Vanessa Alencar

A “granada” de Guedes e o “petardo” de Renan Filho, segundo a CUT

Foto: Vanessa Alencar/CM/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Rilda Alves, presidente da CUT/AL

Em Alagoas, a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rilda Alves, reagiu à fala do ministro da Fazenda, Paulo Guedes, na reunião ministerial ocorrida no dia 22 de abril, de que o congelamento salarial de servidores públicos durante dois anos seria uma “granada no bolso do inimigo”.

Por meio da assessoria de Comunicação da CUT/AL, Rilda lembrou que a proposta recebeu apoio dos governadores durante reunião on-line com o presidente Jair Bolsonaro, no dia 21 deste mês, e relembrou ainda que o governador de Alagoas, Renan Filho, passou três dos cincos anos de mandato sem conceder reajustes aos servidores públicos estaduais.

“Se o congelamento salarial de Guedes é uma ‘granada’, como disse o próprio ministro, o aumento da contribuição previdenciária, somado à defasagem salarial do funcionalismo estadual, é um verdadeiro petardo”, disse Rilda.

A sindicalista explicou que, desde abril deste ano, a situação do funcionalismo estadual se agravou, com o desconto de 14% de contribuição previdenciária sobre os salários. A contribuição dos servidores ativos passou de 11% para 14% por mês. Já os aposentados e pensionistas que ganhavam até o teto previdenciário não descontavam nada, mas a partir da reforma da previdência estadual, perderam 14% da renda mensal.

Para Rilda, as medidas representam um “atentado” contra a economia alagoana, devido à queda do poder aquisitivo dos trabalhadores e, consequentemente, a queda do consumo e o baixo crescimento econômico. “As medidas belicosas do ministro Paulo Guedes e do governador podem se tornar uma bomba de efeito retardado no cenário pós-pandemia”, analisou a presidente da CUT/AL.

Depois da paciência, o desabafo de Jó...

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputada Jó Pereira

Um desabafo mais contundente, após anos de cobranças por planejamento; mais investimentos em áreas prioritárias, como educação e saúde; assistência a agricultura familiar; atenção ao comércio; foco na destinação de recursos do Fecoep; fortalecimento do municipalismo e adoção de políticas públicas de longo prazo, que perpassem governos. Assim pode ser classificado o pronunciamento da deputada Jó Pereira, na sessão de quarta-feira (20), da Assembleia Legislativa.

A gota d’água para as cobranças mais diretas – acerca de pontos como o Plano Estadual de Combate à Extrema Pobreza e de ações imediatas para recuperação econômica e social de Alagoas pós-pandemia – foi um discurso, na terça (19), no qual o líder do governo, Silvio Camelo, cobrou “união” do parlamento alagoano.

Em outras palavras, a deputada frisou que a importância do diálogo, do respeito à independência dos poderes e de respostas aos pleitos da Casa - ou seja, uma “via de mão dupla” - por parte do governo do estado em relação ao Poder Legislativo, é salutar em qualquer “relacionamento”. 

No pronunciamento de quarta passada, Jó repercutiu, em síntese, uma série de cobranças (feitas há cerca de 60 dias, no início do enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus em Alagoas) por planejamento, definições e ações do Executivo para minimizar os efeitos da crise, agora e no futuro. Quando, na época, sugeriu a criação de um comitê com esse foco, a deputada pediu por mais transparência e clareza, principalmente na comunicação do governo com os alagoanos, e maior amparo aos mais vulneráveis. 

Citando a afirmação feita pelo deputado Davi Maia de que o comitê que analisa as consequências da crise não se reúne, ela lembrou que o gabinete de crise também não está se reunindo. Segundo a parlamentar, conselhos de direito, a exemplo da saúde e dos direitos da criança e do adolescente, “sobre o qual passamos três anos clamando, pedindo que fosse empossado e isso só aconteceu no final do ano passado”, também estão na mesma situação, em uma falta de diálogo que não atinge apenas o Poder Legislativo Estadual.    

