O novo espaço para os assuntos do cotidiano e da política alagoana

Foto: Edson Oliveira 86d4e346 0273 419b b76b d53a361b6c7e Jornalista Kléverson Levy lança blog com endereço novo e mantém parceria com Cadaminuto

Com muita honra e satisfação que apresento aos meus leitores o nascimento do meu filho: o https://www.blogkleversonlevy.com/. O Blog do jornalista Kléverson Levy que mantém a mesma linha de pensamento, raciocínio e escrita dos fatos políticos.

Há momentos em que crescemos profissionalmente, ultrapassamos fronteiras, ganhamos maturidade, conquistamos o público e, sendo assim, chegando a mais um degrau de vida e/ou profissional.

São esses objetivos que me levam a pensar no meu: meu espaço, meu Blog, meu endereço, meu nome e mostrar o que é meu de verdade.

Falar de política em Alagoas, e acredito que em vários outros Estados, se torna complicado quando há ingerências, interesses e/ou interferências dentro do jornalismo. Diante dessas afirmações, óbvio, é claro sabermos que jornalismo se faz por amor, paixão e profissão.

Entretanto, não é fazer apenas por fazer. Tem que ter "peito" e coragem para se manter no mercado por muitos anos, sem que haja desânimo, fraqueza e desistência do que pode dizer "pedras em se encontra no meio do caminho" de lutas e jornadas.

O Blog do jornalista Kléverson Levy, no endereço https://www.blogkleversonlevy.com, é um novo espaço com mais abrangência aos assuntos do cotidiano, focando sempre que necessário na área política, mas, não esquecendo de fazer do espaço um local de acesso ao cidadão e prestação de serviço à população.

Denunciar, divulgar, mostrar a realidade, apontar o problema, ouvir os lados citados e manter em seu conteúdo o que preconiza o bom jornalismo ensinado em épocas de salas de aulas.

Não apenas "bater e rebater", todavia, usar deste espaço para criar um caminho de diálogo entre o Blog, os leitores e os Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Chegando para informar e ressaltar que - incomodar os poderosos - faz parte do papel diário do jornalismo.

Ou seja:

Liberdade de expressão é 'apanágio da natureza racional do indivíduo e é o direito de qualquer um manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte do governo ou de outros membros da sociedade'.

"Jornalismo é publicar tudo aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade", de George Orwell.

Obrigado pelo apoio dos parceiros, amigos e leitores que me influenciaram nessa nova jornada e, em especial, ao CadaMinuto - grande parceiro - que me colocou no patamar de ser um dos blogueiros mais conhecidos e respeitados em Alagoas.

Vamos à luta!

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Dr. Wanderley Neto 'pede socorro' após fechamento de Instituto

Arlindo Tavares 1311412615josewanderleymedico José Wanderley Neto

O médico José Wanderley Neto, o Dr. Wanderley, reagiu ao "despejo" manifestado pela Santa Casa de Misericórdia de Maceió ao decidir encerrar o trabalho realizado pelo Instituto de Doenças do Coração (IDC). 

A repercussão nas redes sociais e na imprensa é grande por conta da prestação de serviço à população que sempre foi conduzido o IDC dentro do hospital.

Por decisão do provedor da Santa Casa de Maceió, Humberto Gomes de Mello, o fechamento do Instituto ocasionará na perda de atendimentos cardiológicos para centenas de alagoanos. 

Em carta enviada à imprensa, Dr. Wanderley relata toda situação ocorrida pelo fechamento e fala com dedicação sobre a experiência por cerca de 40 anos de história profissional e dedicação à cardiologia e à honrosa instituição filantrópica (Santa Casa). 

Vale ressaltar que, durante todo esse tempo de IDC, foram feitas mais de 20.000 operações e o treinamento de mais de 80 cardiologistas, colocando Alagoas no mapa cientifico do Brasil, ao realizar contribuições relevantes e originais que serviram de modelo para o país. 

Ao citar sobre o "desmonte" do Instituto de Doenças do Coração, Dr. Wanderley Neto tratou do despejo determinado pelo provedor de "situação incompreensível, do desmonte injusto e irracional" tomadas pela atual direção da Santa Casa. 

"O desmonte, injustificável, continuou com várias medidas tomadas pela atual direção e causou a divisão do corpo clínico e separamento dos setores, promovendo discórdia e fazendo desaparecer, gradativamente, a importante contribuição dos cardiologistas fundadores do serviço de cardiologia e a referência na especialidade. A ação de desmonte continuou com o fechamento do Instituto de Doenças do Coração (IDC), onde dispúnhamos de sala administrativa, sala de reuniões e biblioteca que proporcionaram um vitorioso programa de treinamento em cirurgia cardiovascular, essencial para que tivéssemos a continuidade e a ampliação do atendimento cirúrgico no estado. Diante dessa situação incompreensível, do desmonte injusto e irracional, comunico que não sou mais o coordenador da cardiologia e da cirurgia cardiovascular da Santa Casa", escreveu na nota. 

