Oxi... Isso é Fake!

É falso que vitamina D cure ou previna a Covid-19

  • Redação*
  • 31/07/2020 11:43
  • Oxi... Isso é Fake!

Em um vídeo que circula nos grupos de WhatsApp, um homem mostra a gravação em que uma suposta médica afirma que a causa da Covid-19 é falta de sol. Apesar da repercussão causada, a informação é falsa.

Nas imagens, a pessoa mostra um suposto estudo que correlacionaria os casos do novo coronavírus com os níveis de vitamina D no organismo. “A vitamina D acima de 80 a pessoa nem sequer percebeu que tinha pego o vírus, mas todos os casos que tinham vitamina D abaixo de 17 morreram. O que significa isso? Que nossa verdadeira pandemia mundial é a falta de sol”, diz a mulher no vídeo com informações equivocadas.

Ainda no vídeo, um professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) é citado como suposto autor do estudo, no entanto a única publicação da instituição sobre o tema é um artigo de opinião do docente, que não pode ser considerado um estudo científico.

O Ministério da Saúde considera falsa a informação. “Até o momento, não há nenhum medicamento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus”, informa o órgão.

Em abril, a Associação Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo emitiram uma nota conjunta repudiando recomendações da utilização de altas doses de vitamina D como estratégia de combate ao novo coronavírus.

De acordo com as instituições médicas, não existe nenhum estudo clínico randomizado que demonstre uma relação de causa e efeito entre os níveis de vitamina D no organismo e o novo coronavírus, não havendo qualquer benefício no uso de vitamina D para prevenção ou tratamento da doença.

“Dessa forma, reforçando o compromisso da SBEM e da ABRASSO com a divulgação de informações corretas, relevantes e com respaldo científico, reprovamos de maneira veemente qualquer profissional ou associação que tente se aproveitar deste momento de crise para divulgar notícias ou posicionamentos distorcidos, desprovidos de respaldo científico e com possível impacto deletério para a saúde da população brasileira”, conclui a nota.

Alagoas Sem Fake

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*Com assessoria

É falso que álcool em gel em chave tenha causado incêndio em veículo

  • Redação*
  • 21/07/2020 15:59
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Foto: Agência Alagoas

É falsa uma imagem que está circulando em grupos de WhatsApp de Alagoas com um texto afirmando que um carro teria incendiado após o proprietário dar partida utilizando uma chave que havia sido limpa com álcool em gel.

“Não higienize a chave do carro com álcool gel ou líquido 70%. Muitos acidentes estão ocorrendo por isso. O incêndio que houve em uma garagem, em Belém, foi decorrente de uma chave que foi higienizada com álcool gel, que, ao ser colocada na ignição do veículo gerou uma faísca e incendiou o carro e vários outros estacionados próximo”, diz um trecho da mensagem.

Sem qualquer relação com a cidade de Belém, localizada no Agreste alagoano, o boato se iniciou em Belém, capital do estado do Pará, região Norte do país, onde um incêndio realmente acabou destruindo diversos carros em um estacionamento.

No entanto, militares do Corpo de Bombeiros daquele estado negaram que o uso de álcool gel em veículos tenha sido a causa de qualquer incêndio ocorrido nos últimos meses. Além disso, o síndico do prédio onde o incêndio ocorreu afirma que o condutor do veículo em momento algum fez uso de álcool gel na chave ou em qualquer outra parte do veículo.

De acordo com o supervisor técnico da área automotiva do Senai Alagoas, Ailton Silva, não é possível que um incêndio ocorra a partir da chave de um veículo. “O habitáculo da chave não tem contato elétrico. Existe um computador que está ligado a esse habitáculo por uma haste que faz o contato elétrico, que é fechado quase que hermeticamente. A partida do carro só existe depois do contato fechado. Se o contato já está fechado não existe possibilidade de ignição”, esclarece.

 

*Com Agência Alagoas

Texto dizendo que pessoas assintomáticas não transmitem o coronavírus é falso

  • Redação*
  • 17/07/2020 17:29
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Foto: Agência Alagoas

É falso um texto que circula nos grupos de WhatsApp de Alagoas afirmando que pessoas assintomáticas não transmitem coronavírus. O autor do conteúdo atribui a informação à Organização Mundial de Saúde (OMS) e completa dizendo que 80% da população seria imune ao vírus. As informações são falsas.

“A OMS admitindo que assintomáticos não transmitem e agora descobrimos que 80% da população é imune porque o sistema imunológico consegue reagir ao Covid-19 como se fosse um resfriado comum”, diz um trecho da mensagem.

Ao contrário do que diz a mensagem, pessoas assintomáticas podem transmitir o vírus para outras pessoas, de acordo com a OMS, que defendeu a manutenção das medidas de isolamento. “Descobrir, isolar e testar pessoas com sintomas, rastreando e colocando em quarentena seus contatos, é a maneira mais eficaz de se interromper a transmissão da COVID-19”, disse Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS.

Sobre a imunidade à Covid-19, a OMS também já se manifestou sobre o assunto, ao afirmar que mesmo nas regiões mais afetadas, a proporção da população com anticorpos contra o novo coronavírus não supera o índice de 20%. Em alguns lugares esse índice é menor do que 10%, segundo estudos. "Em outras palavras, a maioria da população do mundo segue em uma situação de suscetibilidade em relação ao vírus. O risco segue elevado e ainda nos resta um longo caminho a percorrer", explicou Tedros.

Sobre 80% da população ser imune ao vírus, informação que no boato é atribuída ao neurocientista Karl Friston, da Universidade College London, no Reino Unido, o próprio pesquisador esclareceu em conversa com o Estadão que o número foi uma “estimativa otimista” e que estudos mais completos já foram publicados posteriormente.

 

*Com Agência Alagoas

Ivermectina não tem evidências de prevenção ou cura para Covid-19, como diz vídeo fake

  • Redação*
  • 10/07/2020 13:22
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Foto: Agência Alagoas

É falso o vídeo que está circulando em diversos grupos de Whatsapp, em Alagoas, no qual um suposto médico recomenda o uso de ivermectina para prevenir e combater o coronavírus, porém, não existem evidências científicas de que o medicamento tenha esses efeitos. Nas imagens, o homem chega a ingerir três comprimidos.

“Acabei de chegar de um plantão noturno tratando o coronavírus. Eu venho tomando ivermectina há mais de 15 dias. Passei em alta escala esse remédio porque tem eficácia e tem cura. Lhe garanto que é uma droga segura que previne, combate e cura essa doença com toda certeza”, diz um trecho do vídeo.

Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) ressaltou que, até o momento, não há solicitações de estudos clínicos com ivermectina para o tratamento de Covid-19, mas que em alguns países do mundo, como Irã, Índia e Egito, estão sendo realizados estudos com a substância para investigar a eficácia do medicamento contra a doença. No entanto, até agora, não há resultados conclusivos.

