Vanessa Alencar

Consórcio NE: aprovada na CCJ, convocação inédita de secretário será votada na ALE

Foto: Ascom ALE Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Plenário da ALE

Protocolado pelos deputados Davi Maia (DEM) e Cabo Bebeto, o requerimento de convocação para que o secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gaba, preste esclarecimentos na Assembleia Legislativa de Alagoas acerca da fraude envolvendo uma compra coletiva de respiradores foi aprovado em reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e deve ser votado em plenário já nesta semana.

Inicialmente, o pedido era para que, além de Gabas, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), que é presidente do Consórcio, também fosse convocado.

No entendimento da CCJ, no entanto, devido às prerrogativas do governador e do Pacto Federativo, tal convocação só poderia ser feita pelo Poder Legislativo da Bahia.

Na Comissão, o deputado Antônio Albuquerque (PTB) apresentou parecer contrário aos pedidos de convocações. Porém, Maia entrou com voto divergente e o parecer foi derrubado.

Em geral, requerimentos de convocações não passam pela CCJ, mas como se trata de um pedido inédito – protocolado também em nome da Comissão Parlamentar Interestadual, que reúne parlamentares das nove assembleias do Nordeste, para fiscalizar a atuação do consórcio - foi solicitada à CCJ um parecer sobre a legalidade do pleito.

A fraude

Alagoas foi um dos estados lesados pela quadrilha ligada à empresa Hempcare, da qual o Consórcio Nordeste comprou, por cerca de R$ 48 milhões, 300 respiradores durante a pandemia do novo coronavírus. No começo deste mês, durante a operação Ragnarok, da Polícia Civil da Bahia, três pessoas ligadas à empresa foram presas, suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em estelionato e fraudes na venda de equipamentos hospitalares.

O governo de Alagoas anunciou que, no dia 12 de junho, recebeu o reembolso de aproximadamente R$ 4,6 milhões investidos na compra de 50 respiradores que nunca foram entregues.

"Elle vem aí", anuncia Collor, causando rebuliço no Twitter

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

“Elle vem aí”. Enigmática, a frase postada no Twitter do senador Fernando Collor, na tarde desta sexta-feira (19), gerou centenas de comentários, curtidas e retuites na rede social na qual o político vem sendo a “nova sensação”, com interações bem humoradas – e muitas vezes ácidas.

Entre as inúmeras respostas ao post – ilustrado por uma imagem do senador caminhando em frente, de terno preto, várias fizeram referência ao confisco da poupança: “Escondam suas poupanças que ele vem aí...”.

Há cerca de um mês, no dia 18 de maio, Collor usou sua mesma conta no Twitter para pedir desculpas pelo confisco da poupança, determinado por ele quando presidente da República, em 1990. “Sabia que arriscava ali perder a minha popularidade e até mesmo a Presidência, mas eliminar a hiperinflação era o objetivo central do meu governo”, justificou.

Enquanto a resposta "oficial" não vem, os internautas cogitam até uma possível candidatura do ex-presidente. A maioria, no entanto, encarou o post com piadas e memes.

Nonô analisa briga entre presidente “desastrado” e Supremo “político”

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Thomaz Nonô

Em vídeo postado nas redes sociais, o secretário de Saúde de Maceió, Thomaz Nonô, disse enxergar com preocupação o “litígio claríssimo” entre Judiciário e Executivo, entre a Presidência da República e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Com sua peculiar ironia, Nonô criticou os dois protagonistas da briga: o presidente “desastrado” e a Corte “política”.

“Na minha opinião, o Supremo invade claramente atribuições privativas do Poder Executivo, decisões de rara infelicidade. Há dois anos a nossa Suprema Corte começou a derivar para decisões de natureza política, à época respaldados pela inércia do legislativo em legislar... Tomou gosto e agora começa a fazer funções de prefeito, governador e sobretudo de presidente da República... Presidente não poder nomear um auxiliar? Pedirem o celular pessoal do presidente? Em que país estamos?”, questionou.