“Há um requerimento assinado por 18 deputados, uma Bancada Municipalista, pedindo uma mesa de situação, pedindo para dialogar com os municípios, junto com a AMA, para discutir a situação financeira dos municípios, principalmente em relação aos pequenos municípios, que vão passar por dificuldades de todas as ordens, e esse requerimento nunca foi respondido, nunca foi considerado. Estou falando de 18 deputados, da Associação dos Municípios Alagoanos. Esse é o diálogo que precisamos”, ela reforçou, se dirigindo especialmente a Sílvio Camelo. 

Jó avalia que a crise, como todos estão cientes, afetará fortemente os municípios, e é preciso análise, estudos e planejamento para ações socioeconômicas, específicas para cidades e regiões, a exemplo das regiões turísticas.

Frisando mais uma vez a necessidade da abertura desse canal, a deputada disse que o relacionamento entre a Casa de Tavares Bastos e o Palácio República dos Palmares não é “de liderados e líder”, mas de pessoas que querem construir um estado melhor, contribuir com o momento que estamos passando. 

“Esses são os propósitos de todos os deputados dessa Casa. Não entendo que exista por parte de nenhum a intenção de prejudicar o governo, mas tudo precisa acontecer: planejamento, independência, união, transparência, com único propósito: possibilitar que o agora possa construir o futuro. Não existe futuro sem pensar agora, sem planejar agora, sem fazer agora, sem fiscalizar agora”, pontuou.

A parlamentar também registrou a preocupação com o funcionamento dos novos equipamentos de saúde abertos em Alagoas: “Nunca ninguém aqui se levantou contra a construção de hospitais, mas sim pela ausência de transparência e planejamento de como eles funcionariam, tendo em vista as dificuldades de funcionamento dos que já existem”.

“Agora na pandemia vamos ter recursos financeiros, mas ainda tenho dúvidas dos recursos humanos, dada a intensidade da simultaneidade de casos... Quando sairmos dessa pandemia e passarmos por esse momento difícil recairá sobre nós não mais o terror do Covid, mas uma grave crise econômica e social e, se em tempos de normalidade não se consegue manter as unidades existentes, imagine depois, para manter todos esses equipamentos funcionando”, explicou. 

Vale lembrar que a deputada cobrou durante três anos a ampliação do investimento na saúde em Alagoas, colocando no Orçamento do Estado, inclusive, uma emenda - nunca executada - destinando 1% para esse reforço.

Ja se fala ainda sobre uma segunda onda na saúde, devido o represamento de acompanhamento médico a diversos tipos de pacientes que precisam de rotineira avaliação, cirurgias eletivas desmarcadas, e tantas outras que, nesse momento, de forma silenciosa, se expandem durante o isolamento social.

A propósito, no mesmo pronunciamento, Jó também requereu, ao governo do Estado, que atenda a universalidade das famílias alagoanas em condição de extrema pobreza, assim inscritas no Cadastro Único do Governo Federal, com a distribuição das cestas nutricionais ou, preferencialmente, com a entrega de auxílio financeiro, já que as cestas adquiridas com recursos do Fecoep foram insuficientes, pois beneficiam menos da metade das 403 mil famílias na extrema pobreza em Alagoas.

Saúde: tempo de serviço no combate à pandemia pode render “pontos” em concursos

Agência Brasil Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Profissionais da saúde

O tempo de serviço (a partir de 240 horas) prestado por profissionais de saúde durante a pandemia do novo Coronavírus pode contar como “título” em futuros concursos públicos realizados em Alagoas. É isso o que propõe o Projeto de Lei (PL), de autoria do deputado Galba Novaes, protocolado na quarta-feira (20), na Assembleia Legislativa.

A atuação dos profissionais pode ser em hospitais públicos (das redes federal, estadual e municipal) ou privados.

Por meio de sua assessoria de Comunicação, Galba destacou que a proposta é uma forma de incentivo a quem se dedicou a salvar vidas durante a pandemia.

Lei Maria José

Também como forma de recompensar os esforços daqueles que estão na linha de frente o deputado Davi Maia apresentou um PL propondo que dependentes dos funcionários ou servidores públicos de Alagoas, não apenas a área da saúde, que morrerem no exercício de atividade essencial por conta da pandemia, recebam pensão especial complementar.

“A lei receberá o nome Lei Maria José, em homenagem a profissional do Samu que faleceu em decorrência do coronavírus em Alagoas”, disse Maia, também via assessoria.

