Vanessa Alencar

Em live, Lessa, Heloísa e Judson indicam aliança em 2020

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Heloísa Helena, Ronaldo Lessa e Judson Cabral

“De 1992 para 2020 – Ronaldo Lessa e Heloísa Helena – Onde erraram? Onde acertaram?”. Esse foi o tema da live que o ex-governador e a ex-senadora realizaram na tarde desta segunda-feira (27), em seus perfis no Instagram, acompanhados do ex-deputado estadual Judson Cabral (PDT).

Cauteloso, o trio frisou que o encontro foi apenas para uma conversa, não se tratando de “campanha”, mas ficou claro o interesse dos políticos em marcharem juntos no pleito eleitoral deste ano.  

“Espero que ninguém, nem da Rede nem do PDT se sinta ofendido por não ter sido consultado... Não se trata aqui de definição de aliança política, mas de um encontro de pessoas que se respeitam, que já marcharam juntos, divergiram e se sentem na obrigação de estarem aqui”,  frisou a ex-senadora, filiada a Rede.

“O PDT já decidiu que Ronaldo é pré-candidato. A Rede não decidiu ainda se vou ser candidata a vereadora ou estarei em chapa majoritária ou apenas ajudando... Mas estamos sempre à disposição”, completou Heloísa, lembrando que, caso o ex-governador seja realmente candidato a prefeito da capital, poderá fazer muito mais do que tudo que fez quando estiveram à frente da prefeitura.

Judson Cabral reforçou que não estavam “em campanha”, mas em um papo descontraído e responsável. E, conforme anunciado, a conversa girou em torno do período em que Lessa foi prefeito de Maceió, na década de 90, tendo Heloísa como vice-prefeita.

Prefeitura alagoana contrata organizadora para concurso público

Ilustração/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Concurso público

A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria de Administração, divulgou a contratação da Fundação do Vale do Piauí para planejar, organizar, realizar provas e processar resultados em processo seletivo e concurso público para provimento de cargos efetivos no Município.

O extrato do contrato da tomada de preços, com vigência de 180 dias e valor de R$ 120 mil, foi publicado no Diário Oficial dos Municípios desta segunda-feira (27).

A prefeitura ainda não informou detalhes sobre cargos, número de vagas e salários.

 

Campanha para prefeito de Maceió: “Tudo ok”

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

A campanha para prefeito de Maceió já começou “oficialmente”. O termômetro para essa afirmação: a viralização dos bem produzidos vídeos satirizando os pré-candidatos.

O primeiro alvo da tática - tão antiga (e divertida, quando não somos o alvo) quanto às próprias eleições - é o deputado federal JHC (PSB).

Viralizou nas redes sociais desta sexta-feira (24), um vídeo no qual a pré-candidatura do parlamentar é ironizada ao som da música chiclete do momento: “Tudo ok”.

Bem editada e com o ritmo certo “pra pegar”, a peça é coisa de profissional.

Aguardemos as próximas, com mais personagens da disputa.

Que comecem os jogos...  

 

Mudanças na CNH: Cunha tentou na ALE e agora tenta no Senado

Foto: Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Rodrigo Cunha

Um Projeto de Lei de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB) dá ao motorista a opção de informar, na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), se é ou não doador de órgãos.

Pela matéria, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, o tipo sanguíneo e o fator RH do dono da carteira passam a constar obrigatoriamente no documento. Já a informação sobre a doação é opcional.

Conforme reportagem divulgada pela Agência Senado, Cunha defende que a inclusão do tipo sanguíneo pode facilitar o atendimento em casos de acidentes graves.

Sobre o outro ponto, o senador entende que o registro pode ajudar as famílias na hora de decidir acerca da doação de órgãos.

Ainda segundo divulgado pela Agência Senado, se o PL for aprovado na CCJ poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para a análise no Plenário do Senado.

Em 2017, ainda como deputado estadual, Rodrigo apresentou um projeto similar na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Aprovada pela Casa, a matéria foi vetada pelo governador Renan Filho (MDB), sob o argumento de que a criação de um novo modelo de CNH - diferente da adotada em todo o País - invade a competência da União de legislar sobre normas de trânsito e transporte.

