Voney Malta

Governo aumenta gasolina em 28,3%

Com o novo aumento de 5,6% no preço médio da gasolina, nesta sexta-feira (5) nas refinarias, teremos o maior valor desde o final de outubro do ano passado.

 

E também desde 19 de março a Petrobras não havia feito nenhum reajuste em suas refinarias.

 

"Com o reajuste a ser aplicado na sexta-feira, a alta da gasolina nas refinarias da Petrobras é de 28,3 por cento no acumulado do ano, segundo dados da estatal".

 

Mas não há reajuste para o preço do diesel. Atualmente ele é vendido a um preço médio de 2,1432 reais por litro, o mesmo valor desde 22 de março.

 

Como os caminhoneiros, principais usuários desse tipo de combustível, já provaram que podem parar o país, há cautela e preocupação por parte do governo Jair Bolsonaro.

 

Visão totalmente diferente com relação aos consumidores de gasolina e álcool.

 

“A Petrobras tem informado que sua política de preços busca a paridade de importação, tendo como referência indicadores internacionais como câmbio e petróleo, em busca de rentabilidade”, diz reportagem da Reuters.

 

Leia aqui.

 

Brasileiros desistem e Mais Médicos definha

Certamente você está lembrado do programa Mais Médicos implantado no Brasil, certo?

Também não esqueceu que o programa tinha muitos médicos cubanos?

E deve recordar que os cubanos deixaram o Brasil no final de 2018 devido às declarações hostis do presidente Jair Bolsonaro?

O País teve mais de oito mil médicos da ilha atendendo a população carente em municípios do interior e em bairros populares das capitais.

Mas a situação atual é que 15% - exatos 1.052 - dos médicos brasileiros que substituíram os cubanos já desistiram de participar, revela reportagem da Folha.

E a tendência é que o número aumente, o que tem deixado preocupados os secretários estaduais e municipais de Saúde.

O motivo das desistências está dentro do previsto: busca por outros locais de trabalho e opção por cursos de especialização e residência médica.

Ou seja, as vagas nas capitais estão em regiões pobres e violentas.

E nos interiores estão em locais de extrema pobreza, péssimas condições de trabalho e de qualidade de vida ruim.

Para encerrar, imaginemos a seguinte ordem dada pelo presidente Jair Bolsonaro sobre o programa Mais Médicos, por telefone, ao ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde:

- Ô ministro... como é mesmo o teu nome? Oquei, oquei, entendi, certo. Ô, temos que resolver isso aí. Pô, não pode ficar sem médico, tá oquei? Tem que agir, né, assim não dá. Resolve isso aí, entendeu? tá oquei? Té mais. Ah, e não esqueça, se perguntarem diga que não houve golpe militar no Brasil e que o nazismo na Alemanha foi um movimento de esquerda, tá oquei?, determina apressadamente, enquanto vai ao banheiro, durante reunião com generais da reserva que ocupam ministérios no seu governo.

 

 

Políticos querem testemunhas em conversa política

Desculpe caro leitor, mas outra vez vou tratar sobre Jair Bolsonaro. É que os sinais são claros e crescentes quanto ao desgaste do presidente em pouco mais de 90 dias no cargo. Importantes empresários, durante um jantar, na semana passada, em São Paulo, têm agora “expectativa desanimada” com o governo.

Viagens excessivas, declarações desnecessárias e falta de articulação na reforma da Previdência demonstram, segundo a avaliação dos empresários, que Bolsonaro não entendeu, até o momento, qual a agenda prioritária para o Brasil.

Até no meio político ele já é visto com desconfiança. Nos encontros que terá com parlamentares nesta quinta-feira (4), deputados e senadores montaram algumas estratégias: Não conversar sozinho com o presidente, ou seja, ter “testemunha” do papo para, segundo um dos convidados, “Sei lá se o presidente vai sair de lá dizendo que pedimos isso e aquilo”.

