Blog da Raíssa França

Primeira exibição do cinema drive-in é adiada em cumprimento ao decreto governamental

Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Cine arte Pajuçara

Já imaginou um cinema drive-in em Maceió? Aqueles que só vemos em filmes com carros no estacionamento e um telão? Maceió ganhou o primeiro cinema drive-in.

A parceria é do Centro Cultural Arte Pajuçara com o restaurante Santo Orégano, localizado em Riacho Doce. E teria início já a partir desse sábado (27), exibindo filmes no estacionamento no estilo drive-in. 

Como funciona? O cliente paga uma taxa, estaciona o carro e assiste ao filme dentro do veículo. O local contará com espaço para cerca de 20 automóveis, uma tela de 4 x 5 metros. O som será via rádio FM, permitindo que o áudio vá direto para dentro do carro.

Mas, em cumprimento ao decreto estadual de enfrentamento à Covid-19, o evento, considerado de caráter social, não consegui a permissão para ser realizado. 

O Centro Cultural Arte Pajuçara fez o comunicado por meio de nota. Confira: 

Caros cinéfilos e clientes, eis que nosso projeto terá que ser adiado, por força do decreto de isolamento, que considerou nossa ideia um evento social. Apesar de nosso estacionamento ser pequeno, para apenas 20 veículos, e entendermos que a exibição do filme é um complemento ao nosso serviço drive-thru, permitido em decreto, as autoridades governamentais nos alertaram para a proibição em decreto vigente. 
 

Buscaremos, a partir de hoje, uma solução conjunta para resolvermos o quanto antes as questões interpretativas impeditivas, para podermos oferecer está opção tão festejada por todos.
 

Desculpe-nos por sua frustração e obrigado pela compreensão.
 

Pedimos, por favor, que divulguem e compartilhem com o maior número de pessoas este comunicado.

Após isolamento, mãe é recebida com cartaz de filho de 6 anos: "melhor dia da minha vida"

Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true João, de apenas 6 anos, escreveu o cartaz para a mãe

 

A suspeita da covid-19 fez com que a jornalista Laryssa Sátiro, que mora em Maceió, tomasse uma medida que ela jamais pensou em tomar: ficar longe - dentro da mesma casa - do filho João, de 6 anos, e da tia que mora com ela. Os sintomas apareceram na jornalista no dia 22 de abril: conjuntivite, congestão nasal, perda do paladar e do olfato. Consultada por um médico, a jornalista recebeu a recomendação de ficar 14 dias em isolamento.

Para proteger o filho e a tia, Laryssa ficou trancada dentro do quarto durante 15 dias. “Foi um misto de frustração, medo, angústia, ansiedade e muita fé. Agradeci muito por não ter evoluído para os sintomas graves, agradeci demais a Ele pela minha família, pelo apoio dos meus amigos, do meu namorado que a distância estavam me segurando para eu não ter crise de síndrome do pânico”.

Entretanto, o apoio mais importante para a jornalista veio do filho. Para brincar, os dois precisaram arrumar uma maneira. Separados por uma porta, João sentava no chão para desenhar e pintar, e Laryssa - de dentro do quarto - fazia a mesma coisa. “Ele estava doido pra eu sair logo do quarto e principalmente para que eu saísse bem. A gente sempre se abraça muito, trocar carinhos é o nosso normal”. ⠀⠀⠀⠀

Não era fácil para nenhum dos dois. Do lado de fora do quarto, João marcava um "x" em um pedaço de papel para contar quantos dias faltavam para rever a mãe. “Ele dizia que o coronavírus era muito chato em separar as pessoas que a gente ama. Que eu ficasse calma que ele estava contando os dias para eu sair”.

João marcando um x. Foto: Cortesia

E assim foi: hoje (07), sem sintomas, Laryssa finalmente pôde sair de dentro do quarto. O que ela não imaginava era que o filho tinha preparado um cartaz com uma mensagem: “Mãe, é o melhor dia da minha vida”. “Ficamos uns 3 minutos abraçados sem dizer nada. Aí ele soltou e disse: mãe eu estava morrendo de saudade de você”.