Além da nota enviada à imprensa, o respeitado médico alagoano também divulgou um vídeo mostrando a importância do Instituto de Doenças do Coração (IDC) que - ao longo desse tempo - realizou 40 transplantes cardiológicos, operou mais de 20 mil alagoanos e teve a formação de mais de 80 cardiologistas. 

Veja abaixo!

 

Carta enviada pelo dr. José Wanderley Neto aos alagoanos.

Maceió, 14 de Junho de 2018.

          Meu nome é José Wanderley Neto, alagoano de Cacimbinhas, médico, cirurgião cardiovascular com mais de 40 anos de história profissional e dedicação à cardiologia e à honrosa instituição filantrópica, Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

Durante esse período não medimos esforços para salvar vidas e acalentar os corações dos que mais necessitam de assistência, o alagoano pobre e dependente do SUS. São pessoas que precisam da essência filantrópica do hospital e abnegação de sua equipe médica.

Estivemos sempre, eu e toda a minha equipe de médicos e demais profissionais de saúde, superando os desafios e obtendo conquistas para a cardiologia alagoana, e, agregando ensino, pesquisa e assistência, operamos mais de 20.000 doentes e treinamos mais de 80 cardiologistas, colocando Alagoas no mapa cientifico do Brasil ao realizar contribuições relevantes e originais que serviram de modelo para o país, a exemplo o programa de transplante de coração, iniciado há 25 anos, com histórias de vida emocionantes.

Mas, revestido com a falácia FINANCEIRA, o espírito original e norteador das ações clínicas e institucionais da Santa Casa, que é a FILANTROPIA, se perdeu com o comando ditatorial de uma gestão predatória, que busca eliminar os que não concordam com o afastamento da instituição do seu motivo SER, defnido desde quando fundada há mais de 150 anos, que é cuidar dos mais desfavorecidos e prestar um serviço de excelência e humanizado para toda a população alagoana.

Em 2014, a atual direção da Santa Casa de Misericórdia de Maceió decidiu fechar o centro cirúrgico da cardiologia, iniciando o desmonte de todo o serviço. Na ocasião, comunicamos à Mesa Administrativa, por escrito, para que ficasse marcada a posição da equipe alinhada com as melhores práticas de cuidados em cardiologia (anexo I).

O desmonte, injustificável, continuou com várias medidas tomadas pela atual direção e causou a divisão do corpo clínico e separamento dos setores, promovendo discórdia e fazendo desaparecer, gradativamente, a importante contribuição dos cardiologistas fundadores do serviço de cardiologia e a referência na especialidade.

O Dr. Cid Célio Cavalcante é uma das vítimas desse desmonte. Ele abandonou constrangido o serviço de hemodinâmica ao constatar que dois médicos tinham entrado no serviço sem a sua anuência e sem nenhuma necessidade técnica ou justificativa.

Os médicos fundadores do serviço de cardiologia que permanecem não são chamados para serem ouvidos pela atual direção e, por isso, lamentavelmente, não têm nenhuma participação nas decisões, sejam administrativas ou técnicas.

Leitos foram suprimidos, decisões foram tomadas a esmo, sem consulta ao Conselho Médico, que continua fechado, sendo introduzida mais uma “equipe de cirurgia” sem necessidade ou fundamento. De modo que, atualmente, não temos mais uma equipe de cirurgia cardíaca na Santa Casa, mas cirurgiões que operam doentes quando há vagas. 

A ação de desmonte continuou com o fechamento do Instituto de Doenças do Coração (IDC), onde dispúnhamos de sala administrativa, sala de reuniões e biblioteca que proporcionaram um vitorioso programa de treinamento em cirurgia cardiovascular, essencial para que tivéssemos a continuidade e a ampliação do atendimento cirúrgico no estado.

Diante dessa situação incompreensível, do desmonte injusto e irracional, comunico que não sou mais o coordenador da cardiologia e da cirurgia cardiovascular da Santa Casa.

Entretanto, esclareço que o Instituto de Doenças do Coração (agora extinto pela direção) continuará existindo, porque é uma ideia bem-sucedida, em defesa do ensino, da pesquisa e da assistência, e não depende de estrutura física ou de bens materiais.

Portanto, sendo uma ideia, permanecerá vivo e atuante, sendo substituído apenas por outra ideia melhor. E continuará existindo graças aos inúmeros cardiologistas que foram formados e atuam em Alagoas e na Santa Casa.

A equipe da cardiologia e cirurgia cardiovascular, conforme histórico e cartas envidas a Mesa Administrativa da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, nunca se recusou a contribuir com a gestão e na melhoria de fluxos e processos, visando sempre o bem estar do paciente e sustentabilidade financeira para manutenção dos programas e ações assistenciais.

Lembro que em janeiro de 2015, parte expressiva do corpo clinico solicitou reunião com a Mesa Diretora da Santa Casa, que só foi agendada em junho do mesmo ano, e manifestou por escrito (anexo II) o inconformismo gerl, sem, entretanto, qualquer mudança visível. Coordenado pelo Prof. Carlos Macias, foi sugerido um plano de estruturação da Cardiologia que foi solenemente ignorado pela direção.

