Coluna Labafero

Ao deixar cargo à disposição, diretor da Arsal diz que encontrou “grupos com privilégios”

Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Lailson Gomes

Ao colocar o cargo à disposição, o diretor-presidente da Agência Reguladora do Estado de Alagoas (ARSAL) Lailson Gomes acabou apontando irregularidades verificadas em gestões passadas e que existia um grupo com privilégios, dentro do órgão.

Lailson afirmou, em entrevista ao Programa Comando Geral, da Rádio Novo Nordeste, que a saída do órgão já havia sido pensada e amadurecida desde a posse de Ronaldo Lessa na Secretaria de Agricultura.

 “Nós encontramos vários obstáculos e solucionamos todos e eu faria tudo de novo. Grupos com privilégios, encontramos contratos que tivemos que refazer, encontramos uma cooperativa de fachada, que há 14 anos vinha renovando o contrato sem licitação... E aí mexeu com grupos, mexeu com pessoas”, disse ele na entrevista.

Renan Calheiros considera CPI da Lava Toga “sem sentido”

FolhaPress Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Renan Calheiros

Barrada pela segunda vez na CCJ do Senado, a CPI da Lava Toga foi alvo de críticas também do senador Renan Calheiros (MDB). Para ele, a Comissão poderia criar condições para chantagem aos ministros do STF.

“Não tem absolutamente nenhum sentido nós deixarmos de fazer um agenda para tocarmos em questões focais”, comentou o alagoano, segundo O Antagonista.

Calheiros também defendeu que as relações entre os poderes sejam “independente e harmoniosas”.

Procuradora-geral da República pede ao STF arquivamento de inquéritos contra Renan Calheiros

Foto: Reprodução / Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador Renan Calheiros

Os ministros Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia são os relatores dos pedidos de arquivamento dos inquéritos que investigam o senador Renan Calheiros. Segundo divulgou o G1, os pedidos de arquivamentos foram feitos pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O inquérito sob relatoria de Cármen Lúcia foi aberto para apurar movimentação financeira suspeita de R$ 5,7 milhões envolvendo saques de R$ 1,1 milhão.

O outro caso, relacionado à Lava Jato, está sob relatoria do ministro Fachin e apura o suposto recebimento de propina por Renan, pelo senador Jader Barbalho e por Anibal Gomes, entre 2006 e 2007, em razão de um contrato de empresa argentina que pertence à Petrobras.

Sendo arquivados esses dois inquéritos, Renan ainda seguirá sendo investigado em 12 ações, mesmo já tendo cinco apurações arquivadas desde que começou a lava jato.

Vereador de Santana do Mundaú gera revolta entre mulheres após ofensa em rede social

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Na ânsia de compartilhar um desses vídeos que viraliza nas redes sociais por todo o país, o vereador do município de Santana do Mundaú, Ivan Ferreira, causou revolta entre as seguidoras do seu facebook na noite desta segunda-feira (8). 

 

É que, na publicação registrada, o parlamentar se refere à mulher que aparece nas imagens como (rapa*****). Além do péssimo exemplo e desrepeito, o vereador vai na contra mão dessa época em que o combate à qualquer tipo de violência contra a mulher tem sido debatido pelos mais diversos órgãos competentes e claro, pela própria sociedade. 

 

Agora é aguardar o que o vereador que é bem adepto das redes sociais tem a dizer para a população que representa, afinal, um pedido de desculpas não deverá adiantar muito! 

 

 

Bolsonaro diz a prefeitos alagoanos que dará 13° para Bolsa família

Agência Brasil Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse a prefeitos alagoanos que participam da Marcha dos Municípios, que defende o Bolsa Família, e não só isso, que amanhã irá anunciar uma medida de campanha. O décimo-terceiro salário para quem recebe o Bolsa família.

Queda de Vélez: “demorou para acontecer”, diz Marx Beltrão

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Marx Beltrão

O deputado federal Marx Beltrão, coordenador da bancada federal alagoana, disse que a demissão do ministro da Ricardo Vélez Rodrígues, da Educação, “demorou para acontecer. Já estava na hora. Nada pessoalmente contra o agora ex-ministro Vélez.

Mas o fato é que a crise do MEC estava aguda demais, contaminando muitos setores do governo. Espero que o presidente consiga virar esta página. A educação brasileira precisa avançar. Foram três meses perdidos” afirmou Marx.

