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Alagoas, 15 de março de 2010

Blog do Bob / Últimos Posts

13/03/2010 11:15

 

Collor é candidato ao Senado e vira franco atirador em 2014

por Roberto Vilanova

Collor é candidato ao Senado e vira franco atirador em 2014

Saiu na coluna do competente jornalista Flávio Gomes de Barros, da Tribuna Independente: o senador Fernando Collor de Mello (PTB) é candidato ao Senado.

E pode? Pode.

E qual o interesse de Collor disputar a eleição para o Senado, se ele já é senador? É o seguinte:

1) Elegendo-se senador este ano ele faria coincidir o mandato para a disputa das duas vagas para o Senado, em 2018 – e não mais a disputa da única vaga em 2014.

2) Elegendo-se senador este ano, Collor formaria uma bancada de dois no Senado com a posse do primo e fiel escudeiro Euclides Mello – que é seu primeiro suplente.

3) Elegendo-se senador este ano, Collor disputaria a eleição para a presidência da República em 2014 na condição de franco atirador – se perder tem mais quatro anos no Senado.

A candidatura de Collor para o Senado interessa aos que não querem ver Heloisa Helena novamente no Senado. Esses acham que só Collor pode impedir Heloísa de se eleger senadora.

Para embalar o ego de Collor, vale ressaltar que na pesquisa eleitoral realizada pela Presidência da República para saber em que o brasileiro votaria para presidente ele apareceu com 14% dos votos.

Tudo, pois, pode acontecer na eleição este ano em Alagoas com Collor candidato a senador e o deputado federal Benedito de Lira vice-governador de Téo Vilela – e Benedito não tem saída; se ficar no chapão vão morrer (politicamente) os dois: ele e o filho Artur, que quer ser deputado federal.

 

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12/03/2010 22:01

 

Benedito de Lira marca novo encontro com governador Téo Vilela

por Roberto Vilanova

Benedito de Lira marca novo encontro com governador Téo Vilela

Foi o próprio deputado federal Benedito de Lira (PP) que confirmou; assim que o governador Téo Vilela se restabelecer da cirurgia realizada em São Paulo os dois vão se encontrar e esse encontro será decisivo para a permanência de Benedito no chapão.

Benedito tem feito elogios ao governo Téo, por ter conseguido atrair indústrias e expandir a infra-estrutura hoteleira de Alagoas, e saiu em defesa do governo na questão da violência sustentando que esse não é um problema exclusivo do Estado.

E na pressa em defender o governador Téo Vilela das críticas negativas contra a violência, Benedito de Lira acabou atingindo o candidato do chapão ao governo do Estado, Ronaldo Lessa.

É que Benedito identificou a origem da violência à passagem por Maceió do traficante Fernandinho Beira-Mar. O traficante foi transferido para Maceió com o consentimento do então governador Ronaldo Lessa.

- Depois que o traficante Fernandinho Beira-Mar foi trazido para cá e violência explodiu – disse Benedito de Lira.

O obstáculo para ele permanecer no chapão é a dificuldade para eleger o filho, Artur, para a Câmara Federal. Benedito fez as contas e chegou ao resultado que deixa Artur fora da relação dos eleitos.

Pelas contas dele, estão eleitos deputados federais pelo chapão: João Lyra, Célia Rocha, Joaquim Beltrão, Olavo Calheiros e Maurício Quintella.

A chance de o filho de Benedito se eleger deputado federal é numa dobradinha com o governo e, na condição de pai, ele vai querer o melhor para o filho.

Concordam?

 

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12/03/2010 07:15

 

Governo vai pedir à Justiça para barrar aumento do duodécimo da Assembléia

por Roberto Vilanova

Governo vai pedir à Justiça para barrar aumento do duodécimo da Assembléia

Acho que o governador Téo Vilela vai recorrer à Justiça para manter o veto ao aumento do duodécimo da Assembléia Legislativa, do Tribunal de Contas e do Ministério Público.

E por que eu acho que sim?

Porque o governador fez uma jogada de mestre na última semana. Téo viajou para São Paulo, e o vice-governador José Wanderley e o presidente da Assembléia Fernando Toledo, também se ausentaram do Estado.

Com isso, sobrou para a presidenta do Tribunal de Justiça assumir o governo. Um advogado consultado disse-me que o governador não precisa passar o cargo para ninguém se a ausência for inferior a 15 dias e ele (governador) se encontrar dentro do País.

Mas, o Téo quis passar o governo para a desembargadora Elizabeth Carvalho para que ela mesma conhecesse as finanças do Estado. O que o governador não esperava foi a declaração de arrependimento da desembargadora, por exigir o aumento do duodécimo da Justiça.

Téo soube e ficou felicíssimo; o plano deu certo. Quando apelar à Justiça para manter os vetos que os deputados derrubaram legislando em causa própria sabe que tem alguém que conhece a realidade; a presidenta do TJ conheceu os números do Estado em cinco dias.