Em que pese as circunstâncias adversas, continuarei como cirurgião na Santa Casa e cuidarei de quem me procurar, embora lamente, profundamente, que existam grandes limitações impostas pelo modelo adotado pela direção para a realização do exercício pleno da cirurgia cardiovascular.

Compreendo, plenamente, que a Santa Casa é um hospital comunitário e que as pessoas que o administram passam. 

Entretanto, também estenderei meu trabalho a outras instituições e lutarei para ampliar os leitos de cardiologia e melhorar o atendimento a todos os alagoanos, principalmente aos que dependem dos SUS, continuando firme na missão que iniciei há 40 anos quando retornei à minha terra para implantar a cirurgia cardíaca.

Agradeço a confiança dos alagoanos, que ao longo dessas décadas escolheram e confiaram em nossa equipe e nosso compromisso de atender a todos com correção, humanismo e solidariedade.

Que Deus abençoe a todos.

Cordialmente,

Dr. José Wanderley Neto

Resposta da Santa Casa

Em nota, o diretor técnico da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, Arthur Gomes Neto, esclarece informações veiculadas pela imprensa alagoana. 

Vejamos: 

1 – A Santa Casa de Maceió não despejou o Instituto de Doenças do Coração (IDC). O local onde funcionava o IDC entrará em obras de reforma nos próximos dias, dentro do plano de investimentos previsto para este ano.

2 – As consultas de convênios e particulares, antes atendidas no IDC, estão sendo realizadas temporariamente em novo complexo na Rua Pedro Monteiro, 275 (vizinho à Procuradoria Geral de Maceió), conforme foto abaixo.

3 – O Instituto de Doenças do Coração nunca atendeu pacientes do SUS. As consultas são apenas de convênios e particulares.

4 – As consultas ambulatoriais cardiológicas do SUS são realizadas na Santa Casa Poço e no novo Centro Médico Duílio Marsiglia e, enfatizando, nunca foram realizadas no IDC.

5 – Não houve redução de cirurgias cardiológicas do SUS na Santa Casa de Maceió. Pelo contrário, o DataSUS (ver tabela abaixo) registra aumento de 499 para 552 procedimentos entre 2016 e 2017. Somente nos quatro primeiros meses de 2018 foram realizadas 181 intervenções, bem acima do realizado no mesmo período em 2017 (160 cirurgias) e em 2016 (130).

6 – O centro cirúrgico da Santa Casa de Maceió jamais foi fechado. O complexo de 13 salas cirúrgicas, inclusive, tem duas destinadas a cirurgias cardiológicas.

7 – Toda equipe da Cardiologia da Santa Casa de Maceió continua exatamente a mesma, atendendo SUS sem qualquer redução em seus quadros.

8 – A equipe de cirurgia cardiológica foi ampliada, contando agora com sete cirurgiões.

Diante de tais esclarecimentos, a Santa Casa de Maceió vem de público reforçar seu compromisso com os pacientes cardiológicos do SUS assim como de outras especialidades em Alagoas.

Artur Gomes Neto

Diretor técnico Santa Casa de Misericórdia de Maceió

CRM/AL 2503

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Atualizada às 7:52hrs!

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Perseguido, politicamente, prefeito diz que vai reagir contra adversários

Foto: Kléverson Levy 0ae43f54 2db7 4ba5 9f60 66992abaca7c Padre Eraldo Cordeiro (PSD) disse que tem administrado o município calado e aguentando "pancadas

Há um ano e seis meses de gestão, o prefeito de Delmiro Gouveia, Padre Eraldo Cordeiro (PSD), disse que tem administrado o município calado e aguentando "pancadas". 

Em discurso bastante caloroso realizado no dia de ontem, 10, no Povoado Pedrão, Padre Eraldo apresentou ao seu grupo político os pré-candidatos que apoiará nas eleições de outubro próximo.

Por lá, estavam os vereadores Geraldo Xavier (PSD), Henriqueta Cardeal (DEM) e Pedro Paulo (PT); o deputado federal  e pré-candidato ao Senado Federal, Marx Beltrão (PSD); o pré-candidato a deputado federal e presidente estadual do PSD, Maykon Beltrão; e o deputado estadual Francisco Tenório (PMN). Todos "fechados" no pleito deste ano com Padre Eraldo. 

Incisivo em suas palavras, o prefeito Delmirense relatou que estava no comando da cidade enfrentando os "donos de Delmiro". Ao desabafar, o gestor  falou das dificuldades encontradas, desde janeiro de 2017, por conta das perseguições políticas e da oposição que não deixa que ele - como gestor - faça o município "andar".

Ao relatar o momento político na cidade, sem citar nomes, porém, todos sabendo de quem se tratava, o prefeito sertanejo foi aplaudido pelo público presente, que garantiu estar juntos na batalha contra os poderosos do município. 

