Oxi... Isso é Fake!

É falsa a informação de que chá de boldo combate a Covid-19 em três horas

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Circula nas redes sociais uma mensagem que afirma que o chá de boldo combate a Covid-19, de maneira milagrosa, em três horas. É Fake!

Não há qualquer estudo científico que sustente essa tese. Alguns medicamentos, ministrados de forma pontual e experimental em ambiente hospitalar em pacientes internados, têm tido resultados promissores contra o coronavírus, mas o chá de boldo não é um deles.

Chás podem dar alívio em quadros leves de doença, como acontece em outras infecções respiratórias, mas não têm efeito terapêutico nem preventivo.

*Com informações de G1

É falsa a informação de que governo de Alagoas tenha confiscado estoque de hidroxicloroquina

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A Secretaria de Estado da Comunicação (Secom) afirmou ser falso um áudio que circula nas redes sociais, em Alagoas, onde um homem acusa o Governo do Estado de confiscar o estoque hidroxicloroquina e azitromicina das farmácias e diz que, por essa razão, o medicamento não estaria sendo encontrado pelos pacientes.

 

A secretaria esclareceu que a escassez desse medicamento é um problema nacional e que o Governo dispõe de dois tipos dele: a hidroxicloroquina, que tem sido comprada pelo Estado – mas não de distribuidores locais, e sim, de distribuidores nacionais – e a cloroquina, que é de uso hospitalar e está em falta no mercado.

 

No áudio, o homem diz que o sobrinho, de 25 anos, teria sido atendido pela equipe médica da Santa Casa de Misericórdia de Maceió e que os funcionários da unidade hospitalar teriam recomendado à família procurar o Ministério Público para poder ter acesso ao medicamento, que foi receitado para o tratamento do paciente. “Eu tenho um sobrinho de 25 anos e ele estava com alguns sintomas da Covid-19. Ele tem plano de saúde, procurou atendimento, foi feito alguns procedimentos e constataram que existe um início de lesão no pulmão. Ele saiu da Santa Casa e receitaram hidroxicloroquina e azitromicina”, diz um trecho do áudio.

Na sonora o homem continua: “Ao sair de lá, a própria equipe médica recomendou que fôssemos ao Ministério Público para poder ter o remédio. Em algumas farmácias, onde tem gente que não tem medo, dizem o seguinte: governador confiscou todos os remédios, os remédios não chegam nem na farmácia, pegam na distribuidora”.

 

A Secom esclareceu ainda que a cloroquina é fornecida exclusivamente pelo Ministério da Saúde, que enviou uma pequena quantidade para Alagoas. Por isso, o Governo do Estado está tentando comprar diretamente o medicamento, mas enfrenta a escassez no mercado. O Governo também tem pressionado o Ministério para que ele encaminhe mais medicamentos para os hospitais alagoanos.

 

Em nota, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL), explicou que a reposição do medicamento Reuquinol (hidroxicloroquina) tem acontecido de forma mais lenta nas farmácias comerciais alagoanas. De acordo com o Conselho, o desabastecimento se iniciou a partir da informação de que este medicamento poderia combater a Covid-19, gerando a compra indiscriminada do produto pela população – o que em nada tem relação com a informação de que o Estado de Alagoas estaria confiscando tal medicamento.

 

Ainda segundo o CRF-AL, por se tratar de um remédio cuja procura era pequena antes da pandemia – só era usado no tratamento de doenças como artrite reumatoide e lúpus –, o estoque nas farmácias seguia o mesmo ritmo. "Ainda em fase de estudos, os medicamentos passaram a ser testados em pacientes com Covid-19 que já estavam internados nos hospitais, sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde priorizaram o fornecimento para o serviço público que, por sua vez, direcionariam para os hospitais e centrais de abastecimento farmacêutico", diz um trecho da nota.