“É necessário esclarecer que as indicações que constam na bula de um medicamento são aquelas para as quais foram submetidos estudos comprovando a eficácia do produto para o tratamento em questão. De acordo com o texto da bula: “a Ivermectina é indicada para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas”, disse o órgão regulador.

Em nota técnica emitida no dia 2 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo informou que a ação antiviral da ivermectina só mostrou resultados positivos em laboratório com doses tão altas que não podem ser replicadas em humanos. Além disso, o conselho profissional também alerta para os possíveis efeitos adversos do medicamento.

“A ivermectina pode causar reações adversas que devem ser monitoradas, como, por exemplo, problemas oculares (irritação ocular ou palpebral, dor, vermelhidão ou inchaço), também pode causar febre, coceira ou erupção cutânea, dor nas articulações ou nos músculos, glândulas dolorosas e sensíveis no pescoço, axilas ou virilhas”, diz o CRF-SP.

 

*Com Agência Alagoas

 

É falso que hospitais recebem dinheiro a cada morte registrada por Covid-19

  • Redação*
  • 08/07/2020 09:35
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Mais uma onda de notícias falsas tem se espalhado em Alagoas. Dessa vez, um vídeo tem circulado em grupos de WhatsApp onde um homem, não identificado, mostra o atestado de óbito de uma pessoa que teria falecido com suspeita de Covid-19 e diz que o laudo médico teria sido alterado para que o hospital, sem dizer de qual estado, recebesse R$ 18 mil pelo registro da morte como sendo causada pelo novo coronavírus. A informação não procede.

"Ele infartou dormindo, tem um bocado de causa-morte e no final o médico botou suspeita de Covid-19. É mentira isso aqui, o senhor de idade apenas sofreu um infarto. Aí depois eu conversei com o médico na boa, ele me disse que é porque toda vez que sai esse tipo de laudo com esse tipo de morte o hospital ganha R$ 18 mil”, diz o homem, num trecho do vídeo.

Em nota, o Ministério da Saúde confirma que não há repasse de verbas por mortes registradas, desmentindo a informação falsa do vídeo, e afirma ainda que todos os recursos repassados são para ações e serviços públicos de saúde em geral.

"O Ministério da Saúde informa que não repassa verba para registro de morte. Esta verba é usada por secretarias estaduais e municipais de saúde para custeio dos serviços, aquisição de insumos básicos para o funcionamento dos postos de saúde e de hospitais, por exemplo, além de proporcionar equipamentos e recursos humanos a estados e municípios”, explicou o órgão.

A resposta do órgão é respaldada pela publicação do Diário Oficial da União, de 07 de fevereiro de 2020, que estabelece as diretrizes para a gestão das medidas de enfrentamento ao coronavírus neste período.

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) esclareceu que parte dos recursos que chegam ao Estado é destinada às testagens de pacientes, a ações para combater a propagação do novo coronavírus e ao tratamento das pessoas já diagnosticadas. Nenhum recurso é decorrente das mortes registradas pela doença.

Ainda de acordo com a Sesau, qualquer cidadão pode conferir a origem dos recursos recebidos e onde estão sendo aplicados, por meio de uma página exclusiva dentro do Portal da Transparência.

“As informações podem ser acessadas por todos os cidadãos alagoanos. Para facilitar a navegação do usuário, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) implantou uma melhoria no site: todos os investimentos referentes à Covid-19 foram agrupados em uma página exclusiva, que pode ser acessada por meio do menu do Portal da Transparência”, disse a secretaria em nota.

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*Com assessoria

É falso que hospitais estejam registrando vítimas de acidentes como Covid-19

  • Redação*
  • 06/07/2020 14:36
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São falsos os vídeos e mensagens que circulam em grupos de WhatsApp de Alagoas afirmando que pessoas falecidas em decorrência de acidentes ou outras doenças estariam sendo registradas, na certidão de óbito, como casos suspeitos de Covid-19, acarretando em problemas aos familiares para a realização dos funerais. Pacientes que deram entrada nos hospitais por outros motivos podem vir a apresentar sintomas do coronavírus durante o tratamento. Nesses casos, serão seguidos todos os protocolos para casos suspeitos de infecção.

“Minha irmã teve um acidente, teve um traumatismo craniano e outras coisas a mais. Só que saindo do HGE eles colocaram como suspeita do Coronavírus. Sem poder abrir o caixão porque eles não permitem. [...] Eu tenho convicção e a família tem convicção de que ela não estava com coronavírus coisa nenhuma”, diz homem em vídeo gravado em cemitério não identificado.

Em nota, a gerência do Hospital Geral do Estado (HGE) informa que segue as recomendações do Ministério da Saúde para o manejo de corpos no contexto do novo coronavírus. E lembra que, além disso, enterros e velórios devem respeitar o disposto nos decretos municipais que disciplinam novas regras para as cerimônias, seja de casos relacionados à doença ou não.

“Para casos suspeitos ou confirmados para Covid-19, o reconhecimento do corpo passou a ser limitado a um único familiar ou responsável legal. É necessário manter a distância de dois metros entre o corpo e o visitante. Aproximações são autorizadas mediante uso de máscara cirúrgica, luvas e aventais de proteção”, informa o hospital.

No caso de pacientes que entraram na unidade hospitalar por conta de acidentes ou de outras doenças e acabaram vindo a óbito, será verificado se antes do falecimento apresentaram algum sintoma de Covid-19. Em caso positivo, o manejo do obituado seguirá os protocolos para suspeita de coronavírus.

De acordo com o decreto nº 8.908, da Prefeitura de Maceió, casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus deverão seguir as seguintes regras para velórios e enterros:

  • Duração máxima de 01 (uma) hora por velório e enterro, com o caixão fechado.
  • Limite de 10 (dez) pessoas por velório e enterro.
  • Proibição do procedimento de tanatopraxia (preparação para velórios).
  • Os outros casos de óbitos na capital também devem seguir certos protocolos:
  • Duração máxima de 03 (três) horas por velório e enterro.
  • Limite de 20 (vinte) pessoas por velório e enterro.
  • Evitar tocar na pessoa velada.

Ainda de acordo com o decreto municipal, em ambos os casos os idosos com mais de 60 anos, doentes crônicos e as pessoas suspeitas de terem contraído coronavírus não devem comparecer a velórios e enterros.

 

*Com Agência Alagoas

 

Mensagem sobre uso de aspirina para cura do novo coronavírus é falsa

  • Redação*
  • 28/06/2020 11:38
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É falsa a mensagem que circula nos grupos de WhatsApp de Alagoas afirmando que o novo coronavírus não seria um vírus, mas sim uma bactéria. O conteúdo compartilhado ainda diz que a Covid-19 poderia ser curada com o uso de aspirina. As informações são falsas.