"Estou calado. Estou aguentando e levando pancada todos os dias. Os donos de Delmiro não deixam que eu possa administrar o município. Compraram rádios, sites e os meios de comunicação contra a gestão do Padre Eraldo. Não vou renunciar, como eles querem, para tomarem conta do que é do meu povo. Eles estão com raiva porque o que faço é pelo povo pobre do meu sertão. Já eles [a oposição] administraram para eles mesmos e para os ricos. Não vou deixar Delmiro como querem que eu deixe! Vou reagir e voltar a ser o Padre Eraldo de antes", desabafou. 

Cordeiro também se mostrou tranquilo quanto aos ataques recebidos da imprensa local, estadual e adversários. Ao falar da situação em que colocam sua administração como "desastrosa", o prefeito explicou que não passa de "comentários dos que queriam mandar na Prefeitura e que agora pertence ao povo". 

"Podem falar mal da nossa gestão, mas sei que estou tranquilo fazendo o que posso para administrar a cidade de Delmiro. A Prefeitura não é deles, não é minha, e não é de ninguém. A Prefeitura é do povo e foi para isso que fui eleito! Eles estão com raiva do Padre Eraldo que vai trabalhando, em meio às dificuldades, fazendo com essa equipe o que é correto no `Poder Público. Não vão me intimidar e me tirar do cargo que fui eleito pela vontade dos quase quinze (15) mil delmirenses. Aceitem a derrota e entendam que Delmiro não é propriedade particular de ninguém", disse o Padre Eraldo sem titubear.

Defesa

Em defesa de Padre Eraldo, o deputado federal  e pré-candidato ao Senado Federal, Marx Beltrão (PSD), usou de suas palavras para "mandar um recado" aos opositores do prefeito. Beltrão finalizou o  momento de oratória dizendo que Eraldo Cordeiro "cortou o cordão umbilical com os que queriam usufruir da Prefeitura e, em outras palavras, roubar o que é do povo". 

"Padre Eraldo, o senhor conrtou o cordão umbilical com aqueles que queriam - apenas -  usufruir da Prefeitura de Delmiro. O seu trabalho incomoda muita gente, Padre, por conta que é o único político que entra na casa do povo e toma um cafezinho. Podem ficar com raiva de mim, mas a verdade tem que se dita e o político tem que trabalhar para o povo. Não é fazer da Prefeitura uma propriedade privada e para fins pessoais. Não adianta fazer a política do passado! Faça [prefeito] uma auditoria nas contas da Prefeitura, entregue ao Ministério Público Estadual (MPE) e veremos quem vai ser preso em Alagoas. Agora, Padre, vá às rádios e mostre ao povo de Delmiro a verdade, porque, o seu único defeito foi não abrir a Prefeitura para que eles continuassem roubando", finalizou Marx Beltrão.   

Em tempo: Delmiro Gouveia precisa sair das amarras do Poder para aqueles que foram derrotados nas urnas e ainda não engoliram ficar sem a bonança da Prefeitura nas mãos. É preciso desmontar os palanques de 2016,  e deixar que o Padre Eraldo administre o município para o Povo, como ele mesmo tem dito nas ruas da cidade.

Há política! Há políticos! Há os que só pensam no Poder! E o povo?  

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Eleição no Tocantins pode revelar o que virá das urnas em 2018

Foto: Ilustração 1371639863282 Título de eleitor

Ao ouvir questionamentos de cidadãos pelas ruas deste Estado é possível perceber que se fala muito na discussão eleitoral referente ao pleito que - diariamente - ganha novos fatos, textos e análises. 

No jogo político sendo jogado todos os dias e, consequentemente, semanalmente, acredite que pré-candidaturas postas - até agora - só serão candidaturas confirmadas se passarem do prazo final para convenções partidárias.  

Todavia, o último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem - junto à Justiça Eleitoral - o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto. 

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, "As convenções para a escolha dos candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e, respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital, deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto". 

E Ponto!

Por outro lado, tentar influenciar o eleitor, falando que "fulano não é candidato, beltrano não pode e que sicrano vai desistir", é ter medo da reação que virá das urnas de outubro. Aliás, deixemos que o povo faça suas escolhas e suas vontades. 

É bem verdade que a "mentira contada/repetida por diversas vezes se torna verdade".

Porém, difícil é acreditar nos bastidores dos escritórios políticos que amanhecem pelas manhãs sempre contando uma novidade para espalhar factoides em forma de notícias. 

Eleição é como uma partida de futebol com um jogo complicado (e pesado) para aqueles que de quatro em quatro anos almejam conquistar Poder e Poder. 

No Tocantins!

Já escrevi (e reitero), neste blog, que o clima de desinteresse pela política (e, em sua maioria, pelos políticos) é geral até nas pequenas comunidades/cidades - onde muitos são considerados "semi-analfabetos ou analfabetos".

O povo está desacreditado na chamada "propostas políticas" e força os candidatos de 2018 repensaram uma nova fórmula para conquistar o próprio eleitorado. 

