Além de preto é gay?

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A internalização da masculinidade branca pelos homens negros como tentativa de ser reconhecido como pessoa, como homem, como alguém digno de valor, se manifesta, por vezes, em comportamentos violentos para com aqueles do seu próprio povo que questionam e se deslocam desse padrão heteronormativo colonizador. Aqui, me refiro especificamente aos homossexuais negros como sendo esse alvo de violência, ainda que mulheres negras e pessoas trans negras também o sejam.

Diante da convocação da masculinidade para a heterossexualidade como única sexualidade aceitável e diante da recusa subjetiva dos garotos negros homossexuais a se submeterem inteiramente a ela – recusa essa que num primeiro momento se dá à sua própria revelia, posto que é comum homossexuais negarem ou camuflarem a sexualidade para se protegerem – os garotos negros homossexuais experimentam a diáspora uma segunda vez.

A descoberta da homossexualidade pelos garotos negros, que a partir deste momento do texto chamarei de bichas pretas, os faz experimentar uma segunda diáspora porque os retira novamente da possibilidade de serem integralmente e genuinamente acolhidos, mas de forma ainda mais nociva, posto que essa segunda barreira à aceitação se dá em seus próprios quilombos, ou seja, em suas famílias, em suas comunidades e até nos movimentos negros. Sendo assim, um impasse é colocado frente às bichas pretas: negar a própria sexualidade e aderir ao ideal de masculinidade estabelecido para se proteger e preservar o amor de seus pares ou afirmar a própria sexualidade e ficar desprotegido, correndo o risco de não ser aceito em seu próprio espaço familiar de pertencimento.

Qualquer uma dessas escolhas implica em sofrimento. Em ambas é o aconchego do lar, do lugar onde se sentem mais seguras, que está em jogo. Desde muito cedo as bichas pretas precisam enfrentar o próprio corpo e o próprio desejo como inimigos em potencial porque a descoberta do segundo pode vir a deixá-las ainda mais desamparadas, como se viver num país no qual a cada 23 minutos mata-se um jovem negro já não fosse terrível o suficiente.

 

Fonte:https://www.revistaforum.com.br/osentendidos/2017/08/28/as-diasporas-da-bicha-preta/

 

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Você é preto e gay. E candomblé é religião de preto e homossexual- disse o chefe.

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Sinto-me humilhado. Minha vida virou um inferno, desde o dia que meu gerente descobriu a minha religião, no meu Facebook. Desabafou o funcionário público F.E.S que prefere não revelar o nome temendo perder o emprego.

O que mais entristeceu o funcionário público, foram as palavras dirigida a ele pelo seu chefe,:-Você é preto,é gay. E  candomblé é religião de preto e homossexual

F.E.S  desabafando  em lágrimas e revela: Vocês não tem noção do que é ser perseguido devido a isso. Até a forma de me olhar mudou, não agüento mais sofrer humilhações, que vão desde as piadinhas, até punições pelo simples fato de ser preto e gay, e adepto do  candomblé religião de matriz africana, por minha religião ser diferente da dele, preciso do emprego, e me sinto sozinho!!!

Nasci no quilombo, sou quilombola com muito orgulho, e não nego minhas raízes! Sou preto, sou gente, e mereço respeito.

 

 

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Pai é suspeito de estuprar filha lésbica para fazê-la “virar mulher” e gostar de homem.

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A postagem da notícia abaixo pode ser chocante, mas, não é um caso isolado. A homofobia é uma patologia contemporanea. Quais os caminhos para combatê-la?

 

Um homem é suspeito de tentar estuprar a própria filha em Araguaína, no Tocantins. A adolescente, de 14 anos, afirmou que a violência teria ocorrido no último dia 6 em um matagal a caminho de casa. A denúncia teria sido registrada no dia seguinte no Conselho Tutelar da cidade. As informações são do portal G1.