“Somente um país do mundo vai denunciar a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Itália. Eles sabem que não é um vírus, mas uma bactéria. Com a simples aspirina se cura esse mal que matou tanta gente. Curado com remédio em casa, nada de hospital”, diz um trecho do áudio.

Em uma página especial, criada pelo Ministério da Saúde da Itália para esclarecer questões relacionadas ao assunto, o órgão deixa claro que o novo coronavírus é um vírus, batizado de SARS-CoV-2, termo escolhido pela OMS.

As autoridades italianas também destacam que existem vários tipos de coronavírus, capazes de infectar humanos e animais, mas o SARS-Cov-2 foi uma descoberta recente. “Um novo coronavírus é uma nova cepa de coronavírus que nunca foi identificada anteriormente em seres humanos. Em particular, o chamado SARS-CoV-2 (anteriormente 2019-nCoV), nunca foi identificado antes de ser relatado em Wuhan, China, em dezembro de 2019”, diz o Ministério da Saúde da Itália.

Sobre o uso de aspirina, o médico infectologista Renê Oliveira é contundente ao falar que não há qualquer relação ou evidência científica de que o medicamento cure ou trate pessoas com o novo coronavírus.

“Não tem qualquer relação. Neste caso, a aspirina pode até agravar. Fazer o uso sem recomendação médica pode, inclusive, levar o paciente a um estado complicado de saúde. Por exemplo, nos casos de dengue, o uso desse medicamento pode levar o paciente a ter uma hemorragia”, explicou o especialista.

Em 19 de abril, a OMS publicou um resumo científico que atesta que não há evidências científicas que comprovem a eficácia dos medicamentos anti-inflamatórios, como é o caso da aspirina.

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*Com assessoria

Fake News: é falso que homem tenha sido enterrado vivo ao ser declarado morto pela Covid-19 em AL

  • Redação*
  • 25/06/2020 07:48
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A informação de quem homem foi declarado morto e enterrado vivo, que circula em grupos de Whatsapp de Alagoas, é falsa. De acordo com o Governo do Estado, a gravação foi feita em janeiro de 2019, em um cemitério da cidade de Tarauacá, no interior do Acre, na região Norte do Brasil e não tem qualquer relação com a pandemia do coronavírus, decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apenas em 11 de março deste ano.

A mensagem bastante propagada vem através de um vídeo onde aparece um homem sendo retirado de um túmulo por policiais militares. O material é acompanhado por um áudio gravado por uma pessoa não identificada que diz que o homem teria sido enterrado vivo após ser diagnosticado erroneamente com o novo coronavírus. A informação é falsa.

“O camarada com problema de coração foi enterrado vivo. O médico diagnosticou que ele estava com Covid e disse que o homem tinha morrido, mas só tinha desmaiado. E agora o coveiro ia passando na hora e viu um som na catacumba. Então chamaram a polícia. A vergonha dos médicos brasileiros”, diz um trecho do áudio.

De acordo com informações de um dos maiores sites de notícias do Acre, o homem teria ficado preso no túmulo após ingressar no espaço na tentativa de se despedir do pai, que havia falecido dias antes na cidade.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890.

*Com informações da Assessoria. 

É falso que homem tenha sido enterrado vivo ao ser declarado morto pela Covid-19 em AL

  • Redação*
  • 23/06/2020 17:02
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Foto: Ilustração / Internet

Trata-se de mais uma fake news o vídeo onde aparece um homem sendo retirado de um túmulo por policiais militares. Através de um áudio gravado, de autoria não identificada, uma pessoa diz que o homem teria sido enterrado vivo após ser diagnosticado por engano com o novo coronavírus. A informação é falsa.

“O camarada com problema de coração foi enterrado vivo. O médico diagnosticou que ele estava com Covid e disse que o homem tinha morrido, mas só tinha desmaiado. E agora o coveiro ia passando na hora e viu um som na catacumba. Então chamaram a polícia. A vergonha dos médicos brasileiros”, diz um trecho do áudio.

Na realidade, a gravação foi feita em janeiro de 2019, em um cemitério da cidade de Tarauacá, no interior do Acre, na região Norte do Brasil e não tem qualquer relação com a pandemia do coronavírus, decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apenas em 11 de março deste ano.

De acordo com informações de um dos maiores sites de notícias do Acre, o homem teria ficado preso no túmulo após ingressar no espaço na tentativa de se despedir do pai, que havia falecido dias antes na cidade.

 

*Com Agência Alagoas

É falsa afirmação sobre o ‘coronavírus’ ser causado ‘por avanço da Covid-19’

  • Redação*
  • 17/06/2020 17:26
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Foto: Agência Alagoas

Um áudio com informações falsas está circulando em grupos de Whatsapp sobre o desenvolvimento da Covid-19, que aconteceria de forma progressiva até se transformar em "coronavírus". No áudio, uma mulher diz ter testado positivo para a doença e afirma que ela pode avançar do que seria o estágio 19 até o 35. Todas as informações contidas nesta mensagem são falsas.

“(...) Vai aumentando até virar ‘coronavírus’, que é onde já não tem mais jeito. Por isso eles me liberaram de lá o mais rápido possível, pra mim não ser contaminada com o ‘coronavírus’. (...) É desse jeito: vem o Covid e conforme o Covid, vai virando ‘coronavírus’. Ele vai aumentando os graus. Vai do 19... Acho que até o 30, ou é 35, e já vai para o ‘coronavírus’”, diz parte do áudio.

Segundo a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), existem sete tipos de coronavírus já identificados em todo o mundo, que geralmente são responsáveis por causar resfriados comuns, mas nenhum deles se desenvolve em escala progressiva como sugere o áudio.

“Ao todo, sete coronavírus humanos (HCoVs) já foram identificados: HCoV-229E, HCoV-OC43, HCoV-NL63, HCoV-HKU1, SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), MERS-COV (que causa síndrome respiratória do Oriente Médio) e o mais recente, o novo coronavírus”, explicou a OPAS.

Para diferenciar dos outros tipo de coronavírus já existentes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu ao novo coronavírus uma nomenclatura temporária, Sars-CoV-2, que significa síndrome respiratória aguda grave – coronavírus 2. O nome Covid-19, atribuído à doença causada pelo Sars-CoV-2, foi oficializado pela OMS em fevereiro deste ano, e vem de Corona Virus Disease (Doença do Coronavírus), enquanto que “19” se refere ao ano do surgimento dos primeiros casos, em dezembro do ano passado, em Wuhan, região da China.