O Conselho orienta, por fim, que a utilização deste medicamento deve seguir todos os protocolos de saúde, que até o momento têm sido direcionados para os pacientes em estado mais grave da doença. Para a população, lavar as mãos, utilizar álcool gel e respeitar o isolamento social é a forma mais correta de prevenção.

 

Sobre o áudio, também por meio de nota, a Santa Casa de Misericórdia de Maceió ressaltou que todos os médicos ligados à instituição seguem protocolos do hospital e que as orientações aos pacientes devem se restringir ao melhor tratamento para o caso apresentado, sem recomendações de como ou onde adquirir os medicamentos prescritos. Ainda segundo a assessoria, o hospital não autoriza ninguém a falar em nome da instituição que não seja por ordem expressa do seu provedor, Humberto Gomes de Melo.

 

Alagoas Sem Fake

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É falso que idosos não podem frequentar supermercados de Maceió

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Tem circulado nas redes sociais, em Alagoas, uma imagem com texto que diz que os supermercados da capital alagoana estariam proibindo, baseados em um decreto municipal, a entrada de idosos nos estabelecimentos comerciais. Trata-se de uma informação falsa.

“Gente, vocês viram que pessoas do grupo de risco não podem mais fazer [compras em] supermercado?”, diz a mensagem compartilhada em grupos de WhatsApp.

De acordo com a Prefeitura de Maceió, o Decreto nº 8.877, de 7 de maio, que prorrogou as medidas dos decretos anteriores e adotou ajustes ainda mais restritivos para o enfrentamento à Covid-19, não impede o acesso de idosos a supermercados, hipermercados, mercados, padarias, açougues, peixarias, lojas de suplementos, lojas de alimentos funcionais e estabelecimentos congêneres. 

Em nota enviada via assessoria de comunicação, a gestão municipal esclarece que a normativa limita apenas a entrada nestes locais a uma pessoa por núcleo familiar, que esteja, preferencialmente, fora do grupo de risco. 

"Só será permitida a entrada de acompanhante quando se tratar de pessoa com dificuldades motoras ou absoluta impossibilidade da presença desacompanhada", disse, em nota, a Prefeitura de Maceió. 

É falso print de conversa com governador em aplicativo de mensagem

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A conversa entre um cidadão e governador Renan Filho, divulgada em grupos de WhatsApp  é falsa. O conteúdo chegou, inclusive, a ser postado em uma página local de humor. Mas a imagem não passa de uma manipulação. Essa conversa nunca aconteceu.

A Secretaria de Estado de Comunicação explica que a conversa é falsa e que não ocorreu. E reforça ainda, que apesar do tom de brincadeira da mensagem, é importante não propagar qualquer tipo de conteúdo que possa levar desinformação para as redes sociais, sobretudo, em meio a pandemia da Covid-19 que o estado e o mundo inteiro passam.

“A Secretaria de Estado da Comunicação reforça a importância de não disseminar nem produzir conteúdo falso, principalmente, num período tão complexo como o atual, em que o mundo vive uma pandemia e a necessidade de informação de credibilidade é fundamental para o bem-estar da população. Mesmo numa brincadeira ou piada, é necessário cuidado para que o conteúdo não seja interpretado como verdade”.

Com formato idêntico, a mesma imagem também sido reproduzida e compartilhada nas redes, nos últimos dias, com outros nomes, como o do presidente da República Jair Bolsonaro e do governador do Pará, Helder Barbalho.

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*Com assessoria

É falso que Hospital Universitário de Maceió tenha forjado laudo de idoso falecido

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Circula em grupos de WhatsApp, em Alagoas, um áudio onde um homem comenta um suposto esquema de troca de laudos em certidões de óbitos, que estaria ocorrendo em um hospital universitário, sem dizer de qual estado. O Hospital Universitário Doutor Alberto Antunes, de Maceió, informa que a informação é falsa.

