Raízes da África

Instituto Raízes de Áfricas defende propostas para população negra na IX COESA.

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Convidado pelo Conselho de Estado da Saúde, o  Instituto Raízes de Áfricas participa, desde a manhã da segunda-feira,10/06 da IX Conferência Estadual de Saúde, sob o tema ‘Democracia e Saúde ,que acontece no
 no  Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro Jaraguá, em Maceió,AL.
Único representante do movimento negro a fazer frente na defesa de propostas que contemplem a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, no processo  de consolidação do SUS,Arísia Barros, coordenadora do  Instituto Raízes de Áfricas discute propostas ,como instrumento de comunicação substantiva para  visibilizar a política do SUS sem racismo,de promoção da igualdade racial,bem como promover a eqüidade  em saúde.
O SUS é  a maior política pública de justiça social, de direitos humanos e sociais do Brasil. 
A IX Coesa, convocada pelo decreto n° 66.212/2019 é realizada pelo  Conselho Estadual de Saúde de Alagoas (CES/AL) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reúne diversos segmentos da política da saúde, dentre gestor@s,trabalhador@s e usuari@s.
A IX COESA prossegue até dia 12 de junho.
 

Procurador-Geral de Justiça de Alagoas, Alfredo Gaspar justifica ausência do MPE na Conferência Estadual de Saúde.

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Aberta oficialmente na manhã da segunda-feira,10/06,  no  Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro Jaraguá, em Maceió, a  9ª Conferência Estadual de Saúde é um palco privilegiado para os debates sobre caminhos de construção para saúde pública.
A IX Coesa, convocada pelo decreto n° 66.212/2019 é realizada pelo  Conselho Estadual de Saúde de Alagoas (CES/AL) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e tem como tema ‘Democracia e Saúde.
Durante o processo do debate das  propostas para melhorias e o acesso da saúde pública à população, alguns  participantes do COESA, que conta com  mais de 400 pessoas, representando 98 municipios alagoanos e diversos segmentos sociais  questionaram do porque ausência do Ministério Público Estadual.
Diante das indagações o promotor Alfredo Gaspar se posiciona: "Não havia clima para ir, o MP pediu o afastamento do presidente do Conselho e está investigando outro conselheiro"- justifica o procurador-Geral de Justiça de Alagoas 
A 9ª COESA prossegue até dia 12 de junho.

Entenda o caso: https://www.cadaminuto.com.br/noticia/340547/2019/06/11/ausencia-do-ministerio-publico-estadual-em-conferencia-da-saude-em-alagoas-e-duramente-criticada#

Ausência do Ministério Público Estadual,em Conferência da Saúde,em Alagoas, é duramente criticada.

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A 9ª Conferência Estadual de Saúde foi oficialmente aberta na manhã da segunda-feira,10/06, no  Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro Jaraguá, em Maceió.
A IX Coesa, convocada pelo decreto n° 66.212/2019 é realizada pelo  Conselho Estadual de Saúde de Alagoas (CES/AL) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e tem como tema ‘Democracia e Saúde.
Participam da COESA mais de 400 pessoas, representando 98 municipios alagoanos e diversos segmentos sociais , que assumem  o compromisso de debater propostas para melhorias  e o acesso da saúde pública à população.
E, em momento tão critico  para a saúde pública em Alagoas, a ausência de uma representação do Ministério Público Estadual foi extremamaente criticada.Segundo comunicado  da COESA a não participação  se deu por conta de viagem do procurador-geral.
"Não é porque o promotor viajou que o MPE não poderia está presente. Deveria ter enviado um representante"- disse um participante.
"O MPE não está atendendo aos anseios da população. Prefere ouvir os gestores e não a sociedade"-bradou outro.
Diante dos aclames exacerbados foi proposta  a criação de uma moção da Conferência  solicitando ao MPE que  informe , por escrito, aos orgãos de controle social, qual a real atuação do orgão  frente as inúmeras demandas em relação à saúde do estado.
Com a palavra o Ministério Público Estadual.
A 9ª COESA prossegue até dia 12 de junho.
 

Foto: Carla Cleto

Foram demitidas pessoas que trabalhavam lá há mais de 30 anos! É isso que os cortes significam.