Para Nonô, por outro lado, Jair Bolsonaro “se revela politicamente desastrado” - ao não perder chances de provocar o Judiciário e o Legislativo - e “muito contraditório”: “Ora repudia o toma lá da cá do Legislativo, ora chama para conversar notórios papas da religião do toma lá da cá... O relacionamento com o STF também é esquisito, ora faz visita de cortesia, ora espinafra ministros publicamente”.

O secretário também “aconselhou” Bolsonaro a evitar provocações sistemáticas e a não bater boca com a imprensa.

Para o ministro Celso de Mello, o “conselho”.de Thomaz Nonô foi mais duro: “Judiciário é para julgar, é inerte como se diz na doutrina, ele responde às provocações da sociedade e não das opiniões pessoais do presidente... Aí vem o decano Celso de Mello, o mais velho de lá, ‘rodado’, dizer que parece a Alemanha nazista... Não é função própria de juiz, muito menos de juiz da mais elevada Corte. Espero que o bom senso prevaleça. Se não isso pode ser pior que o coronavírus”.

Associação Comercial de Maceió diz que não aceita postergar retomada econômica

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Reunião da Associação Comercial de Maceió

Em nota à imprensa divulgada nesta quarta-feira (17), a Associação Comercial de Maceió disse que não irá aceitar qualquer ato do Governo do Estado no sentido de postergar a retomada gradual das atividades econômicas em Alagoas, prevista para a próxima segunda-feira, dia 22 de junho.

“A Associação Comercial de Maceió sempre pregou a obediência civil às normas editadas pelos entes governamentais. Por isso mesmo, não pode aceitar qualquer ato que tenda ao descumprimento do programa estabelecido pelo próprio governo ou que postergue a retomada para após o dia 22, o que somente agravará sobremaneira a crise por que passamos, tornará inevitável as demissões em massa, fechamento definitivo de diversas empresas, inviabilizará o recolhimento de tributos e, por conseguinte, gerará um rombo ainda maior nas contas públicas, tornando impossível o custeio basilar da própria saúde e dos vencimentos dos servidores”, destaca um trecho do documento.

Citando as “manifestações inesperadas do governo, pondo em incerteza a retomada das atividades", a entidade pontuou ainda que, em Alagoas os indicadores de contágio do novo coronavírus entraram em descenso; a taxa de letalidade é uma das menores do país e a taxa de ocupação dos leitos também caiu expressivamente, especialmente na rede privada.

Não foi informado, no texto, a fonte oficial dos dados citados.

Na nota, a Associação Comercial de Maceió lembrou também que todos os estabelecimentos comerciais se organizaram pautados no cronograma firmado pelo próprio Poder Executivo, estruturando-se para atendimento a todas as exigências do protocolo sanitário divulgado na noite de segunda-feira.

Conforme a entidade, as empresas “adequaram seus estoques, cessaram as suspensões dos contratos de trabalho de seus funcionários, tudo o quanto necessário para a retomada, vez que, cientes de sua responsabilidade social, estão prioritariamente preocupadas com as vidas e com a saúde da população”.

Confira a nota na íntegra:

A Associação Comercial de Maceió, em razão de algumas manifestações inesperadas do Governo Estadual, pondo em incerteza a retomada gradual das atividades econômicas prevista para o próximo dia 22, vem a público se manifestar nos seguintes termos:

- Os indicadores de contágio entraram em descenso, a taxa de letalidade de Alagoas é uma das menores do país e o a taxa de ocupação dos leitos também caiu expressivamente, especialmente na rede privada;

- Pautados no cronograma firmado pelo próprio Governo, todos os estabelecimentos comerciais se organizaram em função do programa, estruturaram-se para atendimento a todas as exigências do protocolo sanitário, adequaram seus estoques, cessaram as suspensões dos contratos de trabalho de seus funcionários, tudo o quanto necessário para a retomada, vez que, cientes de sua responsabilidade social, estão prioritariamente preocupadas com as vidas e com a saúde da população;

- A Associação Comercial de Maceió sempre pregou a obediência civil às normas editadas pelos entes governamentais. Por isso mesmo, não pode aceitar qualquer ato que tenda ao descumprimento do programa estabelecido pelo próprio Governo ou que postergue a retomada para após o dia 22, o que somente agravará sobremaneira a crise por que passamos, tornará inevitável as demissões em massa, fechamento definitivo de diversas empresas, inviabilizará o recolhimento de tributos e, por conseguinte, gerará um rombo ainda maior nas contas públicas, tornando impossível o custeio basilar da própria saúde e dos vencimentos dos servidores.