Agora, a proposta estaria no lugar correto.

O dia em que a prostituta enganada consolou a repórter...

Imagem ilustrativa/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Domingo de plantão na redação significa basicamente uma coisa: polícia. E entre um e outro relatório de ocorrências, uma ida às principais delegacias. Pois foi num desses dias que a prostituta enganada consolou a repórter plantonista.

No colo de uma mulher sentada na recepção havia uma menina de menos de dois anos, com um machucado grande na testa e os joelhos ralados. A jornalista se aproximou, a criança pegou em seu crachá, olhou para ela e sorriu - alheia aos ferimentos e ao ambiente - ao reconhecer que a da foto e àquela à sua frente eram a mesma pessoa: "Tia", falou apontando para uma e para outra.

A menina, por quem a repórter já estava apaixonada, se distraía com o bloquinho e a caneta enquanto a mulher que estava com ela, uma vizinha, relatava o motivo de estarem ali: a mãe tentou matá-la atropelada... Levava ela para o meio da pista, a criança que mal sabia andar voltava e ela tornava a colocá-la entre os carros. Foi salva por vizinhos.

O relato foi interrompido pelo choro da repórter. Passada a surpresa - jornalistas podem chorar no meio do trabalho?? -, a vizinha, até então contida, chorou também.

A essa altura, na cadeira da frente, uma prostituta que - pelo que a jornalista entendeu - estava ali para denunciar o calote de um cliente taxista (de pé ao seu lado, ele aguardava com evidente desconforto), tentava consolar a repórter.

- Mulher, não fique assim... Entregue nas mãos de Deus... - Disse, tocando levemente sua perna.

A cena chamou a atenção dos policiais que chegavam, das pessoas que aguardavam e, no meio do burburinho, o taxista saiu de fininho, a prostituta deixou a queixa pra lá, a vizinha continuou chorando e a menina... Ah, a menina está até hoje nas orações e no coração da "tia".

 

Instagram: vanessa_alencar

 

Três empresas de ônibus podem ser excluídas do transporte intermunicipal em Alagoas

Ascom ALE/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ronaldo Medeiros, presidente da Arsal

Sob pena de exclusão do sistema, as principais empresas de ônibus que atuam no transporte rodoviário intermunicipal de passageiros (Veleiro, Expresso Metropolitano e Real Alagoas) têm um prazo de dez dias para regularizar uma série de pendências junto à Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal).

O edital de convocação, assinado pelo presidente da Agência, Ronaldo Medeiros, foi publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (21). Conforme o documento, as empresas descumpriram normas e determinações da Arsal, possuem elevado número de multas e dívidas com a autarquia.

As empresas são apontadas ainda pelo descumprimento de questões referentes às condições dos veículos, horários, quantitativos de ônibus, respeito aos usuários e número de carros da frota e por não atenderem as exigências legais quanto ao recadastramento e não apresentação de documentos.

Caso as pendências não sejam sanadas, as três empresas devem ser excluídas do sistema de transporte - no qual estão inseridas de forma precária, já que nunca houve licitação para a categoria convencional - e será realizado um credenciamento emergencial para suprir as linhas atendidas em todo o estado, até a conclusão da licitação para o transporte intermunicipal convencional.

Em conversa com o blog, Ronaldo Medeiros adiantou que várias empresas interessadas neste credenciamento – previsto para ocorrer até o dia 10 de fevereiro - já procuraram a Agência Reguladora em busca de mais informações.

Segundo o presidente da Arsal, a licitação também já está em andamento e a previsão é que o edital licitatório seja divulgado até o meio deste ano.  

Paralisação na PC: “Tem oito estados sem pagar salários”, lembra governador

Polyana Lima/CM Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Governador Renan Filho

Questionado pela repórter Polyana Lima, do CadaMinuto, sobre a paralisação de 72 horas de escrivães e agentes da Polícia Civil, iniciada nesta segunda-feira (20), o governador Renan Filho (MDB) apelou para que todas as categorias e a própria imprensa levem em conta a situação do país ao tratar do assunto.

