Raízes da África

[email protected] de parlamentares da Câmara e Senado tem plano de saúde "grátis", até os 33 anos. E quem paga o custo de mais de 14 milhões é você!

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Desde de 12 de fevereiro de 2020  que você é o fiel signtá[email protected] de  uma parcela da conta que permite "gratuidade" de plano de saúde para [email protected] de parlamentares da Câmara e do Senado,até 33 anos.
No Senado,o ato foi assinado, em novembro de 2019,por Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que determinou  o aumento da permanência de filhos e [email protected] de [email protected] e [email protected] nos planos de saúde,até os 33 anos.
Na Câmara [email protected] Deputados essa "lei" já existe desde 2016.
Vale lembrar que o gasto com as despesas,apenas no Senado chegaram a R$ 14 milhões, 
14 milhões.
Enquanto, você que se arrasta em filas interminaveis do SUS, para conseguir , exames, transplantes, cirurgias, consultas e remédios, [email protected] de parlamentares, que deveriam lutar pelo bem estar do povo, usufruem de diversos benefícios, como privilégios e já tem a saúde assegurada,até os 33 anos, sem dar um murro numa broa.
E, nós meros mortais que fazemos um esforço sobre-humano para manter em dia, as mensalidades, muitas vezes, extorsivas,dos planos ficamos à mercê da política nepotista.
Agora, imagine o que 14 milhões representam para a saúde do povo, em uma pandemia?
Você lembra em que votou nas últimas eleições para Câmara Federal e  Senado?
Pergunta a ele ou ela qual foi o posicionamento político diante do privilégio vergonhoso.
14 milhões!

Tá tudo bem sentir medo. Respira fundo,o vírus nos lembra disso todos os dias.

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(...) 'Tem muita gente em sofrimento sim. E isso não diz nada a respeito da sua capacidade de enfrentamento, não diz que você é fraco, ou desorganizado, ou nada disso. Diz apenas que você é um ser humano passando pela situação mais adversa dos tempos atuais.
Respira - o vírus nos lembra disso todos os dias.
Respira fundo.
Não vamos nos comportar dessa maneira até o fim. O comportamento muda, nossa resposta é adaptativa, significa que ela vai se adaptando.
Não tem nada de "doente" ou "incapaz" ou "fraco" ou "despreparado" quem não está se sentindo bem neste momento. É normal. É esperado. Logo mais vamos reagir de outra maneira.
Tá tudo bem,não estar bem agora.
Tá tudo bem em se sentir bem em um dia,e péssimo no outro.
Tá tudo bem sentir medo. Tá tudo bem sentir felicidade com pequenas coisas. Tá tudo bem ter crise emocional. Tá tudo bem ter oscilação de humor.
Só não tá tudo bem descontar tudo isso nos outros, aí não tá tudo bem, porque o outro também tá sofrendo.
O isolamento social também tem fases. Essa é bastante densa. Segurem-se no que vocês têm de mais valioso em suas vidas. E espero que nutram valores gentis e amorosos, isso vai fazer muita diferença agora.
Força, gente!"


Fonte:Ligia Moreiras Sena - A Cientista Que Virou Mãe 

"Sou um exemplo real, não uma ideia"-afirma Ingrid Silva,a bailarina brasileira,em Nova York.

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 Ingrid Silva  é de origem simples, de  Benfica,bairro na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Filha de uma empregada doméstica e de um funcionário aposentado da Força Aérea Brasileira é uma bailarina brasileira no Dance Theater of Harlem,em Nova York.
Aos 12 anos foi escolhida para participar do  projeto social Dançando Para Não Dançar.
"Por muito tempo fui a única negra nas aulas. Havia racismo, mas isso nunca me impediu de dançar.
Depois da Maria Olenewa, tive a oportunidade de estudar na escola de Deborah Colker e estagiar no Grupo Corpo, em Belo Horizonte."

Ingrid Silva  integra há treze anos o Dance Theater of Harlem, em Nova York.
"No Dance Theater of Harlem, companhia fundada em 1969 por Arthur Mitchell, o primeiro bailarino negro do New York City Ballet, me encontrei, me senti acolhida.
O DTH é uma companhia multirracial que defende, acima de tudo, a inclusão."

"Sou um exemplo real, não uma ideia"-afirma Ingrid Silva,a bailarina  brasileira,em Nova York.

