Voney Malta

Líder do governo é alvo de cinco inquéritos

O presidente Jair Bolsonaro já é visto como o provável maior criador de crises da história da política brasileira. Tal avaliação parece precipitada, mas as ações e atitudes alimentam essa perspectiva.

Não bastassem os problemas criados por seus filhos na relação com milicianos no Rio e no caso do afastamento do ministro Gustavo Bebianno, o próprio presidente escolheu Fernando Bezerra (MDB-PE) como líder do seu governo no Senado.

Não é nada, não é nada, mas o senador pernambucano – ex-ministro da Integração do governo Dilma Rousseff e líder de Michel Temer no Senado no ano passado, é alvo de um rosário de inquéritos.

Ele é suspeito de ter de recebido R$ 2 milhões de empreiteiras por obras no Porto de Suape, em Pernambuco. Também é investigado por supostos crimes contra a lei de licitações quando era prefeito de Petrolina.

E consta ainda como investigado na apuração de irregularidades relacionadas a obras da Arena Pernambuco – um dos estádios da Copa do Mundo no Brasil em 2014.

A escolha do presidente Jair Bolsonaro ocorreu no início desta semana, um dia após Fernando Bezerra Coelho prestar depoimento num desdobramento da Lava Jato.

Antes do esperado, o presidente Jair Bolsonaro é pego na mentira no caso Bebianno, escolhe um político investigado em suposto esquema de propinas como líder do seu governo. Ou seja, corre o risco de perda completa de credibilidade junto aos seus simpatizantes.

Portanto, “quem planta vento colhe tempestades”, principalmente na política.

 

Pesquisa: Vereadores e o eleitor não sabe em quem votar para prefeito

Dando continuidade aos dados da pesquisa divulgada nesta segunda-feira (18) sobre a eleição em Maceió, em 2020, a semelhança com a de govenador do ano passado impressiona. É que a imensa maioria do eleitorado não sabe em quem votar. E isso é natural porque ainda falta muito tempo até o pleito, quase dois anos. Além disso, o eleitor deixa para se posicionar melhor nas três últimas semanas.

Com margem de erro de 3% para mais ou para menos, o Instituto Falpe Pesquisas detectou que 94,25% dos entrevistados - na pesquisa espontânea para prefeito- não opinaram em quem votariam.

Mas se as eleições fossem hoje o ex-prefeito Cícero Almeida lidera as intenções de votos, 1,75%. JHC e Rodrigo Cunha aparecem com 1,25% e 1%, respectivamente. Ronaldo Lessa tem 0,5%; Tereza Nelma e Kelmann Vieira empatam, 0,25%. Fernando Collor, Paulão e Marcelo Palmeira, entre outros, somados têm 0,75%.

Vereador - Para vereador dois dados chamam atenção: primeiro, 87,25% dos entrevistados não opinaram quando perguntados ‘se as eleições fossem hoje , em quem você votaria para vereador?’ Depois, a liderança de Davi Davino, que obteve 5,75% das intenções.

Certamente esse percentual tem relação com a votação que o  seu rebento , Davi Davino Filho, obteve na eleição para deputado estadual. Dos 39.342 votos em Alagoas, quase a metade, 19.435, foi em Maceió. Davino Filho foi o segundo candidato a deputado estadual mais votado na capital.

Em segundo lugar na pesquisa aparece Francisco Sales, 2,25%. Dudu Holanda tem 0, 75%. Em seguida estão empatados, com 0,5%, Fátima Santiago e Lobão. Dudu Ronalsa, Kelmann Vieira e Silvânia Barbosa têm 0,25%.

Por fim há uma lista enorme com os nomes de importantes políticos alagoanos, mas que somados atingem apenas 2,25% das intenções.

Como foi dito neste espaço nesta segunda-feira (18) (leia aqui), não é nenhuma novidade que pesquisa é apenas uma fotografia do momento.

Contudo, pode significar, entre outras coisas, “o mapa do caminho da carta do destino”.

 

Pesquisa mostra influência de Rui na eleição

Foi dada a largada para as eleições municipais de 2020. Os interessados já iniciaram o levantamento sobre a ‘fotografia’ do momento, os postulantes, possibilidades, tendências, influenciadores, possíveis adversários e aliados, entre outas questões.

A primeira pesquisa que circula nos gabinetes políticos foi feita pelo Instituto Falpe Pesquisas, nos dias 14 e 15 de fevereiro, em Maceió. 1.200 pessoas foram ouvidas.

Rui Palmeira (PSDB) - Personagem fundamental na disputa, a administração do prefeito da capital é considerada ótima por 11,5% dos entrevistados; bom, 27,5%; regular, 28%; ruim, 6%; péssimo, 17%. 10% não opinaram.

