Blog da Raíssa França

O preconceito de quem não entende que amor não tem idade

(Crédito: Reprodução/Instagram) Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Luana Piovani com o namorado Ofek Malka

Li um texto essa semana que falava sobre o quanto era patético que a Luana Piovani - por namorar um homem mais novo - se tornasse alvo de críticas na internet e o pior: virasse notícia. Isso mesmo. Luana virou notícia por namorar um homem mais novo. Ela tem 42 anos e ele 23.

Também escutei de uma conhecida que quando ela chega nos lugares com o marido (que é 12 anos mais velho que ela) as pessoas perguntam se ele é pai dela. 

Luana rebateu críticas nas redes sociais por namorar esse homem mais novo. Essa minha conhecida precisa lidar diariamente com comentários preconceituosos e olhares tortos. 

Você já parou pra pensar que a sociedade “não ofende” quando o cara mais velho namora uma ‘novinha?’ Dificilmente ele vai virar notícia. O que pode acontecer é esse homem mais velho receber comentários como: “viu só? ele tá pegando aquela novinha gostosa!”. Com a mulher, a situação é bem diferente. Se torna um escândalo.

Comecei a pensar o que significava a diferença de idade entre duas pessoas e cheguei a conclusão que nada. Cada um tem liberdade o suficiente para conhecer e estar com quem quer que ele ou ela esteja. Aprendi sobre isso quando conheci alguém mais velho do que eu 12 anos. 

Aprendi também que criticar uma mulher por ela namorar com alguém mais velho faz parte de uma sociedade machista e preconceituosa. Que a mulher mais nova é olhada de maneira diferente por estar exibindo o homem mais velho ou por ser mais velha e namorar um homem mais novo.

Aprendi também que esse preconceito é problema apenas de quem sente e que para o amor não tem idade. O amor não pode ser medido pela idade, cor, raça, gênero ou classe social. Amar é.

Meu desejo é que a diferença de idade não vire notícia e que comentários preconceituosos não tenham força para desmotivar o que já se construiu com verdade, respeito e amor.

Que repensemos o que significa amar: você ama pela idade da pessoa ou por quem ela é? Se a diferença de idade é um problema, sinto muito, você não aprendeu nada sobre o amor.

E o mais importante: que a mulher deixe de ser vista como notícia por estar com alguém mais novo ou mais velho. A mulher deve ficar com quem ela quiser.

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Projetos endurecem punição para a prática de stalking, a perseguição obsessiva

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Projetos endurecem punição para a prática de stalking, a perseguição obsessiva

Na semana passada, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou projetos que visam endurecer a punição para a prática de stalking. O termo se refere a um tipo de violência na qual o sujeito invade a privacidade da vítima como se fosse uma perseguição obsessiva. Conhece alguém que é vítima disso? Presta atenção abaixo!

A vítima tem a privacidade invadida por meio de táticas de perseguição por meio de ligações, mensagens de texto, publicação de fatos ou boatos em sites da internet, prática de constrangimentos públicos e coletivos, xingamentos e gritarias sem razão, entre outros.

Atualmente, a perseguição, inclusive a virtual, é enquadrada na Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688, de 1941). O texto em vigor prevê prisão simples de 15 dias a 2 meses para quem “molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por acinte ou por motivo reprovável”. Pelo texto, que tem quase 80 anos, a pena pode ser convertida em multa “de 200 mil réis a 2 contos de réis”.

O projeto da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) altera a norma e eleva a pena para de dois a três anos, sem possibilidade de conversão em multa. Além disso, a proposição amplia o conceito da contravenção. Fica sujeito a prisão quem “molestar alguém, por motivo reprovável, de maneira insidiosa ou obsessiva, direta ou indiretamente, continuada ou episodicamente, com o uso de quaisquer meios, de modo a prejudicar-lhe a liberdade e a autodeterminação”.

Caso a vítima da perseguição seja mulher, o juiz pode aplicar medidas protetivas contra o agressor, como a suspensão da posse ou restrição do porte de armas e o afastamento da pessoa agredida.

Já o projeto de lei 1.369/2019 da senadora Leila Barros (PSB-DF) altera o Código Penal e explicita como crime “perseguir ou assediar outra pessoa de forma insistente, seja por meio físico ou eletrônico, provocando medo na vítima e perturbando sua liberdade”.

O texto prevê pena de seis meses a dois anos de detenção ou multa, que pode aumentar para até três anos de detenção, se a perseguição for feita por mais de uma pessoa, se houver uso de armas e se o autor for íntimo da vítima. O PL 1.369/2019 também cria a obrigatoriedade de a autoridade policial informar, com urgência, ao juiz, quando for instaurado inquérito sobre perseguição, para que ele possa definir a necessidade de determinar medidas protetivas.