Segundo o portal, um professor da adolescente, que preferiu manter-se anônimo, afirmou que a tentativa de estupro seria motivada pelo fato de a jovem ter um relacionamento homoafetivo com outra adolescente, de 17 anos. O pai teria descoberto a relação e, apostando numa espécie de “estupro corretivo”, queria fazer com que a filha deixasse de ser lésbica e aprendesse a gostar de homem. “Ela disse que a intenção do pai era fazê-la virar mulher”, disse o professor.

Uma equipe do Conselho Tutelar visitou a casa da adolescente, que confirmou os abusos, e constatou que a jovem tinha hematomas pelo corpo. Ela teria sido levada para fazer exames no Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, encaminhada para uma casa de acolhimento. O pai, suspeito do crime, segue em liberdade.

O caso está sendo investigado pela polícia e corre em segredo de Justiça.

 

https://www.metropoles.com/brasil/pai-e-suspeito-de-estuprar-filha-lesbica-para-faze-la-virar-mulher-e-gostar-de-homem

 

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Sou um menino gay, que faz drag e se relaciona com homens gays- afirma Pabllo.

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 Em  um dos trechos da entrevista concedida a revista Glamour, Pabllo despe a alma e fala sobre  identidades e gênero:

GLAMOUR: Pabllo, com qual gênero você se identifica?
PABLLO: Com o masculino. Sou um menino drag.

G: Muita gente questiona sua identidade de gênero?
P: Muitas. Acho que por conta do meu drag ser superfeminino, sabe? Eu realmente me esforço para me parecer com uma garota. Aí, já viu, né?! As pessoas pensam que estou passando por transições cirúrgicas...

G: Então você não está?
P: Não.Não sou trans! Não quero mexer no meu corpo, fazer cirurgias... Sou feliz como sou.

G: Você se relaciona com...
P: ...Homens. Sou um menino gay, que faz drag e se relaciona com homens gays.

Entrevista concedida a GLAMOUR.

 

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Que todas as crianças trans sejam felizes.

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Anne Celestino escreve sobre nossa busca de identidade e o blog compartilha:

"Eu lembro que com 5 anos de idade eu usava “ser palhaço” como justificativa para demonstrar quem eu sou, demonstrar minha feminilidade.

Foram tantas as vezes que perguntei a minha mãe se ela podia me emprestar o batom dela, porque eu ia me “fantasiar” de palhaço, isso porque eu queria, pelo menos por alguns minutos, algo feminino em mim, onde eu me sentia mais acolhida, onde eu me sentia mais eu.

Foram tantas as vezes que minha mãe chegou em casa e eu estava com as roupas dela.

Com a maquiagem dela.

Usando o perfume dela.

Foram tantas as vezes que eu, criança, me sentia aprisionada e apenas por instantes e escondida, conseguia ser quem eu sou e sempre fui.

Não cortem as asas dos seus filhos (as) deixem que eles se expressem da maneira que for, com maquiagem, com carrinhos, com bonecas, com o balé ou com o street dance, com o rosa ou o azul, deixem eles se descobrirem, não os aprisionem."

 

Fonte:https://www.facebook.com/transtornada.blog/?hc_ref=ARSF0DCZRaMGkga0-qsUC0HnENE_p5iu235Bt1nGORlZIzCsq4XYkXcpNtFQ_qbydxI

 

 

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Instituto Raízes de Áfricas é destaque na Bienal Internacional do livro de Alagoas, e atrai público de mais de 700 pessoas para 8ª edição do Ciclo Nacional de Conversas Negras, no teatro Gustavo Leite.

O evento aconteceu durante todo dia no último sábado, 30/09, trazendo Martinho da Vila, cantor, compositor, escritor e Embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Foi muito gratificante ver os olhares atentos do público, que viajaram nas palestras com temas ricos e super interessantes que aguçaram a curiosidade de todos. A platéia se encantou com a fantástica apresentação do grupo vozes pretas da Periferia com os artistas (Milena Correia,JB Moisés Lee, Stephany Maiara,Mirian Soares) que homenagearam Martinho da Vila.