Associação Comercial de Maceió

Centrão: “Criminalizar a participação em governos é apequenar o debate”, diz Arthur Lira

Uol/FolhaPress Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Arthur Lira

Em artigo publicado na noite de ontem (15), na Folha de São Paulo, intitulado “O centrão é uma força moderadora”, o deputado federal Arthur Lira (PP) classificou o bloco comandado por ele de “realista”, lamentando o fato de que, “nas crises ou nos momentos de ódio e de bílis”, alguns utilizam o termo “centrão” visando apenas estigmatizar o grupo.

O parlamentar alagoano defendeu que, independente do nome dado “a essa maioria suprapartidária”, o fato é que o grupo tem sido “o grande estabilizador da democracia brasileira”.

Disse ainda que os que marcharam pela democracia na última semana, marcharam também pelo “centrão”, por mais que esteja na moda abominá-lo, afinal, “marcharam pela democracia e pelo Congresso".

"Esse grande grupo disperso de parlamentares de centro, unidos pela singularidade de conviverem bem com todos os opostos, são uma força moderadora. Por mais tentador (e fútil) que seja vilipendiar esse inimigo sem rosto, é importante entender que o grupo tem e teve, como na Constituinte, um papel histórico relevante”, destacou, em um trecho do artigo.

Para Lira, o grupo representa ainda a governabilidade, a previsibilidade institucional: “Nós somos um grande centro agregador de convergências políticas. Ele também defendeu que quando os partidos passam a compor e a influenciar políticas públicas do Executivo, estamos diante de um avanço, e não de um retrocesso democrático: “Não são os partidos que estão sendo cooptados. É o presidente Jair Bolsonaro que faz um movimento institucional de ampla envergadura na direção da democracia e do resgate da mecânica e da legitimidade da prática política”.

No artigo, que pode ser conferido na íntegra no portal da Folha de São Paulo, o deputado federal falou ainda da Lava Jato e afirmou que “a corrupção sistêmica do passado está morta e enterrada” e que a participação dos partidos em governos envolve interesses legítimos: “Criminalizar a participação em governos - sobretudo no pós-Lava Jato - é apequenar o debate e esquecer a história”.

Prefeitura de Maceió: com experiência na disputa, professor realiza lives com pré-candidatos

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Alexandre Bastos

A partir desta segunda-feira (15), o professor Alexandre Bastos, do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), realiza uma série de lives com pré-candidatos a Prefeitura de Maceió. As entrevistas ocorrem sempre às 20h, com transmissão exclusiva pelo Instagram @alebastos1.

A live de hoje será com o oficial de Justiça e jornalista Cícero Filho, presidente municipal do PCdoB. Na sequência, Alexandre conversa com a jornalista Lenilda Luna, presidente municipal da UP, na terça-feira (16); e com o professor Basile Cristopoulos, presidente do PSOL Maceió, na quarta-feira, dia 17.

Na quinta-feira (18) o entrevistado será o advogado Ricardo Barbosa, presidente do PT Alagoas e, encerrando a semana de lives, na sexta-feira (19) a conversa acontece com o ex-governador Ronaldo Lessa, presidente estadual do PDT.

Alexandre Bastos contou que já iniciou os contatos para prosseguir as lives, já na próxima semana, com outros pré-candidatos, a exemplo do ex-procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça (MDB); do deputado federal JHC (PSB) e do deputado estadual Davi Davino Filho (PP).

Em entrevista ao Blog, o professor do Ifal - que é formado em história, com mestrado em Educação pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) - contou que, percebendo o crescimento considerável no “consumo” de lives com conteúdo no Instagram, perguntou aos seus seguidores se eles tinham interesse em assistir entrevistas ao vivo produzidas por ele, e mais de 90% responderam que sim, apontando o tema “política” como sendo de maior interesse.

