Raízes da África

Sabe aquela poderosa voz que fala na sua alma e você não dá atenção?....

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Babalorixá de Uberlândia, Minas Gerais,Ifalola Sangowale, escreve:


"Não é sobre mim, não é sobre você. É sobre nós. Um iniciado de Òrìṣà não é um ser comum que "pode tudo".
Se você quer ser uma pessoa comum não busque iniciação.
Se não procura corrigir as falhas existentes em seu caráter, não busque iniciação.
Òrìṣà não irá te deixar "folgado".
Ele sempre te levará a enfrentar seus defeitos, seus medos, suas fraquezas.
Òrìṣà não é o Santo da Igreja onde você vai uma vez no mês, confessa seus pecados toma a hóstia e fica tudo bem.
Não, não é.
Ele está com você 24 horas por dia mesmo você não estando com ele nem por 30 minutos.
Mas tudo bem se você não quiser mudar nada.
É um direito seu pois Ori é soberano.
Só não diga que Òrìṣà te abandonou.
Na maioria das vezes é você que não o escutou.

Sabe aquela poderosa voz que fala na sua alma e você não dá atenção?...
Pois é."

O desrespeito em relação a morte de Mugabe é um desrespeito para com toda a África e a sua Diáspora.

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Apolo De Carvalho,escreve:

"Sempre considerei Mugabe um panafropopulista , lia e observava com dissabor o apoio que ele recebia de gente negra sobretudo da Diáspora. Mugabe não me inspirava confiança tampouco simpatia. Fiquei contente quando foi deposto. Embora percebesse as condições (externas) que levam grandes líderes a se distanciarem do seu povo (e isso não é particular ao Zimbabwe), sempre olhei inquieto o mugabismo acrítico afrodiaspórico.
PORÉM, considero DESRESPEITOSA e MESQUINHA a forma como a notícia da morte do líder fundador da ZANU, que lutou pelo pela soberania do seu país, está a ser divulgada . Ao ler o titulo de alguns jornais, vêm-me logo a mente a forma desonrosa e humilhante como muitos líderes africanos foram tratados nos últimos momentos das suas vidas .
Penso particularmente nas imagens de Kadafi ensanguentado, desfigurado, quase nu e quando finalmente morto (ASSASSINADO) , teve o seu corpo profanado e exibido como trunfo de guerra.Tinha também posições criticas em relação a Kadafi. MAS, enquanto africano, senti-me profundamente insultado e humilhado com a forma como mesmo depois de morto, foi tratado.
Honrar os mortos não significa beatificar ou santificar a pessoa. Significa sim, reconciliarmo-nos, encontrar significados na sua passagem terrena.
Mugabe, pesem embora todas as contradições gravíssimas da sua vida no poder, é uma personagem importante da história africana. E nesta hora da sua passagem para lá do grande rio, é o seu amor África que deve ser lembrando por nós africanos-as.
O desrespeito em relação a sua morte de Mugabe , é um desrespeito para com toda a África e a sua Diáspora.
É certo que estamos habituados, a este tipo de tratamentos mesmo quando a vida é-nos arrebata do corpo. MAS, não permitamos que os nossos mortos sejam profanados.
Devemos entre nós, de nós e para nós num outro momento, tirar ensinamentos das coisas boas e graves deste doravante ancestral. A ferocidade branco-ocidental sempre usou, várias estratégias para estagnar e atrasar o despertar, a Renascença Africana. Quando não assassinavam, corrompiam, pressionavam, sufocavam , e quebrantavam grandes espíritos. Cabe a nós hoje, ver nos nossos ancestrais, não pessoas sacrossantas mas , arquivos cuja boa leitura nos guiarão, permitindo-nos dar uma outra continuidade à luta. Não repetindo os mesmos erros
Falar mal dos nossos, é algo que os ocidentais fazem bem melhor do que nós.
Que descanse, condolências ao povo de Zimbabwé
A África não é indiferente à vossa perda".

Hospital Vida faz mutirão rosa de reconstrução mamária.A inscrição vai até 15/09. Já se inscreveu?

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O MUTIRÃO ROSA – DO HOSPITAL VIDA, trata-se de um trabalho voluntário do hospital, somado aos médicos cirurgiões plásticos e equipe médica multidisciplinar que doarão seus honorários de Internamento, cirurgia, consulta de avaliação e exames para realização de cirurgia de reconstrução mamária às 05 paciente previamente escolhidas, avaliadas e aprovadas para o procedimento

O Mutirão de Reconstrução Mamária do HOSPITAL VIDA, não substitui e, não abrange o serviço de reparação ou plástica na mama não afetada pelo câncer e nem se responsabiliza por possíveis complicações que possa vir a ocorrer no período do pós-operatório. Devendo o paciente em casos de intercorrência procurar o serviço público (SUS) ou particular.     