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*com Portal Eufemea

Amigos fazem carreata para cantar parabéns para aniversariante em Maceió; veja vídeo

Foto: Cortesia ao blog Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Amigos fizeram uma carreata para cantar parabéns para aniversariante

Ninguém imaginaria que algum dia iria comemorar mais um ano de vida isolada dentro de casa por causa de uma pandemia. Este ano, em especial, muitas pessoas ficaram tristes por não estarem com os amigos ou até mesmo familiares para celebrar o dia. Porém, para não deixar passar o dia “em branco”, algumas pessoas decidiram inovar e arrumar um jeito de ficar - mesmo que de longe - perto de quem se ama.

Esse é o caso da alagoana Michelly Amâncio que completou 33 anos neste domingo (03). Michelly contou que sempre gostou de comemorar o aniversário ao lado de quem ela amava, mas esse ano estava mais triste por causa dos últimos acontecimentos relacionados ao coronavírus.

O que Michelly não imaginava é que os amigos não deixariam de celebrar com ela mais um momento. Eles organizaram uma carreata com bolas, música e mensagens de amor para a aniversariante. Com máscaras, álcool em gel e luvas, os amigos foram de carro até a residência dela, situada no bairro Graciliano Ramos, em Maceió, e fizeram uma surpresa.

Apesar da distância entre eles, a aniversariante ficou emocionada. “Muito obrigada por tudo que vocês fizeram. Queria abraçar cada um de vocês, mas não posso. Estou muito emocionada e feliz”, desabafou.

 Mesmo sem os abraços, Amâncio vai guardar no coração o olhar de cada um dos amigos e os sorrisos que estavam “escondidos” por trás das máscaras.
 

Veja o vídeo

*com Portal Eufemea

Médica inicia campanha e doa máscaras para pacientes renais crônicos em Maceió

Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Máscaras foram doadas para os pacientes

A coordenadora médica Flora Braga Vaz quis fazer algo para proteger - do coronavírus - os pacientes renais crônicos que vivem de forma aglomerada devido ao tratamento em Maceió. Foi daí que Flora pensou em iniciar uma campanha - juntamente com a equipe - para que fossem confeccionadas máscaras para eles.

“A equipe abraçou a ideia, assim como pessoas amigas que sabem costurar e se interessaram. Minha mãe que é chefe da enfermagem, confeccionou grande parte, juntamente com minha tia, mas muitos médicos, psicólogos e administradores também doaram. Além de pessoas de fora da equipe também”, explicou.

A médica disse que sabe da importância do uso das máscaras, principalmente para os pacientes que moram com muitos familiares em cômodos pequenos, dividem van para ir até os hospitais dialisar e ficam em salas de hemodiálise juntamente com muitos outros pacientes.

“Isso tudo aumenta a potencialidade de transmissão do vírus. Ainda mais quando se fala de pacientes imunossuprimidos que é o caso deles. Por isso a preocupação da equipe multiprofissional”, disse.

Com a campanha iniciada, cerca de 700 pacientes vão receber as máscaras nos hospitais Sanatório, Santa Casa e Santa Rita, em Palmeira dos Índios.

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É possível manter a energia sexual durante a pandemia? Especialista em sexualidade responde

Foto: Cortesia ao blog Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Laylla Brandão, especialista em sexualidade

O atual cenário mundial não é um dos melhores por causa da pandemia do coronavírus. Em geral, as pessoas estão mais ansiosas, entediadas e preocupadas com o amanhã. Muitos casais estão vivenciando esse isolamento social juntos e, segundo alguns relatos de alguns que conheço, eles não estão pensando em sexo. Como manter a energia sexual ativa em meio à pandemia? A especialista em sexualidade, Laylla Brandão, conversou com o blog sobre o assunto.

Laylla disse que muitas pessoas estão direcionando a energia para outras questões da vida, e esquecendo do sexo.

Entretanto, Brandão explicou que se for do interesse do casal é importante que haja um momento para uma reflexão e um momento a dois. 

A especialista disse que vivemos um momento diferente e que é essencial que não haja cobrança para o sexo. “Nunca vivemos isso e a cabeça, o emocional e o corpo não estão abertos para a sexualidade”. 

Mas por outro lado, Laylla disse que é importante também que o casal dê valor para a sexualidade. “A gente pensa em fazer sexo só quando está com vontade. É claro que precisa existir. Mas não damos um valor real e nem damos o cuidado necessário ao nosso sexo”, comentou.

