Vanessa Alencar

Feira itinerante reúne mais de três mil livros infanto-juvenis

Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Feira de livros no Maceió Shopping

Até o dia 30 deste mês, mais de três mil títulos, a partir de R$ 5, estarão à venda durante a 1ª edição da Feira de Livros “Book Lovers Kids”, que acontece na praça central do Maceió Shopping, voltada para o público infanto-juvenil.

Segundo a assessoria do evento, no ano passado, a feira itinerante organizada pela Ponto Cultural comercializou 1,6 milhões de obras em shoppings de todo o País.

Os títulos variam desde clássicos da literatura infantil a cadernos de atividades e livros com personagens atuais conhecidos das crianças e adolescentes.

Qualquer iniciativa de estímulo à leitura é bem-vinda. Uma única ressalva: o nome da feira de livros precisava mesmo ser em inglês?

Como dizia Ariano Suassuna: Não troco meu oxente pelo ok de ninguém.

A feira de segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h.

 

Pinto de Luna se filia ao PROS e pode disputar vaga na Câmara de Maceió

Foto: Facebook/Pinto de Luna Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

O ex-superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna, se filiou nesta sexta-feira, 01, ao Partido Republicano da Ordem Social (PROS), comandado no Estado pelo deputado estadual Bruno Toledo, ex-tucano.

A filiação ocorreu a convite do parlamentar.

A expectativa agora é que o presidente do inquérito da Operação Taturana e também ex-superintendente de Trânsito de Maceió, concorra a uma vaga na Câmara de Maceió, dentro do projeto de Toledo para o parlamento municipal.

Em sua página no Facebook, Pinto de Luna disse que o dia iniciou com a “perspectiva de consolidação de um novo projeto político”. “Buscaremos parceiros para seguir nesta nova trajetória, sempre visando o interesse público e o implemento das políticas públicas voltadas ao fomento de uma sociedade mais justa e igualitária”, completou.

Suplente de deputado federal, Luna chegou a assumir o cargo no final da legislatura, em janeiro de 2015, por cerca de 30 dias, quando ainda estava no PT, partido pelo qual concorreu também a deputado estadual no pleito de 2014.

 

 

 

Pressionado por todos os lados, Quintella nega que irá assumir Ministério

Foto:Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Maurício Quintella

O deputado federal Maurício Quintella, líder do PR na Câmara, usou suas redes sociais nesta sexta-feira, 01, para desmentir a informação que está circulando na imprensa nacional e local de que ele assumiria o Ministério de Minas e Energia dentro de um suposto entendimento com o governo federal.

Além de desmentir a informação, o parlamentar destacou que é contra que qualquer membro do PR assuma qualquer cargo na esfera federal durante o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff (PT).

Quintella é o único alagoano titular na Comissão que irá analisar o pedido de impeachment. Desde que foi anunciado seu nome, vários boatos surgiram, principalmente nas redes sociais, dando conta que o deputado votaria contrário ao impedimento, informação que também foi negada por ele.

Maurício segue afirmando que ainda não definiu um posicionamento sobre o assunto.

Será? Agora, é esperar para ver...

A propósito, nesta sexta-feira, 01, um anúncio de página inteira no jornal Gazeta de Alagoas orientava os eleitores a perguntarem ao deputado “de que lado ele está”. O anúncio é assinado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Confira a postagem de Quintella na íntegra:

 

Negociação de cargos no governo gera discussão entre Paulão e deputado tucano

Foto: Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Paulão

A legitimidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) provocou várias discussões na tarde de ontem, 30, durante sessão na Câmara Federal. Uma delas envolveu o deputado alagoano Paulão (PT) e o vice-líder do PSDB, deputado Daniel Coelho (PE).

Paulão criticou o fato do PSDB dizer que o PT estava fazendo um balcão de negócios para livrar a presidente do impeachment e criticou o pedido de desculpas feito pelo juiz Sérgio Moro ao STF.

“Nós verificarmos integrantes do PSDB, inclusive o líder, dizendo que, nos corredores desta Casa, deputados estão sendo vendidos. Isso ofende vários parlamentares que inclusive fazem parte da base da oposição”, afirmou Paulão, explicando que, na recomposição de uma coalisão presidencialista, é natural discutir espaço de poder.

Sobre Sérgio Moro, o parlamentar disse que o magistrado agiu em conluio com parte da Polícia Federal e entregou as gravações a Rede Globo. “Pedir perdão! Só isso?”, questionou, cobrando que Moro seja punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Daniel Coelho reagiu reafirmando que é absurdo o que os aliados estão fazendo para salvar a pele de Dilma: “A pergunta que todos fazem agora neste plenário é onde está a vergonha deste governo que abertamente na imprensa brasileira, nos corredores do Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, negociam abertamente a compra de votos contra o impeachment?”.

