Blog da Raíssa França

Amor não mata: o que a história de Maria da Penha nos ensina?

Foto: Imagem de capa JU-online Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Maria da Penha

Você já deve ter ouvido falar sobre a Lei Maria da Penha, mas você conhece a história de Maria da Penha? 

Maria da Penha Maia Fernandes é de lá de Fortaleza, Ceará, e é Farmacêutica bioquímica. Maria conheceu o agressor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros quando ela estava cursando o mestrado em São Paulo, em 1974. 

Assim como a maioria dos agressores, Marco também era um homem amável e educado. Eles casaram em 1976 e tiveram filhos. 

Após um tempo, as agressões começaram a acontecer. Marco agia com intolerância e com violência não apenas com Maria, mas também com as filhas.

A partir daí, Marco tinha o comportamento de agredir, se arrepender e depois ser carinhoso. Acredito eu que, assim como muitas mulheres, Maria acreditava que ele pudesse mudar e que era apenas uma fase.

Em 1983, Maria foi vítima de dupla tentativa de feminicídio por parte dele. Ele deu um tiro nas costas dela enquanto ela dormia. Como resultado da agressão, Maria ficou paraplégica. Além dos traumas psicológicos e complicações físicas. 

Após voltar para casa, Marco a manteve em cárcere privado durante 15 dias e tentou eletrocutá-la no banho. O primeiro julgamento contra Marco foi oito anos após o crime.

Em 2006, no dia 7 de agosto, o ex-presidente Lula sancionou a Lei 11340/06 conhecida como a “Lei Maria da Penha”.

A história de Maria pode parecer absurda para você que está lendo esse texto. Histórias assim, como a dela, existem todos os dias. Não importa a cor, a raça, o poder aquisitivo. De 1974 (ano que Penha conheceu Marco) pra cá não mudou muita coisa. 

Quantas mulheres vocês conhecem que vivem um relacionamento que começou bonito e que terminou de forma trágica? Ou que ainda não terminou? E quantas desculpas as mulheres que estão dependentes financeiramente ou emocionalmente dão para si mesmas para justificar a agressão do autor?

O Agosto Lilás vem para reforçar isso: é preciso enfrentar e denunciar. Que a história de Maria da Penha nos ensine AMOR de verdade não mata. Maria não morreu, ela viveu e conta esse relato para nós, mas quantas Marias morreram no Brasil e no mundo?

A história dela nos ensina que amor não machuca, agride, humilha e mata. Que amor de verdade é cuidado, compreensão, carinho e respeito. Que lutemos por essas mulheres e que os culpados sejam punidos.

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Existe fórmula para esquecer o ex? especialista em relacionamento dá dicas

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Terminar uma relação não é algo fácil e leva um tempo para que ambos superem o fim. Mas, você já deve ter ouvido algumas histórias de pessoas que ainda não esqueceram o(a) ex e que ficaram “presos” ao passado. Já escutei pessoas dizendo que seria mais fácil se houvesse uma fórmula mágica que ajudasse a esquecer mais rapidamente. Sinto te dizer que não existe um remédio para isso, mas há algumas "táticas" que você pode utilizar. 

Acredito e enxergo que términos são fases que precisamos viver para crescer, evoluir e aprender. Sobre términos conversei com a especialista em relacionamentos, Laylla Brandão. Ela contou que nem sempre quem termina tem a maturidade necessária para encerrar um ciclo e entrar em outro, principalmente quando se termina com traumas, brigas ou traições.

“Quando se sente raiva, tristeza, necessidade de vingança ou algo do tipo, isso dificulta a capacidade dele ou dela de elaborar bem a finalização”, disse Brandão.

Ela contou ao blog que é importante pensar que o relacionamento que alguém viveu no passado foi necessário para que a pessoa chegasse até este momento.

Existe alguma técnica para esquecer o ex?

O término é um processo de luto. Laylla explicou que não há remédio para esquecer o ex, mas que algumas técnicas podem ajudar.

Segundo ela, deixar de seguir nas redes sociais, se desfazer de presentes e buscar ajuda na psicoterapia são táticas que podem ser utilizadas.

“É importante e sábio deixar de seguir nas redes sociais porque o que o parceiro vive deixa você querendo saber mais da vida dele e lembrar que você não pertence mais aquilo. Se desfazer ou guardar presentes  que lembrem do outro também é uma técnica. Por fim, buscar ajuda com psicólogos para que essa finalização aconteça da melhor forma”, disse Laylla.