Medidas evitam colapso na prefeitura de Maceió, adverte secretário

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Maceió é a terceira capital do país que mais gasta com salários de efetivos, segundo o Tesouro Nacional, inclusive passando do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A Secretaria Municipal de Gestão Pública informa que a folha cresce anualmente 3,5%.

Os projetos de leis encaminhados à Câmara Municipal de Maceió e o decreto de contenção de despesas do prefeito Rui Palmeira têm como objetivo corrigir distorções, readequar o estatuto do servidor que há 19 anos não é revisto, garantir o estancamento do crescimento vegetativo da folha salarial e economizar por ano R$ 22 milhões para investir na otimização dos serviços públicos.

É isso, ou o colapso financeiro da gestão, comprometendo em especial os salários, adverte o secretário municipal de Gestão Pública, Reinaldo Braga. 

Mas nem tudo é só arrocho nessas medidas.

Dos cerca de 4 mil servidores que têm direito à insalubridade, mais de 2 mil terão acréscimo no valor recebido.

Bispo alagoano afirma que Caetano Veloso “desvirtuou” os fatos sobre homilia

Foto: Reprodução/Wikipedia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Caetano Veloso

O Bispo alagoano, Dom José Francisco Falcão de Barros explicou por meio de nota que o cantor Caetano Veloso acabou “desvirtuando” a verdade sobre sua homília feita durante uma missão de ação de graça pelas promoções dos oficiais generais do Exército Brasileiro.

Segundo o site Época, Caetano afirmou que vai interpelar judicialmente o bispo que disse durante a homília da missa para comemorar o golpe de 1964, que gostaria de dar veneno de rato para o “imbecil”, que nos “anos 70, cantou que é proibido proibir”.

O sacerdote afirmou que não desejou oferecer veneno de rato para ser ingerido pelo cantor. “Assim, disse isto: "Se eu pudesse encontrar essa pessoa que redigiu essa letra de música, eu perguntaria: como assim, aceitaria comer veneno de rato ou então mastigar cianureto?". A pergunta é dirigida ao interlocutor como questionamento, não como desejo. De fato, na arte da retórica e da apologética, diante de um aforisma apresentado, o interlocutor faz uma pergunta casuística (hipotética) para mostrar a inconsistência da tese contrária. Ou seja: a tese correta é "E PROIBIDO comer aquilo"; o pensamento contrário, isto é, "E PROIBIDO PROIBIR comer aquilo", é inaceitável”.

Além de rebater, o Dom José Francisco afirmou que é natural as famílias dos militares estarem presentes nas missas na Paróquia Militar.

Confira a nota:

Ao tomar conhecimento pela Imprensa de que o Sr. Caetano Veloso - acerca de uma homilia por mim proferida no dia 31 de março de 2019, no transcurso da celebração eucarística das 19h30, na Paróquia de São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, em Brasília (DF) - pretenderia interpelar-me judicialmente, em nome da justiça e da verdade, antecipo-me ao eventual ato interpelatório para demonstrar os fatos ocorridos, dirigindo-me, antes de tudo, ao Sr. Caetano Veloso; depois, à Imprensa. 
 

PARA CAETANO VELOSO 
 

1) Prezado Caetano Veloso, a referida Missa foi celebrada em ação de graças pelas promoções dos oficiais generais do Exército Brasileiro. Tais promoções ocorrem na referida data desde a década de sessenta do século passado; 
 

2) A Missa de ação de graças a Deus pelos oficiais generais promovidos é uma tradição em todas as capelanias e paróquias militares católicas, dentro e fora do Distrito Federal, desde o século passado; 

3) Sendo dia de domingo numa Paróquia militar, é natural a presença de militares ou familiares de militares na celebração da Eucaristia; 
 

4) Em nenhum momento da homilia fez-se alusão ao nome de qualquer cantor ou compositor, tampouco apareceu a palavra "imbecil"; 
 

5) Na homilia, afirmei: "Na década de 70, alguém fez uma música 'é proibido proibir'...". Referi-me ao refrão cunhado no final da década de 50 e transformado em música nos anos que se seguiram ao "espírito de maio de 1968", em Paris, e que se espalhou em seguida pelo mundo, notadamente na década de 70; 
 