Na primeira live, no dia 7 de maio, Bastos discutiu o assunto ”Política para quê?” e, em seguida, temas como impeachment pós-democratização; educação à distância e racismo estiveram em pauta.

“Até que surgiu a ideia de entrevistar os pré-candidatos a prefeitura de Maceió. Fui fazendo os contatos e não imaginei que os cinco, coincidentemente todos do campo progressista, fossem topar, mas eles toparam. A partir dessa semana veremos como se dá a repercussão e a possibilidade de desdobramento”, pontuou o professor.

Para Alexandre Bastos, no pleito eleitoral deste ano, o Instagram - com suas lives - deve ocupar o protagonismo que o Twitter teve em eleições passadas, no papel de fonte de informação. “Estamos carentes de bons conteúdos. O bom uso das redes sociais, menos fake news e mais informações parece ser a chave”, finalizou.

Para quem não ligou o nome a pessoa, vale lembrar que o professor foi candidato a prefeito de Maceió em 2012, pelo PSOL. Bastos garante, no entanto, que hoje não possui mais perfil ou disposição “para ser protagonista, disputar posições, espaços e fazer combates” no ambiente político. Parece ter se encontrado seu lugar, no outro lado do jogo.

 

Prefeito decreta toque de recolher em município, sob pena de detenção

Foto: Arquivo / Agência Alagoas Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true São Sebastião

O prefeito do município de São Sebastião, José Pacheco Filho, estabeleceu toque de recolher em toda a zona urbana e rural da cidade, desde ontem, dia 01 de junho, no horário das 21 horas até as 4 da madrugada, proibindo a circulação de pessoas, exceto para o - comprovado - acesso ou prestação de serviços essenciais.

O decreto publicado ontem, no Diário Oficial dos Municípios, se baseia nas recomendações oficiais e ações de combate à pandemia do novo coronavírus e não informa o período de duração do toque de recolher.

O documento também determina que as churrascarias e restaurantes instaladas em postos de combustíveis, às margens das rodovias que cortam o município, poderão funcionar exclusivamente para o atendimento aos caminhoneiros, sendo proibido o consumo de bebidas alcoólicas no local a partir de 1º de junho deste ano.

O descumprimento incorrerá em multa no valor de R$ 10 mil e, em caso de reincidência, o estabelecimento terá o alvará de funcionamento cassado.

Durante o toque de recolher será permitida apenas a circulação de prestadores de serviços na área de saúde, segurança, assistência social, delivery de alimentos, funcionários de empresas privadas, que estejam trabalhando no período noturno, desde que comprovada a necessidade, ou urgência no deslocamento, portando a identificação funcional.

Poderá ocorrer a apreensão de veículos e condução forçada por parte da Polícia Militar de Alagoas, auxiliada pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), junto ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em decorrência do descumprimento.

Conforme o Boletim Epidemiológico divulgado nesta segunda-feira, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), São Sebastião, juntamente com Rio Largo, é o sexto município alagoano com mais casos confirmados de Covid-19: 187.

Antes de São Sebastião, outras prefeituras, a exemplo de Atalaia, Olho D´água do Casado e União dos Palmares já haviam adotado a medida durante a pandemia. Em Murici, o toque de recolher foi determinado por decisão judicial, em abril deste ano, em atendimento a uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Estadual.

Retomada econômica: CUT cobra participação de trabalhadores em grupos de discussão

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Izac Jacson

Por meio de seu vice-presidente, Izac Jacson, a Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT/AL) cobrou do governador Renan Filho a inclusão de representantes da entidade e demais sindicatos nos Grupos de Trabalho (GTs) criados para discutir a retomada econômica do estado ao final do isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Conforme divulgado pela assessoria de Comunicação da CUT/AL, nenhuma representação dos trabalhadores consta dos GTs, cuja portaria de criação foi publicada no dia 22 de maio, pelo governo do Estado.

Izac Jacson avalia que o fato de os grupos envolverem apenas representantes patronais dos setores de serviços, comércio, turismo e indústria, é “elitista e abandona a força produtiva aos sabores da vontade empresarial”.