Fato que, no Tocantins, por exemplo, ressalte-se que quase a metade dos eleitores (19,19% dos votos brancos e nulos e somados às abstenções acima de 30,14% = quase 50% do eleitorado) não quis escolher o governador do Estado no pleito realizado no último domingo, 03. 

É uma realidade atual que os especialistas chamam de "crise de representatividade pela qual passa a democracia brasileira". 

Afinal, quem representa o cidadãos nos Poderes (Executivo, Legislativo e até Judiciário)? 

Portanto, o povo não se sente mais representado (e as pesquisas, em Alagoas, também apresentam esse percentual em termos de votos brancos, nulos e abstenções) pelos que estão no Poder. 

A eleição no Tocantins revela o que será de 2018 nas urnas? Pode sim! Outubro virá.

2018 tem tudo para ser diferente na política, a depender de cada eleitor ou, do contrário, continuar com mesmice (os mesmos políticos) de sempre. 

Cazuza já dizia... "Ideologia! Eu quero uma pra viver!". 

Vamos à luta!

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Desistência de ex-prefeito à ALE fortalece candidaturas do norte

Foot: Rede Social 08ea1ccd 6ebd 498b 8cdb 6aa46c027f0b Ex-prefeito de Japaratinga, Bruno Gustavo Araújo Loureiro, o Bruno Loureiro

Desde que desistiu da candidatura à Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), o ex-prefeito de Japaratinga, Bruno Gustavo Araújo Loureiro, o Bruno Loureiro, abriu 'espaço' para os concorrentes irem em busca dos votos que teria no litoral norte. 

Com Loureiro fora da disputa, permanecem na briga pela Casa de Tavares Bastos a ex-deputada estadual, Flávia Cavalcante (PRTB); o ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira (PRTB); e a filha do ex-prefeito de Paripueira, Abrahão Moura, e da atual prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura, a jovem Cibele Moura (PSDB).

Segundo fontes do blog, a desistência do ex-prefeito de Japaratinga - por questões pessoais - fortalece ainda mais o trio de candidaturas do norte.

O interessante é que Madeira e Cavalcante, ambos, são do PRTB, partido em que Bruno Loureiro é vice-presidente. 

Contudo, o ex-gestor anunciou que apoia Fátima Canuto (também do PRTB), mãe do prefeito de Pilar, Renatinho Rezende, onde já comunicou aos aliados e correligionários sobre a indicação em substituição ao seu nome na eleição deste ano.  

Vale lembrar ainda que Bruno é irmão de Klever Rêgo Loureiro Júnior, o Júnior Loureiro (PMDB), prefeito eleito com 1.860 votos (34,55% válidos) em Japaratinga, o que garante votos para quem a família Loureiro fechar apoio no pleito vindouro.   

Além de Fátima Canuto à ALE, os Loureiros também apoiam os nomes de Maykon Beltrão (deputado federal) e Marx Beltrão e Biu de Lira (Senadores). 

De Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quintunde, Matriz do Camaragibe, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres, Passo de Camaragibe, Porto Calvo, Japaratinga e Maragogi, o litoral norte tem eleitores suficientes para eleger representantes na Casa de Tavares Bastos. 

Já os votos de Loureiro para deputado estadual serão disputados por aqueles que tiverem interesse. 

Por fim, o embate pelo eleitor do norte, entre Flávia Cavalcante, Marcos Madeira e Cibele Moura, será um bom embate político para os grupos que almejam representar o povo da região a partir de 2019. 

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Senado: Marx, Cunha, Renan e Quintella... não esqueçam o Biu!

Foto: Facebook 92309b57 9c6b 4a4d a760 6fc0d56f5906 Senador Benedito de Lira (PP)

Na disputa ao Senado Federal, leia-se duas vagas para este ano em Alagoas, as cadeiras se tornaram as mais acirradas dos últimos pleitos. 

Dúvidas não existem de que o cargo será pleiteado pelos senadores Renan Calheiros (MDB) e Biu de Lira (PP), em busca da reeleição; deputados federais Marx Beltrão (PSD) e Maurício Quintella (PR); além do deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB),.

Todos os citados acima, dizem os bastidores, são considerados páreo duro e "fortes" concorrentes. 

Enquanto nos escritórios políticos só se preocupam em falar que Calheiros está na frente ou não das pesquisas; Marx Beltrão não será pré-candidato ao Senado (ele é sim pré-candidato); Maurício Quintella é aliado de 'peso' do governador Renan Filho (MDB) e o segundo voto da chapa; que Rodrigo Cunha é o "novo"; daí esquecem de Biu de Lira. 

Se voltarmos, no passado bem próximo, lembraremos que o senador Biu foi o fator 'supresa' da eleição de 2010.

Relembrando 2010

À época, quietinho para conquistar os votos através do forrozinho, De Lira - com a cômica dancinha do "Forró do Biu" - conseguiu exatos 904.345 votos (35,94% dos válidos) contra os 840.809 votos (33,42% dos válidos) de Renan Calheiros.

Aliás, um resultado ainda não digerido por Calheiros? Será?

