A cada 26 horas, aproximadamente, uma pessoa trans é assassinada no Brasil.

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De acordo com o relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais (ILGA), o Brasil ocupa o primeiro lugar nas Américas em quantidade de homicídios de pessoas LGBTIs e também é o líder em assassinato de pessoas trans no mundo.

Segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), a cada 19 horas, uma pessoa LGBT é morta no país. No ano passado, 445 pessoas foram assassinadas no Brasil por serem LBGTIs.

Somente nos quatro primeiros meses deste ano, 153 pessoas LGBTs foram assassinadas no país. A cada 26 horas, aproximadamente, uma pessoa trans é assassinada. Com base em gênero ou orientação sexual, pessoas são postas à margem da sociedade e distantes do alcance dos serviços sociais e de saúde essenciais, tornando-as vulneráveis ​​a problemas de saúde e falta de moradia. Chega! O Brasil tem que avançar! Apresentei o maior número de projetos no Parlamento brasileiro em Defesa de Direitos e proteção dos LGBTIs e temos que continuar lutando!

Fonte: Laura Carneiro

 

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Hoje eu vi a minha vida passar pelos meus olhos sem ter a capacidade de fazer nada-conta Rafael.

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Rafael Cintra é do estado de Goiás e desabafa:

 

Eu, Rafael.
Um menino.
Um homem.
Um cidadão brasileiro.
Um estudante.
Um homossexual.
Um sobrevivente.
Mais além de tudo, um ser humano!
Até onde irá a maldade do homem? Até a morte, talvez?
Hoje eu vi a minha vida passar pelos meus olhos sem ter a capacidade de fazer nada.
Eu, contra um facão!
Eu, contra a homofobia!
Eu, contra o mundo!

Sábado, dia 12 de maio de 2018.

Eu, Rafael Augusto Moura Cintra.
Mais uma vítima de homofobia reproduzida por desprezo, por ignorância, por falta de compreensão e a falta de AMOR ao próximo! 
Hoje eu passei na pele a dor do preconceito e rejeição, uma dor que não apenas me fez sangrar e sim que me fez chorar, chorar de medo.
Um medo que superou a raiva e o ódio dentro de mim.
Que me fez ver o que eu não queria ou queria tentar esconder, o que estava à frente dos meus olhos, a homofobia presente nos dias atuais.
Mais isso não é motivo de se calar e recuar e sim nos tornamos mais fortes e resistentes como pessoas e ser humanos!

Você aí que está lendo, você mesmo!

Você, lésbica.
Você, gay.
Você, travesti.
Você, trans.
Você, bissexual.
NÃO SE CALEM, JAMAIS ! LUTEM ! DENUNCIEM ! COMPARTILHEM ! MAIS JAMAIS DEIXEM DE LUTAR, TODOS NÓS SOMOS UM ! 

O Agressor já foi denunciado e medidas já foram tomadas, apenas no aguardo.

“Quanto mais dor recebo, mais percebo que sou, indestrutível.”

Fonte: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009720886599

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Um brinde aos 5 anos do casamento homoafetivo,

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Em 5 anos mais de 20 mil pessoas disseram sim ao  amor,  e construíram  famílias com  o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Desde  16 de maio de 2013,  LÉSBICAS ,GAYS , TRAVESTIS , TRANSEXUAIS E TRANSGENEROS podem  comemorar a conquista da realização desse sonhos, a partir da  resolução N° 175 que obriga os cartórios a realizarem o casamento homoafetivo, obriga também a conversão de união estável em casamento.

Por ser um casamento pode-se adotar o regime que melhor  interessar ao casal ,seja da comunhão parcial de bens ,da separação total ou da comunhão universal .

Caso algum cartório se negue a realizar o casamento homoafetivo,o casal pode procurar o Ministério Público ou o Juiz Corregedor que irá obrigar o cartório a realizar o casamento e ainda aplicar sanções administrativas.

Um brinde aos 5 anos do  casamento homoafetivo.

Nós LGBTI+  estamos felizes por essa conquista,

 

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Por que mulheres trans não podem usar o banheiro feminino?