O MUTIRÃO ROSA é para uso exclusivo da doação de reconstrução mamária nas dependências do hospital VIDA e de seus parceiros voluntários, concedido para pacientes que já tenham realizado o tratamento com quimioterapia, radioterapia, feito a mastectomia a mais de 06(seis) meses e esteja com ou sem o expansor.

Inscrições:
As mulheres interessada a participar do processo de  seleção, devem ser maior de 18 anos, ter realizado a mastectomia a seis(06) meses e realizado  posteriormente os tratamentos subsequentes como radioterapia e a quimioterapia, e está apto com o aval do Mastologista, Anestesista e cir. plástico para o recebimento das próteses.Não ser fumante ou usuária de drogas ilícitas.Está em condições clínicas perfeitas e com encaminhamento de seu Mastologista, Oncologista e Radio-oncologista. (apresentar exames e laudos recentes)
As Inscrições e informações serão feitas apenas pelo SITE: hospitalvida.com 

Eu era da Igreja evangélica e foi o Candomblé quem me salvou.

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‎Gabi Oliveira‎ escreve:
"Hoje em dia vemos tantos relatos de gente que saiu do candomblé e foi para a igreja.. Que hoje eu venho contar o meu, que era da Igreja e fui pro candomblé. 
Dizem que a igreja é um hospital, onde se cura qualquer tipo de dor. Mas quem me curou de verdade foi N'Danda. Curou todas as dores que eu sentia em minh'alma, me abraçou, me acolheu, me chamou de filha, me ajudou, me reergueu. 
Foi N'Danda que me escolheu, me amou e me aceitou do jeitinho que eu sou.
Meu candomblé é respeito, é acolhimento, é paz, é família, consolo.
O meu candomblé assim de tudo é AMOR."


Fonte: Facebook da Gabi

Por que há um aumento no número de suicídios na população negra?

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Rita Borret,  presidente da Associação de Medicina da Família e Comunidade do Rio de Janeiro , coordenadora do Grupo de Trabalho de Saúde da População Negra e quex-coordenadora do estudo do Ministério da Saúde responde:
"Nossa sociedade de maneira geral vem sofrendo uma grande crise econômica, que faz com que as pessoas, especialmente das classes mais marginalizadas, fiquem com uma condição de vida mais difícil.
Não dá para desatrelar a situação econômica da situação política que vivemos. Há sempre a expectativa de que algo vai mudar, vai piorar. Vivemos um momento em que as garantias não estão dadas, não se consegue projetar nada no longo prazo.
Surgem questões como “será que vou conseguir manter o trabalho?”, “vou conseguir terminar de estudar?”. Essa situação constante potencializa o sofrimento.
Com o rumo político, um político de extrema direita no poder que diz com tranquilidade que a democracia racial existe no Brasil, a questão do racismo está se acentuando. Mais gente está demonstrando o racismo, o que é exacerbado pelo avanço do movimento negro trazendo algumas pautas. As pessoas estão mais inseguras.
Tem outro fator que é a facilidade de veiculação de imagens nas redes sociais. Aquilo que é considerado bonito, o padrão de felicidade, circula de forma muito fácil. Perceber-se fora daquele padrão de imagem e não conseguir viver aquilo faz com que o sofrimento seja maior."

Fonte: https://outraspalavras.net/outrasmidias/o-racismo-tem-cor-e-cara/

-Que bom saber que a prof é de religião de matriz afro, eu também sou 'das macumba'- afirma o menino".

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E durante a aula o aluno interpela a professora :
-"Prof, posso ver tua tatuagem do punho?" 
-Sim.- diz a professora.
O silêncio se arrasta por alguns segundos, enquanto  o menino observa, atentamente,  a tatuagem, depois exclama/questiona  encantado:- "Prof. a senhora é Filha de Oxalá?"
A professora dá um  sorriso afirmativo- "Sim. "
-Que bom saber que a prof é de religião de matriz afro, eu também  sou 'das macumba'- afirma o menino.
E a professora com a sensação de pertencimento pensa:-Que bom falar e ser naturalmente quem sou(somos).
Pedagogia afirmativa.
Fonte: Adaptação do face de Carla Ayres

O menino tinha 15 anos, e morreu,ou melhor foi morto.

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O menino tinha 15 anos e morreu,ou melhor  foi morto. Metralhado pelo descaso socio-político. Estranho falar de um menino de 15 anos no passado, quando tinha um futuro imenso pela frente. O menino morreu aos 15 anos, era preto, morava nessas periferias distantes onde as políticas públicas não alcançam, e hoje só a família chora a morte do menino.
O menino que morreu  metralhado pelo abandono de tant@s e muit@s, ( como morrem diariamente  outros invisíveis) é mais um a entrar para as estatísticas do genocídio do povo preto, no Brasil varonil.
E quem liga para isso? 
Estamos em campanha, né?