Também foi perguntado se o entrevistado aprova ou desaprova a administração municipal. 21% não opinaram; 27,5% desaprovaram e 51,5 aprovaram.

Rui x Renan – Na pergunta feita ao entrevistado se ele ‘votaria em um candidato a prefeito apoiado pelo atual prefeito Rui Palmeira’, 31,5% disseram que sim; não, 36,5%; não opinaram, 32%.

Para a mesma pergunta, 33,5% disseram que votariam em um candidato apoiado pelo governador Renan Filho (MDB); não, 34%; 32,5% não opinaram.

Estimulada – Quando os nomes dos candidatos a prefeito foram apresentados, o senador Rodrigo Cunha (PSDB) obteve 22% das intenções; JHC (PSB), 15,5%; Davi Davino Filho 15%; Alfredo Gaspar, 5,5%; Galba Novaes, 3,5%; Kelmann Viera e Tereza Nelma empataram com 3%; Francisco Sales, 2,25%; Maurício Quintella e Rafael Tenório ficaram com 1%; Marcelo Palmeira, 0, 75%; Thomaz Nonô, 0,5%; com 0, 25% ficaram Marx Beltrão e Flávio Moreno. Nenhum, 16,5%. Não opinaram, 10%.

Foi perguntado ao entrevistado, com a apresentação dos nomes, em quem ele ‘não votaria para prefeito nas próximas eleições’. Marcelo Palmeira e Nonô apareceram com apenas 6%. Marx Beltrão, 4, 25%; Maurício Quintella, 2,5%; Tereza Nelma e Flávio Moreno, 1, 75%; Francisco Sales e Rafael Tenório empatam com 1, 5%; Davi Davino Filho e Galba Novaes ficaram com 1% das intenções; Kelmann Vieira, 0, 75%; Alfredo Gaspar, Rodrigo Cunha e JHC apareceram com 0,25%. Nenhum, 16, 5%; nada contra, 30%, e 24,75% não opinaram.

EM TEMPO: Também perguntado ‘se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para prefeito’ e para vereador, esses números trago nesta terça-feira (19), entre outros detalhes.

Depois da ‘“traição”, Renan volta ao Senado

Conta o Estado de São Paulo que depois da disputa pela presidência do Senado, no início deste mês, o senador Renan Calheiros (MDB) teria se refugiado no interior de Alagoas.

E que, em conversas reservadas, ele teria dito que foi “traído” pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de quem contava com o respaldo e apoio. O filho do presidente Jair Bolsonaro, na segunda votação, pressionado pelas redes sociais, apresentou e revelou o voto em Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A expectativa agora é sobre qual Renan Calheiros irá desembarcar em Brasília – prevista para esta semana. Ele será o líder da oposição “com ódio encapsulado”, dizem seus interlocutores.

Contudo, o ex-senador Paulo Bauer (PSDB-SC), secretário especial da Casa Civil para cuidar de assuntos do Senado, avalia que “Renan já se reinventou várias vezes. Não custa se reinventar de novo”.

No Senado, o PSL de Bolsonaro, na verdade, precisa dos votos do MDB para aprovar os seus projetos. Afinal de contas, Davi Alcolumbre foi eleito com 42 votos e a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição, como a reforma da Previdência, precisa do apoio de 49 senadores.

Portanto, Renan ainda é peça importante nas futuras votações dada a sua influência no MDB, nos partidos de esquerda e em outras siglas.

 

 

Governo ameaça e agronegócio teme perder subsídios

Um dos discursos bem utilizados na campanha do ano passado foi o que defendia a diminuição do Estado brasileiro. Nas costas do PT e do PSD foi jogada a ideia de que os seus governos se metiam em tudo e que - também por isso -, a nação estava em crise. Portanto, era hora de menos governo e mais liberdade para os empreendedores.

Contudo, bastou o maior defensor dessa ideia, o todo poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, dar sinais de que vai seguir o seu pensamento liberalizante para um dos setores ligados umbilicalmente aos recursos governamentais – e com forte representação no governo e no Congresso - reagir duramente e nervosamente.

Através da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ex-líder da bancada ruralista na Câmara, foi dito que o plano de cortar os benefícios pode desarrumar o agronegócio: "Vamos quebrar a Agricultura? É esse o propósito? Tenho certeza que não é. Não pode criar um pânico no campo: acabou o dinheiro! Não é assim".

A reação dos produtores ocorreu após entrevista do presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes ter dito que o "grosso da atividade rural" pode se financiar com as taxas de mercado.

Antes, em Davos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também avisou no Fórum Econômico Mundial que pretende cortar esse ano US$ 10 bilhões da conta de todos os subsídios do Tesouro.