Outra desconfiança é o quanto é verdadeiro o interesse presidencial de dialogar com congressistas. “Enfileirar seis conversas num dia mostra que não se quer conversar, mas sim posar para fotos”, disse um presidente de legenda ao Estadão (lei aqui).

Como dizem no meio político em Brasília, Bolsonaro não conhece ou não sabe como funciona a velha política, mas o filho dele, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), sabe perfeitamente. É que quando foi deputado estadual o gabinete dele é suspeito de ter se apropriado de parte dos salários de servidores.

Antes de embarcar de Israel para o Brasil, nesta quarta-feira (3), Jair Bolsonaro afirmou que o objetivo é "jogar pesado" na reforma da Previdência e "Se der certo, tem tudo para fazer o Brasil decolar." 

Eu digo: Tá oquei, mas o clima por aqui não tá brincadeira não, tá oquei?

EM TEMPO:

1 - Alguns experientes deputados estaduais alagoanos têm certeza que, no caso do esquema no gabinete de Flávio Bolsonaro, no Rio, ele estava envolvido e ficava mesmo com os recursos.

2 - Essa certeza vem do know how alagoano. Pura expertise, embora nesse caso concreto não seja produto de exportação.

3 - E os partidos que vão conversar com Bolsonaro querem que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (EM (AP), sejam as “testemunhas” da conversa e fiquem sabendo de tudo o que foi acertado no papo. É para evitar, caso ocorra, que depois o presidente use as redes sociais e divulgue o que não ocorreu.

 

 

Construtoras ameaçam demitir trabalhadores

É quase uma por dia. Esse é o diagnóstico do rol de bobagens administrativas e políticas geradas pelo próprio governo federal.

A mais nova é a ameaça de demissão feita pelas construtoras que atuam no Minha Casa, Minha Vida. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção já informou aos gestores.

O motivo é um débito de apenas R$ 450 milhões. No início do ano o governo Jair Bolsonaro havia prometido regularizar a situação. Mas até agora nada foi feito.

A ameaça dos empresários é demitir 50 mil trabalhadores em até dez dias. Por causa do programa o setor - que no auge teve quase 4 milhões de trabalhadores - ainda emprega, segundo a CBIC, 2 milhões.

De bobagem em bobagem desce ladeira o índice de aprovação de um governo apenas no início por causa declarações dadas que precisam de nova interpretação, crise com países árabes, com a China, membros do governo que reinventam a história, aliados de Bolsonaro que detonam militares, crise na Educação, no Fies, com o Congresso enfim, um rosário de posicionamentos irrelevantes.

Enquanto isso, o desemprego continua crescendo e o presidente reclama da forma como órgãos governamentais coletam os dados.

Como diria Bolsoanro, vamos mudar isso aí,"tá oquei"?

 

O fim dos radares nas rodovias

Uma das maiores idiotices ditas e repetidas é que a instalação de radares eletrônicos principalmente nas rodovias nada mais é do que a “indústria da multa”, mesmo com as placas de alerta e toda regulamentação definida pela legislação.

Portanto, só é multado quem guia de forma totalmente desatenta.

Mas tudo indica que os radares estão com os dias contados. No estilo “tá oquei, vamos resolver isso aí”, o presidente Jair Bolsonaro decidiu por conta própria cancelar os pedidos de instalação de 8 mil novos radares em rodovias federais.

A justificativa é que “a grande maioria destes têm o único intuito de retomo financeiro ao estado”. Ameaçou ainda que na renovação de trechos rodoviários irá revisar “todos os contratos de radares verificando a real necessidade de sua existência para que não sobrem dúvidas do enriquecimento de poucos em detrimento da paz do motorista".

Ou seja, sem qualquer conhecimento sobre segurança no transito, sem qualquer análise, dado estatístico (“tá oquei”?), enfim, aquele pensamento médio prevaleceu sobre o que pode ser explicado cientificamente.

De fato, alguns radares e limites de velocidade em determinados trechos parecem fora da realidade. Aparentemente limitam em demasia o desenvolvimento da velocidade. Contudo, isso pode ser explicado pelos responsáveis pelo setor de segurança no trânsito.