 

Homem trans,preto, dançarino,ator,modelo despede-se da vida,no 17 de maio.

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Ele sabia do lugar que falava e dialogava com os territórios da representatividade.
Era um homem preto e trans, que ousou sair da zona de conforto.
Duas opressões massacrantes..
Fazia da arte instrumento  pra desarmar a intransigência de universos díspares
Um artista performático que carregava uma multiplicidades de rupturas.
Ele lutou muito contra a depressõ insidiosa, mas, entregou os pontos.
Despediu-se da vida no Dia Internacional de Combate a LGBTIfobia, ou seja  dia de luta contra o preconceito a LGBTIQ+ (Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais, Intersexuais e Quuers),
Foi um despedida silenciosa e cheia de sons.
Era uma artista e fez-se estrela.
O isolamento social tem acionado os muitos gatilhos das doenças mentais.
Que o Orun o abrace, em acolhimento,D.C.
Para que as causas sejam debatidas suicídio precisa deixar de ser tabu.
Precisamos falar sobre suicidio!

 

O menino, aos 3 anos, afirma que gari é um herói que recolhe lixo.

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Na boca da noite,o menino fica à espreita e as perninhas ensaiam uma corrida atropelada de expectativa até o  portão da casa, quando  ouve o barulho do caminhão de lixo,
Os olhinhos brincam de curiosidade para avistar os profissionais da limpeza pública. Ele sabe o dia e a hora que passam na rua.
O caminhão tem o poder  de transformar o menino em um contador de histórias cheias de heróis que se teletransportm, entre a rua e o caminhão.
A admiração do menino pelos homens que vestem  a roupa "que brilha de noite " é grande.
Ele diz que gari é um herói que recolhe lixo e por eles tem respeito.
E no 16 de maio, Dia do Gari, essa é um homengem do menino de 3 anos.
 

"Quantos corpos precisaremos empilhar para que nosso desejo de Fora Bolsonaro seja forte o suficiente para tirá-lo de lá?"-pergunta a internauta.

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Pri Guerra escreve:
"Enquanto subimos hashtags de #ForaBolsonaro porque, afinal, temos menos um Ministro da Saúde, leio sobre a morte de mais uma enfermeira.
Diélida tinha 33 anos e atuava na linha de frente de combate ao Coronavírus em um hospital no Rio. Ficou internada por mais de 20 dias e por isso não pode comparecer à despedida da mãe, Kátia.
Kátia, 49 anos, técnica de enfermagem, trabalhava em uma clínica. Morreu há uma semana - e por isso não pode comparecer à despedida da filha, Diélida.
Diélida e Kátia tinham problemas cardíacos, mas não puderam deixar de trabalhar. Porque no Brasil de 2020 se trabalha até morrer.
A tragédia de uma família, o fim da vida dessas duas mulheres não significa nada, absolutamente nada, porque fomos reduzidos a números - que se contam aos milhares.
14 mil Kátias e Diélidas, que amanhã serão 15 mil. E daí?
Quantos corpos precisaremos empilhar para que nosso desejo de Fora Bolsonaro seja forte o suficiente para tirá-lo de lá?
Fonte: facebook da Pri Guerra

Foto: Michel Dantas/AFP
 

Relato íntimo: 'O uso da cloroquina está me fazendo perder a visão'-diz Pandora.

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Cloroquina é uma droga que o presidente da República Federativa do Brasil quer prescrever ,(mesmo não sendo médico) até mesmo em pacientes com sintomas leves da covid-19, apesar de todas as recomendações médicas,em contrário. 
Pandora usa o medicamento, desde 2010 quando foi diagnosticada com artrose , e, é ela quem afirma: "a cloroquina que faço uso para terríveis dores está me fazendo perder a visão.Quando a médica me prescreveu eu nem sabia o que era isto,mas, ela disse pra ficar atenta aos efeitos colaterais. Jamais imaginei que fosse do grupo  percentual sugestivo a ter efeitos colaterais que sempre aparece na bula."
"Este grupo não existe", foi o que o oftalmologista me falou.Segundo ele, o mínimo é ter deslocamento de retina,mas hoje eu tenho um diagnóstico de glaucoma. Hoje me parece que os efeitos colaterais são distribuídos fartamente por qualquer usuário, já ouvi vários relatos nas recepções das clínicas. 
E reafirma: "Sem prescrição e necessidade não use."
Ouçam, Pandora!


