Vanessa Alencar

Apesar de encontro com Célia, Tarcizo afirma: "Minha pré-candidatura é fato consumado"

Foto: Cortesia/internauta Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Tarcizo Freire e Célia Rocha

Após a publicação, neste blog, do texto “Célia Rocha e Tarcizo flagrados em mesa para dois...”, ilustrado com a fotografia da prefeita de Arapiraca e do deputado estadual conversando em um restaurante de Maceió, Freire encaminhou, na tarde desta quinta-feira, 05, uma nota, onde reafirma (em negrito e caixa alta) que é pré-candidato a prefeitura do município.

Na nota, o parlamentar conta que foi ao encontro de Célia para discutir projetos que beneficiam a cidade do Agreste e que, “em um dos raros momentos da conversa de teor político partidário”, reafirmou a prefeita que a pré-candidatura dele é um fato consumado.

Confira a nota  na íntegra:

"NOTA A IMPRENSA E AO PÚBLICO EM GERAL

Tendo em vista a repercussão, fomentada por "alguns" nas redes sociais ou em rodas de fofocas políticas, acerca do teor da matéria intitulada "Célia Rocha e Tarcizo Freire flagrados em mesa para dois...", veiculada no site de notícias www.cadaminuto.com.br e www.minutoarapiraca.com.br no dia 04/11/2015, matéria assinada pela querida jornalista Vanessa Alencar, assim como também pelos comentários realizados pelo irreverente radialista Alves Correia sobre a referida matéria em seu programa de rádio na manhã de hoje na Gazeta FM Arapiraca, venho a público me manifestar conforme abaixo:

Fui eleito deputado estadual, tendo a maioria absoluta da minha votação na minha querida e amada cidade de Arapiraca (inclusive, fui o mais votado deputado estadual na terra de Manoel André), e enquanto estiver no exercício do mandato que me foi conferido pelo povo priorizarei sempre os interesses da população e das próximas gerações, não possuo qualquer tipo de problema ou mágoa de cunho pessoal com a prefeita Célia Rocha que pudesse justificar a minha recusa ou resistência a manter um diálogo saudável, devo manter-me focado e empenhado, enquanto deputado, em trabalhar projetos em prol do povo alagoano, em especial do povo arapiraquense, muitos projetos em prol da coletividade que pretendo trabalhar na Assembleia Legislativa necessita da cooperação dos municípios através de seus gestores, pois graças a Deus vivemos em uma democracia, onde todos os poderes e entes federados devem manter um tratamento harmonioso e respeitoso para que no final o povo sempre seja o beneficiado.

No exercício do mandato de deputado sentarei com todos os gestores públicos que forem necessários, para colaborar ou ajudar a arrumar soluções para aliviar o sofrimento de nosso povo tão sofrido, inclusive com a prefeita Célia Rocha, fui ao encontro da mesma para discutir saudavelmente projetos que beneficiam a cidade de Arapiraca, registre-se um encontro em um restaurante de grande movimentação pública, nesta capital, as claras e em público, pois não poderia ser diferente.

Tentarei pautar minha conduta como homem público com bastante serenidade, sabedoria em prol do bem comum, alicerçado nos princípios republicanos e da administração pública e sem limitações partidárias. Inclusive na oportunidade, ao ser indagado em um dos raros momentos da conversa de teor político partidário, reafirmei a referida gestora municipal que a minha pré- candidatura  é um fato consumado, que está ganhando musculatura a cada dia, com a construção de um projeto por Arapiraca, e que a sociedade Arapiraquense clama por alternância no poder e renovação, mas que o momento de discutir ideias e propostas de governo de cunho político-partidário seria nas eleições, e até lá, o município e o estado precisam que os poderes constituídos façam o seu papel.

Por fim para que não paire dúvidas, esclareço que enquanto no exercício do mandato de deputado não me furtarei de sentar com quem for necessário para fazer a minha parte como parlamentar, sempre em prol da população, mesmo que eu possua profundas divergências políticas, partidárias e ideológicas - como por exemplo, possuo com a prefeita Célia Rocha, e reafirmo com altivez e serenidade, minha PRÉ-CANDIDATURA ao cargo de PREFEITO de Arapiraca, pois é uma realidade, onde no momento oportuno e legal discutiremos propostas para uma cidade melhor para o povo arapiraquense.