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 A carioca Thaís Paz escreve:


Ontem foi um dia extremamente doloroso para todos que fazem parte da Univrsidade Federal Fluminense. Nos despedimos das trabalhadoras/es terceirizados que atuavam em diversas atividades, mas, principalmente na limpeza. Foram demitidas pessoas que trabalhavam lá há mais de 30 anos! É isso que os cortes significam.
Com os cortes e os atrasos no repasse de recursos, a empresa terceirizada rompeu o contrato e uma nova empresa assumirá esse trabalho. Sabe em que condições? Eram 20 trabalhadores terceirizados nos prédios onde trabalho, agora serão 11. Cada trabalhadora da limpeza será responsável pelo DOBRO da metragem que o contrato anterior previa. A nova empresa também tem métodos super característicos do novo momento brasileiro: garantiu que não contrataria ninguém com mais de 40 anos; que os trabalhadores não terão local fixo de trabalho, tendo que não apenas limpar uma quantidade absurda de m² como também ficarão rodando a critério da empresa.
No meio disso tudo, pessoas desempregadas do dia para a noite. Gente. Nome, CPF, família. No meio da perplexidade a ideia de uma placa. Uma placa que não mata a fome, não paga as contas, mas pelo menos marca a brutalidade dessa política de destruição das universidades que, não é de se espantar, começou pelos mais precarizados dos seus trabalhadores.

Os anjos da praça Lions realizam, com boa vontade, o que a Prefeitura de Maceió deveria fazer como compromisso público'- diz a moradora Maria.

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El@s respiram  a essência dessa gente que sabe a importância, para o mundo todo, da arborização de ruas e praças. É um grupo de 4 pessoas. Tem baiano,mineiro,pernambucano e santa catarinense. Nenhum alagoan@.
Roberto Vasconcelos, um dos anjos da praça Lions,  conta que quem iniciou o processo foi o Xuxa e agora, ele, Arnaldo Oliveira, dentista aposentado da Usina Coruripe, onde trabalhou 30 anos, a Cris, servidora do TRE e o Marcos, um catarinense tocam o processo.
Na verdade, Cris e Marcos não tem muito tempo disponível, daí eu e o Roberto colocamos a mão na terra para ajudar a  praça a florir- justifica Roberto.
Afirma que a meta dele com essa ação é  deixar o mundo melhor e acrescenta: "moro a 200 metros daqui, mas, sinto que, como cidadão tenho o compromisso de fazer a minha parte. Aguamos as plantas com um balde ,cuja água é cedida pela casal. Além a Prefeitura precisa resolver o problem social dos moradores da praça. Como não há banheiro próximo fazem as necessidades naquele canto e a fedentina é grande. Deveríamos  tem banheiro público. A Prefeitura se omite."
" Nos denominamos os anjos da praça Lions" - diz Arnaldo Oliveira, o dentista. "Tenho um prazer enorme em fazer esses plantios, pois, essa praça já me deu muitas alegrias. E essa é uma forma de devolver o muito que recebi. Esse era um cantinho preferido que eu  trazia minha neta.  Havia até um playground e a gente se divertia muito."
"É importante que se faça um chamamento à população para que  não destruam as mudas plantadas. Isso vem acontecendo com frequência, por pura maldade  humana. Minha esperança-
diz Roberto-  é ver o verde florir."
Maria uma moradora do entorno acrescenta que: "Os anjos da praça Lions fazem aqui o papel que a Prefeitura deveria fazer. São pessoas muitas comprometidas com o bem estar desse espaço e consequentemente da população."  .
Sim, esses são os anjos da praça Lyons.
Inaugurada em 25 de fevereiro de 1967, a Praça Lions, no bairro da Pajuçara, em Maceió,AL já teve seus tempos áureos e mesmo sendo um local atrativo com uma Feira de Artesanato, segue em flagrante abandono institucional.
Com a palavra, o prefeito Rui Palmeira.

"Meu pai tá toda hora vindo e me estuprando. Me ajuda, por favor", ou precisamos falar sobre a violência sexual dentro de casa.