É preciso deixar ir. Quando a relação acabou e não há mais volta, ambos precisam vivenciar o processo de luto já que, segundo Laylla, não finalizar esse ciclo pode trazer prejuízos para quem não aceita o fim.

“Trava o processo de evolução externo e interno. Nesse processo de luto é preciso olhar para si e ter um processo de autocura”, comentou a especialista.

Organizar os sentimentos, olhar para si e arrumar a casa interior são as dicas que a especialista deu para quem está passando por esse processo.

“É preciso confiar nos processos. Se há dificuldade, busca auxílio. Nós só crescemos nas relações quando encontramos meios por onde elaborar bem”, finalizou Laylla.

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Fotografia de parto: quando a imagem eterniza emoções

Foto: Cortesia/Ingryd Alves Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Fotógrafa registra partos em Maceió

O parto é o momento mais esperado pelas mães e um dos mais emocionantes para a família. O momento fica guardado na memória, mas também na fotografia que tem um poder incrível. Hoje é quase impossível você encontrar alguém que não goste de fotos.

Para registrar esses momentos, cada vez mais, as mães investem em fotógrafos para guardar esse dia tão especial na vida delas. A intenção é apenas uma: guardar para sempre nos álbuns aquele dia que não volta mais. O investimento de uma fotógrafa não é tão caro e pode ser alinhado com a profissional.

Mas, por qual motivo devo contratar uma fotógrafa?

Se você quer ter boa qualidade e encantar com as fotos, a minha dica é: contrate uma fotógrafa especializada em parto. Mesmo que seu esposo, mãe, sobrinha ou qualquer outro familiar utilize o celular diariamente e faça fotos boas, ele não vai ser o ideal para fazer as suas fotos com o bebê na maternidade e durante o parto. Estamos falando de fotos profissionais... lembrem disso.

Durante o parto, a fotógrafa não vai te atrapalhar ou atrapalhar a equipe. O momento é seu e da criança. De maneira discreta, a profissional vai fazer o registro de maneira delicada e transformar aquele momento em uma imagem que você nunca vai esquecer.

Foto: Ingryd Alves/Cortesia

É importante que você confie na profissional, converse com ela antes e se conheçam ainda durante a gestação. Dessa forma, a sua relação com ela vai estar bem mais confortável no dia.

Fotografia vai além de tudo…

Em Maceió, a fotógrafa Ingryd Alves (@poringrydalves) “encontrou” no parto o renascimento. Para ela, no momento em que se nasce uma criança, também se nasce uma mãe, um pai e uma família.

Ingryd tem um olhar sensível por trás das lentes e consegue captar/passar para quem recebe as fotos, a emoção que dá pra sentir através da fotografia. Ela contou ao blog que registrar o parto através de um profissional é importante já que há técnica, o olhar e a vivência do fotógrafo que irá eternizar o momento tornando as lembranças vivas; além de permitir que o casal esteja em sintonia e totalmente entregue. 

Entretanto, engana-se quem pensa que é só a mãe e a família que renasce. O mesmo acontece com a profissional. Ingryd disse que a fotografia de parto surgiu quando ela sentiu a necessidade de buscar a criança interior dela e que fotografar um nascimento para ela é lembrar sempre do propósito de vida, além de levá-la a uma conexão com o poder feminino.

“Meu propósito é fazer com que pessoas relembrem esse momento de uma maneira leve, com respeito e profissionalismo”, disse a fotógrafa.

Se vale contratar uma fotógrafa de parto? Veja a foto abaixo e tire suas próprias conclusões.

Foto: Ingryd Alves/Cortesia

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Esse aplicativo vai te ajudar na prevenção ao suicídio; confira como funciona

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Aplicativo prevensuic ajuda na prevenção do suicídio

Conheci o aplicativo ‘Prevensuic’ pela minha psicóloga Fernanda Chianca que comentava comigo, durante a sessão de ontem, o quanto o índice de suicídio tinha crescido no mundo. Baixei o aplicativo e achei fantástico. Acredito que essa ideia precisa ser compartilhada com vocês e para que vocês compartilhem com pessoas que pensam em suicídio. O objetivo é simples: ajudar na prevenção do suicídio.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente. O Prevensuic é espanhol, mas já está traduzido para o português. Assim que você abre o aplicativo tem uma parte com quatro imagens (como mostro na figura abaixo).