“Os policiais civis têm todo direito de fazer manifestação e o estado vai seguir dialogando com a categoria, mas no cenário do Brasil, que outros estados nem salários pagam, não dá para discutir toda hora o que todas as categorias esperam que o estado faça”, destacou Renan.

O governador falou com a imprensa nesta tarde, no Palácio República dos Palmares, após a solenidade de assinatura da concessão de incentivos fiscais do Prodesin a 13 empreendimentos.

“Essa é que é a grande verdade: tem oito estados no Brasil nesse momento sem pagar salários... Isso precisa ser dito a imprensa, porque a imprensa precisa, na hora de escrever a matéria, levar isso em consideração para não parecer que estamos vivendo em um estado sem relação com o que ocorre no Brasil”, prosseguiu, lembrando que, no ano passado, o governo negociou e concedeu benefícios à Polícia Civil.

“A gente espera que todos os servidores, de maneira geral, tenham consciência do momento que vive o Brasil”, finalizou.

Caso Pinheiro: Defensorias rebatem informação da OAB/AL sobre atendimento jurídico a moradores

Foto: MPE/AL/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Registro da audiência que discutiu acordo firmado entre entidades e Braskem

A divulgação, por parte da OAB/AL, de supostos critérios para que os moradores dos bairros Pinheiro, Bebedouro, Bom Parto e Mutange, atingidos pelas rachaduras, tenham acesso à assistência jurídica gratuita, foi rebatida pelas Defensorias Públicas do Estado e da União nesta sexta-feira (17).

Segundo a peça divulgada pela OAB, “moradores que recebem até três salários mínimos, ou que se incluam na regra do valor total do imóvel, podem procurar a Defensoria Pública. Já os demais casos serão atendidos pela advocacia privada”.

 

 

Em nota, a DPE e a DPU destacam que a renda familiar mensal ou dos bens, por si só, não impede o acompanhamento das vítimas da tragédia do afundamento dos bairros pela Defensoria Pública, “desde que a parte encontre-se impossibilitada de custear os serviços de um advogado sem o prejuízo da manutenção familiar, devendo ser analisada cada situação, conforme prescrição legal e entendimento jurisprudencial”.

O texto prossegue ressaltando que é pública e notória a situação de vulnerabilidade (que pode ser econômica, organizacional, jurídica, social e legal) de todos os atingidos pela mineração da Braskem, portanto as vítimas podem procurar a Defensoria Pública para terem a situação avaliada individualmente.

Em outro ponto, a nota cita que é atribuição exclusiva do Defensor Público reconhecer o direito à assistência jurídica estatal gratuita, “não se submetendo a instrução de qualquer autoridade pública”.

Recado dado.

Confira a nota na íntegra:

"Tendo em vista a divulgação de um material da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional em Alagoas, (OAB/AL), dando a entender que a Defensoria Pública só atenderá aos moradores que recebem até três salários mínimos ou cujo imóvel seja avaliado em até R$ 150 mil, a Defensoria Pública do Estado de Alagoas e a Defensoria Pública da União vêm a público esclarecer:

1 - É atribuição exclusiva do Defensor Público reconhecer o direito à assistência jurídica estatal gratuita (art. 5º LXXIV c/c art. 134 da Constituição Federal), não se submetendo a instrução de qualquer autoridade pública (STF – Pleno – ADI n. 3.569/PE)

2 - A renda familiar mensal ou dos bens, por si só, não impede o acompanhamento das vítimas da tragédia do afundamento dos bairros pela Defensoria Pública, desde que a parte encontre-se impossibilitada de custear os serviços de um advogado sem o prejuízo da manutenção familiar, devendo ser analisada cada situação, conforme prescrição legal e entendimento jurisprudencial, (art. 3º da Resolução CSDP n. Resolução CSDP nº 06, de 18 de julho de 2012).