Por que o Projeto "Vamos Subir a Serra" (emenda parlamentar do Deputado Federal JHC) exclui a população de União dos Palmares? - questiona o empreendedor, Adeilto Lima.

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Adeilto Lima  que é empreendedor e palmarino de coração, escreve:

"O Parque Memorial Quilombo dos Palmares (Serra da Barriga) hoje intitulada como Patrimônio Cultural do Mercosul é um equipamento  de estímulo e fortalecimento da cultura afro brasileira ,ressignificando  a história de grandes guerreiros e heroínas nas terras de Palmares, onde se constituiu o maior movimento e grito pela liberdade das américas (União dos Palmares).
No entanto, desde sua constituição, as politicas adotadas a partir da Serra, de inclusão social e econômica, passam distante da realidade onde a mesma está inserida,e dos quilombolas que lá habitam.
A sociedade residente na Serra,e em seu entorno dela, pouco recebe iniciativas e políticas justas que melhorem  a vida dos que mais precisam. 
A tradição ,de boa parte, dos artesãos que lidam com a arte, a partir da cerâmica, em curto espaço de tempo pode desaparecer, tendo em vista que, até o momento, não houve políticas públicas com programas capazes de manter viva uma tradição que já passa de meio século. 
O agravante do processo é que-  desde a implantação do Parque, políticas locais, regionais e nem tão pouco as federais, através de seus recursos milionários conseguem gerar valor efetivo para as comunidades satélites.
Porque será que, há mais de 10 anos, não há resultados reais do ponto de vista quantitativo e em especial qualitativo? Os recursos são majoritariamente escoado para a capital alagoana? Existe falta de governança local que ainda não conseguiu se mostrar membro importante e estratégico para o desenvolvimento da região a partir do Serra? Existe concentração de recursos em órgãos ou entidades que não fizeram o dever de casa? Por que as comunidades satélites não são ouvidas nestas ações? Os pacotes fechados e prontos para a Serra, sem levar em conta os anseios, sonhos e talentos das comunidades tiveram efetividade? Muitas são as questões a serem respondidas e replanejadas, levando em consideração um processo de desenvolvimento endógeno.
Mais um exemplo é a atual liberação de emenda parlamentar do Deputado Federal JHC de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), que será gerido pela ONG Anajô, no qual a cidade novamente, não foi inserida de forma coletiva e ampla no planejamento, e nem tão pouco, nas inciativas executadas com o valor acima. Uma política de exclusão que não leva em consideração os anseios, os sonhos e os talentos locais para integrarem a iniciativas como esta!
É extremamente importante  que as instâncias envolvidas na condução da Serra da Barriga, repensem o modelo de “governança” adotado há mais de 10 anos, e que, até o momento, não gerou efetividade na geração da inclusão social, cultural e econômica.
Todavia, faz-se necessário assumir o dever de casa, no qual as instancias locais precisam ocupar seu território e assumir de vez uma liderança regional, criando pontes, como agente articulador, agregador e incentivador.
Por que o Projeto "Vamos Subir a Serra" (emenda parlamentar do Deputado Federal JHC) exclui a população de União dos Palmares?  
A Serra da Barriga somos todos nós"-
afirma  Adeilto Lima
 

Suicídio de jovens e adolescentes pret@s é 45% maior do que de branc@s.Em Alagoas, o percentual de casos dessa população é de 37,2%.