 

Maceió, 05 de Novembro de 2015.

Dep. Est. TARCIZO FREIRE”

 

 

Ronaldo Medeiros analisa sucessivas derrotas da ALE no TJ

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ronaldo Medeiros

Em menos de um mês, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa sofreu pelo menos três derrotas no Pleno do Tribunal de Justiça. O vice-presidente da Casa, deputado Ronaldo Medeiros (PT) comentou cada uma, demonstrando encarar duas delas apenas como batalhas (a guerra continua) perdidas.

Data-base

Sobre a decisão do dia 06 de outubro, quando o Poder Judiciário determinou o pagamento da última parcela – de 15% - referente às datas-bases dos servidores efetivos do legislativo, disse Medeiros: “As providências foram tomadas para o recurso no STJ, que é legítimo”, frisou.

O deputado acrescentou que, independente da questão jurídica, os integrantes da Mesa irão sentar com os servidores para abrir a negociação.

Imposto de Renda

Segundo o parlamentar, a Casa também irá recorrer da decisão do Pleno desta terça-feira, 03, obrigando a ALE a repassar ao Estado os recursos oriundos do Imposto de Renda (IR) recolhido dos deputados e servidores.

"A procuradoria está trabalhando em um recurso especial a ser protocolado no TJ. É intenção da Mesa regularizar a situação, mas ficamos impossibilitados quando assumimos, devido aos débitos deixados pela gestão anterior”, justificou Medeiros.

Decreto

No mesmo dia, o TJ considerou inconstitucional o decreto legislativo que determinava a suspensão do processo movido contra o deputado Dudu Holanda (PSD) por agressão física, enquanto ele estiver no exercício do mandato.

Mas, isso não foi considerada uma derrota pelo vice-presidente da ALE. “O decreto é da legislatura passada. A Mesa não vai recorrer, porque a causa não diz respeito a ela, mas o deputado pode propor um novo decreto”, resumiu.

Aguardemos as próximas batalhas...

 

Célia Rocha e Tarcizo Freire em mesa para dois...

Foto: Cortesia/Internauta Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Tarcizo Freire e Célia Rocha

A prefeita de Arapiraca, Célia Rocha (PTB) e o deputado estadual Tarcizo Freire (PSD) foram vistos em uma conversa “tête-à-tête” no começo da tarde desta quarta-feira, 04, durante o almoço em um restaurante na Pajuçara.

Cardápio: pleito eleitoral do próximo ano no município do Agreste, onde Célia disputa a reeleição.

Tido como virtual pré-candidato ao cargo, o parlamentar é considerado um dos possíveis adversários da prefeita. Sobre essa possibilidade e sobre o cenário geral, Freire tem conversado também com outras lideranças da região, a exemplo do vice-governador Luciano Barbosa (PMDB).

Na mesa – para dois – pelo menos por enquanto, ficaram de fora outros nomes que influenciarão o pleito, como os deputados Ricardo Nezinho (PMDB) e Rodrigo Cunha (PSDB), o ex-deputado Rogério Teófilo e o empresário Adoniram Guerra (PR).

Rodrigo Cunha: Cadê o Iphone que estava aqui?

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Rodrigo Cunha

Em meio às discussões sobre o requerimento de urgência para tramitação do Projeto que reestrutura o AL Previdência, o breve "sumiço" do aparelho celular do deputado Rodrigo Cunha (PSDB), gerou um episódio inusitado no plenário da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 03.

Durante a sessão, o parlamentar anunciou que seu IPhone 6 havia sumido do plenário e apelou que, se alguém tivesse visto o aparelho, lhe avisasse.

O pedido surpreendeu, constrangeu e gerou risos entre os colegas, com alguns correndo para apontar em direção às câmeras de segurança, caso fosse preciso instalar uma CPI...

Minutos depois da saia-justa, o deputado Ronaldo Medeiros (PT), que presidiu a sessão, informou o paradeiro do telefone: estava no gabinete de Rodrigo Cunha.