Entretanto, Biu ganhou ainda mais a simpatia do povo com a exibição - no guia eleitoral - do personagem do ‘Cabeça’, que ficou conhecido em todo o Estado e usado - exclusivamente - para derrotar a então candidata Heloísa Helena (Psol). 

Naquele ano de 2010, o "Cabeça de Biu" só não mexeu com o senador Renan, que era um dos favoritos pela reeleição e fazia - de fato - uma 'dobradinha' para derrotar HH.

Foi o que aconteceu! Biu e Renan eleitos!

Uma nova história!

2018, todavia, uma nova eleição e uma nova história. 

Sempre escrevo que cada eleição é uma eleição, independente dos candidatos, tem-se um eleitorado novo e diferente do pleito anterior. 

Se há oito anos Biu venceu com uma "dancinha da enganação", para este ano terá que inovar. A concorrência é grande, os nomes de 'peso', 2010 foi 2010, a dancinha não cola mais, o eleitor mudou e as redes sociais hoje serão cruciais nesta eleição. 

Sabemos que na política todo dia é dia de fazer política. Imagine, principalmente, em ano eleitoral. Quem está na disputa eleitoral sabe que político profissional "respira política 24hrs", sem dó e nem piedade. 

E o Biu continua, dia a dia, apesar de ninguém enxergar, fazendo a política dele pelo interior de Alagoas. Caladinho, sem gravar vídeos ou usar exageradamente suas redes sociais, De Lira vai sendo esquecido por seus concorrentes e lembrado quando chega nas cidades que visita.  

Portanto, enquanto se preocupam com pré-candidaturas de Marx, Cunha, Renan e Quintella... esquecem de Biu!

O Biu não é o novo, também não está com o Governo do Estado ao lado, mas dizem - segundo os mais próximos - que ele tem serviços prestados nos municípios alagoanos. 

Assim, De Lira não é carta fora da disputa ao Senado Federal. 

A eleição de 2018 também não é só Marx, Cunha, Renan e Quintella.

Lembre-se do "Cabeça" e o forrozeiro de 2010, personagens de Biu de Lira.

Né? Biu surpreende!

Vida que Segue! 

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HH é solidária aos caminhoneiros por 'impacto' causado no Brasil

Foto: Google Wilkipédia 921e3d71 55f8 4d70 9093 c8fe7cae3337 Heloísa Helena (REDE)

A ex-senadora e pré-candidata a deputada federal,  Heloísa Helena (Rede), tem usado suas redes sociais para colocar sua opinião (dela) sobre os fatos que ocorrem no país e, em especial, Alagoas.

No final de semana, HH saiu em defesa da greve dos caminhoneiros que há nove (9) dias paralisa - de certa forma - o país.  

Pelo facebook, a também ex-vereadora de Maceió justificou o que ela chamou de "complicações na minha vida" ao comparar a situação atual de greve com o que ela sempre defendeu como parlamentar. 

"A gente mede o apoio a uma causa, especialmente, quando é impactado por suas paralisações, greves, obstrução de rodovia por qualquer categoria... Obrigada aos caminhoneiros pelos dias de complicações na minha vida, pois reforçam a solidariedade que sempre defendi! Avante!!!", escreveu HH.

Já disse e sempre destaco que Heloísa Helena mantém o mesmo tom crítico de 2003, quando - à época - foi expulsa do Partido dos Trabalhadores (PT) por discordar das medidas do então governo Lula. Ela sempre apontou os erros das duas administrações petistas (Lula e Dilma), como também, dos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o atual de Michel Temer (MDB). 

Em outra postagem, a ex-senadora mencionou o governo Temer, chamando o medebista de 'farsante', e relembrou à época em que o governo Lula usou de artifícios pesados para aprovar a Reforma da Previdência e a compra de parlamentares com o conhecido "mensalão do PT". 

"O farsante Temer usa a força bruta contra caminhoneiros, como já a tinha usado pra legitimar "reformas" e impedir manifestações contra seu governo. E só para lembrar a quem finge esquecer: Lula usou a força bruta pra espancar trabalhadores que lutavam contra a sua Reforma da Previdência... pancadaria, espancamento e bombas contra muitos de nós, enquanto comprava parlamentares com o mensalão para aprovar a sua reforma de roubo dos direitos dos trabalhadores (até nisso imitou FHC)", criticou. 

No mesmo texto, Heloísa também relembrou o governo Dilma (PT) ao relatar os gastos da gestão com obras para Copa do Mundo, em 2014, e o desrespeito aos bilhões investidos em estádios de futebol caracterizando a famigerada 'propina'. 

"Dilma usou a força bruta da pancadaria pra remover milhares de famílias na construção das obras da Copa e contra povos indígenas na Belo Monte - de gigantesco impacto ambiental, desrespeito aos povos indígenas e muitos bilhões de propina. Sabemos que são corruptos, farsantes e incompetentes, mas se repetem demais. Aff, que falta de criatividade governamental...", completou.  