A infectologista Mardjane Lemos ressalta que, além de não existir a evolução da Covid-19 até o estágio 35, como sugere a mensagem, apesar de os nomes serem diferentes (coronavírus para o vírus e Covid-19 para a doença) o vírus é o mesmo. “O que vai determinar a evolução ou não para outras fases complicadas é a própria reação do organismo e/ou a presença de fatores de risco - como quem tem doenças crônicas e principalmente os que não se cuidam ou não estão bem controlados - que podem evoluir para as fases mais complicadas. Mas o vírus é o mesmo”, explicou.

 

*Com Agência Alagoas

Cuidado: e-mail solicitando recadastramento do auxílio é golpe

  • IG
  • 16/06/2020 16:05
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No Brasil, a crise do novo coronavírus (SArs-Cov-2) fez com que  muitas pessoas perdessem o emprego por conta do fechamento de comércios. Para tentar minimizar isso, foi criado o  auxílio emergencial , em que a pessoa deve se enquadrar em uma série de regras para ter direito ao recebimento de uma quantia.

No entanto, criminosos estão se aproveitando do período para  aplicar golpes e roubar um dinheiro que pode fazer muita falta para várias pessoas. O truque mais recente chega em forma de e-mail. Os mais desavisados podem cair facilmente no golpe justamente por parecer algo oficial.

A mensagem informa que o aplicativo da  Caixa  mudou e necessita de um recadastramento do número de celular. O e-mail ainda informa que tudo pode ser feito por SMS, sem sair de casa. Para convencer o usuário a realizar a suposta operação, ameaças são feitas informando que, se o procedimento não for realizado, o acesso ao internet banking e ao aplicativo serão perdidos.

Essa é uma estratégia bastante conhecida na internet. O bandido não sabe se você tem uma conta naquele banco. Porém, como essas mensagens são disparadas para milhares de pessoas simultâneas e usando empresas famosas, é bem provável que muitos indivíduos caiam no golpe justamente por parecer algo legítimo.

No caso de recebimento de mensagens do tipo, a recomendação é de nunca clicar nesses links. Dificilmente bancos enviam e-mails para atualização cadastral. De qualquer forma, se ainda houver dúvida, o melhor a se fazer é contatar a instituição para verificar se há alguma pendência cadastral.

Auxílio emergencial

Com o passar dos anos, os golpes pela internet são reformulados para se adequar ao momento. Normalmente, os criminosos chegam às vítimas por e-mail, como é o caso recente. No entanto, o WhatsApp  , sites falsos e até aplicativos bastante semelhantes aos originais foram adotados.

Por conta disso, no caso do  auxílio emergencial , sempre se certifique de utilizar os canais oficiais. Para consulta pela internet, há o aplicativo Caixa Tem ( Android  e iOS ) e o  site do Dataprev . As consultas também podem ser feitas por telefone, por meio da central 111.

Governo desmente informação de que Hospital de Campanha em Maceió esteja fechado

  • Redação*
  • 14/06/2020 11:00
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A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) desmentiu mais uma informação falsa que circula em grupos de whatsApp em Alagoas. O áudio com a voz de um homem não identificado, questiona o funcionamento do Hospital de Campanha Dr. Celso Tavares, instalado no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió. Segundo ele, a unidade hospitalar estaria fechada, mas a informação é falsa.

"Como faz que 15 dias estão com os leitos todos ocupados e você vê uma estrutura que fizeram aqui, se não tem ninguém aqui? Então como estão todos os leitos ocupados?", menciona o homem no áudio. O conteúdo está sendo compartilhado junto da mensagem "Pra que fazer e deixar fechado?" e uma imagem da fachada do Centro Cultural e de Exposições de Maceió.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclareceu que a unidade hospitalar, inaugurada no dia 22 de maio, permanece em pleno funcionamento. E reforça ainda que os 150 leitos clínicos disponíveis no hospital asseguram a assistência intermediária entre a ofertada por uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e um hospital convencional e recebem apenas pacientes encaminhados pela Central Estadual de Regulação.

“Até a última sexta-feira (12), estavam internados 34 pacientes no Hospital de Campanha do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió, e 11 foram transferidos para hospitais convencionais de alta complexidade, após serem estabilizados e triados pela Central de Regulação de Leitos da Rede SUS”, informa também a nota.

No total, já foram atendidos 79 pacientes na unidade. Destes usuários, 32 se recuperaram, receberam alta e não necessitaram de assistência médica convencional de alta complexidade.

Ainda segundo a Sesau, o Hospital de Campanha atende pessoas que não estão com comprometimento grave do padrão respiratório e não precisam de intubação, mas em uma eventual necessidade, a unidade conta com dois respiradores, para que o paciente seja estabilizado e encaminhado para um hospital convencional.

*Com informações da Assessoria 

É fake: Governo não entregou caixas de álcool com "areia" para hospital de Arapiraca

  • Redação*
  • 11/06/2020 08:33
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É falso o vídeo que está circulando nas redes onde aparecem frascos de álcool em gel sendo entregues em caixas que supostamente continham “areia”. As imagens, disseminadas como se tivessem sido registradas no Hospital Regional de Arapiraca, na verdade foram feitas no Rio Grande do Norte. E a “areia”, mencionada na gravação, se trata de um material para absorver o líquido em caso de rompimento da embalagem durante o transporte.

"Nós estamos abrindo agora o material que nós recebemos na Regional e olha a situação. Os álcoois são dois vidros de meio litro e cheio de areia dentro das caixas. Eu não tô entendendo isso", diz o vídeo que traz na legenda: “Hospital Regional de Arapiraca (AL). Compra realizada pelo Governo do Estado”. A publicação com informações falsas já contava com mais de 4 mil compartilhamentos e 113 mil curtidas até a noite desta quarta-feira (10).

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) informou que não entregou ao Hospital Regional de Arapiraca garrafas de álcool em caixas com areia. "A Sesau faz questão de destacar, ainda, que o álcool que aparece em um vídeo que vem sendo compartilhado na rede social Facebook também não foi adquirido pelo Governo de Alagoas", menciona a nota.

A Sesau reforçou que todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), materiais e equipamentos hospitalares que são encaminhados pelo órgão às unidades de saúde podem ser conferidos no Portal de Transparência do Governo.

No Rio Grande do Norte, a secretária Estadual de Saúde Pública esclareceu, também por meio de nota, que o insumo foi enviado ao Estado pelo Ministério da Saúde e que, por se tratar de material inflamável, alguns fornecedores optam por colocar em caixas contendo um material absorvente, para evitar o vazamento de álcool em um eventual rompimento da embalagem. Desta forma, o material absorvente mostrado no vídeo não é areia.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas.