Ufa!

Senador quer penas mais duras para condutor embriagado que mate no trânsito

Foto: Agência Senado Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador Raimundo Lira

O senador Raimundo Lira (PMDB/PB) pretende apresentar um projeto de lei aumentando a pena para os motoristas embriagados que causem mortes no trânsito. Ele também defende que o crime seja inafiançável.

De acordo com reportagem divulgada pela Agência Senado, o parlamentar destacou que sanções administrativas e penais não têm sido suficientes para prevenir os homicídios praticados por condutores sob efeito de álcool (ou de outras substâncias psicoativas) ou durante disputas clandestinas, os “rachas”.

O parlamentar pediu apoio dos colegas para o projeto, alegando que ele contribuirá para o aperfeiçoamento da legislação penal. Ele defendeu que a rigidez das leis tem um papel preponderante de inibir o crime.

Obviamente que ações criminosas não são coibidas apenas com leis mais duras, mas que isso ajuda, ajuda.

Sem contar que é válida qualquer medida que deixe claro que, quando um condutor decide dirigir embriagado e mata alguém com seu veículo, #NãoFoiAcidente.

 

Portabilidade: depois da telefonia, será a vez da conta de luz?

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Pedro: "hora da limpeza ética"

O Projeto de Lei 1917/2015, que possibilita a portabilidade da conta de luz, foi aprovado nesta semana na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. De autoria do deputado federal alagoano Pedro Vilela (PSDB), em conjunto com outros cinco parlamentares, a proposta permite que os consumidores escolham uma operadora de eletricidade e possam mudar de empresa sem prejuízo de atendimento.

"Isso incentiva a concorrência e faz com que o mercado se torne mais eficiente e com o serviço de melhor qualidade", destacou Vilela, explicando que a liberdade de escolha se refere à aquisição a energia elétrica em si, mas não se aplica ao uso das redes de transmissão e distribuição, que são de propriedade das concessionárias locais por serem atividades monopolistas, como é o caso da Eletrobras Alagoas.

“Os consumidores continuarão pagando pelo uso da rede à concessionária à qual está ligado, no nosso caso, à Eletrobras, mas com a diferença de que a energia efetivamente consumida poderá ser adquirida de outro fornecedor ou agente comercializador”, disse, ressaltando que a iniciativa permitirá a negociação de preços e condições de fornecimento, como já acontece com os grandes consumidores.

"No caso de Alagoas, que sofre muito com o serviço deficiente da Eletrobras, o projeto de lei vai incentivar melhorias, sem contar que o alagoano poderá ser um consumidor de livre escolha, não se prendendo à estatal", disse Vilela.

Merece atenção a matéria, que ainda precisa passar por pelo menos mais três comissões na Câmara antes de ser apreciada em plenário.

 

(Com informações da Assessoria)

Oposição pode se unir para tentar vencer Rachel na disputa pela Ufal

Foto: Ascom/Ufal Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Valéria e Raquel

As candidatas à reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), professoras Valéria Correia (Chapa 01) e Rachel Rocha (Chapa 02), atual vice-reitora, têm apenas uma semana até o histórico segundo turno da disputa, marcado para a próxima quinta-feira, 05, em todos os campi da instituição.

Com a diferença pequena entre as chapas – a de Raquel Rocha obteve 38,23% dos votos gerais e a de Valéria, 35,44% - a expectativa agora gira em torno do apoio do professor Marcio Barboza (Chapa 3), que ficou em terceiro lugar na disputa com 26,33% dos votos.

A tendência é que Barboza apoie a candidata da oposição.

Juntas, as duas chapas de oposição obtiveram o apoio de mais de 71% dos estudantes, quase 63% dos técnicos administrativos e quase 50% dos docentes,

Para o segundo turno, os apoiadores de Valéria contam com o que consideram uma alta rejeição da candidata da situação. 

Por outro lado, Rachel contou com o apoio de pelo menos metade dos docentes que foram às urnas no dia 28.

É esperar para ver...