Resolver questões que podem ser discutidas por especialistas parece o seguimento de um caminho que nega estatística e segurança no trânsito.

Ou seja, é uma forma de negar a ciência.

E se já há insegurança nas rodovias brasileiras, o liberou geral poderá causar um “banho de sangue” nas estradas do país.

"Tá oquei”?

Bolsonaro exonera servidor que o multou e comete crimes de responsabilidade

José Olímpio Augusto Morelli foi exonerado do cargo de chefia do Centro de Operações Aéreas no Ibama – que ocupava desde maio de 2018, após publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).

O engenheiro agrônomo concursado multou, em janeiro de 2012, o então deputado federal Jair Bolsonaro por pesca irregular numa estação ecológica em angra dos Reis, no litoral do Rio.

Morelli também fotografou o então parlamentar no bote inflável ao lado de varas de pescar e caixas de peixes.  Em entrevista aos meios de comunicação, ele afirmou que é total a ligação entre a sua exoneração e a multa aplicada: “a conexão é total”. “Fui punido por ter feito minha obrigação”.

A multa nunca foi paga e em janeiro deste ano o Ibama no Rio suspendeu a infração. Um parecer da Advocacia-Geral da União de dezembro de 2018 dizia que o então presidente eleito não teve amplo direito de defesa no processo.

Crimes de Responsabilidade

Embora os crimes de responsabilidades (agressão à ordem legal) estejam definidos pela legislação – constituição e lei 1.079, o ponto mais importante é a questão política, a perda de apoio popular e parlamentar.

De acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha, os crimes teriam ocorrido no caso do afastamento do funcionário do Ibama, na questão da Venezuela quando visitou à CIA, na propagação do filme pornô no carnaval e na ordem para “comemorar” nos quartéis o golpe de 64.

Para ele, Bolsonaro “Cometeu crime de responsabilidade quando agrediu o decoro e propagou um filminho pornô. Vá lá. A coisa ganhou um tom até meio apalhaçado como consequência da estupefação geral. Mas ele se mostra insaciável nos seus três meses. A ordem para "comemorar" o golpe militar de 1964 —e o verbo foi empregado pelo porta-voz— e sua visita à CIA, onde, confessadamente, tratou da crise na Venezuela, agridem, respectivamente, os valores contidos nos Artigos 1º e 4º da Constituição”.

“A mesma lei 1.079 que depôs Dilma Rousseff considera, no item 3 do artigo 5º, ser "crime de responsabilidade contra a existência da União cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo da guerra, ou comprometendo-lhe a neutralidade". O artigo 7º aponta como "crimes de responsabilidade contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais" as seguintes práticas: "7 - incitar militares à desobediência à lei ou infração à disciplina" e "8 - provocar animosidade entre as classes armadas ou contra elas, ou delas contra as instituições civis". O mesmo artigo, no item 5, dispõe a respeito da destituição do fiscal do Ibama, ato do ministro Ricardo Salles: é crime de responsabilidade "servir-se das autoridades sob sua subordinação imediata para praticar abuso do poder, ou tolerar que essas autoridades o pratiquem sem repressão sua", avalia o jornalista.

Agora resta aguardar para sabermos para onde irão seguir a satisfação ou insatisfação do grande capital, da população, dos políticos e, inclusive, dos militares.

 

Bolsonaro, barata-voa, “Dilma de calças”!

Não é novidade que inexiste vácuo de poder. E em apenas três meses o presidente Jair Bolsonaro já começa a ser chamado por antipetistas que o apoiaram em 2018 de “Dilma de calças”.

O que ocorre é que ele tem se revelado incompetente politicamente. Portanto, o “mito” tem visto o seu capital político ir pro beleléu. A desilusão é grande entre empresários e políticos que pedem para que o “capitão” tenha foco e governe.

Incapaz, infantil?

Pouco importa. O fato é que ao não governar e ao perder tempo com bobagens sobre temas que deveriam estar superados para um presidente - caso de 1964, se foi ou não ditadura, discussão que deve ficar com os historiadores – mostra-se um governante patético que dá importância a aspectos menores, secundários.