Em outro ponto do discurso, o deputado pernambucano completou: “Há pouco, ouvi um deputado, da tribuna, falar de feira livre. Mas é pior do que feira livre. Eles perderam completamente a noção. E essa negociação não é feita com critérios, mas da seguinte forma: o que tiver de pior, o que tiver de mais retrógrado, de mais atrasado, de mais conservador, venha para o governo”.

Pois é... E a tendência é que a temperatura só aumente.

(Com informações do portal Política Real)

Livro de Marco Villa sobre presidência de Collor está em pré-venda

Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Detalhe da capa do livro

Já está em pré-venda na livraria da Folha o livro “Collor Presidente - Trinta Meses de Turbulências, Reformas, Intrigas e Corrupção”, de autoria do historiador Marco Villa.

O lançamento da obra - que trata de um dos capítulos mais conturbados da história recente do País – coincide com o beligerante momento atual.

Segundo o autor, o livro pretende preencher uma lacuna contando detalhes dos meses em que Collor governou o Brasil. Para isso, Villa pequisou arquivos e documentos inéditos e realizou dezenas de entrevistas, inclusive com o próprio ex-presidente.

A data de lançamento ainda não foi divulgada, mas a pré-venda já está disponível no link: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencia-politica/collor-presidente-marco-antonio-villa-1336362.html

A expectativa é que o escritor realize um lançamento também em Maceió. 

Marco Villa é autor de outros livros, entre eles “A década perdida”, “História das Constituições Brasileiras”, “Mensalão” e “Jango: um perfil”.

 

"Todas as cartas de amor são ridículas..."

Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Já estão abertas as inscrições para a palestra “Paixão & Arte em Cartas de Amor”, que acontece no dia 14 de abril, a partir das 19h30, na Galeria Gamma. Na ocasião, a arquiteta e artista plástica Ana Karina Luna irá apresentar uma coleção de cartas de amor de artistas e personagens históricos, a exemplo de Frida Kahlo, Fernando Pessoa, Graciliano Ramos e Napoleão Bonaparte.

Atemporal, assim como o próprio sentimento, a coleção promete arrancar suspiros, tanto pelo valor histórico e literário quanto pelo conteúdo em si... Afinal, como dizia o poeta “Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”.

Conforme divulgado pela assessoria, as inscrições custam entre R$ 30 e R$ 40 e podem ser feitas na própria Galeria Gamma, localizada na Avenida Luiz Ramalho de Castro, 899, na Jatiúca.

Maceioense, Ana Karina Luna  é arquiteta e urbanista formada pela Ufal, com especialização em comunicação visual nos EUA. Radicada em Seattle, ela trabalhou por 16 anos como diretora e criadora de arte em várias agências e corporações, entre elas Microsoft e Starbucks.

Em 2008, a artista abriu a oficina tipográfica “Miss Cline Press”, onde aprendeu a arte da gravura. Ela também escreve contos e pinta em telas.

Mais informações sobre o evento: (82) 3377 3979 | (82) 99910 3699.

Projeto visa proibir comercialização de facas por ambulantes

Foto: Assessoria/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Vereadora Fátima Santiago

Um Projeto de Lei da vereadora Fátima Santiago (PP) visa proibir a venda de armas brancas por vendedores ambulantes em vias públicas. Até aí, a meu ver a ideia é apenas equivocada, mas vamos à justificativa.

A medida tem a finalidade de atenuar os riscos de incidentes e mortes por esses instrumentos, coibindo ainda os casos de homicídios praticados com arma branca na capital.

Detalhe: ainda que o projeto seja aprovado e sancionado pelo prefeito, as facas continuarão existindo em vias públicas. Exemplo: o vendedor de água de coco, o vendedor de caldo de cana e até o ambulante que comercializa o “combo” sanduíche e suco utilizam o objeto cortante em seus ofícios.

Sem contar que, dificilmente alguém que decide matar outra pessoa dá uma paradinha no meio do caminho para comprar a arma do crime – presente em praticamente todos os lares e à venda em vários estabelecimentos comerciais - em um ambulante.

Vale salientar que não questiono a boa intenção da vereadora – a qual já elogiei outras iniciativas - mas a eficácia do Projeto de Lei já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Maceió.

 

“Deus tocou no meu coração: saia, corra, fuja do PSD”, diz Tarcizo ao anunciar pré-candidatura

Foto: Ascom ALE/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Tarcizo Freire

O deputado estadual Tarcizo Freire usou a tribuna da Assembleia Legislativa na tarde desta terça-feira, 29, para anunciar sua saída do PSD para o PP do senador Benedito de Lira e confirmar a pré-candidatura à prefeitura de Arapiraca.

“Em momento algum eu cogitei sair pré-candidato a prefeitura de Arapiraca, mas eu andando na periferia, no Centro, fui lembrado no meio da massa para ser pré-candidato, mas não me sentia seguro no PSD. Fui à Brasília duas vezes e não sentia aquela energia positiva”, desabafou.