*Com assessoria

É falso que Estado fraude atestado e receba verba por óbito registrado como Covid-19

  • Agência Alagoas
  • 10/06/2020 13:54
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Agência Alagoas

Circula nas redes sociais um vídeo que mostra uma mulher narrando uma suposta situação de fraude no atestado de óbito - ocorrido em um hospital - sem dizer de qual estado ou cidade do Brasil se trata. Mas não há evidências que o caso tenha ocorrido em Alagoas.

No vídeo, a mulher, que não foi identificada, diz também que a família da vítima estaria enfrentando dificuldades para entrar no cemitério, uma vez que o motivo da morte dele teria sido "trocado" para Covid-19. A mulher alega, ainda, que a suposta mudança da causa da morte seria para garantir mais verba para o Estado.

“O cidadão morreu num acidente de moto e simplesmente o HGE botou no laudo Covid. Não está podendo entrar ninguém no cemitério. Agora isso porque querem verba. Não pode morrer ninguém que eles falam que é coronavírus”, diz um trecho do vídeo.

Mesmo não sendo possível atestar que o vídeo foi gravado em território alagoano, sobre o limite de pessoas nas cerimônias fúnebres, o decreto 8.853, da Prefeitura de Maceió, disciplina que mortes por coronavírus, confirmadas ou suspeitas, devem ter a duração máxima de uma hora para o velório e enterro, com o caixão fechado e limite de dez pessoas. Já no caso de óbitos que não sejam decorrentes do vírus, a duração máxima é de três horas com a presença de no máximo 20 pessoas, tanto no velório quanto no enterro.

Além disso, o Ministério da Saúde informou que não há custeio por mortes registradas. "O Ministério da Saúde informa que não repassa verba para registro de morte. Esta verba é usada por secretarias estaduais e municipais de saúde para custeio dos serviços, aquisição de insumos básicos para o funcionamento dos postos de saúde e de hospitais, por exemplo, além de proporcionar equipamentos e recursos humanos a estados e municípios”, explicou o órgão.

Já a Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) explicou que parte dos recursos que chegam ao Estado é destinada à testagem de pacientes, às ações para combater a propagação do novo coronavírus e ao tratamento das pessoas já diagnosticadas. Nenhum recurso é decorrente das mortes registradas pela doença.

Ainda de acordo com a Sesau, qualquer cidadão pode conferir a origem dos recursos recebidos e onde estão sendo aplicados, por meio de uma página exclusiva dentro do Portal da Transparência.

Ao contrário do que diz vídeo, Registro Civil aponta mortes a mais em abril de 2020

  • Agência Alagoas
  • 08/06/2020 21:04
  • Oxi... Isso é Fake!

Circula nas redes sociais um vídeo que compara a quantidade de óbitos registrados em abril de 2019 e de 2018 com as mortes no mesmo período deste ano. No vídeo, o narrador sugere que, mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o país teria tido menos óbitos em 2020. O vídeo induz o espectador ao erro: os números utilizados foram mal apresentados e não representam os dados oficiais atualmente contidos no site do Registro Civil, nem os óbitos por Covid-19 registrados pelas secretarias estaduais.

Segundo as imagens, compartilhadas em grupos de Whatsapp em Alagoas, o Brasil teria registrado 99 mil óbitos em abril de 2019, enquanto em abril deste ano teria registrado 93 mil. A gravação utiliza como fonte das informações o Portal da Transparência do Registro Civil, que coleta dados de óbitos a partir de registros fornecidos pelos cartórios de todo o país.

No entanto, esses números não estão corretos, pois a análise desconsidera diversos fatores, como as causas das mortes ou o tempo que os óbitos levam para serem registrados nos sistemas dos cartórios. No momento desta publicação, o Portal do Registro Civil informa que em abril de 2019 houve 101.742 óbitos em geral e 92.583 mortes por causas naturais, enquanto o mesmo período de 2020 registra 107.968 mortes em geral e 100.770 falecimentos por causas naturais no Brasil.

De acordo com a assessoria da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) - entidade responsável pelo portal - o registro dos óbitos obedecem a prazos legais que podem durar até 14 dias no total. “A família tem até 24h após o falecimento para registrar o óbito em Cartório que, por sua vez, tem até cinco dias para efetuar o registro de óbito, e depois até oito dias para enviar o ato feito à Central Nacional de Informações do Registro Civil, que atualiza esta plataforma”, explica.

A assessoria também esclarece que os dados dos registros gerais de óbitos, utilizados no vídeo, incluem mortes por motivos violentos, como homicídios ou acidentes de trânsito. O mais indicado para analisar falecimentos por Covid-19 é utilizar o Painel Covid Registral, que engloba apenas as mortes por causas naturais.

 

Painel tem atraso na atualização

Se oficialmente os dados podem levar até 14 dias para serem atualizados no sistema do Registro Civil, para o engenheiro da computação e criador do Projeto 7c0, Lucas Lago, que analisou os dados do portal, os registros podem levar meses e até anos para serem inseridos na plataforma.

“Vemos que houve, no mês de maio, a adição de 600 registros de óbito para o mês de janeiro no Brasil. Ou seja, registros que foram atualizados com pelo menos 3 meses de atraso. Os dados de abril, por exemplo, ainda não foram consolidados. Qualquer análise partindo dos dados do Portal de Transparência do Registro Civil devem ser feitas considerando que existe um atraso nesses registros de pelo menos 90 dias”, informa Lago.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890. Clique aqui para enviar agora.

No entanto, esses números não estão corretos, pois a análise desconsidera diversos fatores, como as causas das mortes ou o tempo que os óbitos levam para serem registrados nos sistemas dos cartórios. No momento desta publicação, o Portal do Registro Civil informa que em abril de 2019 houve 101.742 óbitos em geral e 92.583 mortes por causas naturais, enquanto o mesmo período de 2020 registra 107.968 mortes em geral e 100.770 falecimentos por causas naturais no Brasil.

De acordo com a assessoria da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) - entidade responsável pelo portal - o registro dos óbitos obedecem a prazos legais que podem durar até 14 dias no total. “A família tem até 24h após o falecimento para registrar o óbito em Cartório que, por sua vez, tem até cinco dias para efetuar o registro de óbito, e depois até oito dias para enviar o ato feito à Central Nacional de Informações do Registro Civil, que atualiza esta plataforma”, explica.

A assessoria também esclarece que os dados dos registros gerais de óbitos, utilizados no vídeo, incluem mortes por motivos violentos, como homicídios ou acidentes de trânsito. O mais indicado para analisar falecimentos por Covid-19 é utilizar o Painel Covid Registral, que engloba apenas as mortes por causas naturais.

 

É falso vídeo narrando que Hospital de Campanha do Jaraguá não possui respiradores

  • Redação*
  • 04/06/2020 16:01
  • Oxi... Isso é Fake!

