Raízes da África

Estuprada e grávida aos 10 anos do irmão, e, ou o abuso intrafamiliar contra meninas.

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Ela tem 10 anos e já pariu um filho.

Ela tem 10 anos e foi estuprada por seu irmão mais velho.

O abusador impôs sua força e molestou e engravidou a  irmã de 10 anos.

E mesmo diante da atrocidade, os pais da menina  preferiram preservar o filho mais velho,  que cometeu a violência  sexual.

Por ter ainda um corpo em formação o parto da menina foi cesariana

Como ela, muitas meninas são roubadas dos seus direitos fundamentais de serem crianças, dentro da própria família.

Só são crianças, mas, são violentadas como mulheres.

Infância ignorada e, por vezes, desdenhada porque são meninas.

Violência de gênero.

 

 Sobre o Estupro de vulnerável- artigo 217-A.

Entre as mudanças trazidas pela Lei 12.015/2009, encontra-se a figura do chamado estupro de vulnerável, definida no artigo 217-A. Tal tipo deu uma ênfase maior à proteção aos direitos das crianças e dos adolescentes, abrangendo também todas as pessoas que, no momento em que sofrerem violência sexual, não tinham o discernimento necessário para a prática do ato ou mesmo aqueles que, de qualquer forma, não puderam apresentar resistência. Eis a redação do referido artigo:

Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:

Pena - reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos.

§ 1º Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência.

§ 2º (vetado)

§ 3º Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave:

Pena - reclusão, de 10 (dez) a 20 (vinte) anos.

§ 4º Se da conduta resulta morte:

Pena - reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

 

Fonte:https://meuestilo.r7.com/casa-e-familia/bebe-mamae/menina-de-10-anos-da-a-luz-e-revelacao-sobre-quem-e-o-pai-choca-05112018

Em sua primeira viagem internacional, Jair Messias, é recepcionado, por ativistas, com uma cesta de laranjas.

Em sua primeira viagem internacional, Jair Messias, o presidente da República Federativa participará do Fórum Econômico Mundial, que  será realizado entre terça (22) e sexta-feira (25) e reunirá cerca de 250 autoridades do G20 (grupo que reúne as 20 principais economias do mundo) e de outros países.

Jair Messias  foi à Suíça acompanhado de uma comitiva composta pelos  ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), da Economia (Paulo Guedes), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), O deputado federal, filho do presidente, também embarcou para Davos.

E para marcar a passagem  do presidente da República Federativa do Brasil no Fórum, ativistas  fizeram,nesta segunda-feira (21) um protesto inusitado e presentearam Jair Messias, com uma cesta de laranjas  e um cartão de “boas vindas”, entretanto lamentaram a ausência de Fabrício Queiroz, apontado como “laranja” da família  do Jair Messias.

A cesta foi entregue na recepção do hotel em Zurique e, segundo os funcionários, o “presente” será entregue ao presidente.

Os protestos contra Jair Messias  na Suíça não se limitaram às laranjas. Aconteceram manifestações nas cidades de Lausanne,Berna e Zurique,desde o final de semana. "Não é bem vindo" ou "Matar Bolsonaro com suas próprias armas" são palavras de ordem nas manifestações internacionais.

Jair Messias evitou falar com jornalistas e ao chegar em Davos, entrou no hotel pela garagem subterrânea.

 

Fonte: https://www.revistaforum.com.br/ativistas-presenteiam-bolsonaro-com-cesta-de-laranjas-na-suica/ Com informações do G1

 

Flaubiana, mulher LIVRE, continuou servindo aos senhores como se escravizada fosse.

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Marta Nunes, gaúcha, militante negra e professora adjunta da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, escreve:

 

(...) Por que não temos produções bem feitas sobre a escravização de negras e negras no Brasil? Histórias heróicas ou comuns, como a da minha bisavó, Maria Flaubiana Ferreira.
A imagem de uma lápide de cemitério é dela, que nasceu em 1885, portanto, de ventre livre (de 1871).

Mas, somente a minha bisavó era livre, a mãe dela (minha tataravó) e certamente o pai, eram escravizados. Sendo assim, a minha bisavó, nascida livre, acabou ficando junto da mãe, escravizada, com os seus donos no interior da Bahia.

 Em bom português, Flaubiana, mulher LIVRE, continuou servindo aos senhores, como se escravizada ainda fosse. 

