Nos dias 4 e 5 de dezembro de 2025, em João Pessoa, na Paraíba ( sim, sinhô!) esta ativista, Arísia Barros , em discurso firme , na última oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do Sistema Único de Saúde (SUS), do Ministério da Saúde, através da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Hospital Alemão Osvaldo Cruz e Hospital Sirio Libanes relatou que,no pais do pardismo utilitário, a gestão pública, das três esferas, impõe uma incomoda desimportância , a atuação resiliente e revolucionária dos movimentos negros.
Reafirmou que a causa do antirracismo, em mãos alheias, está se tornando um produto utilitário.
Quem dá mais?
E saindo dos discursos impactantes, mas, teóricos, esta ativista afirmou, peremptoriamente, que, na prática, as políticas públicas afirmativas, arduamente, conquistadas, ( Programa Nacional de Equidade) são o resultado concreto da luta cotidiana de tantos e muitos artífices da liberdade negra e essa luta produz a garantia de direitos, reverberando nas trabalhadoras do SUS.
Alguém grita da plenária:- Então deixa a luta com o movimento negro em defesa do SUS!
Arguição super coerente, mas, esta ativista, Arísia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas e uma entusiasta articuladora de politicas públicas antirracistas faz um contraponto, argumentando que, diante do silenciamento aberrante, alarmante, excludente, acintoso, despolitizado, desletrado, absurdo, inexplicável, medroso da sociedade civil e dos movimentos sociais, conselhos de direito sindicatos, comitês, universidades ligados ao sistema de Saúde , dentre eles,o movimento negro em defesa do SUS, perante os ‘supostos’ desvios dos milionários da Sesau, em Alagoas, parece que foi estabelecido uma cumplicidade , submissamente,socialmente conivente.
Ou, não?!
Cadê as manifestações, os protestos de rua, tipo o SUS é nosso?
Psiu!
Durante a indignação desta ativista , à mesa da Oficina Regional, em João Pessoa, a pernambucana Cacique Valquiria, exercitando a empatia, (que deveria ser nossa de todo dia), disse, focando a fala nossa:- ‘Estou com você, minha irmã de lutas ( e se dirigindo a plenária), não vou esperar o aplauso de vocês, mas preciso dizer que assino embaixo do que disse a Arísia Barros, e sim , a desigualdade é gritante, e que, nós indigenas e negr@s, estamos em barcos diferentes.’
Se existe, em Alagoas movimentos sociais em defesa do SUS, por que do silenciamento diante Operação Estágio IV?
Mas, não se acanhe, nem se avexe, o Instituto Raízes de Áfricas, uma das representações do movimento negro em Alagoas, e propositor da criação do primeiro Comitê Estadual de Equidade SUS-Alagoas, ( protagonismo nacional) , cumpre o compromisso desavergonhado de questionar o estado de Alagoas sobre os ‘supostos’ desvios milionários, (mais de 100 milhões, que impactam na politica públic ado SUS, inclusive ad Equidade), da Operação Estágio IV
É sobre isso!













