Voney Malta

Situação da Braskem em AL complica a Odebrecht

Foto Alagoas Negócios Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Sede da Braskem, em Maceió

A venda da Braskem é vista como a salvação da Odebrecht. Os cerca de R$ 20 bilhões em negociação com a empresa holandesa LyondellBasell são vistos como fundamentais para resolver boa parte de uma dívida em torno de R$ 70 bilhões do grupo brasileiro.

Contudo, o negócio esfriou e a situação é de imensa dificuldade para o Grupo Odebrecht - um dos pivôs da Operação Lava Jato. E o principal motivo é o problema da petroquímica em Alagoas e a incerteza da continuidade de extração de sal-gema, de acordo com reportagem de Fernando Scheller e Renée Pereira, do Estadão (leia aqui).

Pessoas ligadas às negociações com a empresa holandesa “classificam o afundamento de terrenos e rachaduras em construções de bairros por conta do processo de obtenção da matéria como “um desastre””.  A empresa teme comprar sem saber quanto terá que desembolsar como ressarcimento pelos problemas gerados.

Outros fatores que dificultam a negociação neste momento são:

1 - Suspensão das negociações dos papéis da Braskem na Bolsa de Nova York (Nyse) pela não entrega do formulário 20-F de 2017.

2 – Piora global do setor, desempenho fraco no primeiro trimestre deste ano e queda elevada das ações da Braskem na Bolsa brasileira.

 

 

Ibrape e o que o povo pensa dos governos Bolsonaro, Renan e Rui

Foto: Secom-Maceió Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Renan Filho e Rui Palmeira

A pesquisa realizada pelo Ibrape, entre os dias 18 e 19 deste mês, entrevistou 5mil pessoas com 16 anos ou mais em cerca de 90% dos bairros de Maceió. A margem de confiança é de 95% e a margem de erro máxima é de 3,0 pontos percentuais para mais ou para menos.

Um quesito estratégico para a eleição municipal de 2020 é a visão que o eleitor tem dos governos federal, estadual e municipal.

O percentual de aprovação ou desaprovação dessas gestões pode mostrar, hoje, parte importante do grau de influência que o presidente Jair Bolsonaro, o governador Renan Filho e o prefeito Rui Palmeira devem desempenhar na disputa.

Convém lembrar, entretanto, que Renan Filho, reeleito, recém saiu de uma campanha eleitoral e também por esse motivo aparece muito bem avaliado. Exatamente o contrário ocorre com Jair Bolsonaro, embora tenha participado da eleição do ano passado e está inicando o seu primeiro mandato.

Por outro lado, Rui Palmeira, próximo do fim do seu segundo mandato como prefeito de Maceió, mantém números bem interessantes nos quesitos sobre se o entrevistado aprova ou desaprova a administração.

Leia abaixo os números e tire as suas conclusões:

Jair Bolsonaro - 7% disseram que o governo Bolsonaro, até o momento, está ótimo; bom, 28%; regular 23%; ruim 18%; péssimo 21%; não sabe 3%.

45% dos entrevistados aprovam a forma como Bolsonaro governa o Brasil. A desaprovação atinge 51% e 4% não sabe ou não opinou.

Renan Filho – Perguntados como está o governo Renan Filho, até o momento, 14% consideram ótimo; 49% bom; regular 22%; ruim e péssimo, 6%; 3% não sabem.

76% aprovam a maneira como Renan Filho governa e 20% desaprovam. 4% não sabe/não opinou.

Rui Palmeira – 9% consideram ótima a administração do prefeito; bom 29% e regular 25%; ruim 17% e péssimo 18%. Não sabe 2%.

Quando a maneira como Rui vem administrando Maceió, 49% aprovam, 47% desaprovam e 4% não sabe/não opinou.

 

Campanha tenta impedir visita de Bolsonaro ao Nordeste

A hastag é pelo cancelamento da primeira viagem do presidente Jair Bolsonaro ao Nordeste e já esta na liderança nos trending topics do Twitter.

