Blog da Raíssa França

Após derrota, jogadora Marta faz desabafo e emociona a web; veja vídeo

Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Alagoana Marta

A seleção brasileira feminina foi eliminada no jogo de desse domingo (23) contra a França. A seleção enfrentou um jogo duro contra o outro time, foram vaiadas, tiveram um gol anulado, jogadoras lesionadas e ainda jogaram na prorrogação.

Após a eliminação, a jogadora alagoana Marta fez um desabafo que comoveu a maioria dos torcedores nas redes sociais. 

A camisa 10 da seleção chorou e fez um apelo: “Valorize! A gente pede tanto, pede apoio. Mas a gente também precisa valorizar. Eu acho que emociona, o momento é muito emocionante. Eu queria estar sorrindo ou até chorando de alegria", afirmou.

Confira um trecho do desabafo de Marta abaixo:

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Fake News, ataques e ameaças: o outro lado do jornalismo que ninguém vê

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Fake News, ataques e ameaças: o outro lado do jornalismo que ninguém vê

Você deve ter ouvido falar que os jornalistas de Alagoas estão fazendo uma campanha contra a redução salarial de 40% proposta pelas maiores empresas de comunicação do nosso estado. Se você não ouviu falar sobre isso durante essa semana, te contei agora. Desde que noticiamos que os jornalistas entrariam em greve que recebemos “ataques” que partiram de pessoas que entendem que as redes sociais nasceram para que eles possam usar e disseminar o ódio ou até mesmo a piada de mau gosto. Nunca o bem, quase nunca.

Não costumo ler comentários de matérias (já que prezo pela saúde mental), mas inevitavelmente li alguns que me fizeram pensar: “em que mundo vivemos?”. Pessoas que colocaram que “quem não gosta do que a empresa propõe deve pedir demissão”; que “jornalistas fazendo greve é mais um dia sem fake News” e que “a greve é uma piada”.

Caro leitor, assim como você, nós também temos conta para pagar. Muitos são pais de família e precisam pagar a escola dos filhos, o plano de saúde e fazer feira. Recebemos um salário para pagar tudo e ainda fazer milagre. A maioria não nasceu em berço de ouro. Muitos escolheram jornalismo porque acreditam que com ele se pode vencer muitas coisas.

Sabe aquela criança com câncer que precisa de doação? Nós que fazemos a matéria e essa informação se espalha e a criança consegue essa doação. Sabe aquele desvio? Nós noticiamos e muitas vezes, os culpados são presos. Sabe aquela denúncia de que o hospital não está com material para atendimento? Nós também noticiamos e muitas vezes, o problema é resolvido.

Talvez você não saiba, mas vou te contar: não vestimos capas porque não somos heróis e nem melhores que os outros. Assim como você, nós também choramos quando precisamos escrever ou entrevistar uma mãe que perdeu o filho; ou quando vemos casos assustadores de estupros/mortes; nós também ficamos indignados com os desvios nas prefeituras. Nós, assim como vocês, temos uma vida corrida. Às vezes, não sobra tempo de tomar água ou de ir ao banheiro. Às vezes, nem de comer e muitas vezes nem de ser família. A nossa prioridade é passar informação para vocês o mais rápido possível. É trabalhar. E sim, erramos. E quando erramos... putz. Ficamos tristes porque erramos, mas faz parte da nossa profissão errar. Não somos robôs.

Nós sempre ouvimos quando vocês querem denunciar algo ou quando precisam de nós. Nós estendemos os gravadores, microfones e nos doamos em tudo que fazemos – independente da área, veículo – nós trabalhamos com amor e verdade. 

Esse texto é para que vocês repensem o nosso papel dentro da sociedade e entendam que assim como vocês, nós também temos dores, desafios e contas para pagar. Não absorvam essa ideia de que divulgamos Fake News. Nós estamos aqui para te mostrar a verdade e combater as notícias falsas. Não nos ataquem ou nos ameacem... Nós também temos direitos.