Falas emocionaram e deixaram marcas emocionantes, como a de Keila Soares dos Anjos, reeducanda do sistema prisional. Keila  afirma que: “ não é porque eu errei uma vez ,que não mereço uma segunda chance!!!”

Outro momento emocionante  foi o da terapeuta carioca Aline Nunes que retratou a sua luta e vivência nas favelas do Rio de Janeiro, na busca por poder igualitário ajudando as comunidades das favelas do Rio.

A enferemeira e doula, Carla Perdigão deixa o público entusiasmado ao retratar a realidade dos partos nos leitos hospitalares nos dias de hoje.

As transexuais, Sophia Braz e Jade Soares  ocuparam o espaço com o tema feminismo TRANS e NEGRO.

O evento foi encerrado com a participação de Martinho da Vila e Arísia Barros com uma prazerosa  conversa com o tema “O racismo existe sim e precisamos falar mais e mais sobre ele”.

30/09 Foi o dia em que o Instituto Raízes de África deixou marca registrada na literatura ,com gostinho de quero mais na 8ª Bienal internacional do Livro, de Alagoas..

 

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Eu, Sophia Braz e a Jade Soares, duas mulheres trans, vamos discutir Feminismo Trans e Negro, amanhã no Conversas Negras. Venha discutir com a gente.

 

O 8º Ciclo Nacional de Conversas Negras Agosto Negro Ou o Que a História Oficial Ainda Não Conta discutirá espaço, territórios e exclusões sociais.

E quando falamos em exclusão falamos também do corpo negro e trans. E eu e a Jade duas mulheres trans e negras vamos discutir sobre a questão política que fala o  corpo e raça.  

Idealizado pelo Instituto  Raízes de Áfricas, o Ciclo Nacional de Conversas Negras: Agosto Negro ou o Que a História Oficial Ainda Não Conta   traz a proposta de agregapessoas,idéias,experiências  que enriqueçam e impulsionem  uma discussão ampla e significativa que faça enfrentamento ao racismo/sexismo/homofobia.

É, sobretudo um fórum que busca consolidar a construção de parcerias e a prática do diálogo aberto e transparente com diversos segmentos sociais, como investimento, através do trabalho conjunto, para transformação das desigualdades raciais.
Nesta 8ª edição o Ciclo Nacional conta com o apoio do  Governo do Estado, através da  SEFAZ, SEDETUR,SERIS, UNCISAL,EDUFAL,Hotel Ponta Verde e Federação das Indústrias do Estado de Alagoas..

Com certificação de 8 horas, acontece no  sábado, dia 30 de setembro, no Teatro Gustavo Leite, das 10 às 18 horas, no Centro de Convenções.

Venha discutir com a gente!

 

Programação:

 

10h- Abertura oficial

Apresentação do Grupo Vozes Pretas da Periferia

11h30- Conversa I-

A Política de Reintegração Social, nos 200 anos de Alagoas e a Parceria do Instituto Raízes de Áfricas, com a SERIS como instrumento de transformação social.

Conversador@s:

Arísia Barros-Coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas/ blogueira do CadaMinuto

Shirley Araújo- Chefe de Reintegração Social e Acompanhamento de Alternativas Penais.

Keila Soares dos Anjos -reeducanda do Sistema Prisional

12h30- Pausa para o almoço

14h- Conversa II-

Algemas: Quando elas também estão presentes, ainda que invisíveis, nos hospitais aprisionando a autonomia das mulheres no parir.

Conversadoras:

Aline Nunes- Enfermeira, paramédica, psicanalista e terapeuta/Rio de Janeiro

Carla Perdigão- Doula. Enfermeira. Feminista.