No menu, vocês podem visualizar alguns tópicos. A primeira diz: ‘tenho ideias suicidas’. Clicando nela você encontra outros tópicos como: conselhos rápidos; os meus sinais de alerta; o meu plano de emergência; as minhas razões para viver e fotos da minha vida.

Vou te passar um breve resumo: nos conselhos você vai encontrar algumas frases para te relembrar algumas coisas; nos sinais de alerta você pode escrever algumas coisas que você pensa quando têm idéias suicidas; no plano de emergência você pode escrever para quem se deve entrar em contato em caso de urgência; nas razões para viver, você pode marcar um x em algumas razões e escrever outras; e nas fotos da sua vida você cria uma galeria de razões para viver através de fotografias.

O aplicativo também serve para quem se preocupa com alguém, é um profissional ou quer alguma informação.

Que ações assim sejam mais disseminadas no mundo e que a ajuda venha de toda forma para que vidas sejam preservadas. Afinal, você importa, sua vida importa e tem UM MILHÃO de coisas para você conhecer lá fora. Acredite nisso!

Ah, e não deixe de buscar ajuda com um profissional especializado. Uma terapia é sempre uma ótima escolha.

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As lições que aprendi viajando sozinha durante as férias

Foto: Arquivo Pessoal Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Foto que tirei no Parque Lage, no Rio de Janeiro

Fazia anos que não tirava férias. Sempre pulando de estágio em estágio e depois vivendo em função apenas do trabalho. Ou dos trabalhos. Esse ano planejei uma viagem de 12 dias. Inicialmente, São Paulo e Belo Horizonte. Depois, entrou o Rio de Janeiro. E assim ficou: São Paulo e Rio de Janeiro. Dois lugares que já fui algumas vezes, mas que sempre tem algo novo para me mostrar. A primeira lição é que, às vezes, o que você planejou não acontece. E está tudo bem se não acontecer. 

No segundo dia em São Paulo sofri um acidente. Poucos sabem, mas bateram no Uber que eu estava e o carro dele bateu em mais dois. A batida foi tão forte que as duas portas do carro quebraram e o motorista - um senhor de idade - passou muito mal.

Eu, que até então estava em choque, fiquei acalmando o motorista pedindo para que ele respirasse. Quando saí do carro entrei em um supermercado que tocava uma música de Nossa Senhora Aparecida (que sou devota). Ao lado do supermercado tinha uma igreja. Entrei, chorei e rezei. Segunda lição: a proteção divina nunca falha. Mais tarde, o motorista me mandou uma mensagem mostrando preocupação e dizendo que os danos foram apenas materiais. Ficamos bem.

No Rio de Janeiro conheci uma menina que morava em Rondônia. Viajava sozinha assim como eu. Não sei muita coisa sobre ela, mas sei que durante esse período no Rio, visitamos vários lugares juntas, vimos o sol indo embora no Arpoador, dividimos histórias e ela me ajudou com as minhas fotos. A terceira lição é que o Universo sempre une propósitos.

Viajei sozinha. Olhei, aprendi, escutei. Não reclamei, apenas agradeci. Por cada instante, minuto, segundo. Vivendo uma leveza que não vejo no dia a dia (já que estou sempre ocupada pensando no que preciso resolver).

Escutei, na ida ao Rio, uma mulher que falava que era psicóloga, professora de Yoga, tinha viajado para vários países, morado no Canadá, em outras cidades e vivia sempre novas experiências. E eu pensei: é isso. Viver é exatamente isso.

Essa foi a última lição que aprendi: nós ainda temos muito que viver, aprender e ver. Voltei com mais coragem, força e com a certeza que viajar renova nossa alma e coração. 

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Vinheta de fim de ano? Jornalistas gravam vídeo na porta da TV de Collor e surpreendem

Foto: Jonathan Lins Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Jornalistas se reuniram na frente da Tv Gazeta

A greve dos jornalistas chegou ao terceiro dia em Alagoas nesta quinta-feira (27). A categoria deflagrou greve após as três maiores empresas de comunicação do estado apresentarem propostas que reduzem o piso salarial em 40%.