Quando escolhi jornalismo foi para ser, no meio desse mundão, uma pessoa que pudesse entender, compreender, ouvir e escrever sobre o outro. Já escrevi tantas histórias e notícias que perdi as contas. Agora foi a minha vez de contar a minha para que você pudesse conhecer o outro lado do jornalismo.

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Irmãos descobrem que vão ganhar uma irmã e se emocionam; veja vídeo

Foto: Mickaell Santos Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Família alagoana espera Amélie

Bebel Ramalho e Jhey são pais de dois meninos: Miguel e Levi. Bebel sempre quis ser mãe de uma menina e teve uma enorme surpresa esse ano quando descobriu que estava grávida. “Foi um milagre”, ela disse.

O casal alagoano resolveu fazer uma surpresa para contar aos filhos que eles ganhariam uma irmã, a Amélie. A reação dos dois irmãos é a coisa mais fofa que você verá hoje.

Assista ao vídeo abaixo e prepare os lencinhos...

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É possível casar e continuar namorando; especialista dá dicas para a relação

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Segredo é inovar, diz especialista

Dizem que o namoro é uma preparação para o casamento. Seria aquele momento de conhecer a pessoa e decidir se você realmente quer ficar ela (mesmo com aqueles defeitos que detestamos). Porém, alguns casais se dão bem no namoro e, quando casam, tudo cai por terra. Pois é, casar é beeeem diferente de namorar.

Conversei com a educadora sexual e especialista em relacionamento, Laylla Brandão, que explicou a diferença entre os dois. Ela deu dicas de como os casais podem deixar o relacionamento do mesmo jeito que o namoro.

Laylla explicou que, quando se fala em namoro, se fala em paixão. Segundo ela, a paixão é um sentimento que motiva, e os namorados sentem isso sempre, não é? “Quando falamos de relação e inovação estamos falando de não cair na rotina que é algo que muitas pessoas caem e não saem mais”.

Especialista Laylla Brandão

A especialista disse que, no namoro, é comum os casais criarem ansiedade para se ver. Eles se arrumam, dão beijos demorados… a sensação de que tudo é novo é o que mantém a chama acesa. “Essa fase de namoro é de conhecimento e de surpreender o outro para que ele se apaixone ainda mais”.

Laylla explicou que as relações têm um prazo para cair na rotina. Segundo ela, o tempo é de mais de três anos. Com a rotina, o casal não busca inovar tanto no sexo, como no dia a dia. “No namoro, cada um tem sua privacidade e seu momento, mas na hora de se encontrar eles encontram essa inovação. Eles querem se arrumar, comprar flores, ir ao cinema. A relação de namoro é uma relação de descoberta”.

Quando se fala em casamento, a relação se torna mais concreta. “Nenhuma relação deve ser um nó, ela deve ser um laço porque se for um nó, ela acaba sufocando”, explicou Laylla.

A especialista disse que dentro do casamento existe muita responsabilidade - muitas vezes isso chega a ser cansativo. “A relação tem que ter uma base de parceria muito forte de amor e companheirismo. Se isso não acontecer, a paixão acaba com a rotina - que é o acordar, trabalhar, pagar contas, entre outros -”.

Laylla disse que no relacionamento que é necessário que o casal lembre que são eternos namorados. “Sair da rotina quer dizer inovar e inovar quer dizer namorar. Viajar, surpreender, ir ao cinema e que normalmente são deixadas de lado no casamento”. 

Para ela, muitas vezes, a prioridade do casal não está em se satisfazer. “Um casal maduro entende que eles precisam se satisfazer saindo toda quarta, por exemplo, na sexta-feira assistir um filme”. 

O cansaço acaba impedindo que relação a dois aconteça, mas Laylla disse que a palavra cansaço não deve fazer parte do vocabulário do casal e que deve ser transformado. Tomar um vinho e fazer uma massagem podem ajudar na liberação do cansaço.

Enxergar fora da caixinha do dia a dia é a saída. Brandão colocou que é necessário que, não apenas no dia dos namorados, mas que esses casais busquem ser parceiros, respeitem-se e que alimentem o sentimento da paixão. “Casados precisam alimentar a vida de namorados”, finalizou.