Alguns anos depois ela conheceu meu bisavô, um mascate (segundo conta a mãe) que queria desposá-la. Os "donos" até permitiram, mas mediante o pagamento de uma quantia. Ou seja, foi colocado um preço a ser pago por ele para poder casar com ela, mulher livre, segundo a lei brasileira.

Quer dizer, a minha bisavó, de ventre livre, mulher nascida livre, segundo as leis, teve que pagar para obter aquilo que já era seu de direito,a liberdade! 

Vocês têm noção do que significa isso? Vocês sabem que como a minha bisavó Flaubiana, isso aconteceu com milhares de outras negras e negros neste Brasil, E que agora não tem nada a ver com o que aconteceu com os nossos antepassados?

Então,  racismo reverso não existe. Cotas são gotas. E este país nos deve até a alma.

 

Fonte: Marta Nunes

 

"Joguei gasolina no corpo para me matar por causa de um marido violento"- diz Poliana.

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A ajudante de cozinha Poliana de Oliveira escreve:

"Conheci o Branco, como o chamo, aos 17 anos. Liguei para um número e caiu errado. Ele atendeu, ficamos conversando e não paramos mais de nos falar. Naquela época, não me dava bem com meu padrasto e optei por morar sozinha, mas estava desempregada, sendo sustentada pela minha mãe. O Branco me prometeu uma vida melhor, e dois meses depois de nos conhecermos, já estávamos morando juntos. Fiquei grávida nove meses depois de me mudar, e foi quando apanhei pela primeira vez. Não lembro o motivo, mas começamos a discutir até ele pegar meu pescoço e me jogar de um cômodo para o outro. Depois, pediu desculpas e disse que nunca mais ia acontecer. Eu perdoei. Tive depressão pós-parto e ele começou a ser mais agressivo. Achava que era frescura minha. Quando o bebê tinha três meses, apanhei de novo. Meu peito estava sangrando e eu não conseguia dar leite. Ele veio para cima de mim e me deu vários socos. Minha mãe e minha irmã foram em casa me socorrer, e ele trancou todo mundo. Disse que ia colocar fogo na casa. Minha irmã o convenceu a abrir a porta e ele me jurou de morte se fizéssemos denúncia na polícia.  Eu não tinha como voltar para a casa da minha mãe porque não me dava bem com o marido dela. Já minha irmã vive com o marido numa casa de um cômodo. Minha cidade não tem casa de acolhida para a mulher. Há seis meses, então, fui morar com a minha avó, depois de uma nova agressão. Registrei uma queixa na polícia por ameaça e agressão, e recebi medida protetiva. Mas acabei voltando para ele e retirei a denúncia... Mas fui agredida de novo. Dessa vez, chamei a polícia. Ele jurou para o oficial que não tinha me agredido. Falou ainda que eu era louca, e, por isso, não o prenderam. Como vi que não teria paz, joguei gasolina no meu corpo para tentar me matar. Fiz isso na frente dele e do meu filho. Eu preferia a morte a viver com ele. Quando peguei o isqueiro, ele me jogou embaixo do chuveiro. Eu só pedia que ele me deixasse morrer.  Tentei o suicídio mais uma vez. Depois disso, fui ao psiquiatra e ele sugeriu que eu saísse de casa Arrumei um emprego numa pizzaria e, em três meses, consegui seguir o conselho do médico. Apareci na minha mãe machucada, e decidimos que eu ficaria ali. Estou agora refazendo minha vida, e pelo meu filho. Só vivo pra ele. Depois de tentar me matar, pensei no quão difícil seria para ele crescer sem mãe, já que o pai não presta. Meu ex ainda me ameaça, vem na porta de casa. Já chamei a polícia, mas ela não fez nada. Parece que esperam a gente morrer para tomar alguma atitude....

 

https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2019/01/17/tentei-me-matar-por-causa-de-marido-agressivo-

 

‘Se você não vai ser minha, não será de ninguém’. Por que homens matam mulheres?

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Cena 1:

Ela tinha 14 anos.

Ele 20 anos.

Ele se engraçou dela e  a pediu em namoro.

Ela disse que não.

Ele insistiu.

Ela reafirmou NÃO.

‘Se você não vai ser minha, não será de ninguém’"

Em um ataque de fúria,  ele a matou.

Cena 2:

Grávida de 8 meses já não agüentava viver enclausurada,

Ele um marido ciumento e violento.

Ela falou em separação.

Ele disse que não. Ela era SUA mulher, propriedade.

Ela gritou LIBERDADE.