Tarcizo Freire destacou ainda que o fato do deputado federal Marx Beltrão (PMDB) não ter ingressado no PSD, onde seria presidente estadual, foi fundamental para sua decisão.

“Então abriu a janela partidária e Deus tocou no meu coração: saia, corra, fuja do PSD... Eu fui à Brasília, voltei ao PP, de onde já fui filiado e, se Deus quiser, garanti a legenda e vamos para a disputa”, relatou o parlamentar.

Com duas chapas, eleição para Associação dos Procuradores azedou nos bastidores

Foto: Ascom/APE/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Roberto Mendes Filho

Comenta-se que está pegando fogo a campanha para nova diretoria da Associação dos Procuradores do Estado (APE/AL), biênio 2016/2018. Fundada em 1982, a entidade conta com mais de 200 associados.

Um desses associados contou ao blog que a disputa entre as chapas da situação (APE Unida) e oposição (União e Transparência) azedou de cara quando o presidente da entidade, Roberto Mendes Filho, deixou de dar maior publicidade ao edital para a eleição, publicado no Diário Oficial do Estado nos dias 25 e 26 de fevereiro.

Segundo ele, é a primeira vez na história da APE que a convocação não teve “publicidade alguma”, nem mesmo nos murais da entidade ou nas redes sociais, além da publicação oficial.

Ainda de acordo com o procurador, o grupo de oposição soube do edital por acaso, no último dia da inscrição, e só conseguiu inscrever a chapa graças a um erro na contagem de prazo.

O procurador denunciou ainda que, além de não dar a devida publicidade ao pleito, a situação tentou induzir a categoria a acreditar em chapa única e ainda alterou a data da votação, do dia 05 para o dia 11 de abril, por conta de mudanças nas duas chapas.

Ampliação de prazo

"Lamentamos profundamente que comentários maldosos tentem macular a reputação da nossa associação, que vem sendo guiada com total transparência nesta gestão”, afirmou o presidente da APE, ao falar sobre o assunto para o blog.

Sobre a publicidade da eleição, Roberto Mendes garantiu que todos os procedimentos formais do estatuto da Associação foram seguidos rigorosamente, com a publicação do edital no DO e indicação do prazo de 20 dias antes da eleição.

“Assim foi feito. No entanto, um dia após esta data limite, uma nova chapa solicitou inscrição. A diretoria poderia ter indeferido, porém, em nome do princípio da democracia e em face de uma interpretação dúbia do estatuto sobre esta questão, admitimos a inscrição da referida chapa. Fica claro, portanto, que nós ampliamos o prazo de inscrições, favorecendo a candidatura de uma nova composição”, explicou Mendes, acrescentando que o edital também foi afixado em local de livre circulação na sede da APE.

O presidente lembrou ainda que as datas para inscrição das chapas foi definida em reunião que contou com a presença de candidatos da "APE unida" e "União e Transparência", portanto, ninguém pode dizer que não sabia ou que não houve comunicação sobre o fato.

Em relação à mudança da data do pleito, Mendes esclareceu que, como a diretoria admitiu o registro da chapa fora do edital, a data de eleição foi adiada para possibilitar um tempo mínimo de campanha das chapas, conforme prevê o estatuto.

“Além da campanha, a diretoria tem que providenciar as cédulas das eleições, constituir a comissão de apuração e enviar cédulas pelos correios para que os associados que residem em outros estados também possam registrar seus votos. Quem está criticando a mudança da data, do dia 5 para o dia 11 de abril, desconhece o processo democrático”, concluiu.


 

Quem são os “traíras” da ALE?

Foto: Thiago Davino /CadaMinuto/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Assembleia Legislativa de Alagoas

Em meio ao imbróglio acerca da votação dos vetos governamentais na Casa de Tavares Bastos, o deputado Cícero Ferro (PRTB) defendeu o voto aberto.

“Voto fechado é para quem quer trair. No meio de 27 (parlamentares) eu não acredito que não tem dois ou três traíras, mas, se tiver muito é isso”, avaliou, acrescentando que o voto aberto não influi nem contribui em nada para a Assembleia Legislativa.

No bastidor, um deputado questionava, em tom de brincadeira: Quem são os traíras da ALE?

A propósito, a apreciação dos artigos da PEC 58/2013, de autoria de Isnaldo Bulhões (PMDB), que prevêem a votação aberta nos casos de perda de mandato e vetos deve voltar à pauta nesta terça-feira, 29.

O detalhe é que a votação pode não colocar fim a polêmica. Quem chama a atenção para isso é Rodrigo Cunha (PSDB): Se a Casa não aprovar a mudança, continuará descumprindo a decisão judicial?, questiona o parlamentar.

Na semana passada, a votação foi adiada por uma sessão a pedido de Antônio Albuquerque (PTB).

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