Apesar do cansaço e da falta de respeito por parte das empresas, os jornalistas de Alagoas mostraram a categoria unida é capaz de vencer qualquer desafio e que a luta pelo piso salarial foi abraçada por mais de 90% dos jornalistas.

O vídeo mostra algumas imagens desses dias de greve e ainda faz uma “brincadeira” com a vinheta de fim de ano da Tv Gazeta, afiliada da Rede Globo.

Confira o vídeo abaixo e se emocione!

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Após derrota, jogadora Marta faz desabafo e emociona a web; veja vídeo

Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Alagoana Marta

A seleção brasileira feminina foi eliminada no jogo de desse domingo (23) contra a França. A seleção enfrentou um jogo duro contra o outro time, foram vaiadas, tiveram um gol anulado, jogadoras lesionadas e ainda jogaram na prorrogação.

Após a eliminação, a jogadora alagoana Marta fez um desabafo que comoveu a maioria dos torcedores nas redes sociais. 

A camisa 10 da seleção chorou e fez um apelo: “Valorize! A gente pede tanto, pede apoio. Mas a gente também precisa valorizar. Eu acho que emociona, o momento é muito emocionante. Eu queria estar sorrindo ou até chorando de alegria", afirmou.

Confira um trecho do desabafo de Marta abaixo:

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Fake News, ataques e ameaças: o outro lado do jornalismo que ninguém vê

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Fake News, ataques e ameaças: o outro lado do jornalismo que ninguém vê

Você deve ter ouvido falar que os jornalistas de Alagoas estão fazendo uma campanha contra a redução salarial de 40% proposta pelas maiores empresas de comunicação do nosso estado. Se você não ouviu falar sobre isso durante essa semana, te contei agora. Desde que noticiamos que os jornalistas entrariam em greve que recebemos “ataques” que partiram de pessoas que entendem que as redes sociais nasceram para que eles possam usar e disseminar o ódio ou até mesmo a piada de mau gosto. Nunca o bem, quase nunca.

Não costumo ler comentários de matérias (já que prezo pela saúde mental), mas inevitavelmente li alguns que me fizeram pensar: “em que mundo vivemos?”. Pessoas que colocaram que “quem não gosta do que a empresa propõe deve pedir demissão”; que “jornalistas fazendo greve é mais um dia sem fake News” e que “a greve é uma piada”.

Caro leitor, assim como você, nós também temos conta para pagar. Muitos são pais de família e precisam pagar a escola dos filhos, o plano de saúde e fazer feira. Recebemos um salário para pagar tudo e ainda fazer milagre. A maioria não nasceu em berço de ouro. Muitos escolheram jornalismo porque acreditam que com ele se pode vencer muitas coisas.

Sabe aquela criança com câncer que precisa de doação? Nós que fazemos a matéria e essa informação se espalha e a criança consegue essa doação. Sabe aquele desvio? Nós noticiamos e muitas vezes, os culpados são presos. Sabe aquela denúncia de que o hospital não está com material para atendimento? Nós também noticiamos e muitas vezes, o problema é resolvido.

Talvez você não saiba, mas vou te contar: não vestimos capas porque não somos heróis e nem melhores que os outros. Assim como você, nós também choramos quando precisamos escrever ou entrevistar uma mãe que perdeu o filho; ou quando vemos casos assustadores de estupros/mortes; nós também ficamos indignados com os desvios nas prefeituras. Nós, assim como vocês, temos uma vida corrida. Às vezes, não sobra tempo de tomar água ou de ir ao banheiro. Às vezes, nem de comer e muitas vezes nem de ser família. A nossa prioridade é passar informação para vocês o mais rápido possível. É trabalhar. E sim, erramos. E quando erramos... putz. Ficamos tristes porque erramos, mas faz parte da nossa profissão errar. Não somos robôs.

Nós sempre ouvimos quando vocês querem denunciar algo ou quando precisam de nós. Nós estendemos os gravadores, microfones e nos doamos em tudo que fazemos – independente da área, veículo – nós trabalhamos com amor e verdade. 

Esse texto é para que vocês repensem o nosso papel dentro da sociedade e entendam que assim como vocês, nós também temos dores, desafios e contas para pagar. Não absorvam essa ideia de que divulgamos Fake News. Nós estamos aqui para te mostrar a verdade e combater as notícias falsas. Não nos ataquem ou nos ameacem... Nós também temos direitos.