*com informações do Senado

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Não era amor, era dependência afetiva: que tipo de relação você vive?

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Dependência afetiva

Entendi o que era dependência afetiva quando comecei a analisar os relacionamentos ao meu redor. Confesso que sempre achei que todo relacionamento era baseado no amor, mas percebi que muitos casais estão juntos por dependência. 

Conheci uma garota que vou chamá-la de Beatriz, 26 anos. Ela namorou cinco anos com um rapaz que mantinha uma relação sem muita intensidade. Não ia ao cinema com ela, viajava raríssimas vezes, tratava ela bem, ajudava financeiramente e resolvia grande parte das coisas dela, mas não passava disso.

Nesse tempo ela conheceu outro rapaz que era o oposto do namorado. A chamava para sair, dizia que ela estava bonita, comprava flores, presentes e ligava todos os dias para saber como ela estava. 

Beatriz terminou com o primeiro namorado para “embarcar” nessa nova relação, mas não foi de coração aberto e voltou para o ex-companheiro. Quando voltou descobriu que estava sendo traída fazia anos e que ele mentiu por diversas vezes para ela. Mesmo assim ela permaneceu.

Hoje em dia o ex-companheiro tem uma nova namorada e ela está sozinha. O problema é que Beatriz nunca ‘desgrudou’ dele. Continua conversando, saindo e até dependendo financeiramente, e emocionalmente.

O amor dela por ele deixou de ser amor. Tornou-se uma dependência afetiva tão grande que ela não consegue mais conhecer outras pessoas e tocar a vida. Por algum motivo - que com certeza seria melhor tratado na psicoterapia - Beatriz não o largou e continua acreditando que os dois vivem uma relação de amor.

Estou lendo o livro “Amar ou depender?”, do Walter Riso. É um livro pequeno, fácil de ser lido e que explica sobre as fases da dependência afetiva e como podemos fazer para fazer do amor uma experiência saudável. Recomendo a leitura.

Muitos relacionamentos não são mais baseados no amor. Não há mais tesão no parceiro, nem diálogo, muito menos troca de elogios ou de carícias. O que há é uma grande dependência que impede que os dois sigam.

O autor diz em um trecho do livro: “Depender da pessoa que se ama é uma maneira de enterrar em vida, um ato de automutilação psicológica em que o amor-próprio, o autorrespeito e a nossa essência são oferecidos e presenteados irracionalmente”.

A dependência está disfarçada no ‘amor romântico’. O que você vive hoje é amor ou dependência?

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Aplicativo de transporte para mulheres será lançado em setembro em Maceió

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Aplicativo 'Maju' é exclusivo para mulheres

Um novo aplicativo de transporte exclusivo para mulheres deve chegar em Maceió em setembro deste ano. A ideia do aplicativo ‘Maju’ é oferecer mais segurança às mulheres que desejam trabalhar como motoristas e para as usuárias do transporte aplicativo.

Fiquei sabendo da ideia após uma matéria publicada no site do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). O mais legal do aplicativo é que terá um botão de pânico para ser acionado quando as usuárias se sentirem ameaçadas.

Como vai funcionar o aplicativo?

Assim que fizer o cadastro no aplicativo - as passageiras e motoristas - vão precisar informar três contatos de telefones para emergência. O botão de pânico pode ser acionado independentemente de estarem em viagem.

Caso precise acionar o botão de pânico, uma mensagem de socorro será enviada para os contatos que foram colocados no cadastro, assim como a localização dela.

Como surgiu a ideia?

A ideia do representante da empresa, Leonardo Bittencourt, surgiu após a filha da sócia dele ter pedido um transporte por aplicativo e o celular dela ter descarregado durante a viagem. A sócia dele ficou apreensiva sem notícias da filha que estava ‘viajando’ com um homem desconhecido.

O susto que a mãe da garota passou fez com que ela conversasse com Leonardo e juntos achassem um jeito de ajudar as famílias a não passarem pelo mesmo que ela passou. Além disso, a ideia também é de oferecer mais segurança para essas mulheres.

 

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Agência em AL cria e-books grátis para profissionais se destacarem nas redes sociais

Foto: Reprodução/Redes Sociais Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Médicas também podem se vender pelas redes sociais

As redes sociais transformaram o mercado e ofereceram aos profissionais a oportunidade de divulgar seu negócio. Entretanto, muitas pessoas ainda não sabem como vender seu produto ou serviço, atrair clientes e fidelizá-los por meio das redes.