Por fim, vale ressaltar: Heloísa Helena já deixou claro o seu objetivo em fazer política e desejou que cada cidadão alagoano vote consciente no pleito de 2018. 

"Eu tô na política por obrigação cidadã. Que as pessoas possam fazer suas escolhas. O importante é consciência tranquila e coração feliz. Melhor coração partido do que alma vendida!", conclui a pré-candidata HH. 

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Substituto de JB 'pavimenta' caminho para chegar à ALE

Foto: Ascom Coruripe 48889c2e 81dd 4b18 8313 b8de8321be91 Yvan Beltrão trabalha sua pré-candidatura percorrendo os municípios alagoanos em busca de apoios à ALE

Desde que foi anunciado como substituto do deputado estadual João Beltrão (PSD), Yvan Beltrão trabalha sua pré-candidatura percorrendo os municípios alagoanos em busca de apoios pela cadeira na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Filho do prefeito e da vice-prefeita de Coruripe, respectivamente, Joaquim Beltrão e Dalva Edith Edith, o ex-secretário municipal de Saúde tem visitado o interior de Alagoas 'pavimentando' seu caminho para chegar na Casa de Tavares Bastos.

Filiado ao Partido Social Democrático (PSD), Yvan mantém algumas bases de apoios repassadas pelo deputado JB e vai construindo novas alianças políticas em várias regiões do Estado. 

No sertão, por exemplo, Beltrão tem debatido com comunidades e assentamentos sobre a agricultura familiar. O tema foi um dos "carros-chefe" do mandato de seu pai e deputado federal - à época - Joaquim Beltrão. Logo em seguida, o primo e deputado federal, Marx Beltrão (PSD), deu continuidade ao trabalho com grandes conquistas para os agricultores. 

Isso tem demonstrado que mesmo sendo considerado o "novo" - na disputa eleitoral de 2018 - e neófito na política, o pré-candidato levanta a bandeira de luta não apenas pela Saúde, onde foi gestor municipal de destaque, mas, também, na agricultura familiar que necessita de apoio para fomentar a economia do Estado. 

"Em São José da Tapera, conheci a Comunidade de Piedade e a Associação Comunitária do Sítio Macena.  Juntos, dialogamos com os moradores sobre agricultura familiar e ouvimos algumas demandas da população. No Assentamento Genivaldo Moura e a Comunidade Terra do Sol, em Delmiro Gouveia, os moradores nos receberam para uma conversa sobre o que cada Povoado necessita. Muito importante ouvir o que cada trabalhador propôs para a continuidade do trabalho iniciado com meu pai, Joaquim Beltrão, quando foi deputado federal. Agricultura familiar é uma das bandeiras de luta e compromisso nosso", escreveu Yvan em suas redes sociais. 

Missão 

Todavia, o jovem pré-candidato a deputado estadual terá a missão não apenas de ser substituto e sobrinho de JB na ALE, mas fazer o trabalho de parlamentar pelas questões que interessem ao eleitor e ao povo alagoano. 

 "O Yvan tem a missão de fazer o trabalho que sempre fiz durante todo esse tempo como deputado. A missão de cuidar do meu povo, ajudar Coruripe e o litoral sul, e trabalhar por toda Alagoas. Agora, vou ficar perto de todos vocês e cobrar dele, como cidadão, para ajudar a todos. Estarei cuidando da saúde e distante da política por um período", disse João Beltrão no início deste mês no evento público.  Leia aqui: "Vou me ausentar da política por um tempo", diz deputado João Beltrão

Litoral Sul 

Como base eleitoral, o litoral sul é a região principal onde a família trabalha na conquista pelos votos em Coruripe, Jequiá da Praia, Feliz Deserto, Penedo, e Piaçabuçu.

Por lá, João Beltrão sempre manteve - em todos os pleitos disputados - os votos espontâneos do eleitorado fiel. 

"Em Jequiá da Praia, participei do encontro com lideranças jequiaenses realizado pelo vereador Domício Júnior. Em tempo, reafirmei meu compromisso pela continuidade do trabalho político na região. Agradeço ao deputado João Beltrão por representá-lo no município; ao vereador, Júnior Sherek, pelo apoio; e ao pré-candidato a deputado federal, Maykon Beltrão, que estar conosco nessa luta", escreveu Yvan Beltrão em visita à Jequiá da Praia. 

Por fim, reitero: seguem como pré-candidatos do grupo o deputado federal Marx Beltrão, ao Senado Federal; o ex-prefeito de Feliz Deserto e presidente do PSD-Alagoas, Maykon Beltrão, à Câmara dos Deputados; e, Yvan Beltrão, à Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Todos disputando os respectivos cargos pelo PSD. 

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Desinteresse pela política chegou até o Interior de AL

Foto: KL 8f686a28 9712 455e 99cb a4a31bf6bb21 No interior, eleitora observa movimentação política em sua cidade

Tenho percorrido algumas cidades alagoanas - acompanhando caravanas políticas (leia-se, políticos! mesmo) - em meio algumas propostas pré-eleitorais para população dos municípios.