"Não somos contra a retomada da atividade econômica. Mas queremos acompanhar, opinar, garantir que as medidas levarão em conta as demandas dos trabalhadores e, especialmente, a segurança. São vidas em jogo e toda a sociedade deve participar do processo decisório", afirmou o sindicalista, também por meio da assessoria.

Os grupos que envolvem representantes de shoppings, turismo, bares e restaurantes, indústrias e comércio em geral, serão coordenados pelo Gabinete Civil, Sefaz, Sedetur e um representante da Prefeitura de Maceió.

Além da CUT, também ficaram de fora - pelo menos por enquanto - representantes dos poderes Legislativo e Judiciário.

Auxílio federal: veja quanto cada município alagoano irá receber dos R$ 891 milhões previstos

Foto: Márcio Ferreira/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Hospital de campanha no Ginásio do Sesi

Conforme a lei que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus para estados, Distrito Federal e municípios, sancionada nesta quinta-feira (28) pelo presidente Jair Bolsonaro, dos R$ 60 bilhões - divididos em quatro parcelas iguais ao longo do ano - que serão distribuídos de acordo com a taxa de incidência do Coronavírus divulgada pelo Ministério da Saúde e o tamanho da população, Alagoas irá receber, no total, R$ 891 milhões.

Deste valor, R$ 564 milhões serão destinados ao estado, sendo R$ 152 milhões para uso exclusivo na área da saúde pública e R$ 412 milhões de livre aplicação.

Já dos R$ 327 milhões direcionados aos municípios alagoanos, R$ 48 milhões são para utilização obrigatória na saúde e R$ 279 milhões para livre aplicação.

Os dados constam de reportagem veiculada na Agência Senado.

Confira quanto cada município irá receber:

 