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Lugar de mulher é onde ela quiser e a seleção feminina mostrou isso

Foto: TorcidaAlagoanaSeleçãoFeminina/Instagram Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Villa Food reuniu várias pessoas para o jogo da seleção feminina

Sempre acompanhei a Copa do Mundo e outros jogos da seleção masculina e é comum – na época dos jogos - encontrarmos nas ruas os torcedores de verde e amarelo, fazendo barulho, os bares cheiros e um grupo de amigos ou familiares reunidos para torcer -. Desta vez, a situação foi diferente para a seleção feminina: não encontramos os bares cheiros e nem inúmeros torcedores fazendo barulho. 

Em Maceió, poucos locais transmitiram os jogos da seleção feminina – que teve pela primeira vez o jogo transmitido ao vivo pela TV aberta -. A “desculpa” era sempre a mesma: o horário não batia com o funcionamento dos estabelecimentos. Pelo que soube apenas dois lugares transmitiram o jogo, um deles foi o Villa Maceió Food Park. 

Porém, mesmo não sendo igual ao da seleção masculina, torcer pela seleção feminina foi lindo: com direito a roda de samba formada por mulheres, chopp e muita animação.

Foto: Ingryd Rodrigues

Mulheres, homens e crianças estavam presentes no Villa. A torcida era única e às 10h30 da manhã não restava dúvidas: a seleção feminina conseguiu reunir centenas de torcedores, em sua maioria mulheres, para vibrar com o jogo que trouxe vitória para o Brasil.

Pode parecer simples, mas nós, mulheres, ganhamos. Não apenas com a vitória das jogadoras que fizeram um belíssimo jogo – sem cenas como costumamos ver em outros jogos – mas mostrando o que a mulher é na íntegra: uma lutadora.

Ganhamos quando reunimos todas essas pessoas em um lugar só para torcer por um time que muitas vezes foi “desvalorizado”; quando recordamos que entre 1941 e 1983 o esporte foi proibido para mulheres e quando percebemos que mesmo com salários diferentes (em comparação ao da seleção masculina) as mulheres jogaram como verdadeiras mulheres e nos orgulharam.

Esse texto não é para falar apenas sobre como a seleção feminina, mas é um texto sobre igualdade de gênero que mostra que somos capazes de tudo: jogar, liderar, apitar, falar sobre tecnologia, futebol, ciência, economia. É um texto que comemora – em uma roda de samba e com chopp na mão – o avanço que estamos tendo quando se fala em igualdade. E assim vamos resistindo, enfrentando, sendo.

E vamos torcer até o fim com a seleção brasileira feminina - que foi o assunto mais comentado nas redes sociais desse domingo - e que mostrou que mesmo não tendo “tanto espaço” já conseguiu o suficiente para mostrar que lugar de mulher é onde ela quiser.

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A história dessa família alagoana vai te fazer pensar em adoção tardia

Foto: Cortesia ao Blog Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Shirley (mãe), Jéssica, Sâmara Laís e Cezar (pai)

Quando falamos em adoção, imaginamos um bebê que espera uma família e que vai ganhar um novo lar. Entretanto, há uma lista de adolescentes que esperam ser adotados em Alagoas. Nesta lista estava Jéssica, que na época tinha 12 anos.

A história da adolescente alagoana - que hoje tem 20 anos e cursa psicologia - é sobre amor e sobre família. Ela foi acolhida por Cezar Henrique (psicólogo) e a fisioterapeuta Shirley Ferraz que já tinham o desejo de adotar uma criança antes mesmo do casamento.

“Nós queríamos ter primeiro um filho biológico e depois adotar outro”, contou. Foi em uma visita a um dos lares que o casal costumava ir com frequência que eles conheceram Jéssica. O desejo de adotar não foi de “primeira”, mas a lembrança constante da menina permanecia intacta no coração deles.

Após um tempo, o casal reparou que Jéssica não fazia mais parte do lar. Segundo Cézar, como Jéssica era uma criança mais velha e o lar havia crianças mais novas, ficar no mesmo ambiente que as mais novas estava prejudicando o desenvolvimento cognitivo dela.