Em boa parte do Estado, o clima de desinteresse pela política (e, em sua maioria, pelos políticos) é geral até nas pequenas comunidades/cidades - onde muitos são considerados "semi-analfabetos ou analfabetos".

O povo está desacreditado na chamada "propostas políticas" e força os candidatos de 2018 repensaram uma nova fórmula para conquistar o próprio eleitorado.

Não será tarefa fácil para quem vive e sobrevive - diariamente da política - ganhar o voto de confiança dos cidadãos que estão bem informados e ganhou o mundo através da internet, ou seja, o "você viu na internet, nas redes sociais e na televisão" permanece mudando até a política atual.

A informação chega mais rápido do que em décadas passadas. Muitos mandatários também estão ultrapassados! O novo (os que se dizem 'cara nova na política') tem que acompanhar o mundo competitivo do jogo eleitoral. 

Perceptível é vê-lo (enxergar, de fato!) que fazer política como antigamente não mais se encaixa nos dias atuais.

Quem tem mandato (imagine os sem mandatos) com nome ligado aos casos de corrupção, seja em qualquer esfera, terá que 'rebolar' muito para que o eleitor entenda ser necessário o voto de confiança.

O que se tem à frente de um pleito bastante disputado, inclusive, em Alagoas, é um público mais antenado no que circula pelo mundo virtual e atento aos mandatos dos maus políticos que almejam se perdurar no Poder como velhos coronéis/caciques.

O tempo do coronelismo vem se deteriorando há algumas eleições passadas. Atualmente, a tendência é expurgar todo e qualquer remanescente das oligarquias políticas.

Todavia, no interior de Alagoas, quando se pergunta se o cidadão vota em 'fulano' (sem citar os nomes, por favor!) a resposta é imediata:

"Não voto nesse filho... jamais. Na televisão, só diz que ele roubou. E ele não trouxe nada pra gente [o Povo]", respondeu o eleitor ao ser indagado.

Por fim, o desinteresse pela classe política também chegou ao interior. É preciso renovar o político JÁ!

Aliás, lembre-se de Leonel Brizola: “A política ama a traição e abomina o traidor”.

Vida que Segue! 

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Rodrigo Cunha, literalmente, 'acunhou' a disputa ao Senado Federal

Crédito: Assessoria/Arquivo 234fb9bd 6caa 40a7 b53a 9035247c4db4 Rodrigo Cunha

Para não haver distorções sobre a palavra no título, acunhou é o mesmo que "meter Cunha (evidenciar, colocar marca própria) para separar ou segurar".

Já no nosso linguajar popular, o 'acunhaaaa..." é ter "pressa, andando depressa, querendo chegar rápido ou terminar algo com agilidade".

Então, vamos lá! 

Desde que o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) anunciou na última quinta-feira, 10, sua pré-candidatura ao Senado Federal, o clima de "mudanças" no cenário político começou a ser analisado com mais cautela e precisão. 

 Vejamos que, com o lançamento do parlamentar, mais um nome 'pesa' na briga pelas duas vagas disponíveis de senador.

A questão é: qual seria a base de sustentação e apoio político para Cunha?

Eis que muitos especialistas já comentam que - neste momento - seria complicado montar bases nos municípios "fechados" com Renan Calheiros (MDB), Biu de Lira (PP), Marx Beltrão (PSD) e Maurício Quintella (PR) - os considerados fortes pré-candidatos no pleito. 

É fato que o filho da eterna deputada federal Ceci Cunha sabe que seu eleitorado é - totalmente - diferente dos outros quatro concorrentes. Aliás, buscar o formador de opinião, voto consciente e o eleitor "esclarecido" será também o trabalho de Cunha nessa disputa de 2018.

Quando eleito deputado estadual, em 2014, o ex-superintendente do Procon-Alagoas foi o primeiro colocado para Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) com 60.759 votos do eleitor  chamado "consciente". 

Contudo, Senado Federal, é uma outra história! 

Todavia, é preciso conquistar o eleitorado das grandes cidades do Estado, como também, aquele cidadão que mora no interior, onde a informação pouco chega nos longínquos municípios da capital alagoana.  

Porém, a eleição de outubro deste ano temos que observar - ainda - o caminho que leva essa disputa para o que pode ser (e será) uma das mais diferenciadas e árduas dos últimos anos nas vagas de senador.

Alagoas nunca teve uma 'briga' ao Senado tão acirrada como esta de 2018. 

Já Renan Calheiros (MDB), Biu de Lira (PP), Marx Beltrão (PSD) e Maurício Quintella (PR) continuam no páreo. 

Por outro lado, o que dizem nos bastidores da política é que Rodrigo Cunha 'acunhou' (e redesenhou) a disputa ao ser o quinto pré-candidato a senador em Alagoas.

Se vai aguentar e persistir, o tempo dirá 

Será? 

Agora, que mal pergunte: Rui Palmeira apoiará Biu de Lira, Maurício Quintella e Rodrigo Cunha?  

Bom final de semana!

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