No conteúdo compartilhado, o homem, que ainda não foi identificado, explica que o seu pai teria falecido de causas naturais e que o laudo do óbito da vítima teria sido forjado pela equipe da unidade hospitalar. "Ele morreu em casa de velhice. Eu quero que vocês espalhem isso aí porque eu estava na universidade para fazer o ‘corpo de delito’, mas não estão fazendo. Passei por três assistentes sociais e só liberaram o corpo porque assinei o laudo da morte como se fosse Covid-19. Estão fazendo terror com todo mundo. Eu vi três caixões saindo de lá, tudo como se fosse coronavírus", diz um trecho do áudio.

O reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Josealdo Tonholo, esclarece que o suposto fato relatado no áudio não aconteceu no HU de Maceió. "Definitivamente não foi no Hospital Universitário. Primeiro, porque não fazemos esse tipo de exame, o corpo de delito. Segundo, porque na unidade não há Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), isso é feito apenas pelo Estado", explicou Tonholo.

Ainda de acordo com o reitor, o HU só recebe pacientes já diagnosticados e confirmados com a Covid-19. "Nunca houve caso de três caixões saindo do HU-Ufal, nem por ocasião da Covid. O Hospital é de retaguarda e só recebe pacientes confirmados, enviados via órgão regulador. Essa notícia é falsa", ressaltou.

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Ao contrário do que diz áudio, não existem remédios comprovados contra a Covid-19

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São falsas as informações que estão no áudio que ter circulado em diversos grupos de WhatsApp onde um homem, intitulando-se médico, defende que o isolamento social deveria ser encerrado e que a população deveria parar de usar máscaras e se deixar infectar pelo vírus para que a epidemia acabasse. No áudio, o homem ainda afirma que existiriam medicamentos com eficácia comprovada contra a Covid-19. As informações são falsas.

Segundo a secretaria de Comunicação, um trecho do áudio com informações falsas diz: “Uma epidemia viral só acaba quando mais de 95% da população estiver imunizada. Então, só há duas maneiras disso acontecer: vacinação em massa ou o que chamamos de imunização comunitária, ou seja, todos devem ser expostos ao vírus e assim criar anticorpos (...) O problema é que todo mundo que sentir algum sintoma deveria utilizar alguns medicamentos que já têm eficácia comprovada logo no início da doença.  Hidroxicloroquina, corticóide, antirretrovirais, anticoagulantes, azitromicina deveriam ser distribuídos nos postos de saúde”.

Ao contrário do que informa o áudio, de acordo com uma nota científica da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o presente momento não existem evidências de que pessoas que já tiveram a Covid-19 e se recuperaram estejam imunes a uma segunda infecção pelo novo coronavírus.

“A maioria dos estudos mostra que as pessoas que se recuperaram da infecção têm anticorpos para o vírus. No entanto, algumas dessas pessoas possuem níveis muito baixos de anticorpos neutralizantes no sangue, sugerindo que a imunidade celular também pode ser crítica para a recuperação. Até 24 de abril de 2020, nenhum estudo avaliou se a presença de anticorpos para SARS-CoV-2 confere imunidade a infecções subsequentes por esse vírus em humanos”, afirma a OMS.

Quanto aos medicamentos que têm sido divulgados como eficientes contra a Covid-19, a Sociedade Brasileira de Virologia esclarece, em nota, que até o momento não existe nenhum medicamento com eficácia cientificamente comprovada no combate à doença.  “O sulfato de hidroxicloroquina pode induzir efeitos colaterais, e informações cientificamente reconhecidas são limitadas no que diz respeito a sua segurança se administrado de forma ampla para qualquer indivíduo, independentemente de sua condição clínica”, diz a entidade.

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*Com assessoria

 

É falso que ligações do 136 são golpe; esse é o Disque Saúde do Governo Federal

Imagem: Agência Alagoas Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Mais uma fake news circula em grupos de Whatsapp em Alagoas. Dessa vez, trata-se de uma mensagem expondo três números telefônicos que estariam sendo usados para aplicar golpes na população, aproveitando-se da pandemia do novo coronavírus.