Por isso um poder não fica órfão, vazio. Algumas explicações para a queda na aprovação do governo Bolsonaro é que não há perspectivas no ambiente econômico, os sinais são claros de confusão na governança, erros em série, além do seu estilo polêmico.

A questão hoje é ou reage para não cair ou o governo ficará congelado, no mínimo. Esse mesmo governo também é chamado de criador do clima “barata-voa”, em Brasília. É que a questão de momento já não mais é a reforma da Previdência, mas sim se há governabilidade.

Existe até dúvida se o presidente da República tem apoio para aprovar projetos tolos, tipo criação de datas comemorativas. De fato, o que se observa é uma viagem rumo ao precipício.

E se o Congresso não perceber os sinais de perigo e não ajustar o rumo e o prumo sem se importar com o chefe do Executivo, seguirá junto nessa viagem barata-voa, patética, incapaz, infantil.

Argolo:” Depois da invasão da minha casa, estou com mais garra para militar”

CadaMinuto - Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Adriano Argolo

Alvo de um inquérito que apura possíveis ameaças contra membros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o presidente do órgão, ministro Dias Toffoli, o advogado alagoano, Adriano Argolo, voltou a usar as suas redes sociais para avaliar o caso e negar o seu envolvimento.

Através do Whatsapp Argolo relembrou da presença da PF em sua casa, na última quarta-feira (21), e reafirmou que fez “críticas aos ministros dentro da legalidade, chamar as decisões de absurdas, ilegais e contra a constituição não é crime. Meu perfil é aberto, vc pode ir lá e verificar, talvez tenha cometido alguma injúria, mas crimes como eles estão acusando nesse inquérito, nunca!”.

Para ele, “Os crimes de injúria não podem ser tidos como crimes contra a segurança do STF, contra a segurança nacional, como ameaças aos ministros do STF, usar o aparelho do estado para perseguir por conta de possíveis crimes nessa esfera é um claro sinal do estado de exceção que estamos vivendo”.

Adriano Argolo revelou que o seu depoimento foi adiado para abril: “Delegado me disse que não tinha conhecimento do inquérito e por isso não ia me interrogar. Ele disse que nunca viu isso. Me comentou que a acusação era que eu tinha supostamente(eles usaram essa palavra pela primeira vez)postado ameaças ao Toffoli e ao seu irmão. Expliquei em conversa informal com o delegado que nunca escrevi isso e ele me disse que eu ficasse tranquilo pq se algo estivesse categórico contra mim, ele já tinha recebido os quesitos do meu interrogatório, como não recebeu ainda, ele acha que os caras do STF estão perdidos”.

Se sentindo perseguido também pelo governo Jair Bolsonaro – de quem é profundo crítico nas redes sociais, Argolo afirma que depois da “invasão a minha casa, estou com mais garra ainda, sem um pingo de medo dessa canalha, estou querendo militar mais do que nunca, estou querendo escrever mais do que nunca, estou querendo denunciar esse miliciano mais do que nunca, estou querendo uma mudança no judiciário mais do que nunca”.

“Não tenho medo das acusações inverídicas contra mim, tenho a tranquilidade dos inocentes, apesar, de um inocente que salvou milhões de vidas da fome está preso sem provas em Curitiba. Não ameacei ninguém do STF e não produzo ou dissemino fake news contra o Supremo. Sou inocente!”, disse.

Leia abaixo na íntegra a publicação do advogado Adriano Argolo:

Eles (PF) alegavam que as minhas mensagens no Twitter são ameaçadoras contra membros do STF e ao próprio STF...

Me exibiram um post, datado de 14 de novembro de 2018, que dizia que eu tinha vontade de atirar no ministro Dias Toffoli por trás em plena sessão do STF.... nunca escrevi isso! Nunca ameacei ninguém do STF e muito menos o próprio supremo! O post que o delegado me mostrou nunca escrevi! Faço minhas críticas aos ministros dentro da legalidade, chamar as decisões de absurdas, ilegais e contra a constituição não é crime. Meu perfil é aberto, vc pode ir lá e verificar, talvez tenha cometido alguma injúria, mas crimes como eles estão acusando nesse inquérito, nunca!