6) A referida homilia comentou exclusivamente as leituras litúrgicas, ao se falar da atitude do filho pródigo de abandonar a casa do Pai, em busca de uma liberdade sem proibição, aludiu-se ao correto significado de "liberdade", que comporta um conjunto de restrições, portanto de proibições; de fato, dos dez mandamentos da Lei de Deus, seis são proibições (Não matar, Não pecar contra a castidade, Não roubar, Não mentir, Não cobiçar a mulher [homem] do próximo, Não cobiçar as coisas alheias). Daí que, na visão cristã, não se pode falar de "liberdade" e, ao mesmo tempo, de "proibição à proibição"; 
 

7) Nesse contexto, vali-me da associação entre a leitura bíblica e o jargão "é proibido proibir", para evidenciar a falácia, no sentido técnico do termo, qual seja a contradição intrínseca da própria ideia, à luz do conceito cristão de "liberdade". Assim, disse isto: "Se eu pudesse encontrar essa pessoa que redigiu essa letra de música, eu perguntaria: como assim, aceitaria comer veneno de rato ou então mastigar cianureto?". A pergunta é dirigida ao interlocutor como questionamento, não como desejo. De fato, na arte da retórica e da apologética, diante de um aforisma apresentado, o interlocutor faz uma pergunta casuística (hipotética) para mostrar a inconsistência da tese contrária. Ou seja: a tese correta é "E PROIBIDO comer aquilo"; o pensamento contrário, isto é, "E PROIBIDO PROIBIR comer aquilo", é inaceitável; 
 

8) Assim consideradas as coisas, lamento a desonestidade que distorceu o que, de fato, eu disse; 
 

9) Por fim, dirijo-me a quem desvirtuou os fatos. Perdoando do fundo do meu coração tal(is) pessoa(s), faço-o utilizando as palavras de uma bela música que V. Sa. compôs para o nosso Deus, o meu Deus, o seu Deus, o Deus de Dona Canô, sua falecida e saudosa mãe, devotíssima do Senhor do Bonfim até ao fim da vida. A música é Anus Dei = Cordeiro de Deus): "Perdoais o nosso erro. A nossa falta de amor. O funeral sem enterro da nossa miséria. Miserere nobis, Senhor! Miserere nobis, Senhor. Miserere nobis, Senhor";

10) Finalmente, caro Caetano Veloso, peço-lhe a caridade de rezar comigo todos os dias por quem não afirma a verdade, suplicando ao meu e seu Deus o que você canta há tanto tempo: Miserere nobis, Senhor! 
 

PARA A IMPRENSA 

Autorizo e rogo a todos os veículos de Imprensa que deem ampla divulgação a esta NOTA, em homenagem ao bom jornalismo. 
 

Brasília, DF, 4 de abril de 2019. 
 

Dom José Francisco Falcão de Barros
 

Bispo Auxiliar do Ordinariado Militar do Brasil

 

Advogado pede que deputado “assuma a postura de representante do povo e não de uma categoria”

Vinícius Firmino-Ascom/ALE Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Cabo Bebeto

Ao se envolver na polêmica sobre a abordagem feita por policiais militares a uma advogada durante o exercício da profissão, o deputado cabo Bebetou acabou recebendo uma nota de repudio da Associação Nacional da Advocacia Criminal (Anacrim).

O presidente da associação pediu que parlamentar “assuma a postura de verdadeiro representante do povo, que o elegeu, e não de uma categoria”.

“O advogado é indispensável na administração da Justiça, possui prerrogativas, de acordo com a Lei 8.906/94, e o senhor [deputado Cabo Bebeto] está sentado na cadeira da Assembleia Legislativa, representante do povo, não sendo, portanto, advogado da Polícia Militar. É, no entanto, advogado e representante da sociedade alagoana”, destaca.

Justiça proíbe ocupação de servidores em prédios municipais

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Câmara Municipal de Maceió (CMM)

O juiz Antônio Emanuel Dória Ferreira deferiu, nesta quinta-feira, 04, ação impetrada pelo município de Maceió proibindo que repartições municipais sejam invadidas por manifestantes.

Segundo o despacho do magistrado, “é preciso registrar que, da mesma forma que os direitos de manifestação e reunião são assegurados pela  Constituição Federal, a vedação ao seu exercício abusivo também o é, sujeitando os responsáveis às penas da lei”.

Para constar, o prédio da Câmara Municipal de Vereadores, em Jaraguá, faz parte desse conjunto de imóveis citados na sentença judicial.

O magistrado impôs ainda que em caso de invasão, os responsáveis devam pagar uma multa diária no valor de R$ 10 mil e se houver repetição o valor será de R$ 50 mil, por dia.

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