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Aos 13 anos ela foi estuprada pelo pai.
O homem que devia zelar  abusou brutamente,da menina.
Ela usou as redes sociais para pedir ajuda a um amigo, que a incentivou a chamar a polícia.
A menina  falou que não tinha como fazê-lo.
O amigo propôs que ela enfrentasse o pai com uma arma.
Ela disse que ele estava armado.
O homem  foi denunciado à polícia. Foi preso em flagrante
Ele violentou quem deveria proteger.
Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes ocorre em casa; notificações aumentaram 83%.
Entre 2011 e 2017 foram notificados 184.524 casos de violência sexual, sendo 58.037 (31,5%) contra crianças e 83.068 (45,0%) contra adolescentes.
A violação sexual acontece em número maior com crianças pretas (45,5%) e adolescentes pretas (55,5%)
A ocorrência do estupro provoca diversas repercussões na saúde física, mental e sexual de crianças e adolescentes, além de aumentar a vulnerabilidade às violências na vida adulta.
Precisamos falar sobre o estupro dentro de casa.
Com informações:https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/pai-estupra-filha-e-vitima-de-13-anos-pede-ajuda-a-amigo-em-rede-social/

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/maioria-dos-casos-de-violencia-sexual-contra-criancas-e-adolescentes-ocorre-em-casa-notificacao-aumentou-83.ghtml

"Candidatas-laranja": a falácia da inclusão de mulheres na política brasileira" será tema de Seminário, em Maceió,AL.

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Em junho de 2018, o Instituto Raízes de Áfricas realizou, com o apoio do Tribunal Regional Eleitoral, o Seminário de Formação “Qual o Lugar de Fala das Mulheres na Política Alagoana? 
O Seminário  foi a primeira ação proposta, em todo território da federação, para discutir o fundo partidário,  aprovado pelo STF  para candidaturas femininas, como também garantir e compreender o papel da mulher, plena e efetivamente, na política e como a luta pela igualdade em oportunidades de liderança;
E buscando dar continuidade ao processo,o Instituto Raízes de Áfricas prepara uma segunda rodada da discussão, agora sob a temática *"Candidatas-laranja": a falácia da inclusão de mulheres na política brasileira" 
O sociólogo e escritor, Carlos Martins será um dos analistas da questão.

* O nome do Seminário foi  copiado de um título da matéria da jornalista Camila Vaz
 

Senador Rodrigo Cunha responde ao médico alagoano, Elias Bonifácio.

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Em postagem feita pelo blog no dia 05/06 ,o médico alagoano Elias Bonifácio questionava o posicionamento do senador Rodrigo Cunha em relação o voto "sim" para a Medida Provisória (MP) 871/2019, que tem como objetivo alegado coibir supostas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas, dificulta na prática o acesso a benefícios.

E Na tarde de hoje,Juliana da equipe de comunicação do Senador Rodrigo Cunha,entrou em contato com o blog que ciente da necessidade da escuta  dos dois lados da questão, posta a resposta do Senador.
Ei-la:

 "Caro Elias Bonifácio, devemos estar sempre vigilantes para que temas importantes não sejam analisados sem seu devido aprofundamento, evitando apego a paradigmas ideológicos que levam a uma discussão política improdutiva, pois nos engessa no momento de decisões que devem levar em consideração diversas variáveis. 
Remontam há décadas as ocorrências e notícias sobre esquemas fraudulentos envolvendo benefícios do INSS.  Contudo, nessa discussão não perdi de vista que o instituto da previdência nasceu da percepção da necessidade de que houvesse um aporte para socorrer as pessoas nos momentos em que estavam mais vulneráveis. Os altos números de judicialização (que causa grandes impactos operacionais e financeiros) demonstram que a preocupação com o bom funcionamento do serviço público oferecido pelo INSS não esteve em pauta.
Diante do sucateamento do quadro funcional do poder público, é legítimo o pagamento de bonificação aos servidores para fazer frente ao volume de milhões de processos com indícios de fraude. Segundo o texto da medida provisória, são quase 1 milhão de processos. Mas juntamente com a medida, na minha concepção, era essencial que se resguardasse que o bônus não fosse pago com vinculação a corte dos benefícios, visando a que haja maior integridade na análise dos processos e que se garanta que as pessoas que merecidamente recebam seus benefícios não sejam injustamente prejudicadas. Por esse motivo, monitorei a Medida Provisória de modo que, no texto final, a bonificação fica vinculada ao número de processos avaliados pelo servidor e não ao número de benefícios cortados.
Considero o combate a fraudes, em qualquer hipótese, não só a previdenciária, algo a ser estimulado. Assim, poderemos garantir que o dinheiro público e, consequentemente, as políticas públicas, atinjam a quem realmente deva atingir. Isso simplesmente é efetivação da justiça.
No mais, lhe convido a conhecer e acompanhar mais o meu trabalho, inclusive a mandar suas sugestões que sempre serão muito bem-vindas. No fim, precisamos reconhecer que buscamos – cada um com seu ponto de vista – um Estado melhor para os alagoanos, principalmente aqueles que mais precisam. Buscar a convergência é que nos fará caminhar para dias melhores. Grande abraço."
Rodrigo Cunha