15h- Conversa III- 

Feminismo Trans e Negro- Quando o corpo negro e trans é politico por si só.

 Sophia Braz- Secretaria de Educação- Coruripe-AL, professora do Programa AABB Comunidade, blogueira do CadaMinuto

Jade Soares- Técnica em enfermagem estudante de enfermagem, Secretária Geral da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil , fundadora da ONG Metamorfose Lgbt  e uma das integrantes do colegiado do Projeto Pró-Vida Mulher

16h- Conversa IV-

O racismo existe, sim e precisamos falar mais e mais sobre ele.

Conversador: Martinho da Vila, como militante orgânico do movimento negro, escritor  e embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Lançamento do Livro: Conversas Cariocas- Martinho da Vila

18h- Encerramento

 

 

 

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Em 2014, Alagoas perdeu o único Ambulatório Transexualizador - diz vereadora.

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Mulheres transexuais anseiam colocar próteses e retirar o órgão genital masculino para adequar o corpo à forma com a qual elas que se reconhecem,os homens trans aguardam a retirada das mamas por ver nos seios uma característica feminina, incompatível com sua identificação, mas homens e mulheres trans de Alagoas não tem esse direito.

O processo transexualizador foi instituído pelo SUS por meio da portaria N° 1.707 e N° 457, de agosto de 2008, e ampliado pela portaria de número 2083, de 19 de novembro de 2013. Processo que garante o atendimento igual de saúde para pessoas trans, incluindo acolhimento e acesso aos serviços do SUS, desde o uso do nome social, passando pelo acesso a hormônio terapia, até a cirurgia de adequação do corpo biológico a identidade de gênero e social.

Em conversa com Tereza Nelma ,pergunto o que ela pode fazer para buscar esse direito para pessoas trans de Alagoas e qual a sua posição sobre o assunto?

Teresa diz como membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Maceió, cidadã e representante do Povo, sente-se frustrada de ver que apesar da Lei vigente, isso ainda não é colocado em prática em nosso estado.

Revela que o ambulatório transexualizador, que funcionava na Universidade Federal de Alagoas, foi fechado em 2014 com alegação de falta de demanda. E questiona: Como assim falta de demanda? Informações inconstantes, já que não existem mais vestígios deste ambulatório e muito menos documentos que comprovem os serviços que foram ou deveriam ter oferecido. O que há hoje são pequenos esforços para que esse ambulatório volte a funcionar.

De acordo com parâmetros existentes em outros estados brasileiros, geralmente esse mecanismo é proposto pelo Estado e custeado pelo Governo Federal.

Em Maceió, Conselho Municipal de direitos e cidadania LGBT e Assistência Social de Maceió, estão estudando uma forma de garantir que as pessoas LGBTs tem um centro de referência para receber essa demanda, não para a realização do processo transexualizador em si, mas para o atendimento psicossocial, jurídico, e possíveis encaminhamentos firmados com outros estados, para o início do processo transexualizador. Ora então apenas estudos.

Teresa afirma que busca e Luta pelos direitos LGBT, diz que já criou uma série de leis e decretos que constrói novos espaços de sociabilidade e respeito da dignidade humana das pessoas LGBT, como a lei de nº 5.571, de abril de 2009, quem institui a data de 17 de Maio como dia Municipal da homofobia, e a Lei Nº 5.831, de novembro de 2009, que estabelece a data de 28 de junho, como dia Municipal do orgulho LGBT, dentre muitas outras.

"É preciso que haja forte sensibilização de todas as esferas sociais, para que essa lei seja colocada em prática, em toda Alagoas e possa beneficiar homens e mulheres trans que tanto precisam de apoio e políticas públicas que auxiliem, nessa luta, ainda tão difícil" - sintetiza.

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A cultura das Drag Queens existe desde 1880, e hoje após 137 anos ganha destaque no Brasil e no mundo.