3 - Saliente-se que a Defensoria Pública é autora da ação civil pública indenizatória em defesa de todos os cidadãos afetados pela mineração da Braskem, pois a vulnerabilidade que legitima sua atuação não é só a econômica, mas a organizacional, jurídica, social e a legal;

4- É público e notório que a situação de todos os atingidos pela mineração da Braskem estão em situação de vulnerabilidade, mormente os que moram no perímetro do acordo por ser área de grande risco.

5 - Portanto, vale ressaltar, que as vítimas podem procurar a Defensoria Pública para terem a situação avaliada individualmente.

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS         

DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO".

 

 

Fenaj registra mais de 200 ataques a jornalistas em 2019; veja casos de Alagoas

Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Conforme o relatório Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), no ano passado o país registrou 208 ataques a veículos de comunicação e jornalistas, um aumento de 54,07% em relação a 2018.

Ainda de acordo com o levantamento, em Alagoas houve dois casos de violência. Os registros citados no documento ocorreram no dia 30 de janeiro, em Maceió, e no dia 10 de agosto, em Rio Largo.

O primeiro caso envolve o procurador Márcio Guedes, que chamou os jornalistas alagoanos de “vagabundos” em uma postagem nas redes sociais: “Já disse e os vagabundos dos jornalistas alagoanos não querem ouvir. Pinheiro é a Mariana e Brumadinho de AL”, escreveu na ocasião.

O segundo episódio registrado no relatório teve como vítima a jornalista Viviane Chaves, assessora de imprensa da Prefeitura de Rio Largo. A profissional foi constrangida pelo promotor de Justiça Cláudio Malta, durante um evento na cidade sobre a campanha de combate a abuso sexual de menores.

Ao questionar o promotor em relação a parceria entre a prefeitura e o MP na campanha, ele respondeu: “Respeite-me, eu sou uma autoridade. Eu não tenho que estar enaltecendo nenhuma prefeitura; e não permito que você publique qualquer coisa sem a minha devida permissão sobre essa entrevista; peça-me desculpas. Não gostei de sua conduta; respeite-me; pois eu sou autoridade.”

A fala foi reproduzida na íntegra no relatório.

Vale lembrar que os casos são subnotificados, já que nem todos foram denunciados. Não constam do levantamento, por exemplo, todas as violências, principalmente psicológicas, sofridas pelos jornalistas durante e depois da greve da categoria, em junho de 2019.

Outros dados

No Brasil, a maior parte dos jornalistas (28,23%) vítimas de agressões diretas, em 2019, trabalham em televisão. Os profissionais que atuam em jornais ocuparam a segunda posição, com 33 casos, e em terceiro lugar estão os jornalistas que trabalham em portais, sites e blogs (23 registros).

Responsáveis por 144 ocorrências (69,23% do total), os políticos foram os principais autores de ataques a veículos de comunicação e jornalistas. O presidente Jair Bolsonaro, sozinho, atacou a imprensa e jornalistas 121 vezes, sendo responsável pelos 114 casos de tentativa de descredibilização da imprensa e por sete agressões diretas a um profissional.

Confira o relatório completo aqui. 

Após denúncias, MP apura realização de eventos na Praça do Skate

Pei Fon/Secom Maceió/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Praça do Skate

Após denúncias de moradores acerca de eventos públicos e privados realizados na Praça do Skate, na Ponta Verde, sem a devida fiscalização dos órgãos competentes, o Ministério Público o Estado (MP-AL), por meio da Promotoria de Justiça da Capital, instaurou Procedimento Preparatório para apurar o caso.

Conforme a portaria assinada pelo promotor Max Martins, e publicada no Diário Oficial do MP desta quarta-feira (15), as denúncias envolvem ainda a prática de poluição sonora.  

Inicialmente o Procedimento Preparatório visa verificar se os eventos foram autorizados pelo Município e se estão respeitando as normas pertinentes, inclusive, em relação ao volume sonoro.

Comercial (82) 3313.6040 (82) 99812.2189 [email protected]
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