Água Branca      R$ 1.978.227,75

Anadia                R$ 1.718.558,42

Arapiraca            R$ 22.699.957,70

Atalaia                 R$ 4.621.839,78

Barra de Santo Antônio  R$ 1.560.562,71

Barra de São Miguel       R$ 815.152,08

Batalha                            R$ 1.785.851,07

Belém                              R$ 425.501,16

Belo Monte                      R$ 656.666,61

Boca da Mata                  R$ 2.672.213,86

Branquinha        R$ 1.027.902,65

Cacimbinhas      R$ 1.063.556,99

Cajueiro             R$ 2.082.839,91

Campestre         R$ 679.391,35

Campo Alegre    R$ 5.589.404,33

Campo Grande  R$ 936.220,08

Canapi               R$ 1.735.895,83

Capela               R$ 1.670.366,30

Carneiros           R$ 889.497,24

Chã Preta           R$ 716.123,15

Coité do Nóia     R$ 1.047.394,99

Colônia Leopoldina     R$ 2.125.350,84

Coqueiro Seco            R$ 572.526,30

Coruripe                      R$ 5.576.670,64

Craíbas                       R$ 2.372.286,48

Delmiro Gouveia         R$ 5.095.043,30

Dois Riachos               R$ 1.084.812,45

Estrela de Alagoas       R$ 1.783.206,38

Feira Grande                R$ 2.171.192,13

Feliz Deserto                R$ 465.661,26

Flexeiras                       R$ 1.252.799,21

Girau do Ponciano        R$ 4.007.880,01

Ibateguara         R$ 1.529.610,05

Igaci                   R$ 2.510.593,95

Igreja Nova        R$ 2.399.712,89

Inhapi                 R$ 1.800.837,65

Jacaré dos Homens        R$ 514.539,04

Jacuípe                           R$ 687.717,22

Japaratinga         R$ 818.972,18

Jaramataia          R$ 565.179,94

Jequiá da Praia   R$ 1.134.277,94

Joaquim Gomes  R$ 2.350.149,45

Jundiá                  R$ 406.988,33

Junqueiro              R$ 2.422.045,83

Lagoa da Canoa    R$ 1.748.629,52

Limoeiro de Anadia R$ 2.804.840,14

Maceió R$ 99.807.447,34

Major Isidoro    R$ 1.939.830,77

Mar Vermelho  R$ 344.201,44

Maragogi            R$ 3.203.404,65

Maravilha           R$ 897.529,26

Marechal Deodoro         R$ 5.083.778,88

Maribondo         R$ 1.299.228,21

Mata Grande    R$ 2.469.944,09

Matriz de Camaragibe   R$ 2.413.719,95

Messias               R$ 1.749.021,32

Minador do Negrão       R$ 521.983,35

Monteirópolis   R$ 701.234,52

Murici   R$ 2.765.757,51

Novo Lino           R$ 1.243.004,07

Olho d'Água das Flores R$ 2.124.371,33

Olho d'Água do Casado                R$ 918.099,06

Olho d'Água Grande      R$ 501.805,35

Olivença              R$ 1.138.587,81

Ouro Branco      R$ 1.126.050,02

Palestina             R$ 490.834,78

Palmeira dos Índios        R$ 7.171.810,22

Pão de Açúcar   R$ 2.389.917,75

Pariconha           R$ 1.031.722,76

Paripueira           R$ 1.290.608,48

Passo de Camaragibe    R$ 1.493.270,05

Paulo Jacinto     R$ 740.904,87

Penedo               R$ 6.237.843,02

Piaçabuçu           R$ 1.746.180,73

Pilar       R$ 3.439.173,82

Pindoba               R$ 284.842,85

Piranhas              R$ 2.452.606,68

Poço das Trincheiras      R$ 1.409.129,75

Porto Calvo        R$ 2.660.851,49

Porto de Pedras              R$ 762.650,09

Porto Real do Colégio    R$ 1.965.494,06

Quebrangulo     R$ 1.106.263,82

Rio Largo             R$ 7.358.113,90

Roteiro R$ 652.748,55

Santa Luzia do Norte     R$ 714.653,87

Santana do Ipanema     R$ 4.667.779,02

Santana do Mundaú      R$ 1.051.998,71

São Brás              R$ 681.840,13

São José da Laje              R$ 2.343.684,66

São José da Tapera         R$ 3.159.914,20

São Luís do Quitunde    R$ 3.384.712,80

São Miguel dos Campos               R$ 5.999.625,06

São Miguel dos Milagres              R$ 778.812,08

São Sebastião   R$ 3.345.238,36

Satuba  R$ 1.354.472,83

Senador Rui Palmeira    R$ 1.358.586,79

Tanque d'Arca  R$ 603.576,92

Taquarana          R$ 1.957.070,23

Teotônio Vilela R$ 4.326.418,17

Traipu   R$ 2.714.724,80

União dos Palmares       R$ 6.426.693,44

Viçosa   R$ 2.520.585,00

SUBTOTAL          R$ 326.899.000,76

Na esteira do Congresso, deputado propõe cancelamento de recesso na ALE

Vinícius Firmino/Ascom ALE Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Mesa Diretora da ALE

O deputado Tarcizo Freire (PP) requereu à Mesa Diretora da Casa de Tavares Bastos o cancelamento do recesso legislativo do meio do ano, entre os dias 30 de junho e 1º de agosto, em razão da pandemia do novo coronavírus.

No requerimento protocolado na quarta-feira (27), o parlamentar defendeu a necessidade da medida, devido ao caráter excepcional do momento, estando o Brasil no epicentro da Covid-19 e Alagoas em curva crescente de casos. O deputado demonstrou preocupação ainda com o eventual aumento de óbitos no estado, caso o sistema de saúde entre em colapso.

Para ele, o recesso poderá trazer “enormes prejuízos à população”, que no momento necessita do Poder Legislativo para colaborar com a resolução de problemas e continuar trabalhando para amenizar os efeitos negativos da pandemia.

Tarcizo Freire lembrou também que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado já cancelaram o recesso do meio do ano.

A decisão de que o Congresso Nacional seguirá trabalhando sem interrupções no mês de julho foi anunciada pelo presidente Davi Alcolumbre, no dia 18 de maio. Na Câmara e no Senado, o recesso parlamentar do meio do ano é de 18 a 31 de julho, menor que no caso do parlamento alagoano. 

A presidência da Assembleia Legislativa de Alagoas ainda não se manifestou sobre o pedido, que deve passar pela análise do Plenário.

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