Para cada eleição, surge um tipo de candidato disposto a dizer qualquer coisa para mobilizar um nicho do eleitorado. Em 2026, esse papel vem sendo ocupado por Renan Santos, presidenciável do recém-criado partido Missão, legenda que nasce do MBL.
Com cerca de 3% nas pesquisas, Renan aposta num discurso agressivo, marcado por declarações que defendem a violência e flertam com o extremismo. Em fala recente, afirmou sem rodeios: “Vagabundo se trata na bala, se mata, se elimina”.
Fundador do Movimento Brasil Livre, Renan Santos já ultrapassou o limite do debate político. Disse que pretende “acabar com a raça” do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e chegou a afirmar que ele “tem que morrer”.
Ao tentar se explicar, Renan disse que vive num país em que “favela é considerada normal”, atacou governantes do Nordeste, chamou-os de “vagabundos” e afirmou que, diante dessa realidade, qualquer um que “fale a verdade” será rotulado como extremista.
O problema é que, no discurso de Renan Santos, a tal “verdade” vem acompanhada da defesa explícita da morte, da eliminação do adversário e da banalização da violência como solução.
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