Com a mudança da adolescente, o casal foi até o novo lar visitar Jéssica. “Não planejamos nada, apenas fomos lá”. Para surpresa do casal, ao chegar à instituição, quem os recebeu foi a garota. “Não acredito em coincidência. Quando chegamos, batemos na porta e ela reconheceu a nossa voz mesmo sem nos ver”.

O alagoano contou que naquele dia ele e a esposa já sabiam que queriam adotar Jéssica. “Mostramos o desejo de adotar para a instituição e conversamos com ela. Foi mais ou menos um ano para que ela fosse adotada”.

A fase de adaptação, segundo Cezar, foi um pouco difícil, mas o segredo para superar estava no amor. “Se não tivesse amor não teria dado certo. Ela chegou para nós dentro de um processo e precisávamos entender isso dela. Sempre sentamos e conversamos sobre tudo”. Depois de um tempo, Jéssica ganhou uma irmã que hoje tem 1 ano e 10 meses.

Emocionado, o pai de Jéssica disse que para ele e para esposa, a filha adotiva é um orgulho. “No começo não foi fácil porque é uma questão de adoção. Nós levamos em consideração que era ela uma adolescente, mas que no final só queria se sentir amada”.

A história da garota mostrou que mesmo não tendo o mesmo sangue dos pais, o que importa é o amor que se constrói a cada dia. Para o pai, algumas pessoas falam que queriam ter coragem para adotar, entretanto, a adoção tardia vai muito além de ter coragem: é preciso de amor.  Para ele, o amor incondicional que é tão falado pelas mães biológicas também é demonstrado quando essas mães adotam uma criança.

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Você se cobra demais? Esgotamento profissional pode te deixar doente

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Síndrome de Burnout, conhecida como esgotamento profissional

Durante essa semana me deparei com duas pessoas que foram afastadas do trabalho por esgotamento profissional. Ainda por esses dias também fiquei sabendo que a síndrome de burnout [também conhecida como ‘estresse crônico’] foi incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). Pesquisando, encontrei que 32% dos brasileiros são atingidos por essa síndrome que tem como sintomas o estresse, a irritação, desmotivação, além das dores físicas e cansaço mental.

Vamos falar um pouco sobre esse esgotamento profissional e toda cobrança que recebemos da sociedade e de nós mesmos. Cobramos que sejamos os melhores em tudo que fazemos; que ganhemos destaque no trabalho e muitas vezes trabalhamos mais do que conseguimos; corremos de um lado pro outro para trabalhar, ganhar dinheiro e pagar os boletos. Com isso, passamos da hora, deixamos de fazer as refeições, não contemplamos os momentos de lazer e simplesmente, quando vemos, estamos doentes.

Sim, adoecemos. Adoecemos porque assim como eu, você deve ter sua rotina diária que pode ser tão intensa quanto a minha. E quando você percebe, ao chegar em casa, seu cansaço mental é tanto que não há coragem para nada. E de repente, você não sente mais vontade de ir trabalhar, de sair, está cansado, somatizando problemas e desesperado por ajuda. Em alguns casos [como dessas duas pessoas que conheço] a saída é o afastamento do trabalho.

Meu caro leitor, qual foi a última vez que você chegou do trabalho e deixou seu trabalho do lado de fora de casa? Qual foi a última vez que você leu um livro sem pensar nos prazos? Ou que você se divertiu sem pensar naquilo que está atrasado? Qual foi a última vez que você não se cobrou ser o melhor e simplesmente trabalhou da melhor maneira que você pode, mas sem cobranças?

Não se cobre tanto, apenas deixe ir. Não permita que a sociedade te cobre por algo que você não têm condições de oferecer. Seja gentil consigo. Olhe para você. Esteja com você. Tudo bem, os boletos vão chegar e você vai pagar. O seu trabalho vai continuar sendo seu trabalho, você não precisa se desesperar para que você trabalhe mais do que pode. O seu trabalho é a sua maneira de fazer o que gosta [no caso de algumas pessoas] e de ganhar dinheiro, mas não o trate como se ele fosse a única coisa que você tem na vida. Outras coisas importam também.