Mais uma fake news está circulando nas redes sociais. Dessa vez, em um vídeo, produzido por um ex-candidato ao Senado por Alagoas, é narrado que o Hospital de Campanha Dr. Celso Tavares, instalado no Centro de Convenções em Maceió, não teria respiradores pulmonares para atender à população. Com a mensagem, o autor dá a entender que a unidade tem condições de atendimento e omite a real função do hospital.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o Hospital de Campanha de Maceió é uma unidade de cuidados intermediários, composta principalmente por leitos clínicos (de enfermaria), mas que dispõe de quatro respiradores localizados em salas de estabilização. Esses espaços são usados para estabilizar pacientes que apresentam uma piora no quadro clínico, antes de serem transferidos para um hospital convencional.

“Caso haja necessidade, o usuário é encaminhado imediatamente para este local reservado, onde é entubado e transferido para um dos hospitais que compõem a rede do Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse a Sesau, em nota.

Erroneamente, o narrador do vídeo diz que "Infelizmente não tem uma UTI, não tem um respirador" e continua induzindo o público ao erro ao dizer que "não está aberto ao público, só para encaminhamento. Mais uma enganação do Governo do Estado. (...) Não existe condições de atendimento”.

Na realidade, nenhum hospital - seja de campanha ou convencional - está aberto diretamente ao público. Eles funcionam de "portas fechadas", recebendo pacientes já encaminhados pelas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), que são as "portas de entrada" das pessoas com suspeita ou confirmação de Covid-19 no sistema de saúde público.

“Nenhum paciente pode vir de forma espontânea, sem que passe por uma das UPAs e haja a indicação clínica e o encaminhamento. Temos o perfil de prestarmos uma assistência médica intermediária e, caso haja uma piora no quadro clínico do paciente, fazemos a regulação e o encaminhamos para um leito hospitalar”, explicou a diretora do Hospital de Campanha Dr. Celso Tavares, Marcelle Perdigão.

O próprio Ministério da Saúde esclarece que os hospitais de campanha são montados para atender pacientes com sintomas respiratórios de baixa e média complexidade, e que por isso a orientação é de que as UTIs sejam instaladas em hospitais convencionais.

Ainda de acordo com o Ministério, a intenção dos Hospitais de Campanha é oferecer cuidados suficientes para que a situação do paciente não se agrave. “A estratégia busca evitar o agravamento do paciente e ser resolutivo na sua recuperação sem a necessidade de internação em uma UTI”, afirma o órgão.

 

*Com Agência Alagoas

É falso que suco de inhame com água de coco e maçã cure o coronavírus

  • Agência Alagoas
  • 03/06/2020 13:34
  • Oxi... Isso é Fake!
Foto: Agência Alagoas
É falso que suco de inhame com água de coco e maçã cure o coronavírus

Circula em grupos de WhatsApp um áudio, gravado por um homem, dizendo que suco de inhame com água de coco e maçã seria a cura para pessoas infectadas com o novo coronavírus. A receita caseira, de acordo com o áudio, estaria sendo administrada para recuperar pacientes com Covid-19 no Mato Grosso. Apesar de os alimentos serem saudáveis, não há qualquer comprovação científica de que possam curar ou prevenir o vírus.

“Estou passando aí para vocês uma cura para o coronavírus. (...) Esse remédio deixa a imunização da pessoa no topo, não pega nenhum tipo de doença, inclusive gripe, essas coisas… Esse vírus da Corona, de certeza, não pega porque lá nesse município [do Mato Grosso] onde tem esse médico, estão fazendo tratamento só com isso aí”, diz trecho do áudio.

De acordo com a nutricionista Joelma Marinho, os alimentos citados nessa receita caseira são ricos em fibras e antioxidantes, por isso ajudam a fortalecer o sistema imunológico, mas não há qualquer comprovação de que sejam capazes de prevenir ou curar a Covid-19.

“Sabemos que o coronavírus é um vírus que como qualquer outro, se aproveita de um sistema imunológico abalado. Então se você faz uso de frutas, verduras, raízes, isso ajuda a fortalecer o sistema imunológico, mas curar não. Temos vários locais de referência no país estudando, mas até agora posso dizer que não há comprovação. É fake news”, disse a especialista.

Para a médica Rosa Rita, que trabalha no Hospital Escola Dr. Helvio Auto, referência para doenças infectocontagiosas no estado, talvez os pacientes que ingeriram a receita caseira tenham, coincidentemente, apresentado a forma mais leve da doença, o que pode ter dado uma falsa sensação de cura.

“As pessoas que tomaram esse suco e se dizem curadas da Covid, simplesmente estavam dentro daqueles 85% previstos para terem a doença na sua forma mais branda, mais leve, sem nenhuma outra complicação, por isso que se consideraram curadas, mas, com certeza, não foi por conta do suco”, explicou.

A editoria Alagoas Sem Fake já desmentiu outra fórmula caseira de água morna, vinagre e sal que foi compartilhada como eficaz contra o novo coronavírus, o que não procede. Também não há comprovação científica de que alimentos como alho, limão, tangerina, abacate, entre outros, possam curar a Covid-19.

É falsa mensagem sobre o novo coronavírus ser uma bactéria

  • Agência Alagoas
  • 03/06/2020 13:32
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Foto: Agência Alagoas
É falsa mensagem sobre o novo coronavírus ser uma bactéria

Circula nos grupos de WhatsApp de Alagoas uma mensagem afirmando que o novo coronavírus não seria um vírus, mas sim uma bactéria, e que a Covid-19 é uma espécie de trombose que pode ser curada com o uso de antibióticos, anti-inflamatórios e anticoagulantes. O texto também diz que o uso de ventiladores mecânicos e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nunca foi necessário. Todas as informações, atribuídas ao Ministério da Saúde italiano, são falsas.

“Os médicos italianos desobedecem à lei mundial da saúde da OMS, para não realizar autópsias em pessoas que morreram de coronavírus, descobrindo que NÃO é um VÍRUS, mas sim uma BACTÉRIA, que causa a morte. (...) A Itália derrota o chamado Covid-19, que nada mais é do que "coagulação intravascular disseminada" (trombose). E a maneira de combatê-lo, ou seja, sua cura, é com os 'antibióticos, anti-inflamatórios e anticoagulantes'. (...) De acordo com patologistas italianos 'os ventiladores e a unidade de terapia intensiva nunca foram necessários'”, diz parte do texto.

Em uma página especial, criada pelo Ministério da Saúde da Itália para esclarecer questões relacionadas ao assunto, o órgão deixa claro que o novo coronavírus é um vírus, o SARS-CoV-2, que quer dizer Coronavírus 2 da Síndrome Respiratória Aguda.

