A cultura das Drag Queens existe desde 1880, e hoje após 137 anos ganha destaque no Brasil e no mundo.

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Homossexuais que não tinha espaço no mercado de trabalho vestiam-se do sexo oposto para atuar em papéis originalmente femininos, desde então nasceu o termo que é usado até hoje Drag Queen.

Mesmo tendo o propósito cultural a sociedade daquela época não aceitava as Drags Queens,sem nenhuma lei contra isso,eram presos por sodomia e prostituição.

Só em 1880 as Drags Queens começaram a ser aceitas no meio teatral, muito, mais ainda que as mulheres.

Existem  mais de 10 tipos de Drags Queens,em meio a essa diversidade existem 11 mais comuns listados pelo site americano QUEERTY .

O Faux Queen que significa em português rainha falsa, as Androgyny,ou Genderfuck que são artistas que utilizam fatores de ambos os sexos na formação de seus personagens.As Drag Fish são as que se montam como mulheres autênticas.

No Brasil as Drag Queens ganharam destaque em toda a mídia e em entrevista com Artista Rubinho Ramos que trabalha como Drag Queen há 10 anos vive a drag Rebeca Bic Mac pergunto como é  viver  uma Drag Queen?

Rubinho responde: Que incorpora um palhaço na versão feminina, que o exagero da mulher, o perfume feminino, os saltos 15 plataforma fazem bem- diz ele. Fala com afinco que durante o dia é menino e que nas horas vagas se encontra com esse personagem que eleva o seu ego, enfim imagina-se um artista com fama internacional.com alegria no rosto. Acrescenta  que: Por onde passo vejo  as pessoas querendo tirar fotos comigo. A simplicidade de um artista está em seu caráter e atitude e como Drag Queen sente-se bem nessa profissão que exerce. Entretanto, confessa que é muito difícil fazer show em ambiente Gay, pois o público é muito exigente, nem tudo agrada, diferente de um ambiente hétero, onde as pessoas elogiam elevando assim a sua alto-estima ,diz ainda que as Drags Queens passam por momentos de desvalorização,pois as pessoas não têm noção do quanto é caro manter um personagem de bom gosto ,tudo custa muito caro como : Maquiagem,perucas ,botas ,saltos ,tecidos e inúmeros acessórios.

Diz que em cada festa e evento não usa a mesma produção, que sua preocupação é sempre fazer o melhor pra dar qualidade a Drag Queen que ele vive .

 

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Segundo dados da REDE TRANS, 82% mulheres transexuais,travestis e homens trans abandonam o ensino médio entre os 14 e 18 anos .

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Realidade no mercado de trabalho de trabalho para mulheres e homens trans

 

O preconceito e a ignorância são fatores que implicam para que pessoas trans possas ingressar no mercado de trabalho.

A maquiadora e cabeleireira Dinha Paulina ,do Salão de beleza Novo Stilos  em Maceió ,afirma que começou a trabalhar como autônoma e construiu seu legado com esforços próprios e hoje é uma empresária de sucesso. Conta ainda que venceu o preconceito com garra, determinação e força de vontade.

Segundo dados da rede nacional de pessoas trans no Brasil (REDE TRANS) 82% mulheres transexuais,travestis e homens trans abandonam o ensino médio entre os 14 e 18 anos ,em função de discriminação na escola e da falta de apoio familiar,sem opção 90% acabam na prostituição.pois independente da sua escolaridade e bagagem profissional ter identidade de gênero divergente da maioria é um fator para que empresas não contratem .

Contudo tivemos um avanço no serviço de informações e conscientização na mídia no diz respeito a gênero e orientação sexual. Dúvidas são constantes sobre que banheiro a pessoa vai usar ou como ou como deve ser chamada .

Em março de 2013 foi criado um fórum de empresas de direitos LGBT com o apoio da Organização das Nações unidas (ONO) e da Organização Nacional do Trabalho (OIT)  com vistas a reunir empresas com o compromisso de promover  direitos humanos das pessoas LGBT no mercado de trabalho.

Mulher trans,travestis e homens trans são pessoas tão ou mais quanto qualquer outra pessoa .

 

 

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Sou mulher trans,preta,pretinha.Eu sou Sophia Braz!

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Eu  sou uma mulher trans ,preta e assumidissima. 

Mulher trans,mulher transgênero ou simplesmente mulher ,pessoa que se identifica como sendo do gênero feminino.

Ser mulher trans é reivindicar o reconhecimento social e legal como mulher.

Nós comumente adotamos nomes femininos e realizamos transição hormonal ou cirurgia, para uma aparência socialmente aceita como feminina,por  termos a necessidade do reconhecimento de sermos tratadas enquanto mulher .

O tratamento hormonal de mulheres trans é feito com o uso de hormônios femininos e antiandrógenos.

Algumas optam pela cirurgia de redesignação sexual afim de se sentirem mais confortáveis psicologicamente e emocionalmente.

Sou mulher trans,preta,pretinha.

Amo a pretitude quilombola que existe em mim.

No meu documento consta que sou parda.ISSO É COR?

Quando leio essa nomenclatura minha alma negra , afrodescendente grita ,inflama ,se arrepia .

A nomenclatura não me maltrata ,o que me maltrata é o desrespeito,com todos os tipos de racismo e preconceito.

Por fim ,sou assumidissima preta ,sou mulher trans.

Eu sou Sophia Braz!

E daí?

 

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