Covid-19: oito prefeitos de AL testam positivo e mais um está internado com suspeita da doença

Foto: Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Teste para Covid-19

(Atualizada às 18h28)

Em Alagoas, oito prefeitos testaram positivo para Covid-19 desde o começo da pandemia, há cerca de dois meses, até esta quinta-feira (21), e mais um está internado, com suspeita da doença. O número, repassado ao blog pela assessoria de Comunicação da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), leva em conta apenas os gestores que anunciaram publicamente os resultados dos exames.

O primeiro prefeito a divulgar o teste - dele e da esposa - para o novo Coronavírus, no dia 25 de abril, foi Olavo Neto, de Murici, seguido pelo prefeito Júlio César, de Palmeira dos Índios, que informou sobre a doença no dia 29 de abril. Com sintomas leves, ambos realizaram o tratamento em casa.

O prefeito de Penedo, Marcius Beltrão, anunciou o resultado do exame no dia 30 de abril, afirmando que estava assintomático.

No dia 4 de maio foi a vez da prefeita de São Luís do Quitunde, Fernanda Cavalcanti, fazer o anúncio. Ela precisou ser internada no dia 7 do mesmo mês, devido ao agravamento da doença.

Claudio Costa, o Cacau, de Marechal Deodoro divulgou o teste positivo no dia 13 de maio e fez o tratamento em casa. Já nesta semana, dia 19, a prefeita de Jequiá da Praia, Jeannyne Beltrão, usou suas redes sociais para informar sobre o resultado e sobre o fato de estar assintomática.

Logo em seguida, dia 20, o prefeito de Junqueiro, Carlos Augusto, também revelou que testou positivo para Covid-19. No mesmo dia, o prefeito de Joaquim Gomes, Adriano Ferreira, foi internado no Hospital Veredas, com suspeita de Covid-19, mas o resultado do exame ainda não foi divulgado.

Hoje, dia 21 de maio, Isnaldo Bulhões, gestor de Santana do Ipanema, informou que deu positivo o resultado de seu exame para Covid-19, mas que está assintomático. 

Alguns dos prefeitos citados já encerraram o tratamento e estão curados. 

MP “desautoriza” promotora que questionou uso da cloroquina em AL

Divulgação/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ministério Público Estadual

Depois que a promotora Cecília Carnaúba cobrou publicamente informações sobre as 31.500 unidades do medicamento cloroquina, entregues a Alagoas pelo Ministério da Saúde (MS), o Ministério Público Estadual (MP-AL) informou, nesta quarta-feira (20), que Cecília está afastada de suas funções, para participar de curso no exterior, não podendo se pronunciar como se estivesse no exercício do cargo.

“Além disso, a opinião expressada pela referida promotora não é a mesma compartilhada pelo MPAL e nem pelos demais Ministérios Públicos do Brasil exatamente por não ser o Ministério Público órgão capaz de validar ou não a eficácia de qualquer medicamento”, destaca um trecho da nota, assinada pelo procurador-geral de Justiça, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque.

A nota foi divulgada nesta quarta, um dia depois de uma postagem da promotora no Instagram, destacando que inúmeros médicos têm lhe procurado diariamente, informando que receitam o medicamento a seus pacientes, mas eles não conseguem o remédio, nem na farmácia pública, nem nas unidades de saúde, nem na rede privada.

“Há protocolo estadual de trato do Covid 19, publicado em DO, que inclui a ministração de cloroquina. O protocolo está sendo cumprido? A medicação está sendo disponibilizada aos médicos que decidem tratar seus pacientes de acordo com o protocolo? Além da entrega feita pelo governo federal, o governo estadual comprou com recursos próprios este medicamento para viabilizar o protocolo estadual? E os demais medicamentos indicados no protocolo estão disponíveis para uso dos médicos?”, questionou a promotora.

A nota do MP reforça que a atuação do órgão é desenvolvida por promotores e procuradores se Justiça, com formação na área do Direito. “Portanto, em razão disso, nenhum membro da instituição tem capacidade técnica para opinar sobre o uso de medicamentos que possam agir no combate ao novo Coronavírus”.