 

Essas mensagens são falsas. É através do Disque Saúde 136, ou 00136, que o Ministério da Saúde realiza um monitoramento à distância em relação a situação da saúde da população. Essas ligações vem sendo feitas desde o início de abril.

 

A proposta, segundo o Ministério, é promover a busca ativa para identificar antecipadamente pessoas vulneráveis, com sinais e sintomas de infecção por Covid-19, através do disparo de ligações com atendimento automatizado para encontrar possíveis casos.

 

Em tom de alerta, o texto das redes sociais explica que as pessoas não devem atender às ligações dos números 136, 0136 ou 00136 para não ser enganadas. "Não atendam ligação de celular do número 136 ou 0136 ou 00136. É golpe. Ligaram para um amigo ontem. Se alguém ligar de qualquer número dizendo que está fazendo uma pesquisa sobre o coronavírus ou o Covid, desligue o telefone. Isso também é golpe", diz a mensagem.

O Ministério da Saúde esclarece, por meio de publicação nas suas redes sociais, que durante a ligação não são solicitados dados pessoais, doações ou  transferência de dinheiro. O Ministério explica, ainda, que não envia links ou códigos duvidosos por mensagem de celular. 

No canal do Ministério em uma plataforma de áudios, é possível escutar a simulação da ligação. Confira aqui.

 

*Com informações da Agência Alagoas

É falsa a lista com supostas datas de retorno das atividades comerciais em Alagoas

Imagem: Agência Alagoas Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

É falsa a lista de medidas que supostamente seriam adotadas pelo Governo de Alagoas para reabertura gradual das atividades comerciais no estado a partir do dia 14 de maio. A informação fake vem circulado em grupos de Whatsapp.

 

Segundo a assessoria da Agência Alagoas, o texto extenso traz um planejamento com datas entre maio e agosto para o retorno do funcionamento de escolas, floriculturas, lojas de esportes, universidades, restaurantes e bares, entre outras atividades. A lista, na verdade, integra um plano de reabertura da economia anunciado pelo Governo do Amazonas e não de Alagoas, como diz o texto.

 

"Governo Estadual apresenta o plano de retorno das atividades a partir do dia 11 de maio. O plano é dividido em ciclos: 1° ciclo: Início dia 14 de Maio. Lojas de artigos esportivos e afins; Lojas de artigos para casa; Lojas de vestuário, acessórios, calçados e afins; Lojas de móveis e colchões; Joalherias e relojoarias", diz trecho da mensagem. 

Por meio deste link é possível ter acesso à informação completa, divulgada pelo Governo do Amazonas no dia 30 de abril. O Governo do Amazonas informou haver ressalvas para a execução do plano de reabertura gradual das atividades econômicas naquele estado: só haverá a flexibilização caso os números de infectados diminuam e o número de leitos aumente.

Em Alagoas, ainda não há informações sobre a reabertura do comércio. No momento, está em  vigor o decreto mais recente (69.722) que proíbe o acesso a praias, calçadões à beira-mar, orlas de rio, lagoas e praças em todo o estado e restringe a circulação de pessoas nesses locais para a prática de qualquer tipo de atividade, além de manter as restrições para a abertura de estabelecimentos comerciais. O decreto, que tem vigência até o dia 20 de maio, também tornou obrigatório o uso de máscaras de proteção, trouxe normas para o transporte público e determinou mais rigor na fiscalização do cumprimento das medidas.

 

*Com Agência Alagoas

É falso que Secretaria de Saúde de Maceió rastreia movimentação de usuários

Foto: Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true É fake news

Circula em grupos de WhatsApp um áudio, junto com uma mensagem de texto, que supostamente teria sido enviada pela Secretaria de Saúde de Maceió, com uma "advertência de locomoção indevida". De acordo com a mensagem, a secretaria estaria rastreando quem descumpre o decreto municipal e estadual, que determinam o isolamento social. A informação é falsa, segundo a Secretaria de Saúde.