 Os crimes de injúria não podem ser tidos como crimes contra a segurança do STF, contra a segurança nacional, como ameaças aos ministros do STF, usar o aparelho do estado para perseguir por conta de possíveis crimes nessa esfera é um claro sinal do estado de exceção que estamos vivendo.

O que ocorreu, provavelmente, é que fizeram uma montagem ou uma conta clonada com minha foto e posts ameaçadores contra ministros do STF e, sem o menor cuidado, sem a menor investigação previa se era mesmo o meu perfil que estava fazendo esses posts, o ministro Alexandre de Moraes determinou a busca e apreensão. Repito, nunca escrevi nenhuma ameaça a qualquer ministro do STF, isso é fácil constatar, basta ir no meu perfil no Twitter, já chamei de canalha, isso foi o máximo que fiz, mas ameaçar, jamais!

Fui depor na PF, mas o depoimento foi adiado para o dia 08/04. Delegado me disse que não tinha conhecimento do inquérito e por isso não ia me interrogar. Ele disse que nunca viu isso. Me comentou que a acusação era que eu tinha supostamente (eles usaram essa palavra pela primeira vez) postado ameaças ao Toffoli e ao seu irmão. Expliquei em conversa informal com o delegado que nunca escrevi isso e ele me disse que eu ficasse tranquilo pq se algo estivesse categórico contra mim, ele já tinha recebido os quesitos do meu interrogatório, como não recebeu ainda, ele acha que os caras do STF estão perdidos.

Como reagi publicamente contra as acusações assacadas contra mim, provavelmente, eles estão analisando a minha conta no Twitter se os posts das ameaças são realmente meus, como jamais escrevi esses posts, estou tranquilo, mas cansado disso tudo. O Brasil já não é aquele país, que mesmo com as nossas desigualdades desumanas, era um país alto astral, hj é um baixo astral terrível. Estou me sentindo como o personagem Josef K, do livro O Processo do magnífico Kafka.

 Lembram quando eu avisei que esse governo nazifascista iria me perseguir? Fiz até uns textos que eu considerei exagerado depois, me senti um pouco paranoico lendo os textos que escrevi, foi na época do segundo turno, mas que nada, aconteceu exatamente o que eu adiantei, porém, sinceramente, não esperava que essa perseguição fosse acontecer tão cedo assim... qual o sentido de ser o primeiro investigado nesse inquérito do STF? Não sou importante, não tenho mandato político, não exerço uma liderança formal em nada, nunca, sequer, me candidatei, eu hein... agora uma coisa é certa, eu, depois da invasão a minha casa, estou com mais garra ainda, sem um pingo de medo dessa canalha, estou querendo militar mais do que nunca, estou querendo escrever mais do que nunca, estou querendo denunciar esse miliciano mais do que nunca, estou querendo uma mudança no judiciário mais do que nunca. A gente só morre no dia! Vamos pra luta política para, apenas, duas coisas: para o que der e vier! Vamos, todavia, companheiros e companheiras! Texto que escrevi e mandei para vários grupos que participo.

Não tenho medo das acusações inverídicas contra mim, tenho a tranquilidade dos inocentes, apesar, de um inocente que salvou milhões de vidas da fome está preso sem provas em Curitiba. Não ameacei ninguém do STF e não produzo ou dissemino fake news contra o Supremo. Sou inocente!

 Estou sendo acusado de ameaçar o ministro Dias Toffoli e seu irmão através de mensagens no Twitter e disseminar fake news contra o STF. Isso é mentira! Não procedem essas acusações, qualquer um pode observar isso facilmente, basta ir na minha antiga conta. Nunca fiz isso!