Conclusão: É histórico e secular no Brasil o fato de diversos setores da economia dependerem do apoio governamental seja através de financiamento, garantia de preço mínimo ou de compras governamentais, entre outras questões.

Mas quando surge uma proposta de ‘desmame’, ah, as elites não gostam, se revoltam, e isso pode derrubar não apenas um ministro, mas um governo.

Leia mais informações aqui

 

Zico pede que incêndio no CT do Flamengo seja investigado

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Maior ídolo e formado nas categorias de base do Flamengo, Zico usou sua conta no Instagram para lamentar o ocorrido e pedir apuração: "Que tragédia essa com a base do Flamengo. Que tenha sido uma fatalidade. Meninos que sonhavam com um futuro em suas vidas. Que se apure tudo pois uma tragédia dessas não pode passar em branco. Vidas se foram”. (Leia aqui na íntegra essa e outras manifestações).

 

Dizem que agosto é o mês do desgosto, mas os meses de janeiro e fevereiro de 2019 foram f*%@! Barraco na eleição do Senado, o presidente eleito internado com graves problemas de saúde e depois das centenas de mortos no acidente em Brumadinho o incêndio no centro de treinamento do Flamengo, no Rio, é também assustador.

 

Foram seis atletas e quatro funcionários mortos e mais três atletas hospitalizados, todos das categorias de base do clube. Provavelmente estavam dormindo e tudo indica que uma vela acesa seria a causa da tragédia, ou que o fogo teria começado em um aparelho de ar-condicionado.

 

Pode ser.

 

Mas a investigação dessa precisa ser profunda.

 

Contam que em razão das fortes chuvas que ocorreram no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (7), o CT estava sem luz elétrica. Por causa disso velas estavam acesas no local. Ou seja, um clube do porte do Flamengo não tinha um gerador em suas instalações.

 

Será que existia algum plano de combate a incêndios? Havia saída de emergência?

 

O fato é que desgraçadas chamas destruíram meninos que sonhavam com um futur omelhor em suas vidas para poderem também ajudar suas famílias.

 

E é certo que nos próximos dias as condições dos centros de treinamentos dos clubes serão investigadas. No Brasil o Estado age sempre depois da tragédia.

 

Reforma da Previdência pode atingir jovens e Justiça do Trabalho

De acordo com reportagem de Geralda Doca e Paulo Celso Pereira,  publicada no O Globo, a reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro deve conter uma alteração específica destinada aos jovens trabalhadores. Está sendo discutido deixar de fora direitos trabalhistas, inclusive os que estão previstos no artigo sétimo da Constituição Federal, como FGTS, férias e 13º salário.

Pelo fato de esses direitos serem cláusula pétrea – o que significa que o Estado não pode acabar simplesmente com eles – o governo federal busca uma saída. A alternativa que surge é criar condições para que o próprio empregado faça essa opção e fique de fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

E isso parece ser mesmo possível. A base legal é a reforma trabalhista feita no governo Michel Temer que permite que o acordado prevaleça sobre o legislado. E o objetivo é reduzir os encargos para os empregadores.

Outra ação que essa mudança vai causar é o enfraquecimento da Justiça do Trabalho: “Como os novos trabalhadores ficarão de fora da CLT, eles poderão procurar a Justiça comum, caso sejam prejudicados. Assim, explicou a fonte, a Justiça Trabalhista tenderia a se tornar obsoleta com o tempo”, revela a reportagem.

 

 

Davi trabalha para deixar Renan sem espaço

A derrota sofrida na disputa pela presidência do Senado tem como consequência imediata redução do poder do MDB. O partido terá direito a apenas um nome para a Mesa Diretora da Casa, e não será nenhum dos dois vice-presidentes.

Será a Segunda Secretaria do Senado que tem como função lavrar as atas das sessões secretas, lê-las e assiná-las depois do primeiro-secretário.

Na reunião de líderes realizada nesta terça-feira (5), ciente da fragilidade de momento, o MDB do alagoano Renan Calheiros optou por não ir para o confronto, apesar de ter a maior bancada, 13 senadores.

O desejo dos emedebistas é comandar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O grupo contrário a Renan Calheiros admite tal possibilidade, desde que a presidência seja ocupada por Simone Tebet (MDB-MS). Se não for assim, a CCJ poderá cair no colo do PSDB.

A senadora enfrentou e eprdeu para Renan na disputa interna pela indicação para presidência do Senado. em seguida, na eleição, anunciou voto em Davi Alcolumbre (DEM-MS).

Contam que o MDB já teria aceitado essa exigência, contudo não quer aparentar para o público externo que cedeu à pressão.