Sua saúde mental vale mais do que qualquer emprego. Trabalhe, dê o seu melhor, mas não torne o seu emprego o centro da sua vida. Se precisar de ajuda, busque ajuda de um psicólogo que vai te oferecer o tratamento adequado para essa situação.

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Faça terapia! Confira os locais que oferecem atendimento gratuito em Maceió

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Instituições oferecem atendimento psicológico Maceió

Fazer terapia foi uma das melhores escolhas e investimentos que fiz na minha vida. Optei por procurar uma ajuda profissional quando passei por problemas familiares e problemas internos que não estava conseguindo resolver sozinha. E tá tudo bem buscar terapia quando você não sabe mais lidar com aquelas situações.

Muitas pessoas ainda enxergam com “preconceito” a psicologia como se ela tratasse apenas de pessoas com transtornos mentais. Na verdade, não é preciso que você tenha um problema “mental” para que se procure uma ajuda especializada. Posso dizer que fazer terapia é aprender mais sobre si, ouvir os seus próprios pensamentos, ter um norte em algumas situações, se amar e acima de tudo, entender seus conflitos internos para ser uma pessoa melhor.

Quando falo que faço terapia ouço sempre a mesma frase: "queria muito, mas é caro". Sim, sei que alguns profissionais cobram um valor que você não pode pagar, mas você sabia que várias instituições de ensino de Maceió oferecem atendimento gratuito? Eu já fiz e garanto: você não vai se arrepender.

Separei alguns locais para que você entre em contato e busque ajuda especializada. Geralmente, a pessoa passa por uma triagem e depois é chamado para começar a terapia com os profissionais que estão indo para o mercado de trabalho.

Instituições que oferecem atendimento:

Centro Universitário Tiradentes (UNIT):

Horário de funcionamento – Segunda à sexta, das 8h às 19h. A clínica é localizada dentro da própria instituição. Você faz uma triagem e depois entram em contato com o interessado. É preciso ir ao local para fazer o cadastro.

Saiba mais aqui: https://portal.unit.br/institucional/extensao/clinica-de-psicologia/

Cesmac:

No Cesmac você encontra, de forma gratuita, atendimento psicológico que é realizado na clínica e conta com uma equipe composta por alunos do último ano de psicologia, supervisionada por professores da instituição.

Faculdade Estácio:

Os atendimentos são oferecidos na clínica de saúde da faculdade Estácio, na rua Desportista Cláudio da Rocha Lima, na Jatiúca.

UFAL:

O Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) é um espaço ligado ao Curso de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), voltado para a formação teórico/prática do estudante de Psicologia e à prestação de serviços psicológicos à comunidade alagoana. Na Clínica Psicológica são realizados atendimentos psicológicos pelos estagiários de psicologia e profissionais psicólogos.

Não coloque mais desculpas de que você não pode pagar uma terapia para começar a se cuidar. Tem uma frase que adoro: é preciso fazer terapia para lidar com pessoas que deveriam fazer. 

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Você curte a sua companhia? confira dicas para aproveitar esses momentos

Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Você curte a sua companhia? confira dicas para aproveitar esses momentos

Estamos acostumados a receber dicas do que devemos fazer no final de semana com outras pessoas - seja com amigos, namorado (a) ou com familiares - mas quase nunca você encontra alguém que te diga que você deve aproveitar o final de semana com a sua própria companhia. Costumo ouvir da minha terapeuta que devo ser gentil comigo e aproveitar a minha companhia que é a melhor do mundo. Afinal, se você não consegue ficar bem consigo vai ser difícil ficar bem com outra pessoa.

Poderia indicar várias dicas do que você deve fazer nesse final de semana, mas vou separar quatro e espero (de verdade) que te ajude nesse processo de aproveitar a tua companhia.