Agenda presidencial prevê o desembarque do presidente em Pernambuco na sexta-feira (24).

Bolsonaro vai visitar Petrolina para entregar casas do Minha Casa, Minha Vida, um dos símbolos dos governos Lula e Dilma

O presidente também terá uma reunião com governadores nordestinos em Recife.

Depois do cancelamento de uma visita a Nova York por conta de uma campanha contra a sua presença na cidade organizada por lideranças e instituições, a hastag #NordesteCancelaBolsonaro (acesse aqui) tem o mesmo objetivo de pressão.

Leia baixo algumas manifestações:

sophia‏ @sophia4knowles 1 hHá 1 hora

O Nordeste não aceita fascistas #NordesteCancelaBolsonaro

Regiane Pescaroli‏ @pescaroli94 2 hHá 2 horas

Nordeste é lugar de poetas, cantores e escritores. Não é lugar de fascista. Que o sul e o sudeste carregue essa mala. Deixem o nordeste em paz. #NordesteCancelaBolsonaro

Toni Bulhoes‏ @ToniBulhoes 2 hHá 2 horas

No Nordeste não tem arrego e de fascista ninguém tem medo. #NordesteCancelaBolsonaro

Mídia NINJA‏ @MidiaNINJA 55 minHá 55 minutos

Depois de 5 meses de governo e duas viagens aos EUA, agora Bolsonaro anuncia que está preparando viagem ao Nordeste, mas o povo nordestino tá mandando o recado: #aquinao #nordestecancelabolsonaro

Helder Salomão @heldersalomao

O povo precisando de gás de cozinha gasolina emprego escola E o Presidente oferece um fuzil. Neste governo tem balbúrdia todo dia.

OxeThi‏ @_ThiiOliveira

Não misturamos nosso OXENTE com o TAOKEY de nenhum fascista! #NordesteCancelaBolsonaro

 

 

 

De olho em Rui e Renan, Ibrape realiza pesquisa em Maceió

Foto: Secom Maceió Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Rui Palmeira e Renan Filho

As peças do tabuleiro para as eleições municipais de 2020 estão em constante movimento. Rei, Rainha, Cavalo, Torres, Bispos e Peões ainda não estão oficialmente definidos, mas a corrida começou “já faz tempo”.

Exatamente por isso um grupo de políticos encomendou a Francivaldo Diniz, diretor-presidente do Ibrape - Instituto de Brasileiro de Pesquisa, uma profunda pesquisa em Maceió. 5 mil pessoas estão sendo entrevistadas e o resultado será apresentado nesta quarta (22).

Estrategicamente os dados coletados vão possibilitar entender o que o maceioense acha do governo do Estado e da prefeitura de Maceió. Ou seja, a avaliação sobre a administração dos dois adversários que comandam as maiores estruturas no campo político e administrativo, o governador Renan Filho (MDB) e o prefeito Rui Palmeira (PSDB).

Nomes como o do vice-prefeito da capital, Marcelo Palmeira, além do deputado federal JHC, o deputado estadual Davi Davino e o de Alfredo Gaspar de Mendonça, procurador-geral de Justiça, entre outros, constam no levantamento.

A eleição municpal em Maceió será fundamental para os diversos grupos políticos já visando 2022. É que além da disputa para governador haverá uma vaga para o Senado. Há quem aposte, hoje, que Rui deverá concorrer ao governo ou ao Senado, e Renan será candidato também ao Senado. Os dois seriam os principais postulantes aos cargos.

O que também os diferencia, além da idade, neste momento dos demais possíveis adversários - o senador Fernando Collor e o ex-senador Benedito de Lira, por exemplo - é que tocam as suas gestões sem grandes crises e confrontos e ainda sem que enfrentem ou respondam a qualquer processo de corrupção em seus respectivos governos.

Portanto, até lá é preciso profissionalismo, racionalidade, paciência e conquista de adesões.