Quando se fala da área da saúde, por exemplo, as profissionais acham quase “impossível” se vender nas redes sociais, mas a dica de ouro é: se vender pelo conteúdo.

Em Alagoas, a agência Arca (@vocearca) - primeira agência de marketing digital só para mulheres - criou uma boa oportunidade para quem pretende divulgar seu trabalho nas redes sociais e ser reconhecida como a melhor da cidade, sair na frente dos concorrentes, se destacar e ter um diferencial.

As especialistas em marketing digital Laís Casado e Meline Lopes criaram e-books para 14 profissionais. Entre as profissões estão as médicas, fisioterapeutas, psicólogas, fonoaudiólogas, arquitetas, advogadas, nutricionistas, entre outras.

Os e-books gratuitos apenas para as mulheres oferecem dicas preciosas para que essas profissões se destaquem nas redes sociais e divulguem seus trabalhos. É possível utilizar a rede social como meio para ser reconhecida? Sim! Mas tudo precisa ser feito de forma correta, respeitando o código de ética e oferecendo o melhor conteúdo.

Clique aqui para ter acesso aos e-books!

 

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Amor não mata: o que a história de Maria da Penha nos ensina?

Foto: Imagem de capa JU-online Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Maria da Penha

Você já deve ter ouvido falar sobre a Lei Maria da Penha, mas você conhece a história de Maria da Penha? 

Maria da Penha Maia Fernandes é de lá de Fortaleza, Ceará, e é Farmacêutica bioquímica. Maria conheceu o agressor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros quando ela estava cursando o mestrado em São Paulo, em 1974. 

Assim como a maioria dos agressores, Marco também era um homem amável e educado. Eles casaram em 1976 e tiveram filhos. 

Após um tempo, as agressões começaram a acontecer. Marco agia com intolerância e com violência não apenas com Maria, mas também com as filhas.

A partir daí, Marco tinha o comportamento de agredir, se arrepender e depois ser carinhoso. Acredito eu que, assim como muitas mulheres, Maria acreditava que ele pudesse mudar e que era apenas uma fase.

Em 1983, Maria foi vítima de dupla tentativa de feminicídio por parte dele. Ele deu um tiro nas costas dela enquanto ela dormia. Como resultado da agressão, Maria ficou paraplégica. Além dos traumas psicológicos e complicações físicas. 

Após voltar para casa, Marco a manteve em cárcere privado durante 15 dias e tentou eletrocutá-la no banho. O primeiro julgamento contra Marco foi oito anos após o crime.

Em 2006, no dia 7 de agosto, o ex-presidente Lula sancionou a Lei 11340/06 conhecida como a “Lei Maria da Penha”.

A história de Maria pode parecer absurda para você que está lendo esse texto. Histórias assim, como a dela, existem todos os dias. Não importa a cor, a raça, o poder aquisitivo. De 1974 (ano que Penha conheceu Marco) pra cá não mudou muita coisa. 

Quantas mulheres vocês conhecem que vivem um relacionamento que começou bonito e que terminou de forma trágica? Ou que ainda não terminou? E quantas desculpas as mulheres que estão dependentes financeiramente ou emocionalmente dão para si mesmas para justificar a agressão do autor?

O Agosto Lilás vem para reforçar isso: é preciso enfrentar e denunciar. Que a história de Maria da Penha nos ensine AMOR de verdade não mata. Maria não morreu, ela viveu e conta esse relato para nós, mas quantas Marias morreram no Brasil e no mundo?

A história dela nos ensina que amor não machuca, agride, humilha e mata. Que amor de verdade é cuidado, compreensão, carinho e respeito. Que lutemos por essas mulheres e que os culpados sejam punidos.

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Existe fórmula para esquecer o ex? especialista em relacionamento dá dicas

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Terminar uma relação não é algo fácil e leva um tempo para que ambos superem o fim. Mas, você já deve ter ouvido algumas histórias de pessoas que ainda não esqueceram o(a) ex e que ficaram “presos” ao passado. Já escutei pessoas dizendo que seria mais fácil se houvesse uma fórmula mágica que ajudasse a esquecer mais rapidamente. Sinto te dizer que não existe um remédio para isso, mas há algumas "táticas" que você pode utilizar. 

Acredito e enxergo que términos são fases que precisamos viver para crescer, evoluir e aprender. Sobre términos conversei com a especialista em relacionamentos, Laylla Brandão. Ela contou que nem sempre quem termina tem a maturidade necessária para encerrar um ciclo e entrar em outro, principalmente quando se termina com traumas, brigas ou traições.

