Nego do Borel protagoniza beijo gay em seu novo clipe. E daí?

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Vestindo um short jeans, uma blusa vermelha, sapatos com salto, uma bolsa e um óculos vermelho, Nego do Borel encarna personagem feminino, Nega do Borelli e protagoniza um beijo  no modelo Jonathan Dobal. Na cena eles dançam juntos e se beijam..

O vídeo foi gravado no morro do Borel, zona norte do Rio de Janeiro, onde o cantor nasceu e foi criado. Ousado o novo clipe da música "Me Solta"  desperta a curiosidade dos seus fãs.

E Borel responde a todos os questionamentos:”Quero mostrar que as pessoas podem se soltar, beijar, amar quem elas quiserem.”

Entretanto, uma parcela do movimento gay acusa o cantor de reforçar estereótipos em relação a comunidade LGBTQI:-O clip de Borel não traz representatividade para nós-afirmam militantes.

E, você, o que achou do clip?

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Jesus é a imagem e semelhança de todos, menos de nós pessoas trans? – Pergunta a atriz Renata Carvalho

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A peça teatral “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, interpretada pela travesti Renata Carvalho teve sua apresentação proibida pelo governo de Pernambuco tendo como principal motivo a  identidade de gênero da atriz que interpretaria Jesus.

O Prefeito de Garanhuns, Izaías Regis, onde a peça seria exibida afirmou que o governo de Pernambuco não teve nenhuma consideração por ele, e que ele o prefeito não admitiria a exibição  na cidade..

A  exibição também  foi proibida  no Paraná, em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia..

Desde o anúncio da peça programada para ser apresentada nos dias 26 e 27 de julho, no 28º Festival de Inverno de Garanhuns, levantou-se a polêmica na cidade envolvendo diversas autoridades, religiosos, que manifestaram-se contrários.

Estamso sofrendo preconceito. Precisamos humanizar e naturalizar os corpos, as identidades e vivências transvestigêneres”, sintetiza Renata Carvalho.

E  a peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, foi censurada, proibida e cancelada pelo Governo do Estado de Pernambuco.

Baixem as cortinas!

 

 

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Um garoto de 10 anos torturado e morto pelos próprios pais apos dizer que gostava “de meninos”.

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Na semana passada, os agentes responderam uma chamada do 911 na casa de Anthony Avalos, na qual a mãe, Heather Barron, afirmava que o garoto havia sofrido ferimentos por conta de uma queda. A vítima tinha, além das lesões, marcas de cigarro no corpo.

Anthony foi levado ao hospital, mas morreu no dia seguinte. Tanto a mãe quanto o namorado dela, Kareem Leiva, já haviam sido denunciados por abuso infantil 16 vezes desde 2013. Destas, 13 queixas foram em relação à vítima, mesmo eles tendo outros seis filhos.

Outra investigação, de 2013, mostrou que o menino havia sido abusado sexualmente por um de seus avôs. O diretor do Departamento de Serviços para Crianças e Famílias da cidade, Brandon Nichols, afirmou que Anthony “disse que gostava de garotos” semanas antes de morrer. Os investigadores analisam se a homofobia foi um fator determinante para o crime.

Além disso, Nichols garantiu que ele e seus irmãos tinham alimentação e água negada, eram sexualmente abusados, espancados, pendurados em uma escada de cabeça para baixo, forçados a ficarem agachados por horas, trancados em um pequeno quarto sem banheiro, obrigados a lutar entre si e  coagidos a comer do lixo. Apesar disso, Barron e Leiva não foram presos.

 

Fonte:  As informações são do LGBTQ Nation

 

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A cada 26 horas, aproximadamente, uma pessoa trans é assassinada no Brasil.

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De acordo com o relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais (ILGA), o Brasil ocupa o primeiro lugar nas Américas em quantidade de homicídios de pessoas LGBTIs e também é o líder em assassinato de pessoas trans no mundo.

Segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), a cada 19 horas, uma pessoa LGBT é morta no país. No ano passado, 445 pessoas foram assassinadas no Brasil por serem LBGTIs.