Desafio a qualquer um no mundo a provar que escrevi ameaças ao ministro Dias Toffoli ou ameacei seu irmão! Nunca produzi e distribui fake news contra o Supremo! Não sabia que o ministro tinha um irmão com síndrome de Down e muito menos escrevi algo sobre ele. Abaixo a ditadura!

Sou o investigado número um do teratológico inquérito aberto pelo STF. Qual o intuito, o objetivo, o sentido disso? Não sou líder formal de nada, não tenho mandato, sou um advogado longe dos grandes centros, pq isso comigo? Todos sabem de onde partiram as ameaças, as fake news ao STF e não fui eu que escrevi essas ameaças e essas fake news.

Vou lutar muito para a verdade prevalecer, aliás, já estou fazendo isso, não estou com medo, não estou me escondendo, vou continuar falando em alto e bom tom que sou inocente das acusações inverídicas contra mim, a luta pode ser até desproporcional, mas tenho o maior dos argumentos, a minha inocência. Quem luta com a razão vence qualquer um!”

 

Aliado diz que governo Bolsonaro é amador

Avaliação é do pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), que vê um “amadorismo ‘jamais visto na história deste País'”.

Faltam “humildade” e “articulação eficiente” ao governo, disse pelo Twitter na manhã desta segunda (25) o aliado do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Feliciano também tem usado com certa continuidade as suas redes sociais para criticar o governo, como fez recentemente.

“Pela 1ª vez vejo a oposição sempre ruidosa, silenciar. Entendo, não precisam, neste momento, usar a sua narrativa costumeira, afinal, a situação está patetando, escorregando, duelando entre si. Executivo x Legislativo. Legislativo x legislativo. Uma Torre de Babel”

É fato que Bolsonaro vem fazendo ruidosas patetices. E isso já é percebido em todos os setores que o apoiaram na última eleição.

No PSL, a bancada, após uma reunião marcada para esta quarta-feira (27), pode ter nova postura na relação com o governo. Parlamentares dizem que defendem o executivo, sofrem desgaste, “mas não recebem nada, sequer prestígio”.

Já no mercado financeiro, por exemplo, o índice da bolsa de valores perdeu 7.000 pontos em apenas três dias por conta da crise entre Bolsonaro e Rodrigo Maia e já há descrença sobre a aprovação da reforma da Previdência e a capacidade de liderança do chefe do Executivo.

“O novo Brasil tem de começar de onde o Brasil estava dando certo, não do zero. Eles parecem que querem começar o Brasil do zero”, reclama o vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (PRB-SP).

É de patetices em petetices e ainda com o presidente, seus filhos e alguns ministros patetando nas redes sociais e em certas decisões que o país continua ladeira abaixo.

O fundo do poço continua sem ser visto, mas os milicianos estão bem visíveis e não são patetas.

 

Bancada de AL pode rejeitar cargos oferecidos pelo governo

O governo das redes sociais, aquele que gera e alimenta as próprias crises quase que diariamente através de declarações do presidente Jair Bolsonaro e dos seus filhos, deverá ser criador de um fato incomum.

Há um movimento inicial na Câmara dos Deputados em que bancadas estaduais ameaçam rejeitar os cargos federais oferecidos pelo ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni, de acordo com texto publicado por Josias de Souza em seu blog (leia aqui).

O entendimento é de que os cargos ofertados em troca de apoio político não são atraentes. Especialmente no momento atual em que o presidente está em queda nas pesquisas e corre o risco de perder o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), após ser criticado por um dos filhos do presidente.

Além da bancada de Alagoas, as do Paraná e do Ceará também pensam em abrir mão dos cargos. Os nomes dos deputados que discutem esse posicionamento ainda estão sendo preservados.

Mas ninguém é o mocinho da história. Bolsonaro está sendo o que sempre foi e quem não o conhecia agora sabe como ele é exatamente. 

Já os deputados federais gostariam de cargos no Dnit e BNB, por exemplo, onde muito pode ser feito em termos de obras e favores. Ou, seja, onde há dinheiro.

E lá vem mais crise política e, por consequência, econômica.

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