EM TEMPO: 1 - Não consegui descobrir qual grupo político - ou quais políticos -solicitaram ao Ibrape a pesquisa. Estou tão curioso quanto você, leitor.

2 - Atuais e possíveis postulantes ao cargo de vereador da capital também entram na pesquisa na disputa para a Câmara Municipal.

Assustado com protestos, governo desiste de novos cortes na Educação

O tamanho dos protestos que sacudiram o Brasil esta semana incomodou – e não foi pouco – o governo do presidente Jair Bolsonaro. Tanto isso é verdade que o temor é que os atos, registrados em mais de 200 cidades, despertem e deem discurso aos oposicionistas.

Toda estratégia que o governo prepara e organiza neste momento é como evitar o reagrupamento das esquerdas em torno de uma pauta (educação) de interesse real da sociedade e que pode ser contraponto concreto ao presidente. Todos os sinais dados por Bolsonaro sobre qual caminho será seguido já ficaram claros.

Jair Bolsonaro, nos Estados Unidos, anunciou que pretende transferir para o ministério da Educação parte dos R$ 2,5 bilhões devolvidos pela Petrobras através de um acordo com autoridades americanas.

Mas aqui há um problema que será resolvido, tudo indica, no STF. É que há pedidos para que esse dinheiro seja usado na saúde, segurança, penitenciárias e até na capital do Rio de Janeiro.

O governo também quer deixar a Educação fora do próximo contingenciamento que deverá ser anunciado na próxima semana pela equipe econômica.

O que também ficou transparente quanto a essa crise – mais uma – foi o grave erro de comunicação do ministro Abraham Weintraub (Educação) quando informou sobre o contingenciamento. Pareceu ato de um perseguidor da inquisição sem qualquer critério técnico.

Bom, o que fica disso tudo é a vitória de todos aqueles que foram as ruas e o quanto a oposição é "beneficiada" por ações (ou falta) de alguns dos principais assessores do núcleo governamental. 

 

 

 

Cid Gomes: Bolsonaro “é a mais fina flor da mediocridade e do despreparo”

Questionado pela Folha (leia aqui) sobre o governo Jair Bolsonaro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) afirmou que “O problema desse governo é que não tem projeto, traquejo ou habilidade de diálogo. É uma ala burocrática militar e outra de malucos que põem agendas ridículas que nada têm a ver com os problemas do Brasil. Querem continuar em campanha, tentando fazer contraponto com o PT. Não vejo no presidente (Jair Bolsonaro) e no Onyx (Lorenzoni, ministro da Casa Civil) nenhum traquejo para tentar restabelecer o diálogo. Bolsonaro não é a nova política. É um velho político inexpressivo. Pra mim, é a mais fina flor da mediocridade, da inexpressividade e do despreparo”.

Deve ter razão o senador. Bolsonaro é um político que atira constantemente contra o casco do seu próprio navio. De uma decisão comum sobre contingenciamento de recursos, ele e o seu ministro de Educação – tremenda falha de comunicação e de escolha de questões a serem abordadas- conseguiram transformar em grandioso o protesto que reuniu pais, estudantes de universidades públicas e privadas, professores, trabalhadores e empresários do setor.

Tachar os manifestantes de “imbecis” e “idiotas úteis” prova que ele não crê que o movimento foi mais do que algo produzido pela esquerda. É só lembrar os protestos nas ruas do país em 2013, que depois voltou em 2015 para derrubar Dilma Rousseff e criar todo o clima antipetismo que o elegeu.

O pior, ainda, é que quase diariamente o presidente ou os seus auxiliares cometem ações danosas ao governo. Provavelmente por falta qualidade e bom senso dos quadros escolhidos para o primeiro escalão.

O café está esfriando para Bolsonaro. Empresários e políticos que apostaram muito na derrota do PT já estão pensando na queda do atual governo por incapacidade de entregar o prometido.