Somente nos quatro primeiros meses deste ano, 153 pessoas LGBTs foram assassinadas no país. A cada 26 horas, aproximadamente, uma pessoa trans é assassinada. Com base em gênero ou orientação sexual, pessoas são postas à margem da sociedade e distantes do alcance dos serviços sociais e de saúde essenciais, tornando-as vulneráveis ​​a problemas de saúde e falta de moradia. Chega! O Brasil tem que avançar! Apresentei o maior número de projetos no Parlamento brasileiro em Defesa de Direitos e proteção dos LGBTIs e temos que continuar lutando!

Fonte: Laura Carneiro

 

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Hoje eu vi a minha vida passar pelos meus olhos sem ter a capacidade de fazer nada-conta Rafael.

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Rafael Cintra é do estado de Goiás e desabafa:

 

Eu, Rafael.
Um menino.
Um homem.
Um cidadão brasileiro.
Um estudante.
Um homossexual.
Um sobrevivente.
Mais além de tudo, um ser humano!
Até onde irá a maldade do homem? Até a morte, talvez?
Hoje eu vi a minha vida passar pelos meus olhos sem ter a capacidade de fazer nada.
Eu, contra um facão!
Eu, contra a homofobia!
Eu, contra o mundo!

Sábado, dia 12 de maio de 2018.

Eu, Rafael Augusto Moura Cintra.
Mais uma vítima de homofobia reproduzida por desprezo, por ignorância, por falta de compreensão e a falta de AMOR ao próximo! 
Hoje eu passei na pele a dor do preconceito e rejeição, uma dor que não apenas me fez sangrar e sim que me fez chorar, chorar de medo.
Um medo que superou a raiva e o ódio dentro de mim.
Que me fez ver o que eu não queria ou queria tentar esconder, o que estava à frente dos meus olhos, a homofobia presente nos dias atuais.
Mais isso não é motivo de se calar e recuar e sim nos tornamos mais fortes e resistentes como pessoas e ser humanos!

Você aí que está lendo, você mesmo!

Você, lésbica.
Você, gay.
Você, travesti.
Você, trans.
Você, bissexual.
NÃO SE CALEM, JAMAIS ! LUTEM ! DENUNCIEM ! COMPARTILHEM ! MAIS JAMAIS DEIXEM DE LUTAR, TODOS NÓS SOMOS UM ! 

O Agressor já foi denunciado e medidas já foram tomadas, apenas no aguardo.

“Quanto mais dor recebo, mais percebo que sou, indestrutível.”

Fonte: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009720886599

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Um brinde aos 5 anos do casamento homoafetivo,

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Em 5 anos mais de 20 mil pessoas disseram sim ao  amor,  e construíram  famílias com  o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Desde  16 de maio de 2013,  LÉSBICAS ,GAYS , TRAVESTIS , TRANSEXUAIS E TRANSGENEROS podem  comemorar a conquista da realização desse sonhos, a partir da  resolução N° 175 que obriga os cartórios a realizarem o casamento homoafetivo, obriga também a conversão de união estável em casamento.

Por ser um casamento pode-se adotar o regime que melhor  interessar ao casal ,seja da comunhão parcial de bens ,da separação total ou da comunhão universal .

Caso algum cartório se negue a realizar o casamento homoafetivo,o casal pode procurar o Ministério Público ou o Juiz Corregedor que irá obrigar o cartório a realizar o casamento e ainda aplicar sanções administrativas.

Um brinde aos 5 anos do  casamento homoafetivo.

Nós LGBTI+  estamos felizes por essa conquista,

 

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Por que mulheres trans não podem usar o banheiro feminino?

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Mulheres trans são mulheres e o uso do banheiro feminino é sempre um assunto que causa polêmica, principalmente no espaço de trabalho.

As afirmações de  desconhecimento sobre o que é identidade de gênero causa embates calorosos, que incitam o preconceito.

A colega de trabalho determina: o  correto é um terceiro banheiro  para uso das  trans. Além- acrescenta-   essa coisa de ser trans foge dos principais morais e da família.