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As desigualdades  econômicas, politicas, embrulhadas pelo grave estigma do racismo, atinge em disparidade a população preta,  deixando-a exposta a uma série de vulnerabilidades sociais. Vejamos: 
A taxa de desemprego no país atinge mais a população negra 28% (pret@sa e pard@s);
O rendimento mensal médio da população negra (pardos de R$ 2.467 e pret@s é de R$ 1.746) bem inferior ao de pessoas brancas , que é de R$ 5.416. A taxa de analfabetismo ( segundo o IBGE) entre pret@s e pard@s em 2017  foi 9,9%, enquanto a de brancos foi menos que a metade (4,2). 76,2%  das pessoas assassinadas pela polícia no Brasil são pret@s.
Somando a essa contextualização de desigualdades raciais, o  Ministério da Saúde (MS) afirma que a  cada dez jovens de 10 a 29 anos que cometem suicídio, seis são pret@s.
Os dados estão na cartilha Óbitos por Suicídio entre Adolescentes e Jovens Negros, lançada pelo MS, mostra que entre 2012 e 2016 o número de casos com pessoas brancas permaneceu estável, enquanto o das negras aumentou 12%. 
O professor, psicólogo e autor do livro “Vida, Adoecimento e Suicídio”, Paulo Navasconi diz  que os dados são muitas vezes subnotificados e que alguns estudos estimam o triplo das quantidades divulgadas.
O livro “Vida, Adoecimento e Suicídio”, que aborda a negligência da literatura científica quanto à interseccionalidade dos marcadores de raça, classe e gênero, e os efeitos político-científicos desse silenciamento. 
Diante de um quadro tão perverso,  como jovens pretos,  massacrados pelo racismo estrutural , sem os fatores de proteção sociais , assolados por estigmas  que os segregam,  podem enfrentar  tantos eventos, socialmente, negativos, sem adoecimento mental?
E os dados tão alarmantes mostram  a importância da criação e estruturação  de políticas públicas mais eficientes para a população negra.
Segundo,  a psicóloga Mônica Gonçalves, que estuda relações raciais e atua no campo de pesquisa da Saúde Pública: "o racismo é uma condição social que unifica todos os negros e, por isso é muito importante a implementação  da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra,(2009) , que  visa garantir a equidade e a efetivação do direito à saúde de negras e negros."Entretanto, não existe interesse político do estado brasileiro em efetivar a política Somente 57 municípios brasileiros, dentre os mais de 5 mil existentes no país, a colocaram em prática, e no estado das Alagoas dos Palmares isso não acontece. 
É uma política importante, de caráter reparatório que reconhece o racismo institucional. Por ser integral significa que ela deveria ser implementada em todas as esferas das instâncias do SUS, desde a atenção primária até a alta complexidade.”conclui  Gonçalves.
O Ministério da Saúde mostra que em 2016 o risco de um jovem negro cometer suicídio foi de 45%. 
Pesquisas recentes vêm apontando que o suicídio é uma prática multifatorial, isto é, acontece por questões econômicas, sociais, biológicas e culturais. “Por que não enxergamos a raça como um determinante de saúde? O racismo afirma e reafirma que corpos negros são inferiores, feios e incapazes. É como aquela frase ‘eu me faço a partir do olhar do outro’, de que modo esse outro me olha?”, diz Navasconi.
Em Alagoas , o percentual maior de casos de suicídios é  da população negra.
Precisamos conversar sobre racismo e suicídio, em Alagoas.
Fonte: Com informações da CartaCapital

"O meu filho mais velho estava morrendo e eu já tinha perdido 2 filhos e não queria perder mais um"- conta Elza Soares, a cantora.

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Um dia descobri que cantava
O meu filho mais velho João Carlos estava morrendo e eu já tinha perdido 2 filhos e não queria perder mais um.
Eu não tinha dinheiro pra cuidar do meu filho e ouvi no rádio que o programa do Ary Barroso de calouros Nota 5, estava com o prêmio acumulado. Não sei como, mas eu sabia que ia buscar esse prêmio!
Fiz a inscrição e me avisaram que eu precisava ir bonita. Mas eu não tinha roupa nem sapatos, não tinha nada! Então, eu peguei uma roupa da minha mãe, que pesava 60kg e vesti, só que eu pesava 32kg, já viu ne? Ajustei com alfinetes. Tudo bem que agora é moda ne? Hoje até a Madonna usa, mas essa moda aí fui eu que comecei viu? Alfinetes na roupa é muito meu, é coisa de Elza!
No pé coloquei uma sandália que a gente chamava de “mamãe tô na merda”, e fui! 
Quando me chamaram, levantei e entrei no palco do auditório. O auditório tava lotado, todo mundo começou a rir alto debochando de mim
Seu Ary me chamou e perguntou:
_ O que você veio fazer aqui?
_ Eu vim Cantar!
_ Me diz uma coisa, de que planeta você veio?
_ Do mesmo planeta seu Seu Ary.
_ E qual é o meu planeta?
_ PLANETA FOME!
Alí, todo mundo que estava rindo viu que a coisa era séria e sentaram bem quietinhos.
Cantei a música Lama.
O Gongo não soou e eu ganhei, levei o prêmio e meu filho está vivo até hoje, graças a Deus!
De lá pra cá, sempre levo comigo um Alfinete.
Naquela época eu achava que se tivesse alimentos pros meus filhos, não teria mais fome. O tempo passou e eu continuei com fome, fome de cultura, de dignidade, de educação, de igualdade e muito mais, percebo que a fome só muda de cara, mas não tem fim.
Há sempre um vazio que a gente não consegue preencher e talvez seja essa mesma a razão da nossa existência.
E é disso que se trata "PLANETA FOME", é essa a história que os talentosos Alexandre Linhares e Thifany F conseguiram contar nesse figurino.
Está maravilhoso, não está?
Fotos:
1 @marcoshermes
2 @opedroloureiro
3 e 4 @amarelourca
Figurino:
Produção Executiva: @ojulianoalmeida
Direção Criativa: @opedroloureiro 
Execução: Alexandre Linhares e Thifany F assinam juntos pela @halartetextil
Cabelo e Maquiagem: @pachu

Fonte: Elza Soares

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