Ele perdeu a cabeça de vez e, depois de espancá-la,

Matou-a.

Ela e o bebê.

Cena 3:

Ela queria trabalhar fora

Independência!

Ele vociferou : Mulher MINHA não trabalha.

Propriedade.

Ela fincou pé

A agressividade dele foi mortal.

Cena 4:

"Eu perdi minha mãe"- disse chorosa a menina de 8 anos.

E complementa:- "Meu pai meteu uma faca bem grande na barriga dela."     

Porque os homens matam mulheres?

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Os corpos mortos das mulheres feito estatística representam famílias devastadas, marcadas pela tragédia. Dores psicológicas por gerações.  Vazio em casas e nas almas. Eternas cicatrizes. Perdas que machucam. A saudade convivendo com o medo.

Machismo e feminicidio andam de mãos dadas , na mesma via única. Enredos enredados pela violência de gênero, atingindo níveis inimagináveis de crueldade, levando a morte de tantas  e muitas mulheres.

Apesar da Lei Maria da Penha os números são absurdos e crescentes.

Porque  homens matam mulheres/companheiras/esposas?

Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas pelo número 180. O serviço é gratuito, funciona 24h por dia de qualquer lugar do Brasil e garante o anonimato.

 

Obreira de Deus, Mônica não resistiu à depressão e cometeu suicídio.

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Mônica Chaves tinha 38 anos e era liderança de igreja evangélica Cabana Church , em São José do Rio Preto-SP. Estava sob acompanhamento  médico, pois, carregava consigo a doença do século  chamada depressão e que para muita gente é tratada como“frescura.  Serva de Deus e movida pela fé Mônica lutou muito, mas, o sofrimento da depressão foi mais forte  e ela se matou. O suicídio causou grande comoção na sociedade de São José do Rio Preto-SP.

O líder da Igreja Cabana Church comentou a morte de Mônica:“Sempre que vejo uma notícia de alguém que tirou a própria vida, me dá uma tristeza muito grande, e penso: “poxa, essa pessoa podia ter ouvido falar de Jesus” Só que lamentavelmente essas notícias tem se tornado cada vez mais frequentes, e de pessoas que não só ouviram falar de Jesus, mas também andam com ELE! Isso é triste demais .Dói além do que se da pra explicar!”

 

Precisamos falar sobre suicídio!

 

*O índice de mortes por suicídio e tem  crescido demasiadamente e o que chama atenção é a inserção de cristãos neste índice, dentre estes pastores, líderes de ministérios.. Muitos veículos de comunicação em sua linha editorial não abordam o tema, assegurando ser uma medida de cautela para que essas notícias não sirvam de estímulos a outros que estejam com pensamentos suicidas para consumar o ato.

Porém estes últimos anos a questão vem sendo reavaliada e surgiu uma necessidade de uma abordagem mais abrangente para a  conscientização acerca do tema. 

Sim. Precisamos falar sobre suicídio!

 

Fonte:*https://www.jmnoticia.com.br/2018/12/29/jovem-obreira-comete-suicidio-e-comove-cidade-em-sao-paulo/

 

 

Senador Renan Calheiros nos convida para o lançamento do seu Democracia Digital.

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O livro  Democracia Digital respira política em todos os ângulos e traz relatos, revisita  postagens nas redes sociais , faz  interpretações  sobre a conjuntura política. Constrói, a partir  dos discursos, realizações parlamentares, pontes de conhecimento que enfatizam  o diálogo entre a  comunicação política digital e representação democrática.

Atento às redes socais, o senador Renan Calheiros tem aberto novos canais de participação à população, no ambiente online.

 Impresso pela gráfica do Senado, o livro de Renan terá entre 1.000 e 2.000 exemplares para serem distribuídos. Cada senador tem direito têm direito a uma cota anual de impressões na gráfica do Senado

O lançamento do Democracia Digital acontece na quinta-feira, 17 de janeiro às 19 horas no Hotel Ritz Lagoa da Anta.  Av. Brigadeiro Eduardo Gomes de Brito, 546 - Lagoa da Anta, Maceió 

 

Sandro é mais um suicida invisível, em Arapiraca, AL, cuja média é duas vezes maior do que a média nacional.

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Sandro se matou aos 22 anos.

Não ficará mais velho.

O motivo da morte é desconhecido. Dizem. 

As respostas foram enterradas com ele.