Quando escolhi jornalismo foi para ser, no meio desse mundão, uma pessoa que pudesse entender, compreender, ouvir e escrever sobre o outro. Já escrevi tantas histórias e notícias que perdi as contas. Agora foi a minha vez de contar a minha para que você pudesse conhecer o outro lado do jornalismo.

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Irmãos descobrem que vão ganhar uma irmã e se emocionam; veja vídeo

Foto: Mickaell Santos Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Família alagoana espera Amélie

Bebel Ramalho e Jhey são pais de dois meninos: Miguel e Levi. Bebel sempre quis ser mãe de uma menina e teve uma enorme surpresa esse ano quando descobriu que estava grávida. “Foi um milagre”, ela disse.

O casal alagoano resolveu fazer uma surpresa para contar aos filhos que eles ganhariam uma irmã, a Amélie. A reação dos dois irmãos é a coisa mais fofa que você verá hoje.

Assista ao vídeo abaixo e prepare os lencinhos...

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É possível casar e continuar namorando; especialista dá dicas para a relação

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Segredo é inovar, diz especialista

Dizem que o namoro é uma preparação para o casamento. Seria aquele momento de conhecer a pessoa e decidir se você realmente quer ficar ela (mesmo com aqueles defeitos que detestamos). Porém, alguns casais se dão bem no namoro e, quando casam, tudo cai por terra. Pois é, casar é beeeem diferente de namorar.

Conversei com a educadora sexual e especialista em relacionamento, Laylla Brandão, que explicou a diferença entre os dois. Ela deu dicas de como os casais podem deixar o relacionamento do mesmo jeito que o namoro.

Laylla explicou que, quando se fala em namoro, se fala em paixão. Segundo ela, a paixão é um sentimento que motiva, e os namorados sentem isso sempre, não é? “Quando falamos de relação e inovação estamos falando de não cair na rotina que é algo que muitas pessoas caem e não saem mais”.

Especialista Laylla Brandão

A especialista disse que, no namoro, é comum os casais criarem ansiedade para se ver. Eles se arrumam, dão beijos demorados… a sensação de que tudo é novo é o que mantém a chama acesa. “Essa fase de namoro é de conhecimento e de surpreender o outro para que ele se apaixone ainda mais”.

Laylla explicou que as relações têm um prazo para cair na rotina. Segundo ela, o tempo é de mais de três anos. Com a rotina, o casal não busca inovar tanto no sexo, como no dia a dia. “No namoro, cada um tem sua privacidade e seu momento, mas na hora de se encontrar eles encontram essa inovação. Eles querem se arrumar, comprar flores, ir ao cinema. A relação de namoro é uma relação de descoberta”.

Quando se fala em casamento, a relação se torna mais concreta. “Nenhuma relação deve ser um nó, ela deve ser um laço porque se for um nó, ela acaba sufocando”, explicou Laylla.

A especialista disse que dentro do casamento existe muita responsabilidade - muitas vezes isso chega a ser cansativo. “A relação tem que ter uma base de parceria muito forte de amor e companheirismo. Se isso não acontecer, a paixão acaba com a rotina - que é o acordar, trabalhar, pagar contas, entre outros -”.

Laylla disse que no relacionamento que é necessário que o casal lembre que são eternos namorados. “Sair da rotina quer dizer inovar e inovar quer dizer namorar. Viajar, surpreender, ir ao cinema e que normalmente são deixadas de lado no casamento”. 

Para ela, muitas vezes, a prioridade do casal não está em se satisfazer. “Um casal maduro entende que eles precisam se satisfazer saindo toda quarta, por exemplo, na sexta-feira assistir um filme”. 

O cansaço acaba impedindo que relação a dois aconteça, mas Laylla disse que a palavra cansaço não deve fazer parte do vocabulário do casal e que deve ser transformado. Tomar um vinho e fazer uma massagem podem ajudar na liberação do cansaço.

Enxergar fora da caixinha do dia a dia é a saída. Brandão colocou que é necessário que, não apenas no dia dos namorados, mas que esses casais busquem ser parceiros, respeitem-se e que alimentem o sentimento da paixão. “Casados precisam alimentar a vida de namorados”, finalizou.

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