Confira na íntegra a postagem da promotora e a nota do MP, respectivamente:

Cloroquina 31.500 unidades entregues, pelo Ministério da saúde, a Alagoas, até 11.05.20. Inúmeros médicos me procuram diariamente informando que receitam este medicamento, a seus pacientes, mas estes não conseguem o remédio, pois não há entrega, contra receita, nem na farmácia pública nem nas unidades de saúde nem para aquisição na rede privada.
Há protocolo estadual de trato do Covide 19, publicado em DO, que inclui a ministração de cloroquina. O protocolo está sendo cumprido?
A medicação está sendo disponibilizada aos médicos que decidem tratar seus pacientes de acordo com o protocolo?
Além da entrega feita pelo governo federal, o governo estadual comprou com recursos próprios este medicamento para viabilizar o protocolo estadual?
E os demais medicamentos indicados no protocolo estão disponíveis para uso dos médicos?
’.

NOTA INFORMATIVA

O Ministério Público Estadual de Alagoas vem a público se manifestar sobre as declarações atribuídas à promotora de justiça Cecília Carnaúba a respeito do uso do medicamento cloroquina no tratamento de pacientes diagnosticados com a Covid-19:

1 – A atuação do Ministério Público é desenvolvida por promotores e procuradores se Justiça, com formação na área do Direito. Portanto, em razão disso, nenhum membro da instituição tem capacidade técnica para opinar sobre o uso de medicamentos que possam agir no combate ao novo Coronavírus;

2 - O Ministério Público de Alagoas, por sua Procuradoria-Geral de Justiça, pela Força-Tarefa de Combate à Covid 19 e por todos os promotores de justiça legitimados a atuar, tem orientado o Estado e os municípios a seguirem os protocolos desenvolvidos pela comunidade científica para o combate à Covid 19;

3 – O Ministério Público de Alagoas, através dos promotores de justiça com atribuições na defesa da saúde pública, tem mantido reuniões diárias com as autoridades da saúde de Maceió e do Estado de Alagoas, oportunidades onde cobra transparência na adoção dos protocolos de utilização dos medicamentos de enfrentamento à Covid 19;

4 – Por fim, a chefia do Ministério Público de Alagoas informa que a promotora de justiça Cecília Carnaúba se encontra afastada de suas funções, por autorização do Conselho Superior do Ministério Público - CSMP, para participar de curso no exterior, não podendo, por tal razão, pronunciar-se como se estivesse no exercício do cargo. Além disso, a opinião expressada pela referida promotora não é a mesma compartilhada pelo MPAL e nem pelos demais Ministérios Públicos do Brasil exatamente por não ser o Ministério Público órgão capaz de validar ou não a eficácia de qualquer medicamento.

Márcio Roberto Tenório de Albuquerque

Procurador-Geral de justiça

 

Prefeita anuncia que testou positivo para Covid-19

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prefeita Jeannyne Beltrão

Mais uma autoridade política local testou positivo para a Covid-19. Desta vez, a prefeita de Jequiá da Praia, Jeannyne Beltrão. Ela é irmã do deputado federal Marx Beltrão, que também está com o novo coronavírus, conforme anunciou na segunda-feira (18).

Em um post publicado na noite desta terça-feira (19), no Instagram, a prefeita contou que não apresentou nenhum sintoma, mas foi orientada a fazer o exame por ter tido contato com pessoas que testaram positivo.

“Agora, farei o isolamento rígido, seguindo todas as recomendações médicas, dos 14 dias de quarentena para a recuperação. Continuarei acompanhando de casa cada detalhe das ações da Prefeitura de Jequiá”, disse Jeannyne, em vídeo postado na rede social.

“Permaneceremos empenhados no enfrentamento ao novo coronavírus. Cuidem de vocês, de seus familiares, fiquem em casa e que Deus nos acompanhe. Tenhamos fé! Tudo isso vai passar”, concluiu.

Covid-19: PL torna obrigatório envio de boletim diário para familiares de pacientes

Foto: Reprodução / Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Leitos

A angústia por informações por parte daqueles que não podem acompanhar seus familiares internados em decorrência do novo Coronavírus pode ser minimizada. É o que prevê um Projeto de Lei (PL) de autoria da deputada Ângela Garrote, em tramitação na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

A proposta estabelece procedimento virtual de informações e acolhimento dos familiares de pessoas internadas com doenças infectocontagiosas, durante endemias, epidemias ou pandemias, em hospitais públicos, privados ou de campanha em Alagoas.