O presidente Jair Bolsonaro teima em nos levar a acreditar que tudo faz para fracassar, ser derrotado e isolado. E ele ainda conta com os três filhos para endoidarem o seu juízo e o governo junto com Olavo de Carvalho.

São muitos os conflitos desnecessários.

Por isso é difícil crer que idiotas foram aqueles que protestaram Brasil afora.

 

Educação contra Bolsonaro

Depois da desastrosa passagem de Ricardo Vélez Rodríguez pelo Ministério da Educação agora é a vez de Abraham Weintraub. E ele, assim como o presidente Jair Bolsonaro e sua retórica misturada com ideologia destrambelhada, ou seja, semelhante a ressentimento ideológico, são pai e mãe (não importa a ordem) dos protestos que movimentam o país nesta quarta-feira (15).

Só uma porção de idiotas não poderia prever que determinadas declarações sobre situações específicas causariam duras reações. Ao ameaçar com o corte de recursos universidades que fizessem “balbúrdia”, Weintraub riscou o fósforo que está unindo pais, estudantes, professores, trabalhadores e donos de escolas em defesa da educação.

Pois bem, a balbúrdia programada através da manifestação vai atingir a imagem do governo no Brasil e no exterior. É um teste para um governo extremamente impopular no mundo acadêmico. É impressionante como a imagem que Bolsonaro transmite é a de que o seu governo governa para os birutas e fanáticos das redes sócias.

Ainda bem que vivemos uma democracia. Ainda bem que o direito a pensar diferente e agir é permitido. Ainda bem que o protesto é possível e que o estúpido contingenciamento linear será questionado no Judiciário.

Isso mesmo. Parecer da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do MPF, encaminhado nesta quarta-feira (15) à Procuradoria-Geral da República diz que o “bloqueio de 30% dos recursos imposto pelo Ministério da Educação a instituições federais de ensino superior é inconstitucional, pois fere o princípio da separação de Poderes e a autonomia universitária na sua tríplice vertente: didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial”.

“Chama atenção o dado de que o desinvestimento realizado por meio desse bloqueio de recursos atinge de forma acentuada as instituições de educação que se encontram principalmente nas regiões Norte e Nordeste. A opção vai na contramão de inúmeras pesquisas que demonstram que a estratégia de descentralização das instituições federais de ensino foi fundamental para ampliar o acesso à educação superior e gerar mais inclusão e igualdade”, questiona ainda o parece da PFDC (leia aqui).

Esse posicionamento deverá ser utilizado pela “Procuradoria-Geral da República como subsídio à manifestação que o órgão deverá apresentar nas várias ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal para questionar a validade da medida”.

Bolsonaro acaba com pacto de direitos humanos

O projeto, criado em 2017 no governo Michel Temer, tem a adesão de mais de 300 universidades, a maioria particular, e tem como objetivo promover à educação universitária em direitos humanos, incentivar pesquisas e formações nessas temáticas na universidade.

O problema para o governo de Jair Bolsonaro é que esse tema – de responsabilidade do MEC e com participação de organismos da ONU, precisa ser esvaziado por questões ideológicas. Temática sobre direitos humanos é vista por pelo governo federal como de “esquerda”.

Aí, como sabemos, essa turma que acha que a terra é plana, que globalização é de esquerda, que defende o golpe militar, que em tudo vê a presença do marxismo cultural e que o Papa Francisco é comunista, claro que iria destruir qualquer política de incentivo a esse tipo de pesquisa.

Desde o início do ano o Ministério da Educação parou de gerar boletins sobre as ações. Também não há mais equipe que gerencie e acompanhe as ações. Ninguém consegue acessar os endereços de e-mails. O MEC também não avisou a ninguém sobre o fim do programa.

Simplesmente parece que tudo deixou de existir.

Leia mais aqui.

Adriano sobre a Braskem: “É muito triste tudo isso!”