“Quando se sente raiva, tristeza, necessidade de vingança ou algo do tipo, isso dificulta a capacidade dele ou dela de elaborar bem a finalização”, disse Brandão.

Ela contou ao blog que é importante pensar que o relacionamento que alguém viveu no passado foi necessário para que a pessoa chegasse até este momento.

Existe alguma técnica para esquecer o ex?

O término é um processo de luto. Laylla explicou que não há remédio para esquecer o ex, mas que algumas técnicas podem ajudar.

Segundo ela, deixar de seguir nas redes sociais, se desfazer de presentes e buscar ajuda na psicoterapia são táticas que podem ser utilizadas.

“É importante e sábio deixar de seguir nas redes sociais porque o que o parceiro vive deixa você querendo saber mais da vida dele e lembrar que você não pertence mais aquilo. Se desfazer ou guardar presentes  que lembrem do outro também é uma técnica. Por fim, buscar ajuda com psicólogos para que essa finalização aconteça da melhor forma”, disse Laylla.

É preciso deixar ir. Quando a relação acabou e não há mais volta, ambos precisam vivenciar o processo de luto já que, segundo Laylla, não finalizar esse ciclo pode trazer prejuízos para quem não aceita o fim.

“Trava o processo de evolução externo e interno. Nesse processo de luto é preciso olhar para si e ter um processo de autocura”, comentou a especialista.

Organizar os sentimentos, olhar para si e arrumar a casa interior são as dicas que a especialista deu para quem está passando por esse processo.

“É preciso confiar nos processos. Se há dificuldade, busca auxílio. Nós só crescemos nas relações quando encontramos meios por onde elaborar bem”, finalizou Laylla.

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Fotografia de parto: quando a imagem eterniza emoções

Foto: Cortesia/Ingryd Alves Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Fotógrafa registra partos em Maceió

O parto é o momento mais esperado pelas mães e um dos mais emocionantes para a família. O momento fica guardado na memória, mas também na fotografia que tem um poder incrível. Hoje é quase impossível você encontrar alguém que não goste de fotos.

Para registrar esses momentos, cada vez mais, as mães investem em fotógrafos para guardar esse dia tão especial na vida delas. A intenção é apenas uma: guardar para sempre nos álbuns aquele dia que não volta mais. O investimento de uma fotógrafa não é tão caro e pode ser alinhado com a profissional.

Mas, por qual motivo devo contratar uma fotógrafa?

Se você quer ter boa qualidade e encantar com as fotos, a minha dica é: contrate uma fotógrafa especializada em parto. Mesmo que seu esposo, mãe, sobrinha ou qualquer outro familiar utilize o celular diariamente e faça fotos boas, ele não vai ser o ideal para fazer as suas fotos com o bebê na maternidade e durante o parto. Estamos falando de fotos profissionais... lembrem disso.

Durante o parto, a fotógrafa não vai te atrapalhar ou atrapalhar a equipe. O momento é seu e da criança. De maneira discreta, a profissional vai fazer o registro de maneira delicada e transformar aquele momento em uma imagem que você nunca vai esquecer.

Foto: Ingryd Alves/Cortesia

É importante que você confie na profissional, converse com ela antes e se conheçam ainda durante a gestação. Dessa forma, a sua relação com ela vai estar bem mais confortável no dia.

Fotografia vai além de tudo…

Em Maceió, a fotógrafa Ingryd Alves (@poringrydalves) “encontrou” no parto o renascimento. Para ela, no momento em que se nasce uma criança, também se nasce uma mãe, um pai e uma família.

Ingryd tem um olhar sensível por trás das lentes e consegue captar/passar para quem recebe as fotos, a emoção que dá pra sentir através da fotografia. Ela contou ao blog que registrar o parto através de um profissional é importante já que há técnica, o olhar e a vivência do fotógrafo que irá eternizar o momento tornando as lembranças vivas; além de permitir que o casal esteja em sintonia e totalmente entregue. 

Entretanto, engana-se quem pensa que é só a mãe e a família que renasce. O mesmo acontece com a profissional. Ingryd disse que a fotografia de parto surgiu quando ela sentiu a necessidade de buscar a criança interior dela e que fotografar um nascimento para ela é lembrar sempre do propósito de vida, além de levá-la a uma conexão com o poder feminino.

“Meu propósito é fazer com que pessoas relembrem esse momento de uma maneira leve, com respeito e profissionalismo”, disse a fotógrafa.