 
 

"Acreditava que o senador Rodrigo Cunha tinha alguma sensibilidade social mas, me enganei'- afirma o médico Elias Bonifácio.

O médico alagoano, Elias Bonifácio, escreve:


"Sou médico da Atenção Domiciliar em Maceió,Al, e também atuo em 2 unidades de saúde como professor acompanhando estudantes de medicina. Em todos esses locais, boa parte dos meus pacientes são compostas de pessoas pobres ou miseráveis. Algumas delas recebem um salário mínimo através do BPC ou são aposentados por invalidez. Posso garantir que são raros os casos em que a pessoa realmente não precisa do benefício e frauda de alguma forma o INSS. A grande maioria é formada por pessoas trabalhadoras e honestas e no momento que mais precisam do apoio do estado são humilhadas e tratadas como ladrões por esse governo. Mesmo assim sem considerar essas questões ,ontem foi aprovada pelo senado uma MP nefasta do governo Bolsonaro que a grosso modo, praticamente impede dos trabalhadores rurais de comprovarem sua profissão, corta benefícios deixando pessoas morrendo  míngua até que possam recorrer, bonifica perito do INSS que negar aposentadoria, chama os médicos brasileiros`, que geralmente são os responsáveis por fornecerem atestados de vida de corruptos, deixa parentes de presos morrerem  à míngua e desampara cônjuges cujos  parceiros faleceram. Em Alagoas a senadora Renilde Bulhões e o senador Rodrigo Cunha votaram nessa proposta. Em relação a primeira citada não esperava coisa diferente, ja sobre o senador Rodrigo Cunha, acreditava que tinha alguma sensibilidade social e que jamais aceitaria algo desse tipo, mas, me enganei e infelizmente constato que alguém que podia estar do lado do povo mais pobre preferiu associar-se às elites e fazer graça para a classe média."

"Para o hospital onde acontece o estupro é muito mais negócio que a apuração desse tipo de situação não dê em nada"-diz a advogada..

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Maira Pinheiro é advogada criminal mora em São Paulo e escreve:


"A história da moça estuprada por um profissional de saúde na UTI em Goiás é zero surpreendente. Advogo para três vítimas de situações parecidas em um hospital grande e famoso em São Paulo. Esse tipo de violência é extremamente comum e acontece com a conivência das instituições de saúde, que estão mais preocupadas em preservar a própria reputação e se esquivar de eventuais indenizações do que em garantir a segurança das mulheres. Pro hospital onde isso acontece é muito mais negócio que a apuração desse tipo de situação não dê em nada. O corporativismo das categorias de profissionais de saúde também atrapalha que os conselhos profissionais reconheçam que a violência sexual perpetrada por profissionais de saúde é um problema que requer medidas específicas de prevenção e responsabilização. A relação entre paciente/usuário e profissional de saúde é essencialmente desigual e hierarquizada, e o ambiente hospitalar, como instituição total, retira do paciente diversos aspectos de sua autonomia, o que reduz sua capacidade de resistência. Tudo nesse contexto contribui pra facilitar que situações de abuso sexual aconteçam, mas as instituições ainda estão em negação quanto à cultura do estupro e por isso não temos políticas específicas pra prevenir esse tipo de situação, protocolos que preservem a vítima e racionalizem a produção de provas imediatamente após a constatação do abuso. É bizarro gente, mas é zero surpreendente."

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