Pela matéria, os hospitais públicos, privados ou de campanha ao receberem pacientes que sejam internados em leitos, CTIs ou UTIs devem, obrigatoriamente, preencher formulário com dados de ao menos um familiar ou pessoa próxima, para que receba informações acerca da situação clínica do paciente.

As informações devem ser enviadas diariamente, ao final de cada dia, com a atualização sobre o estado de saúde do paciente, preferencialmente via aplicativo de mensagens, e-mail ou outra forma de comunicação eletrônica. Não sendo possível a comunicação via meio eletrônico, ela deve ser feita por contato telefônico.

Na justificativa, a deputada destaca “o intuito de manter os familiares informados da situação clínica dos pacientes, de forma on-line, possibilitando o acompanhamento e a evolução do quadro clínico, bem como evitando que esses tenham acesso a informações imprecisas”.

“Ademais, é inconteste que a ausência dessas informações durante todo o período de internamento, que pode durar dias ou meses, pode gerar sérios problemas psicológicos aos familiares”, conclui.

Boa iniciativa!

“Tornaremos a nos ver”, diz Associação Comercial em vídeo com locais vazios; confira

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Em um vídeo de um minuto divulgado neste domingo (17) nas redes sociais, a Associação Comercial de Maceió deixou uma mensagem para os alagoanos.

Mostrando imagens do estádio Rei Pelé, de academias, cinemas, teatros, shoppings, bares e restaurantes vazios, e tendo ao fundo vozes e sons de quando esses locais estavam repletos, o texto lembra que os melhores momentos são aqueles compartilhados.

“Nossas lembranças são melhores quando estamos juntos... Sentimos falta. Seguiremos em frente. Tornaremos a nos ver”, conclui a mensagem.

Em um momento tão árido, um delicado e esperançoso registro.

 

 

Teich não aguentou as humilhações, diz Paulão sobre ex-ministro

Foto: Agência Câmara/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Paulão

Ainda sobre a repercussão da saída do ministro da Saúde, Nelson Teich, do cargo, nesta sexta-feira (15), o deputado federal Paulão (PT) disse, em sua conta no Twitter que o agora ex-ministro confidenciou que não estava aguentando as humilhações que vinha sofrendo.

“Só quem obedece ao Bolsonaro são os militares. Por isso, a informação que ele está indicando um General para o cargo”, disse Paulão.

Em outro post, o deputado alegou que o pedido de demissão do ministro da Saúde é uma prova cabal que Bolsonaro é um genocida: “Não tem compromisso com a vida. É urgente fazer uma grande mobilização nacional para tirar esse tirano da Presidência da República”.

O general Eduardo Pazuello, secretário-executivo do Ministério da Saúde, assumiu interinamente o comando da pasta. Nos bastidores é comentada a possibilidade de ele ser efetivado no cargo, por ser uma pessoa de confiança de Bolsonaro.

Irmão de secretário da Saúde, prefeito de Marechal está com Covid-19

Foto: Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prefeito Cacau

O prefeito de Marechal Deodoro, Claudio Filho, o Cacau - que é irmão do secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres - testou positivo para o Covid-19. Ele anunciou o resultado do exame na tarde desta quarta-feira (13), em seu Instagram.

Conforme o documento postado também na rede social, o teste foi feito ontem, 12 de maio, no Lacen, e o resultado recebido hoje.

“Recebi o resultado do exame, e informo a população que testei positivo para o Covid-19. Seguirei em isolamento com os tratamentos médicos necessários. Peço a todos que orem pela minha recuperação e juntos vamos vencer essa pandemia”, escreveu o gestor.

Em vídeo, Cacau explicou que na, semana passada, teve febre - um dos sintomas da doença - e na sexta-feira fez o teste rápido para Covid-19, cujo resultado foi negativo. Nesta segunda-feira (11), uma tomografia revelou um pequeno comprometimento de seus pulmões e, por isso, ele fez um novo exame, que atestou o coronavírus.

“Vou ficar esses dias sob cuidados médicos, com muita fé e esperança que vamos superar tudo isso. Peço a todos oração e que Deus nos proteja e continue abençoando”, completou o prefeito.

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