explícito, já na fachada, que seu discurso de contenção de gastos, diálogo acessível da população com o poder público, e a mensagem de que inovação se faz com simplicidade e criatividade será reverberado também na sua campanha ao senado.

Já na sua chegada, RC mostrou que suas alianças políticas são mais do que meros acordos de campanha, são resultado de trabalho e de relações equilibradas e respeitosas ocorridas ao longo dos anos. Sua proposta construída dentro de uma lógica onde o “fazer” em prol da população tornou-se uma “missão”, também deixa nas entrelinhas, para quem quiser ler, seu posicionamento nesta campanha.  

 

O formato alternativo da Casa Reaja Arapiraca também resultou em um momento diferenciado para “todos” os convidados, principalmente para a classe política que foi convidada por RC a sentar-se no picadeiro da arena de debates para compartilhar o momento surpresa de homenagens.

O cerimonial, preparado por sua equipe de campanha, assegurou que os formatos ultrapassados de discursos de candidatos não tomassem voz para falar de si e de RC. Ao invés disso, foi dado vez e voz a quem o conheceu desde a infância, vivenciou sua adolescência e a fase adulta. Para quem não conheceu o menino, o jovem e o advogado, mas o político Rodrigo Cunha durante o seu mandato, pode também ter seu momento de representatividade para reafirmar a RC a assertividade de sua jornada.

Me atrevo a dizer que se a intenção da sua equipe foi reportar aos convidados a “essência” de um menino moleque, como tantos outros, que soube crescer com senso de justiça, transparência, ética, e renovação diante das agruras para reescrever sua história de forma digna honrando o que recebeu de seus pais, afirmo que a missão foi lindamente cumprida.

 

Adriana Cunha foi a responsável pelo depoimento que mais emocionou, não só por revelar a admiração e a credibilidade no trabalho do irmão RC, mas por deixar explícito que Ceci e Juvenal criaram e deixaram um legado de respeito ao próximo, e de que é necessário fazer a diferença para o bem, pois só assim se transformam vidas.

Adriana, pediatra e cirurgiã cardíaca infantil, salvando vidas e contribuindo para que famílias reescrevam suas histórias, e Rodrigo, legislador, reiterando que pode-se fazer políticas públicas com ética e transparência para proporcionar maior respeito e dignidade à população e a todos os seus segmentos, são sementes de um “Reaja” gerado por seus pais e que não floresceu agora, mas quando ambos, cada um ao seu modo, se permitiu e se comprometeu em espelhar o bem que trazem do berço e da genética.

 

Para quem foi à Casa Reaja Arapiraca viu de perto que o “movimento reaja” traz um conceito de vida e não apenas uma leitura, um engajamento, uma agitação momentânea, e isso foi o que realmente tocou a quem teve ouvidos atentos e um olhar generoso para ver além do ato político.

Encerrando a noite, Rodrigo Cunha deixou evidente que a Casa Reaja Arapiraca é mais uma ferramenta a serviço da população, tanto para conversar sobre política com lideranças e diversos segmentos da sociedade, quanto para as pessoas ficarem conhecendo um pouco mais sobre sua trajetória política.

 

O local, também é interessante falar, irá criar uma maior aproximação com o eleitor que queira material de campanha, incentivar o engajamento, adesivar veículos e tirar dúvidas, afinal de contas a “Casa” estará aberta diariamente, das 08h às 20h, como suporte a campanha de RC não só em Arapiraca, mas em toda a região agreste sertão e vale do São Francisco.

 

 

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