O advogado Adriano Soares avalia, em sua página no Facebook (leia aqui), que a situação econômica de Alagoas já é difícil com a recuperação judicial e falência de usinas de açúcar e álcool, o que agora tende a se agravar com “a Braskem que ameaça encerrar as suas atividades em razão dos graves problemas causados aparentemente pela extração de sal-gema, que estaria engolindo bairros de Maceió.”

Para ele, “O pior no cenário é que tudo leva a crer que a extração de sal-gema é a causa da degradação perigosa de bairros, o que inviabilizaria a sua continuidade, sendo a causa da perda patrimonial sofrida por muitos alagoanos”. E, além dessa tragédia urbana, haverá ainda a tragédia econômica. É muito triste tudo isso!”

Leia abaixo:

“A situação econômica do Estado de Alagoas é difícil com a recuperação judicial e falência de grande parte do setor sucroalcooleiro. Agora, é a Braskem que ameaça encerrar as suas atividades em Alagoas em razão dos graves problemas causados aparentemente pela extração de sal-gema, que estaria engolindo bairros de Maceió. Já existem ações judiciais que teriam bloqueado quase R$ 3 bilhões, além de outras que pleiteariam indenizações na ordem de quase R$ 8 bilhões. Não estou seguro sobre os números, mas as somas são elevadas.

Na prática, a paralisação das atividades geraria a perda de quase 3 mil postos diretos de trabalho, além de afetar a cadeia produtiva do pvc: fábricas de plástico instaladas em razão da Braskem ficariam em dificuldades.

O pior no cenário é que tudo leva a crer que a extração de sal-gema é a causa da degradação perigosa de bairros, o que inviabilizaria a sua continuidade, sendo a causa da perda patrimonial sofrida por muitos alagoanos. E, além dessa tragédia urbana, haverá ainda a tragédia econômica.

É muito triste tudo isso!”

 

Braskem, destruição, sofrimento, punição e conciliação

Não tem muitos anos que ouvi do empresário João Lyra que até o lado vencedor em uma “guerra” também acaba perdendo. Estranhei o comentário vindo de quem aparentava gostar das disputas que viveu no passado e das que enfrentava no presente no campo empresarial e político. Depois entendi que há prejuízos financeiros, emocionais para todos os lados, vencedores e derrotados.

No caso da Braskem e os problemas geológicos que provocou nos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro na exploração do sal-gema deve ficar claro entre os envolvidos que agora é preciso calma, frieza, inteligência, união e bom senso.

É que se revolta e ódio prevalecerem será a empresa quem irá se beneficiar.  Ou seja, sem uma estratégia coletiva por parte da população atingida o caso caminhará para ser decidido nos tribunais e, como sabemos, levará anos com seus laudos e posicionamentos divergentes apresentados através de recursos.

O presidente do Tribunal de Justiça, Tutmés Airan, recentemente adiantou uma ideia em que propunha que o caminho ideal seria mediar o conflito (leia aqui). Mais rápido, menos doloroso, o entendimento de alguma forma faz com que os atingidos sigam em frente. É que numa questão desse tipo e porte não dá pra antever o que vai ocorrer, o que vai sair da cabeça de um juiz.

Nada, nada vai pagar o sofrimento de milhares de pessoas que viram suas vidas simplesmente ruírem. Teve gente que morreu de tristeza, de tensão, de raiva. O coração não suportou. Doenças surgiram ou foram agravadas. Nada vai apagar tanta dor. Mas o ódio como guia apenas mantém e alimenta o problema.

Há quem defenda o fechamento da empresa. O problema é que essa ideia soa como vingança que gera mais dor porque- se implantada - causa o fim de milhares empregos diretos e indiretos de toda uma cadeia produtiva e perda na arrecadação de impostos.

Portanto, é hora de seguir em frente com o devido ressarcimento de forma rápida para aliviar o sofrimento e os dissabores causados aos moradores dos três bairros.

Ainda bem que o MPE, o TJ, Defensoria Pública, prefeitura e governo dão sinais de apoio aos atingidos.

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