Dirigentes nacionais não vão esperar muito tempo. Até março, o prefeito de Maceió e presidente do PL em Alagoas, JHC, terá que decidir se apoia o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Também precisará definir se será candidato a governador ou a senador e como será formado o palanque, a chapa proporcional e a majoritária, além dos apoios.
Caso contrário, ele pode perder a legenda do maior partido da Câmara, detentor do maior tempo de propaganda no rádio e na TV e também da maior fatia de recursos do fundo partidário.
A verdade é que o PL nacional suspeita que não poderá contar com o prefeito JHC, que se aproximou do presidente Lula (PT), a quem recentemente elogiou durante evento em Alagoas.
Por outro lado, os mesmos dirigentes têm certeza de que contam com o apoio do deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), pré-candidato ao Senado e que deve mudar de sigla para as eleições.
O parlamentar bolsonarista ganhou projeção nacional por suas posições contra o governo do petista Lula da Silva e por sua atuação na CPI do INSS.
Ninguém duvide de que Alfredo possa assumir o comando do PL local, liderar o palanque do presidenciável Flávio Bolsonaro e influenciar a escolha dos candidatos a deputado estadual, federal, governador e senador.
Ou o próprio ter um papel de protagonista ainda maior: ser o candidato bolsonarista ao governo de Alagoas?