Gastos de vereadores com verba indenizatória serão divulgados

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Kelmann Vieira

O presidente da Câmara Municipal de Maceió (CMM), Kelmann Vieira (PMDB), anunciou que, até o final do ano, vai divulgar no Portal da Transparência todos os gastos dos vereadores com a Verba Indenizatória de Atividade Parlamentar (Viap).

Segundo a assessoria de Comunicação da CMM, cada um dos 21 vereadores recebe R$ 10.500 por mês para despesas como alimentação de assessores e compra de material de escritório, limpeza e higiene.

Vieira explicou que os vereadores já prestam contas mensalmente desses gastos, mas agora eles poderão ser acompanhados pela população.

Juntamente com outras medidas adotadas pela atual gestão - como a implantação do ponto eletrônico -, a divulgação das informações é não somente válida, como já deveria ter sido feita.

Depois que Kelmann anunciou na sessão de ontem (28), que pela primeira vez na história da Casa, o Orçamento para 2016 deve ficar congelado (em R$ 55 milhões), o vereador Cleber Costa (PT), foi sincero ao elogiar as medidas e expressar o que muitos estão (apenas) pensando: “Confesso, presidente, que o senhor tem me surpreendido”.

Por falar em surpresa, a vereadora Silvania Barbosa foi além ao anunciar que irá apresentar emendas reduzindo em 5% o duodécimo da Casa e em 50% o salário dos vereadores o que, segundo ela, geraria uma economia de R$ 11 milhões/ano.

A propósito: de acordo com um estudo divulgado este ano pela ONG Transparência Brasil, Maceió gasta, mensalmente, mais de R$ 55 mil por vereador, entre salário, verba indenizatória, verba de gabinete e outras despesas.

 

Projeto quer endurecer penas para quem descumprir Lei da Transparência

Foto: Agência Senado Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador João Capiberibe

Como de praxe no Brasil, um projeto (570/2015) pretende criar uma lei para fazer cumprir uma já existente, no caso a Lei Complementar 131/2009 (Lei da Transparência).

Segundo reportagem do portal Congresso em Foco, a proposta do senador João Capiberibe (PSD/AP) visa obrigar os gestores a respeitar a Lei da Transparência - criada para evitar a malversação de dinheiro público -, endurecendo as penas para os infratores, com possibilidade até de cadeia.

O Projeto de Lei do Senado complementa o texto da Lei da Transparência e determina o acompanhamento, em tempo real, de todas as etapas de qualquer processo público que gere despesa para o contribuinte, com punição mais severa para os respectivos gestores.

A mudança também prevê que ações de improbidade administrativa em decorrência do descumprimento da legislação tenham prioridade processual do Poder Judiciário. A ideia é impedir que, uma vez detectadas irregularidades, processos de punição se arrastem em tribunais de contas e órgãos correlatos.

“Na verdade, estamos imputando o crime de responsabilidade fiscal e de improbidade administrativa para quem deixar de cumprir e atender aos preceitos da lei. E podendo levar à prisão, também. Cassação, inelegibilidade, enfim, uma série de penas duras, muito mais duras do que as que estão previstas na Lei da Transparência”, resumiu o senador, em entrevista ao Congresso em Foco.

A iniciativa é louvável. Só lamentamos a necessidade de ela ter que existir.

Capibaribe também é autor do projeto de resolução que criou a 13ª Comissão de Transparência e Governança Pública no Senado.

 

(Com Congresso em Foco)

 

Senado se tornou palco para birra entre PT e oposição, diz Biu

Foto: Agência Senado/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador Benedito de Lira

Segundo o senador Benedito de Lira (PP), o Senado se transformou em espaço para a birra entre o PT e a oposição. De acordo com a Agência Senado, em pronunciamento realizado ontem (27), Lira classificou o clima na Casa de “beligerante”, onde só se ouvem reclamações e troca de agressões.

“Nós teremos que dialogar, conversar, encontrar fórmulas, soluções. E não apenas eu chegar aqui e começar a xingar”, desabafou, defendendo que o Senado volte a ser palco de grandes discussões.

Para o senador, entre as propostas que poderiam ajudar o Brasil a sair da crise econômica estão: a criação do imposto sobre grandes fortunas, a legalização dos jogos de azar e o funcionamento dos cassinos. 

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