As autoridades italianas também destacam que existem vários tipos de coronavírus, capazes de infectar humanos e animais, mas o SARS-Cov-2 foi uma descoberta recente. “Um novo coronavírus é uma nova cepa de coronavírus que nunca foi identificada anteriormente em seres humanos. Em particular, o chamado SARS-CoV-2 (anteriormente 2019-nCoV), nunca foi identificado antes de ser relatado em Wuhan, China, em dezembro de 2019”, diz o Ministério da Saúde da Itália.

O órgão italiano também deixa claro que Covid-19 é o nome dado para a doença respiratória causada pelo vírus. Quanto ao tratamento e à necessidade de ventilação mecânica e UTIs, o médico intensivista pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Diogo Brandão, diz que o acesso precoce a esses recursos pode significar a diferença entre a vida e a morte do paciente.

“Não há evidência nenhuma de medicação. Então, o que é que salva? Terapia intensiva. Se você conseguir ventilar um pulmão inflamado, conseguir fazer as medições e mandar oxigênio pra ele, é isso que salva o paciente. A única evidência que a gente tem agora, a única que funcione, é uma terapia intensiva bem feita”, afirma o médico.

Imagens com datas para reabertura do comércio não são de Alagoas

  • Agência Alagoas
  • 01/06/2020 13:07
  • Oxi... Isso é Fake!
Foto: Agência
Imagens com datas para reabertura do comércio não são de Alagoas

Circulam em diversos grupos de WhatsApp algumas fotos, tiradas de matérias televisivas, com datas para a reabertura do comércio. As fotos têm circulado como se se tratassem de medidas que seriam adotadas por Alagoas. Apesar de serem reais, as imagens se referem a planos de reabertura do comércio na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, e no estado do Ceará. Em Alagoas vigora o Decreto 69.935, que disciplina as atividades que podem funcionar ou que estão suspensas em todo o estado até10 de junho.

A primeira foto, de Ribeirão Preto, traz o plano de retomada e mostra que até o dia 31 de maio devem abrir apenas os serviços considerados essenciais. A partir de 1º de junho, voltam a funcionar salões de beleza, oficinas de costura e lojas de tecido. Já em 15 de junho, comércios até 800m² e shoppings. Lá, as aulas voltam em 29 de junho.

Em 13 de junho, segundo a reportagem, voltam a funcionar clubes, cinemas, shows, parques, bares, restaurantes, academias, festas públicas e particulares. A imagem ainda traz uma legenda que diz “Graças a Deus já temos data pra a trabalhar”, dando a entender que as datas se referem aos serviços alagoanos. A foto foi tirada de uma reportagem da EPTV, afiliada da Globo da cidade paulista Ribeirão Preto, que mostra ainda que um Comitê Técnico de Contingenciamento vai analisar o comportamento dos casos graves da doença após a retomada dos serviços.

Ceará

A série de quatro fotos feitas de uma matéria televisiva, com datas para a reabertura do comércio, circulam nas redes sociais como se fossem de Alagoas. Mas, na verdade, o conteúdo se refere a um plano de retomada da economia elaborado pelo Governo do Ceará. Nas imagens, o plano de retomada está dividido em quatro fases, começando no dia 8 de junho e terminando a partir do dia 20 do mesmo mês, com o retorno das aulas presenciais, academias, clubes, espetáculos, cinemas e com a retomada do transporte interestadual.

As imagens são de uma reportagem exibida no Jornal CE TV 2ª edição, da TV Verdes Mares, afiliada da Rede Globo na cidade de Fortaleza, no Ceará.

É falsa a informação de que chá de erva-doce e fígado de boi previnem contra Covid-19

  • Redação
  • 30/05/2020 10:50
  • Oxi... Isso é Fake!
Ilustração/Internet
Fake News

Mais uma mensagem típica de uma Fake News tem se espalhado nas redes sociais, onde afirma que beber chá de erva-doce duas vezes ao dia e comer fígado de boi são formas de se prevenir da Covid-19. A informação é falsa.

A mensagem que busca em uma tentativa frustrada trazer informações técnicas diz que “o chá de erva-doce tem a mesma substância que o medicamento Tamiflu, usado para tratar a gripe H1N1". "Aconselha-se tomar o chá como se fosse café, após as refeições, de 12 em 12 horas, pois ele mata o vírus influenza.”

Além disso, a mensagem destaca que comer fígado de boi e também tomar vitamina C e sucos de acerola e laranja, são alternativas de combater a doença. Entretanto, não há qualquer comprovação científica ou médica de que este consumo seja eficaz contra o novo vírus.

Essa mesma mensagem circulou nas redes sociais no meio do ano passado, quando se dá um período mais frio, proporcionando desta forma a propagação do vírus da gripe e no perídio que é quando se dá tradicionalmente a abertura da campanha de vacinação no país.

Os especialistas destacam também que apesar de haver o uso de algumas medicações no combate ao Covid-19, adotado de maneira emergencial, tendo em vista que é preciso salvar vidas, não há nenhum medicamento que haja comprovação de que ele é eficaz de maneira segura no combate a doença.

É falso que Prefeitura de Maceió pague R$ 90/dia por grade de contenção da orla

  • Redação*
  • 28/05/2020 13:45
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Imagem: Reprodução / Agência Alagoas

É falso o vídeo falando que a prefeitura de Maceió teria gasto por dia R$ 90 com o aluguel de cada grade de contenção instalada na orla. O vídeo fake foi publicado no Instagram e compartilhado em grupos de WhatsApp em Alagoas.

“É mais um absurdo que a população de Maceió é obrigada a arcar. O preço da diária de cada grade de contenção dessa, feito pela Prefeitura é no valor de R$ 90 a diária. O preço no mercado de uma grade dessa é em torno de R$ 130. Quantas grades tem na extensão da praia aqui no litoral de Maceió?”, fala o homem que gravou o vídeo.

De acordo com informações da Agência Alagoas, consultaram a ata de prestação de serviço da Prefeitura para saber o valor pago por cada equipamento. De acordo com o documento, o valor pago por unidade é de R$ 1,93 e não R$ 90 como sugerido pelo autor do vídeo.

O valor de R$90 é relativo à instalação de 100 metros de disciplinadores (grades). Mas como cada grade contratada tem 2,15 metros de largura, o município consegue instalar 46,5 grades, ao custo de R$ 1,93 cada uma. Sobre a informação falsa, a Prefeitura de Maceió esclareceu em publicação feita no site oficial do órgão. O prefeito de Maceió, Rui Palmeira, também se pronunciou nas redes sociais.

O isolamento da orla de Maceió faz parte de uma ação da Prefeitura para ampliar as ações de distanciamento social, cumprindo também as determinações do decreto publicado no Diário Oficial do Estado, no dia 5 deste mês, que restringe o acesso de pessoas a praias, calçadões, praças e alamedas.