Outra versão diz que se o MDB insistir na indicação do senador José Maranhão (MDB-PB), aliado de Renan Calheiros para o cargo, o presidente da Casa ameaça criar um bloco maior que o do MDB e deixar o partido sem nada. Este caso embute um risco: senadores poderiam deixar o partido porque ficariam sem nenhum espaço.

Uma nova reunião está marcada para a próxima semana.

O MDB será pragmático e aceitará o que vem sendo oferecido ou irá unido para a oposição?

O fato é que o presidente do Senado trabalha para não deixar espaço para Renan Calheiros e seus aliados nas comissões, casos de Hérder Barbalho, Eduardo Braga, José Maranhão, entre outros. Já Simone Tebet é adversária de Calheiros.

 

Renan e o Tribunal das Redes Sociais

O espetáculo protagonizado na eleição do novo presidente do Senado ainda repercute. Além da avaliação ter sido negativa, a atitude dos senadores deixou a equipe do ministro da Economia assustada.

A preocupação dos senadores, especialmente dos novos, em interagir através das redes sociais fez o time de assessores de Paulo Guedes temer vacilo da base aliada diante do desafio de votar pautas impopulares, caso, por exemplo, da reforma da Previdência.

É que os novos senadores deram vida – ao que parece de forma definitiva - ao Tribunal das Redes Sociais. Esse novo espaço de poder surge com o objetivo de estar acima de tudo e de todos por considerar sua decisão majoritária soberana e imperial. Uma perigosa idiotice, mas que é real.

Imaginemos que durante a votação da Previdência alguns senadores estarão conectados com seguidores no WhatsApp para decidirem como vão votar. E essa é a tendência, semelhante ao movimento que derrotou Renan Calheiros na disputa pela presidência do Senado.

E por falar no senador do MDB, adversários do alagoano querem impor voto aberto na escolha de dirigentes de comissões. O objetivo é impedir que Renan comande uma comissão importante como a de Constituição e Justiça.

E dessa vez os simpatizantes do Tribunal das Redes Sociais estão coletando assinaturas para dar urgência ao texto do projeto do senador Lasier Martins (PSD-RS).

Provavelmente os membros das redes sociais serão consultados sobre esse projeto. Tudo indica que a política caminha para fazer de Renan alvo do célere Tribunal das Redes Sociais.

 

Alagoas é destaque nas eleições do Congresso e os idiotas virtuais

Independente do resultado das eleições que definiram os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, os políticos alagoanos foram protagonistas.

Apesar de derrotado na disputa pelo comando da Câmara, o deputado federal JHC entra definitivamente no circuito de parlamentares do PSB. Em ascensão, começa o caminho que pode consolidá-lo como uma liderança nacional da sigla.

Estreia interessante foi a do deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB). O debutante emplacou um cargo na Mesa Diretora comandada por Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Mas os olhos dos brasileiros estavam mesmo voltados para os alagoanos envolvidos na disputa pelo comando do Senado. O ex-presidente Fernando Collor (PROS) e Renan Calheiros (MDB).

Apesar da desistência da candidatura nos minutos finais, Renan foi derrotado não apenas pela ação do governo Bolsonaro, mas também pelas redes sociais que fez com que senadores revelassem a cédula com o voto.

Particularmente fiquei assustado com a quantidade de novos senadores circulando no plenário, gravando mensagens com o celular suspenso na altura do rosto.

Outros faziam enquete no Facebook sobre como proceder e votar. Se a moda pega – e acho que pegou - teremos senadores virtuais, uma espécie de big brother político onde tudo pode acontecer nas votações, onde o imprevisível vai reinar ora para um lado, ora para outro.

Uma situação cuja tendência é criar imensa instabilidade política e jurídica.

Senadores idiotas e desinformados comandados por seguidores e usuários imbecis que acham que o plenário é soberano. Não é e é. O limite da soberania é definido pela lei, regimento, enfim, caso contrário é um Poder acima dos demais e aí deixa de ser democracia, perde-se igualdade entre poderes e capacidade de moderação

EM TEMPO – Análise do jornalista Luis Nassif sobre o voto secreto:

"Porque o voto secreto foi considerado um avanço nas modernas democracia?

Primeiro, por impedir a pressão dos mais fortes sobre os mais fracos. Dois exemplos simples:

 a pressão das milícias sobre os eleitores dos territórios conquistados;

 a pressão do Executivo sobre o parlamento, em todas suas instâncias.

Segundo, por reduzir as barganhas. Na votação em aberto, as barganhas são extremamente facilitadas, porque o alvo da pressão é obrigado a comprovar que entregou o combinado. Houve uma intensa e maliciosa campanha pelo Twitter contra a votação secreta. Tendo sido instituída para impedir as barganhas e as pressões espúrias, nesse circo-hospício brasileiro, se transformou em atentado à transparência".

Leia aqui na íntegra.

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