“A gente espera que o momento aconteça, que o milagre venha para o sexo surgir”, falou. Porém, para a especialista, o sexo começa na cabeça. “Nós precisamos fazer um sexo mental pensando em coisas que nos excitem, em momentos que tragam pra gente esse desejo sexual. A gente precisa alimentar a vida sexual”, afirmou.

O que fazer?

Brandão disse que inovar é o segredo. “Buscar conversar com a parceria é ideal. Para os casais que não tem tempo, ou que têm filhos, planejar o momento da sexualidade é fundamental”.

Filmes sensuais, tomar um vinho, construir um momento que lembre a sexualidade ajudam para que a energia sexual não se perca dentro de casa. “Fazer coisas novas como uma fantasia, fazer posições diferentes”.

Por fim, a especialista disse que a energia sexual é vital. “É preciso pensar no sexo como uma coisa natural assim como outras coisas da nossa vida. Se você não busca excitar o corpo, ele vai continuar morto como se nunca tivesse existido”.

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"Só podemos sair de casa por uma hora e com atestado", diz alagoana sobre quarentena na França

Foto: Cortesia ao blog Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Cidade de Bayonne, na França

A quarentena na França é bem diferente do isolamento social que vemos no Brasil. Por lá, já são 15.729 mortes por causa da covid-19 e 103.573 casos confirmados. Ao blog, a alagoana Anne Karollyne Rosendo, de 30 anos - que está morando na cidade de Bayonne, na França - disse que a regra lá é bem mais dura e que os moradores estão todos confinados.

Segundo a alagoana, a recomendação é que saia apenas para o necessário. “Estamos aqui confinado. Podemos sair de casa por 1 hora com um atestado que é preenchido no celular”. 

Karollyne disse que a situação é bem complicada, mas que acredita que o isolamento social é a melhor saída. “Mas é necessário que cada um faça sua parte e tome os devidos cuidados para a prevenção”.

O bairro que a alagoana mora teve uma queda na movimentação em comparação ao passado, mas ainda assim, alguns pais descem - mesmo que seja por 1 hora - para brincarem com os filhos no parque. É o que acontece também com ela que têm dois filhos, sendo um de seis e outro de três anos.

Foto: cortesia ao blog

“Passo o dia confinada mesmo. Nesses últimas dias que ainda desci com meus filhos para eles brincarem um pouco de bicicleta”, contou Anne.

A rotina deles mudou, mas Anne acredita que se cada um fizer a sua parte, a vida voltará em breve ao normal. “Quem puder, fique em casa! Pelo seu próprio bem e o da nação”, apela.

Escritora que "previu" pandemia diz não acreditar em coincidência: “obra tinha um propósito maior”

Foto: Reprodução/Extra/Arquivo Pessoal Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Melissa Tobias escreveu a realidade de Madhu

O livro ‘A realidade de Madhu’ escrito pela brasileira Melissa Tobias tomou proporções que nem ela mesmo esperava. Um trecho do livro - publicado em 2014 - que comentava sobre uma pandemia em 2020 rapidamente viralizou nas redes sociais. O blog trouxe uma publicação sobre o trecho que deixou muita gente impressionada.

O blog entrevistou Melissa que conta que a história nasceu da criatividade dela baseada em vários anos de diferentes fontes. Entretanto, Tobias disse reconhecer que há algo mais profundo o qual ela não consegue compreender ainda.

Sobre a repercussão do livro, Melissa disse que recebeu tudo com grande surpresa e que não acredita em coincidência. “Não esperava tal repercussão a essa altura do campeonato. Mas não acredito em coincidência. Creio que tudo tem um motivo de ser”, disse.

A escritora conta que o livro tem o contexto de preparar a protagonista para enfrentar uma transição planetária em 2020.”E justamente neste ano de 2020, estamos passando por tal transição.Isso é um tanto intrigante”.

Segundo ela, parece que a obra tinha um propósito maior. O trecho viralizou e muitas pessoas compraram o livro. Questionada sobre a grande procura, Melissa disse que acredita que seja pelo fato “de estarmos passando por um momento singular na história da humanidade”. 