É mais um suicida invisível, em Arapiraca Alagoas,que é município pólo da 7ª região de saúde, e  cuja   média de suicídios é duas vezes maior do que a média nacional.

É um número absurdo de auto-mortes.

Suicídio no Brasil já é considerado uma epidemia,  em Alagoas, ainda é invisível.

Precisamos de políticas públicas de prevenção contra o suicídio, e para os sobreviventes.

Precisamos quebrar o tabu  do silêncio.

Precisamos falar sobre suicídio.

“Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?”

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Um texto de Gusstl Rosenkranz,que o blog republica e vale a pena ler:

 

Uma coisa que eu, infelizmente, observo muito: pessoas que melhoram sua situação financeira e sobem um ou alguns degraus da escada social parecem esquecer rapidamente que há pouco tempo também eram pobres e sofreram o mesmo desprezo que agora estão dispensando a quem é mais pobre que elas.

Já vi gente que saiu da favela e falava mal dos favelados e motorista de primeiro carro novo comprado em sessenta prestações, rindo de quem esperava na chuva pelo ônibus, o mesmo ônibus que ele pegava para ir trabalhar, em um passado não muito remoto.

Tem gente frustrada em seu emprego por ser maltratada pelos patrões, mas que não perde a oportunidade de esnobar ela mesma outras pessoas, assim que se vê do outro lado (do lado “mais forte), tratando mal vendedores em lojas, zeladores em prédios ou pedintes na rua.

Já é incompreensível ver gente rica de muito tempo tratando pobre como gente de segunda categoria, numa desumanidade que assusta. Isso já é difícil de entender, mas, agora, ver gente que conheceu a pobreza se vestindo de arrogância e prepotência para se achar melhor que outros que (ainda) não conseguiram sair da pobreza é que não dá para entender mesmo.

 Parece que isso está enraizado na cabeça de nosso povo, essa mentalidade arcaica de que quem tem mais é mais, como se ter e ser fossem a mesma coisa. E quem quer ser mais necessita de alguém que seja menos, já que quem se compara precisa de uma referência e seria meio amargo alguém se comparar com quem tem mais que ele. Assim, a conseqüência lógica é rebaixar quem tem menos para se sentir mais elevado, enfeitando um pouco sua pobre existência.

Acredito que muita gente se comporta assim por não conhecer diferente. Quando ainda pobres, por terem sido explorados e maltratados e experimentado de perto a exclusão e os preconceitos contra a pobreza, aprenderam que é desse modo que a sociedade funciona: quem está em cima, pisa em quem está em baixo. E, agora, que conseguiram subir um pouco, eles também têm vontade de pisar. Se levo isso em consideração, até acho tal comportamento plausível. Mas plausível não quer dizer que seja bom.

Acho estranho e repudio qualquer ato que suponha a superioridade ou a inferioridade de quem quer que seja, mas, ao mesmo tempo, sei que todo efeito tem uma causa e que isso aí é efeito de alguma coisa. Não seria o efeito de um endurecimento de nossa sociedade, de uma mentalidade de consumo e de identificação social pelo que se possui, de dignidade comprada, onde quem tem pouco automaticamente vale menos?  Não costumamos definir o sucesso de alguém pela riqueza que acumula? E ainda não fazemos a bobagem de aceitar essa idéia absurda como normalidade?

 

Fonte: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/author/gustl/

 

Ele não só rouba nossos sonhos, mas, também bens materiais- disse a moça sobre o líder espiritual.

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“Ele se apresenta como um sujeito simpático, falastrão, a imagem da confiabilidade. Maneja a palavra como adaga e sai por aí capturando a boa fé das pessoas.

A fé é uma palavra que ele usa feito analgésico  que ameniza dores. Ele é um líder espiritual, mas, rouba nossos sonhos e bens materiais” – disse a moça inquieta, e relata:

“Eu tinha um imóvel que comprei com muito sacrifício e estava guardando como investimento de vida. Em uma época em que eu estava muito fragilizada, emocionalmente e economicamente,  precisei  vender  o terreno  para fazer um investimento maior. Ele se ofereceu para me ajudar e fez toda transação com meu  terreno, e passados quatro anos nunca vi a cor do dinheiro. Ele trapaceou.. Dei queixa, mas, como a justiça é muito lenta, continua  vivendo no bem bom.

A presa dele são as mulheres que ele acha mais fácil de engabelar com  conversa bonita”- conclui a moça.

Um novo João de Deus, em versão nordestina?

 Surge a pergunta.

 

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