E para que a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Contas querem mais dinheiro? É que lá o ralo é grande, mas não é maior que a bocarra de seus habitantes. Para manter sinecuras tem que ter dinheiro e no ano eleitoral emprego é voto.

Se o governador recorrer à Justiça contra o aumento do duodécimo vai ganhar o apoio de quem tem voto; se não recorrer vai perder o voto, o discurso e o sossego com a revolta justa dos barnabés civis e militares.
.


 

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12/03/2010 01:15

 

Collor ameaça implodir o chapão, mas Almeida insiste em indicar vice de Lessa

por Roberto Vilanova

Collor ameaça implodir o chapão, mas Almeida insiste em indicar vice de Lessa

Quando todos pensavam que a poeira tinha assentado e o candidato Ronaldo Lessa até já trabalha na elaboração de seu plano de governo, eis que lá vem o enterro voltando.

O impasse agora é o vice-governador. O prefeito Cícero Almeida insiste em indicar o vice de Lessa, mas o senador Fernando Collor mandou avisar que o vice é do PTB.

Se o PTB não indicar o vice de Lessa, ele (Collor) implode o chapão. Como assim? Acho que ele (Collor) sai candidato a governador.

A candidatura de Collor ao governo do Estado, que está sendo comentada com mais insistência nos últimos dias, pode levar Lessa para o segundo turno.

Digamos que serão três candidatos: Téo Vilela, Collor e Lessa. Os dois primeiros disputam a mesma área e Lessa, que já se beneficiou uma vez quando disputou a Prefeitura de Maceió, poderia se beneficiar novamente garantindo o segundo turno.No mínimo.

Na disputa pela prefeitura, na época, Téo dividiu os votos com José Bernardes e Lessa se elegeu prefeito.

Se o que falta a Collor é o motivo para implodir o chapão e se lançar candidato a governador, então o motivo está posto; o prefeito Cícero Almeida diz que não abre mão de indicar o vice de Lessa.

O chapão é isso aí; todos se conhecem e fingem que se amam. Mas, será que o prefeito também vai desistir de indicar o vice?
 

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11/03/2010 07:21

 

Chapão continua vivendo de espera; Lessa espera o vice, espera Benedito, espera Collor...

por Roberto Vilanova

Chapão continua vivendo de espera; Lessa espera o vice, espera Benedito, espera Collor...

O silêncio tumular e o burburinho dando conta dos bastidores mostram que o chapão de oposição ao governo Téo Vilela não é proposta concreta.

Tem sempre o compasso de espera para se definir o futuro do chapão – que indicou Ronaldo Lessa candidato ao governo do Estado.

Antes a esperar era pelo prefeito Cícero Almeida - que teria de decidir se iria ou não disputar o governo do Estado. Almeida queria disputar o governo, mas o grupo não queria

E agora se espera pelo deputado federal Benedito de Lira – que terá de decidir se vai ou se fica; se vai se bandear para o lado do governo ou se fica no chapão.

E ainda tem a espera para saber quem é o vice de Lessa – que Almeida quer indicar, mas o grupo ainda está avaliando se deixa ou não.

Entenda-se como grupo o que pensam e tramam os senadores Renan Calheiros e Fernando Collor; até agora, Collor e Renan têm pensado e tramado tudo igualzinho.

Mas, também nesse particular o chapão vive de espera. Espera-se, por exemplo, a reação de Collor – que é franco atirador nessa eleição, com mais quatro anos de mandato garantido no Senado.

Lessa está precisando de imunidade, muito mais que de poder, e diante da necessidade premente o melhor é não arriscar sequer o Senado, quanto mais o governo.

E alguns esperam que Lessa dispute mesmo é uma vaga na Câmara Federal.

E de espera em espera segue o chapão, de onde jamais vai sair o que não se espera.

 

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10/03/2010 23:02

 

Assaltante paga táxi para esposa de vigilante

por Roberto Vilanova

Assaltante paga táxi para esposa de vigilante

No assalto ao caixa eletrônico do Banco do Brasil na Secretaria de Educação, o vigilante não pode se queixar.

É que o assaltante pagou o taxi que a esposa dele chamou para trazê-la até a secretaria. A esposa do vigilante ligou para o marido exatamente no momento em que estava sendo rendido pelos assaltantes, e desconfiou.

O marido gaguejava ao telefone e a esposa concluiu que alguma coisa errada estava se passando, e decidiu verificar. Pegou o táxi e ao chegar à Secretaria de Educação também foi rendida – mas, o assaltante pagou a corrida.

Já tínhamos postado sobre o assaltante de bancos que ora agradecendo a Deus o êxito de seus assaltos e que é supersticioso - ele usa sempre a mesma roupa quando vai assaltar; e por isso foi fácil a polícia descobri-lo.

Os assaltantes do caixa eletrônico da Secretaria de Educação passaram três horas dentro do prédio; eles abriram o caixa eletrônico com maçarico.

Estavam tão tranqüilos que foram esperar a esposa do vigilante chegar para pagar o táxi. Ainda bem que, em Alagoas, os assaltantes de bancos andam com dinheiro trocado...

 

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