Se vale contratar uma fotógrafa de parto? Veja a foto abaixo e tire suas próprias conclusões.

Foto: Ingryd Alves/Cortesia

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Esse aplicativo vai te ajudar na prevenção ao suicídio; confira como funciona

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Aplicativo prevensuic ajuda na prevenção do suicídio

Conheci o aplicativo ‘Prevensuic’ pela minha psicóloga Fernanda Chianca que comentava comigo, durante a sessão de ontem, o quanto o índice de suicídio tinha crescido no mundo. Baixei o aplicativo e achei fantástico. Acredito que essa ideia precisa ser compartilhada com vocês e para que vocês compartilhem com pessoas que pensam em suicídio. O objetivo é simples: ajudar na prevenção do suicídio.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente. O Prevensuic é espanhol, mas já está traduzido para o português. Assim que você abre o aplicativo tem uma parte com quatro imagens (como mostro na figura abaixo).

No menu, vocês podem visualizar alguns tópicos. A primeira diz: ‘tenho ideias suicidas’. Clicando nela você encontra outros tópicos como: conselhos rápidos; os meus sinais de alerta; o meu plano de emergência; as minhas razões para viver e fotos da minha vida.

Vou te passar um breve resumo: nos conselhos você vai encontrar algumas frases para te relembrar algumas coisas; nos sinais de alerta você pode escrever algumas coisas que você pensa quando têm idéias suicidas; no plano de emergência você pode escrever para quem se deve entrar em contato em caso de urgência; nas razões para viver, você pode marcar um x em algumas razões e escrever outras; e nas fotos da sua vida você cria uma galeria de razões para viver através de fotografias.

O aplicativo também serve para quem se preocupa com alguém, é um profissional ou quer alguma informação.

Que ações assim sejam mais disseminadas no mundo e que a ajuda venha de toda forma para que vidas sejam preservadas. Afinal, você importa, sua vida importa e tem UM MILHÃO de coisas para você conhecer lá fora. Acredite nisso!

Ah, e não deixe de buscar ajuda com um profissional especializado. Uma terapia é sempre uma ótima escolha.

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As lições que aprendi viajando sozinha durante as férias

Foto: Arquivo Pessoal Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Foto que tirei no Parque Lage, no Rio de Janeiro

Fazia anos que não tirava férias. Sempre pulando de estágio em estágio e depois vivendo em função apenas do trabalho. Ou dos trabalhos. Esse ano planejei uma viagem de 12 dias. Inicialmente, São Paulo e Belo Horizonte. Depois, entrou o Rio de Janeiro. E assim ficou: São Paulo e Rio de Janeiro. Dois lugares que já fui algumas vezes, mas que sempre tem algo novo para me mostrar. A primeira lição é que, às vezes, o que você planejou não acontece. E está tudo bem se não acontecer. 

No segundo dia em São Paulo sofri um acidente. Poucos sabem, mas bateram no Uber que eu estava e o carro dele bateu em mais dois. A batida foi tão forte que as duas portas do carro quebraram e o motorista - um senhor de idade - passou muito mal.

Eu, que até então estava em choque, fiquei acalmando o motorista pedindo para que ele respirasse. Quando saí do carro entrei em um supermercado que tocava uma música de Nossa Senhora Aparecida (que sou devota). Ao lado do supermercado tinha uma igreja. Entrei, chorei e rezei. Segunda lição: a proteção divina nunca falha. Mais tarde, o motorista me mandou uma mensagem mostrando preocupação e dizendo que os danos foram apenas materiais. Ficamos bem.

No Rio de Janeiro conheci uma menina que morava em Rondônia. Viajava sozinha assim como eu. Não sei muita coisa sobre ela, mas sei que durante esse período no Rio, visitamos vários lugares juntas, vimos o sol indo embora no Arpoador, dividimos histórias e ela me ajudou com as minhas fotos. A terceira lição é que o Universo sempre une propósitos.

Viajei sozinha. Olhei, aprendi, escutei. Não reclamei, apenas agradeci. Por cada instante, minuto, segundo. Vivendo uma leveza que não vejo no dia a dia (já que estou sempre ocupada pensando no que preciso resolver).

Escutei, na ida ao Rio, uma mulher que falava que era psicóloga, professora de Yoga, tinha viajado para vários países, morado no Canadá, em outras cidades e vivia sempre novas experiências. E eu pensei: é isso. Viver é exatamente isso.

Essa foi a última lição que aprendi: nós ainda temos muito que viver, aprender e ver. Voltei com mais coragem, força e com a certeza que viajar renova nossa alma e coração. 

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