Questionada se teria o mesmo procedimento  caso a trans fosse  um familiar seu  a senhora calou-se.

Para o movimento LGBT, os banheiros devem ser usados de acordo com a identidade de gênero e não de acordo com o sexo biológico.

Atualmente, não há  lei vigente que assegure o o direito de  mulheres trans utilizarem o banheiro feminino. Entretanto, já existe um movimento no Brasil em busca da aprovação de leis que garantam os direitos do público LGBT.

Por que mulheres trans não podem usar o banheiro feminino?

O que você acha?

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Alagoana transexual é a primeira a ter,oficialmente, o nome social no título de eleitor.

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Com base na decisão unânime do  Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aconteceu na quinta-feira 22,  de que travestis, transexuais e transgêneros poderão solicitar à Justiça Eleitoral a emissão do título de eleitor com seu nome social no lugar do nome civil, resolvi, como como transexual, apropriar-me  do direito e formalizei junto  ao Cartório eleitoral de CORURIPE, litoral sul de Alagoas, o que agora me garante a le. Faço uso do nome social no título  de eleitora.

Ao chegar ao cartório eleitoral de CORURIPE litoral sul de Alagoas ,eu Sophia Braz fui muito bem recebida por todos os profissionais que cintes das novas regras, fizeram a alteração, e a partir de hoje, meu  título eleitora traz meu nome: Sophia Braz .

As mulheres e homens trans conseguiram, a partir das reivindicações e lutas ,  mais uma conquista  pela igualdade de direitos.

Que nossas conquistas e lutas sejam reconhecidas por todos os brasileiros, e que um grande mal seja destruído de uma vez por todas o temido preconceito.

 Vamos a luta sempre.

Tudo vai dar certo.

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Homem trans é discriminado no mercado de trabalho em Alagoas

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Cido, como é conhecido,  reside no bairro Vassouras em Coruripe, trabalha carregando e descarregando caminhão em uma loja de materiais de construção.

 Começou a trabalhar como clandestino. Hoje tem a garantia da carteira assinada.

O trabalho pesado incomoda o corpo. Cido reclama das fortes dores, de sangramentos no ouvido ,mas,em nome  da sobrevida não baixa a cabeça e acorda cedo. Vai  à luta todos os dias.

Cido, aos 44 anos,  não é alfabetizado e se entristece ao lembrar que não foi a escola. Relata que trabalha nesse ramo faz 15 anos.

Afirma desconhecer os benefícios do INSS, e lança a pergunta: Será que meu salário está correto ?

Os homens trans estão conquistando seu espaço no mercado de trabalho,mas será que homens trans ganham  iguais aos homens cis ?

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Ângela viu sua filha ser apedrejada somente por ser lésbica.

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Muitas vezes, as violências transfóbica e homofóbica começam desde cedo tanto no ambiente familiar quanto escolar e evoluem para agressões sérias no espaço público. Essa é a opinião de Ângela Moisés a partir de sua experiência como integrante da Associação de Mães pela Diversidade.

Ângela, que viu sua filha ser apedrejada somente por ser lésbica, considera que a família é uma das principais, se não a principal responsável pela perpetuação do desrespeito ao outro. Como solução, a mãe lista no vídeo acima atitudes que os pais e as mães podem tomar quando precisam lidar com a notícia de que seus filhos são homossexuais.

Do ambiente familiar para as ruas, a homofobia se concretiza de diversas formas: desde comentários ofensivos e xingamentos, até atos de violência física que matam.

O Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, da Secretaria de Direitos Humanos, apontou o recebimento, pelo Disque 100, de 3.084 denúncias de violações relacionadas à população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), envolvendo 4.851 vítimas, no período de um ano. O documento de 2012 é a fonte mais recente de dados oficias do governo sobre a violência LGBT.

Em relação ao ano anterior, houve um aumento de 166% no número de denúncias – em 2011, foram contabilizadas 1.159 denúncias envolvendo 1.713 vítimas.

O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo.

Fonte: http://www.ebc.com.br/trans

 

 

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