 

*Com informações da assessoria

É fake vídeo falando que há falta de medicamentos em unidades de saúde de Maceió

  • Redação*
  • 28/05/2020 13:31
  • Oxi... Isso é Fake!
Imagem: Reprodução / Agência Alagoas

É falso o vídeo que está circulando nos grupos de WhatsApp no qual um ex-candidato ao cargo de senador por Alagoas fala que medicamentos contra a Covid-19 não estão sendo fornecidos pelas unidades básicas de saúde de Maceió.

“Enquanto o rico vai pras farmácias e compra sua medicação, compra o remédio contra o Covid, o pobre sai daqui [aponta para o Centro de Triagem] com uma receita, sem a medicação. É um absurdo o que está acontecendo nas unidades de saúde pública de Maceió. As pessoas estão saindo com a receita na mão e infelizmente sem a medicação”, diz em parte do vídeo.

Segundo informações da Agência Alagoas, tanto a Prefeitura, quando a Secretaria de Saúde de Alagoas (Sesau) disseram que a informação não procede. A Sesau esclareceu ainda que, após o atendimento nas Centrais de Triagem, a depender dos sintomas apresentados, uma receita médica é prescrita e o paciente orientado a cumprir isolamento domiciliar. Esse medicamento pode ser retirado na farmácia da própria unidade ou adquirido por conta própria do paciente.

“Durante o atendimento médico, quando há a constatação de que o paciente foi detectado com a Covid-19, o médico responsável pela consulta assina um Termo de Declaração de Isolamento (TDI) indicando ao paciente 14 dias de isolamento e receituário, com todos os procedimentos de medicação”, explicou a Sesau.

Vale ressaltar que nenhum medicamento pode ser retirado das farmácias dos Centros de Triagem, ou em unidades de saúde, sem que seja apresentada uma receita prescrita pelo médico que atendeu o paciente naquela unidade. No caso dos pacientes com indicação para o uso de Hidroxicloroquina, tanto o médico quanto o paciente precisam assinar um Termo de Responsabilidade Médica contendo informações sobre os efeitos colaterais desse medicamento.

“Com o paciente ciente e sobre as reações da Hidroxicocloroquina, o Termo de Responsabilidade Médica (TRM) é assinado tanto pelo médico quanto pelo paciente. O medicamento é disponibilizado ao paciente nas farmácias das Centrais de Triagens com a apresentação da receita”, afirmou.

 

*Com informações da assessoria

É falsa mensagem sobre liberação de "auxílio gás" para famílias afetadas pela pandemia

  • Redação*
  • 26/05/2020 18:58
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A mensagem dizendo que o Ministério da Cidadania abriu inscrições para o Programa Auxílio Gás que circula pelas redes sociais é falsa. De acordo com o texto, o benefício pode chegar até R$ 210 reais e as inscrições devem ser feitas através de um link. A informação é inverídica,  segundo o próprio Ministério, que é responsável pelas políticas de assistência social.

“Já estão abertas em todo Brasil as inscrições para o Programa Auxílio Gás. Você pode ter direito ao benefício de R$70 à R$210! Acesse o site oficial”, diz parte da mensagem. Ao clicar no site sugerido, o cidadão é encaminhado para uma página que pede algumas informações iniciais, para depois ser feita a solicitação do benefício. Embora a logomarca do Governo Federal apareça na parte superior, a página não é oficial, podendo se tratar de um golpe para obter informações dos usuários.

O próprio Ministério da Cidadania já havia alertado para essa fake news em uma das suas redes sociais. Além de a mensagem ser falsa, o órgão também esclareceu que esse benefício não existe. “O benefício não existe. Não clique em links duvidosos e certifique-se de checar informações em nossos canais oficiais”, alertou o Ministério.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890.

*Com assessoria

HGE não está transferindo pacientes com Covid-19 para Arapiraca por superlotação

  • Redação*
  • 25/05/2020 18:14
  • Oxi... Isso é Fake!
Imagem: Reprodução / Agência Alagoas

Está circulando em grupos de WhatsApp um áudio com informações falsas, falando que o Hospital Geral do Estado (HGE) estaria superlotado de pacientes com Covid-19 e que, por isso, outros pacientes estariam sendo transferidos para Arapiraca, na região do Agreste. No áudio, também atribuem o aceleramento das obras em unidades de referência à fiscalização de órgão federais.

“Cada vez que você atinge 200 mortes, o dinheiro que vem é bem, bem superior ao que já tinha vindo. (...) Só que ele [Renan Filho] tá vendo que a coisa não é bem assim, porque a Polícia Federal, a PGE, lá o [Augusto] Aras, ele tá tomando providências e processando os governadores, obrigando eles a prestarem contas. (...) Então ele já conseguiu [o dinheiro] e o que é que vai fazer, ele tá desesperado correndo e construindo”, diz parte do áudio.

Segundo informações da Agência Alagoas, o Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) já negaram o repasse e recebimento de recursos por mortes registradas. Em nota, a Sesau disse que as obras voltadas para o atendimento de pacientes com coronavírus são prioritárias. “As obras estão em andamento e consideradas prioritárias porque são novos equipamentos de saúde pública para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 e fortalecimento da rede hospitalar estadual”, explicou.

O mesmo áudio também fala sobre superlotação no HGE, o que estaria causando a transferência de pacientes para Arapiraca, na região do Agreste. Um trecho diz: “O HGE é um hospital de emergência, não pode ter paciente de Covid lá e teve e tem, e tem enfermarias topadas de Covid porque ele não tem pra onde mandar. (...) Outra coisa, eu conversando com meu amigo, que ele é subsecretário lá de Arapiraca, o Aérton… O Aérton disse ‘(...)Renan tá mandando paciente com Covid de Maceió pra Arapiraca’”.

Aérton Lessa, que é subsecretário de saúde em Arapiraca, se manifestou sobre o assunto numa rede social. “Informo que nunca tive esse tipo de conversa, nem com a pessoa que fez o áudio, nem com nenhuma outra pessoa, nem pessoalmente nem pelas redes. Além de me citar indevidamente, me usa para fazer uma crítica que não fiz. Por isso informo que é FAKE NEWS”, afirmou.

Sobre a situação do HGE, a Sesau disse que o hospital tem recebido pacientes com sintomas semelhante ao do novo coronavírus, o que tem aumentado a demanda, mas esclareceu que depois da confirmação da doença, eles são transferidos para unidades de referência, como UPAs, o Hospital da Mulher, Hospital Metropolitano, Hospital de Campanha e demais hospitais filantrópicos que têm contrato com o Governo de Alagoas.

 

*Com Agência Alagoas