Oi, Marcão querido. Tudo bem?
Esta ativista assistiu o filme "Último Azul"dirigido por Gabriel Mascaro e, como no Art Pajuçara tem o melhor catálogo de filmes singulares, espetaculares, do mundo todinho e a preços bem acessíveis de Maceió, lembrei logo de tu,Marcão.
O Último Azul é meio história de trancoso, mas, que incita uma reflexão profunda sobre a desimportância das pessoas velhas ( não gosto de idosas) e o olhar sintético e sistemático sobre a negação social , em pôr a prova, a capacidade de se autogestão das vidas das gentes cheia dos saberes.
Traz uma pontinha de verossimilhança, afinal, a contemporaneidade trata o envelhecimento como algo descartável, um peso social..
O Último Azul é na verdade uma metáfora comparativa, tipo a ficção que fica muito igual,muito igual mesmo, quando nos permitimos observar a curvatura do horizonte.
O olhar para além dos estereótipos da velhice.
Insubordinação possível.
O Último Azul abre feridas, fala em abandono,construção da auto-estima e encontros, como pontes, rumo à auto-liberdade, em corpos que dançam sob as águas.
O Último Azul é translado e travessia, estrelado por Denise Weinberg , também conta com Rodrigo Santos..
É um filme por Excelência, Marcao, e tu poderia levar para o Art Pajuçara junto com a discussão no final.
Imperdível.
Já assistiu?