Silencie

Essa é a tarefa mais difícil, sabia? Geralmente falamos o tempo inteiro, ouvimos o tempo inteiro e estamos mergulhados na rede social de uma forma exagerada! Tire esse final de semana para você silenciar pelo menos por uma hora. Coloque uma música relaxante, sente no chão, em um tapete ou deite na rede da sua casa, na sua cama, e silencie. Fique em silêncio, observando os teus pensamentos (afastando os negativos) e prestando atenção no som da sua respiração. Observe-se! O nosso silêncio diz muitas coisas, aprenda a se ouvir internamente.

Assista um filme sozinha

Sozinha. Coloque um filme legal, desligue o celular e preste atenção naquela história. Escolha aquele filme que você acredita que vai te ajudar em algo positivamente. Faça uma pipoca, compre chocolate e aproveite aquele momento.

Dance

A música renova a nossa alma! Você pode achar que isso é uma ideia idiota, mas garanto: não é. Coloque uma música que você gosta e dance em frente ao espelho, dentro do seu quarto, na sala, não importa! Apenas dance. Fique com você nesse momento tão especial e liberte-se.

Saia sozinha

Vá comer sua comida preferida; tomar um café; uma cerveja; andar na praia; sair para uma peça de teatro; vá ao cinema. Não importa. Saia sozinha e sem medo algum. Dessa forma você acaba exercitando sua autoestima e confiança. Não esqueça de aproveitar esses momentos e de prestar atenção em cada detalhe. Observe tudo nessa saída e o mais importante: observe-se. Você consegue ficar bem consigo.

Relacionamentos: caiu na rotina? educadora em sexualidade dá dicas

Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Educadora em sexualidade, Laylla Brandão

Você deve ter ouvido falar que a rotina desgasta o relacionamento. Afinal, com a convivência, não se pode esperar que tudo seja como o primeiro encontro, não é? Mas, para que o relacionamento continue firme é preciso que ambos entendam a importância deles estarem conectados e lutando para manter a magia daquele primeiro encontro. Porém, alguns casais caem na rotina e a primeira parte afetada é a sexual.

Conversei com a educadora em sexualidade, Laylla Brandão, que deu algumas dicas para manter a chama acesa e para que seu relacionamento possa ficar melhor.

Desconexão

Laylla Brandão disse que a sexualidade precisa de uma afinidade tanto de sintonia do casal quanto de dedicação e cuidado.

“Quando estamos 'bitolados' a priorizar nosso trabalho e nossos filhos, esquecemos que existe uma relação que precisa ser alimentada. Quando a verticalidade (o dia a dia) não vai bem, a horizontalidade está bem pior”, alertou Brandão.

A educadora enfatizou que sexo é entrega e cuidado. “Quem disse que sua vida sexual não precisa ser alimentada e que o sexo é apenas corpo e penetração?”, questionou. Para ela, sem esses cuidados e sintonia no dia a dia, a relação sexual se perde.

Como ajudar para que a rotina não atrapalhe a vida sexual?

Segundo ela explicou, é preciso lembrar que uma vida sexual precisa de cuidados diários como: sair da rotina (programas fora do dia a dia do casal), diálogo, conversar sobre pautas longe da rotina de compromissos, como filhos e trabalho.

“Sensorialidade! O casal perde o costume de beijos de língua, de toque como abraço e carinhos contínuos”, comentou a educadora.

Dicas para manter a chama acesa

A educadora deixou algumas dicas para os casais apimentarem a relação:

- Olhar o relacionamento como um campo de cuidado e amor constante

- É preciso se cuidar, cuidar das emoções individuais e da do casal, isso com terapias e atividades de bem estar.

- Outra grande dica é: INOVEM! Por qual motivo ficar com na mesmice se a novidade pode evoluir a relação do casal?

- Última e não menos importante: CONVERSEM SOBRE SEXO! É preciso falar do que se gosta, do que se deseja, do que não se curte... Essa sintonia na sexualidade só depende do bom e velho diálogo e confiança entre o casal.

Por fim, Laylla deu uma dica que pode ser considerada uma das mais importantes: “Cuidem do seu relacionamento como cuidam do seu trabalho”, finalizou Brandão.

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