“As pessoas estão sentindo necessidade de buscar conhecimento e necessidade de refletir sobre seu modo de vida”, finalizou.

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"A pandemia me fez olhar para o outro e esquecer dos meus problemas", diz alagoana

Foto Premium Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true "A pandemia me fez olhar para o outro e esquecer dos meus problemas", diz alagoana

A vida da técnica de enfermagem Laís*, de 27 anos, era diferente há dois meses. A tristeza, segundo ela, tinha virado constante e fez com que ela não se reconhecesse mais. Laís sabia que essa tristeza vinha carregada de vários motivos, mas um deles em especial: o ganho de peso que tirou autoestima dela e que quase a fez entrar em um processo depressivo. Entretanto, com a chegada da pandemia, a vida da alagoana deu uma reviravolta.

“Quando eu pensava em ir ao cinema com meu esposo, desistia. Tinha medo de encarar meu guarda-roupa e perceber que nenhuma roupa me cabia mais. Fiquei isolada, só dormia”, contou ao blog.

Laís contou que antes do coronavírus ter ganhado força no Brasil, ela procurou uma nutricionista e buscou fazer uma nova rotina para melhorar a autoestima. “Não só por estética, mas também por saúde. Comecei a ir para a academia, mas com uma semana começou toda situação do coronavírus e academia fechou".

Como Laís é técnica em enfermagem, estava acompanhando toda situação do coronavírus. “Mas aí o meu trabalho também ficou suspenso”.

Em casa, Laís começou a perceber que o problema dela era um grão de areia para o que estava acontecendo no mundo. “Pensei na minha mãe que quase a perdi para um câncer, no meu pai que trabalha em outra cidade, no meu marido que continua trabalhando. E no lugar da tristeza veio a preocupação”.

Laís disse que “esqueceu os problemas dela” e começou a olhar para o próximo. “O mundo está parando. Se instalou um caos. E eu comecei a perceber que meu problema não era nada e que existem problemas maiores”.

Para ela, a pandemia - por mais que seja uma situação difícil - fez com que ela parasse de olhar para o próprio umbigo. “Vi que as situações que essa pandemia está gerando mostra a todo mundo que a gente precisa ficar mais unido. Existem pessoas que sempre precisaram e que mais do que nunca estão em situações piores”.

Ela acredita que depois que a pandemia passar, o mundo não será mais o mesmo, nem ela. “O mundo será menos egoísta. A pandemia veio com muita insegurança, mas trouxe um lado bom: as pessoas estão conseguindo olhar para os outros e não apenas para si mesmo, como eu estava”, disse.

*O nome da entrevistada foi mudado a pedido da mesma

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Livro de brasileira previu pandemia em 2020; trecho de história é de arrepiar

Foto: internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Melissa Tobias escreveu a realidade de Madhu

Estava trabalhando hoje quando recebi uma foto - em um grupo de mulheres que participo - com um trecho de um livro escrito pela brasileira Melissa Tobias. Não a conhecia até hoje. Um trecho do livro ‘A realidade de Madhu’ [publicado em 2014] parece que já previa que uma pandemia ia chegar em 2020.

Assim que enviaram o trecho do livro, fiquei arrepiada e fui fazer uma rápida pesquisa sobre quem era a autora e de onde ela tinha tirado essa ideia de que em 2020 nós enfrentaríamos uma pandemia. 

Mas antes de você olhar o trecho que descreve a pandemia, deixa eu te contar sobre o que é o livro: Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. Abduzida e confinada na Ala dos híbridos, Madhu terá que descobrir a razão do interesse dos alienígenas por ela. Na busca por essa descoberta, faz amizade com uma híbrida e se apaixona pelo androide Niki. A bordo da colossal nave extraterrestre, Madhu aprenderá lições importantes, superando medos profundamentes enraizados.

Agora, leia o trecho do livro abaixo que descreve a pandemia:

Encontrei um vídeo da Melissa no Youtube e ela explica que escolheu 2020 por causa da data limite de Chico Xavier que cita 2019 como a data limite para o fim de um ciclo e o início de uma nova era.