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Mulheres trans são mulheres e o uso do banheiro feminino é sempre um assunto que causa polêmica, principalmente no espaço de trabalho.

As afirmações de  desconhecimento sobre o que é identidade de gênero causa embates calorosos, que incitam o preconceito.

A colega de trabalho determina: o  correto é um terceiro banheiro  para uso das  trans. Além- acrescenta-   essa coisa de ser trans foge dos principais morais e da família.

Questionada se teria o mesmo procedimento  caso a trans fosse  um familiar seu  a senhora calou-se.

Para o movimento LGBT, os banheiros devem ser usados de acordo com a identidade de gênero e não de acordo com o sexo biológico.

Atualmente, não há  lei vigente que assegure o o direito de  mulheres trans utilizarem o banheiro feminino. Entretanto, já existe um movimento no Brasil em busca da aprovação de leis que garantam os direitos do público LGBT.

Por que mulheres trans não podem usar o banheiro feminino?

O que você acha?

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Alagoana transexual é a primeira a ter,oficialmente, o nome social no título de eleitor.

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Com base na decisão unânime do  Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aconteceu na quinta-feira 22,  de que travestis, transexuais e transgêneros poderão solicitar à Justiça Eleitoral a emissão do título de eleitor com seu nome social no lugar do nome civil, resolvi, como como transexual, apropriar-me  do direito e formalizei junto  ao Cartório eleitoral de CORURIPE, litoral sul de Alagoas, o que agora me garante a le. Faço uso do nome social no título  de eleitora.

Ao chegar ao cartório eleitoral de CORURIPE litoral sul de Alagoas ,eu Sophia Braz fui muito bem recebida por todos os profissionais que cintes das novas regras, fizeram a alteração, e a partir de hoje, meu  título eleitora traz meu nome: Sophia Braz .

As mulheres e homens trans conseguiram, a partir das reivindicações e lutas ,  mais uma conquista  pela igualdade de direitos.

Que nossas conquistas e lutas sejam reconhecidas por todos os brasileiros, e que um grande mal seja destruído de uma vez por todas o temido preconceito.

 Vamos a luta sempre.

Tudo vai dar certo.

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Homem trans é discriminado no mercado de trabalho em Alagoas

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Cido, como é conhecido,  reside no bairro Vassouras em Coruripe, trabalha carregando e descarregando caminhão em uma loja de materiais de construção.

 Começou a trabalhar como clandestino. Hoje tem a garantia da carteira assinada.

O trabalho pesado incomoda o corpo. Cido reclama das fortes dores, de sangramentos no ouvido ,mas,em nome  da sobrevida não baixa a cabeça e acorda cedo. Vai  à luta todos os dias.

Cido, aos 44 anos,  não é alfabetizado e se entristece ao lembrar que não foi a escola. Relata que trabalha nesse ramo faz 15 anos.

Afirma desconhecer os benefícios do INSS, e lança a pergunta: Será que meu salário está correto ?

Os homens trans estão conquistando seu espaço no mercado de trabalho,mas será que homens trans ganham  iguais aos homens cis ?

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Ângela viu sua filha ser apedrejada somente por ser lésbica.

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Muitas vezes, as violências transfóbica e homofóbica começam desde cedo tanto no ambiente familiar quanto escolar e evoluem para agressões sérias no espaço público. Essa é a opinião de Ângela Moisés a partir de sua experiência como integrante da Associação de Mães pela Diversidade.

Ângela, que viu sua filha ser apedrejada somente por ser lésbica, considera que a família é uma das principais, se não a principal responsável pela perpetuação do desrespeito ao outro. Como solução, a mãe lista no vídeo acima atitudes que os pais e as mães podem tomar quando precisam lidar com a notícia de que seus filhos são homossexuais.

Do ambiente familiar para as ruas, a homofobia se concretiza de diversas formas: desde comentários ofensivos e xingamentos, até atos de violência física que matam.

O Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, da Secretaria de Direitos Humanos, apontou o recebimento, pelo Disque 100, de 3.084 denúncias de violações relacionadas à população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), envolvendo 4.851 vítimas, no período de um ano. O documento de 2012 é a fonte mais recente de dados oficias do governo sobre a violência LGBT.

Em relação ao ano anterior, houve um aumento de 166% no número de denúncias – em 2011, foram contabilizadas 1.159 denúncias envolvendo 1.713 vítimas.

O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo.

Fonte: http://www.ebc.com.br/trans

 

 

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Em qual 8 de março comemoramos o dia da mulher trans?

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Eu sou mulher trans. Descobri isso desde meus 12 anos. Desde essa idade sabia e sentia que nasci em um corpo errado. Eu era uma menina nascida com corpo de menino. Eu não sou gay. Sou uma mulher trans.

O preconceito social é muito forte. Sei que não é fácil entender essa nova realidade, mas, as pessoas devem respeitar. Afinal, cada um vive a vida como sabe viver.

Todo dia tenho me transformado na pessoa que sempre sonhei ser. Uma mulher. E todo dia lutamos para  manter a vida.

O Brasil é o país que, em números absolutos, mais registra assassinatos de travestis e transexuais, segundo levantamento feito pela ONG Transgender Europe.

Conseguir emprego é uma das maiores barreiras que as trans enfrentam. Ainda segundo o Relatório da violência homofóbica no Brasil, a transfobia faz com que travestis e transexuais tenham “como única opção de sobrevivência a prostituição de rua”.

Sendo eu trans, sei bem do que se trata o preconceito. É fundamental dar voz e espaço para todas, e em qual 8 de março comemoraremos a mulher que somos?

 

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“O Diplo postou minha música no Instagram dele, socorroo”- exultou Danny Bond, a trans e rapper alagoana.

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Thomas Wesley Pentz, conhecido como Diplo, é um DJ  produtor musical, rapper

cantor ,compositor,produtor executivo norte-americano  que traz o hip-hop, como uma das influências musicais.  

 Diplo é membro das bandas eletrônicas Major Lazer, formada por Diplo, Jillionaire e Walshy Fire. E Jack U,  dupla formada com o DJ  Skillex. 

O DJ internacional  está no Rio de  Janeiro, e foi de lá que postou um foto em seu instagram  tendo como legenda  um trecho  de uma música da trans alagoana Danny Bond.

“Eu sou um sapatão e vou falar do que eu gosto…”

A  foto, que está sendo repercutida em todo o mundo, já conta com mais de 10 mil comentários. Danny faz sucesso com shows por todo o país e é conhecida como a Rainha do Jacintinho.

A rapper se mostrou bastante surpresa com a citação por parte do artista internacional: “O Diplo postou minha música no Instagram dele, socorroooooo”.

E a citação ao trecho da música da rapper deixou  seus fãs empolgados e ainda  mais Danny que mandou recado para o DJ internacional: ‘Tô te esperando diplo.”

Será que vai rolar parceria musical?

Torcendo por você, Danny!

 

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Brasília inaugura jardim em homenagem às vitimas da Transfobia.

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Nesta sexta-feira, 02/02, no Parque da Cidade  Dona Sarah Kubitschek, em Brasília foi inaugurado um  espaço (jardim) tendo como objetivo prestar uma  homenagem às vitimas da Transfobia.  Marina Garlen, artista e ativista do movimento LGBT que foi assassinada quando representava a Bahia em um evento do Dia Nacional da Visibilidade Trans, na capital paulista, deu  nome ao  jardim.  Marina Garlen morreu na madrugada do domingo, 31/01/2016.

O Jardim tem também um espaço dedicado a Dandara, travesti assassinada a pedradas e pauladas e disparo de arma de fogo no Ceará em 2016.

Segundo ativistas do movimento LGBT este ano já conta com mais de 17 assassinatos em todo o Brasil. Tais ações têm como objetivo denunciar a crescente onda de violência e assassinatos contra a Comunidade LGBT e buscar formas de combater tais violências.

Durante a ação foram plantadas diversas mudas de Ipês de diversas cores.

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