“Hoje eu fui dar uma caminhada de 6 quilômetros aqui na Ponta Verde, pelas ruas, pelas calçadas. [...] Acabei de receber uma mensagem da Secretaria Municipal de Saúde dizendo que eu fui identificado em uma movimentação anormal e que aquilo ali está me alertando e da próxima vez eu serei autuado. Estamos totalmente filmados”, relata o homem que gravou o áudio.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Maceió disse que não realiza esse tipo de fiscalização e que não envia mensagens de textos aos usuários para falar sobre possíveis infrações aos decretos em vigor.

A mensagem de texto, que acompanha o áudio, diz ainda que o rastreamento foi feito com acesso ao IOS e WhatsApp, e que se flagrado novamente desobedecendo as medidas em vigência, o indivíduo será conduzido para a delegacia, onde será autuado e responderá por crime contra a saúde pública. Junto da mensagem, há um número de telefone para tirar dúvidas.

O número para tirar dúvidas, citado na mensagem, não pertence à Secretaria de Saúde, mas sim à Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social (Semscs), que também disse não realizar esse tipo de fiscalização. Confira a nota na íntegra.

A mensagem afirma que os dados sobre a movimentação teriam sido obtidos pelo WhatsApp, o que não seria possível, já que o conteúdo do aplicativo é criptografado, o que garante segurança e privacidade aos usuários.

“A criptografia de ponta a ponta do WhatsApp garante que somente você e a pessoa com quem você está se comunicando podem ler o que é enviado. Ninguém mais terá acesso a elas – nem mesmo o WhatsApp. As suas mensagens estão seguras com cadeados e somente você e a pessoa que as recebe possuem as chaves especiais necessárias para abri-los e ler as mensagens”, menciona a área de perguntas frequentes do próprio WhatsApp.

 

Cestas básicas: Prefeitura orienta sobre mensagens falsas em redes sociais

Foto: Reprodução / Ascom Semas Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Semas alerta para mensagens falsas que circulam pelas redes sociais

Mensagens falsas, com links suspeitos, solicitando dados pessoais para o recebimento das cestas básicas que estão sendo distribuídas pela Secretaria Municipal de Assistência Social continuam sendo propagadas pelas redes sociais.

O secretário da Semas, Henrique Alves Pinto, relatou que a população continua recebendo mensagens de contatos que se passam pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) pedindo que seja clicado num link suspeito para solicitar a cesta básica e preencher um formulário com informações pessoais.

“A mensagem, além de direcionar para um link falso, informa que um caminhão estará fazendo a distribuição da cesta na residência do solicitante em até três dias úteis. A prefeitura não está fazendo a entrega desta maneira. Toda a distribuição está sendo realizada em Escolas Municipais, seguindo um cronograma de bairros e ordem alfabética. Quem tem o direito à cesta está na base do Cadastro Único na condição de extrema pobreza, e essa relação foi feita de acordo com os dados repassados pelo sistema do CadÚnico”, destacou o gestor.

Ainda segundo Henrique, a população que receber esse tipo de mensagem deverá desconsiderá-la e qualquer dúvida poderá entrar em contato com o Cras mais próximo do domicílio. “Quem ainda estiver com dificuldade com relação à entrega da cesta básica, pode ligar ou mandar um whatsapp para o Cras que fica no seu bairro ou na região. E também pode acessar o site da prefeitura, onde todas as informações oficiais estão disponíveis.”, ressaltou.

As cestas são um benefício eventual com o objetivo de garantir a alimentação às famílias em situação de extrema pobreza inseridas no CadÚnico, e estão sendo financiadas com recursos do Fundo Nacional de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). Para Maceió foram destinadas 40 mil cestas, que serão entregues até o dia 19 de maio.

 

*Com informações da Assessoria

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