Fonte: facebook Pandora da Luz feminista preta e militante do LGBTQIA+


 

A Ivaneide recebeu do Projeto Atotô, o mesmo valor do auxílio emergencial, costurando máscaras para doação à comunidade.

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O Projeto Atotô idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas tem como objetivo valorizar a arte da costura artesanal nos terreiros de matriz africana, investir na geração de renda e contribuir com a ação de proteção da comunidade local, contra a covid 19.
Ivaneide foi uma das costureiras de terreiro que confeccionou máscaras e gerou renda própria,e o  mais importante, como forma de prevenção as máscaras serão entregues,gratuitamente  para [email protected] do Conjunto Benedito Bentes II,maior bairro populacional de Maceió,AL
Ivaneide diz que está muito feliz por ter participado da ação e o Instituto Raízes de Áfricas  agradece   o apoio da deputada Jó Pereira , secretaria da SEPREV, Esvalda Bittencourt e a design , Arianne Barros ,que gentilmente fez  a arte do projeto.
Então, sigamos para novas etapa do projeto.
Parabéns, Ivaneide!
 

Daniel da Silva traz consigo a fé na vida. Que assim seja!

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Quando o conheci a primeira coisa  perceptível foi a educação de berço.
Um berço de gente humilde aprofundada no universo da dignidade que vem de territórios rurais e periféricos e celebra saberes.
Saberes rústicos   da terra, que propõem um eloquente e amplo diálogo com o tempo,que celebra o respeito por pessoas.
Ele é um moço que enfrentou a ferocidade da vida, e aos poucos, foi juntando pedaços para  fazer-se inteiro.
Afirma que todas suas conquistas só foram possíveis, por conta da dedicação ao trabalho, como também pela aproximação e abraço de pessoas.
Tenho muita gratidão-diz ele. Quando estive em momentos difíceis  Deus me permitiu encontrar pessoas que estenderam a mão e me apoiaram.A secretária Esvalda Bittencourt foi muito especial neste momento. Muito especial.
Um dia me falou da grande admiração que tinha por Renan Filho, o governador, daí ,articulamos o momento e a foto que tanto desejava.
É um moço bom, que traz consigo a fé na vida.Que assim seja!
Hoje,na sexta-feir 15 de maio,  disse que estava em casa festejando seus 32 anos e  como  a ocasião marca uma virada no calendário, mais  um ano novo , na vida desse moço, nada mais justo do que desejar-he um feliz ano novo.
Parabéns, Daniel! Feliz Ano Novo!
 Daniel Firmino da Silva é motorista da Secretaria de Prevenção  Violência, do governo do estado de Alagoas.

Olá, Renan Filho. Tudo bem?

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Olá Renan Filho. Espero que você estejá bem. Leio na  mídia que o governo  inaugurará 3  UPAS, e uma delas receberá o nome do médico infectologista, Celso Tavares,  que morreu no dia 10 de fevereiro
Um homengem justa e de real importância pela grandiosidde e dedicação do profissional.
[email protected] ajudam a prevenir, diagnosticar, tratar e curar doenças.
Estiveram e estão na linha de frente desse momento crítico, numa guerra insana para manter a vida da população, e em nome disso, expõe a própria vida.
E lado-a-lado com o trabalho  de mé[email protected] existe o indispensável  exercício de uma outra categoria profissional, a enfermagem.
Alaine Nascimento foi  a primeira profissional de enfermagem em Alagoas ,morta  no campo de batalha, nas manobras  complexas para salvar vidas alheias. 
Marco trágico, e que não pode ser esquecido.
"Profissional valorosa. Postura profissional e ética' - dizem as pessoas que a conheceram.
E, como ativista ,penso que uma forma importante   de  homenagear  a luta dela e de [email protected] profissionais de enfermagem anô[email protected] , é batizar de Alaine Nascimento, uma das três UPAS que serão inauguradas.
Uma forma institucional  de registro efetivo de reconhecimento, e aplausos  às competências de uma categoria que tem como missão  cuidar de  vidas.
Pensa nisso, Renan!

 

*Renan Filho- Governador do Estado de Alagoas

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