“E daí eu pensei ‘ah, se finaliza em 2019, em 2020 provavelmente vem uma catástrofe’. Mas o livro todo é baseado em saberes antigos, em Chico Xavier, nos Vedas. Foi daí que tirei a ideia do livro”, comentou Melissa no vídeo.

Para ela, a escrita criativa é uma forma de arte. “Todo artista tem um tipo de mediunidade. Quando a gente está naquele estado de criação, a gente entra num estado mental alfa que a gente se conecta com alguma coisa que não vem da razão, mas sim do coração que tem ligação com a nossa alma”.

Tobias disse que esse trecho do livro talvez tenha vindo dessa ligação com a alma. 

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O que você acha? Acredita em coincidência ou acha que Melissa - de alguma forma espiritual - já sabia que isso acontecer?

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Com parabéns, bolo e chamada de vídeo, jornalista comemora aniversário em isolamento social

Foto: Cortesia ao blog Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Alagoana comemorou o aniversário com os amigos

Se perguntassem a jornalista Mariana Lima como ela imaginava completar os 34 anos, com certeza ela não apostaria que seria por meio de uma chamada de vídeo com os amigos e “presa” por causa do isolamento social devido à pandemia do Covid-19.

Mariana disse que, antes do decreto, ela já temia sobre como seria a celebração do aniversário. “Não sabia se chamava algumas poucas pessoas em casa ao invés de marcar um encontrinho no bar com a galera que quisesse ir. Na quinta (19), tinha resolvido que ia chamar 3 amigos que moram perto pra uma jantinha no Casa Amarela (Bar da Zil) e pronto, mas falando com outros amigos (uma das convidadas, inclusive) que trabalham no Hospital Hélvio Auto ainda na sexta (20) pela manhã, desisti da ideia”, explicou a jornalista.

Com o decreto, Mariana viu os planos indo por água baixo e se pegou pensando em como seria comemorar o aniversário em isolamento social. “Por mais que as amigas e amigos garantissem que iam passar o dia me azuando, aquilo me incomodava um pouco, sabe?”, disse.

Com a situação, a jornalista precisou se reinventar e comemorar de outra forma. Foi aí, que segundo Mariana, ela decidiu criar um grupo no whatsapp, criou uma  playlist no Spotify, combinou com a família a hora que ela iria cantar os parabéns com o mini-bolo [que ela pediu via delivery] e fazer uma chamada de vídeo com eles. 

“Não é porque eu estaria sozinha que eu estaria sozinha no dia do aniversário”, contou ao blog.

Apesar de não poder receber abraços afetuosos por causa da situação, o dia do aniversário de Mariana foi agitado. Foram várias chamadas de vídeo: com os pais, e primos pequenos, sobrinhos do coração que moram em São Paulo.

E não parou por aí. Mariana ganhou parabéns coletivo por videoconferência, ligou para a avó que mora no Sertão de Pernambuco, falou com os tios e recebeu ligação de Rosa, uma amiga que mora em Lisboa, Portugal.

Lima reforçou que todo mundo achava engraçado o fato dela ter bolinho, vela, prato de docinhos, salgados, e estar sozinha. “Mas todo mundo gostou de ver que eu estava levando a situação com leveza”.

Foi às 21h que a festa de Mariana começou de um jeito que ela não imaginava: todos reunidos - de maneira virtual - em uma sala no aplicativo Zoom cantando parabéns e a música Evidências também cantada pelos amigos.

Teve brinde e Mariana abriu até um espumante para comemorar. Por fim, a jornalista ainda recebeu - mesmo que longe - a visita de uma amiga que apareceu na garagem do condomínio dela para entregar um pedaço de bolo e e terminar de beber o espumante que eu tinha. “Tudo isso a uma distância de um metro”, falou.

Mariana não teve o aniversário que imaginava, mas teve o que deu pra fazer diante das circunstâncias. Tudo de maneira virtual, sem abraços, a jornalista guardou tudo isso para quando a pandemia passar.

Para ela, as pessoas podem estar em isolamento social físico, mas pode aproveitar os recursos tecnológicos para estar em contato e ver gente. 

“Espero que mais gente possa aproveitar a ideia pra não ficar tão só nesse período. Porque precisamos ficar em casa quem pode ficar em casa. E quando o isolamento acabar, ter muita consciência sobre idas à rua”, finalizou.

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