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Homossexuais que não tinha espaço no mercado de trabalho vestiam-se do sexo oposto para atuar em papéis originalmente femininos, desde então nasceu o termo que é usado até hoje Drag Queen.

Mesmo tendo o propósito cultural a sociedade daquela época não aceitava as Drags Queens,sem nenhuma lei contra isso,eram presos por sodomia e prostituição.

Só em 1880 as Drags Queens começaram a ser aceitas no meio teatral, muito, mais ainda que as mulheres.

Existem  mais de 10 tipos de Drags Queens,em meio a essa diversidade existem 11 mais comuns listados pelo site americano QUEERTY .

O Faux Queen que significa em português rainha falsa, as Androgyny,ou Genderfuck que são artistas que utilizam fatores de ambos os sexos na formação de seus personagens.As Drag Fish são as que se montam como mulheres autênticas.

No Brasil as Drag Queens ganharam destaque em toda a mídia e em entrevista com Artista Rubinho Ramos que trabalha como Drag Queen há 10 anos vive a drag Rebeca Bic Mac pergunto como é  viver  uma Drag Queen?

Rubinho responde: Que incorpora um palhaço na versão feminina, que o exagero da mulher, o perfume feminino, os saltos 15 plataforma fazem bem- diz ele. Fala com afinco que durante o dia é menino e que nas horas vagas se encontra com esse personagem que eleva o seu ego, enfim imagina-se um artista com fama internacional.com alegria no rosto. Acrescenta  que: Por onde passo vejo  as pessoas querendo tirar fotos comigo. A simplicidade de um artista está em seu caráter e atitude e como Drag Queen sente-se bem nessa profissão que exerce. Entretanto, confessa que é muito difícil fazer show em ambiente Gay, pois o público é muito exigente, nem tudo agrada, diferente de um ambiente hétero, onde as pessoas elogiam elevando assim a sua alto-estima ,diz ainda que as Drags Queens passam por momentos de desvalorização,pois as pessoas não têm noção do quanto é caro manter um personagem de bom gosto ,tudo custa muito caro como : Maquiagem,perucas ,botas ,saltos ,tecidos e inúmeros acessórios.

Diz que em cada festa e evento não usa a mesma produção, que sua preocupação é sempre fazer o melhor pra dar qualidade a Drag Queen que ele vive .

 

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Segundo dados da REDE TRANS, 82% mulheres transexuais,travestis e homens trans abandonam o ensino médio entre os 14 e 18 anos .

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Realidade no mercado de trabalho de trabalho para mulheres e homens trans

 

O preconceito e a ignorância são fatores que implicam para que pessoas trans possas ingressar no mercado de trabalho.

A maquiadora e cabeleireira Dinha Paulina ,do Salão de beleza Novo Stilos  em Maceió ,afirma que começou a trabalhar como autônoma e construiu seu legado com esforços próprios e hoje é uma empresária de sucesso. Conta ainda que venceu o preconceito com garra, determinação e força de vontade.

Segundo dados da rede nacional de pessoas trans no Brasil (REDE TRANS) 82% mulheres transexuais,travestis e homens trans abandonam o ensino médio entre os 14 e 18 anos ,em função de discriminação na escola e da falta de apoio familiar,sem opção 90% acabam na prostituição.pois independente da sua escolaridade e bagagem profissional ter identidade de gênero divergente da maioria é um fator para que empresas não contratem .

Contudo tivemos um avanço no serviço de informações e conscientização na mídia no diz respeito a gênero e orientação sexual. Dúvidas são constantes sobre que banheiro a pessoa vai usar ou como ou como deve ser chamada .

Em março de 2013 foi criado um fórum de empresas de direitos LGBT com o apoio da Organização das Nações unidas (ONO) e da Organização Nacional do Trabalho (OIT)  com vistas a reunir empresas com o compromisso de promover  direitos humanos das pessoas LGBT no mercado de trabalho.

Mulher trans,travestis e homens trans são pessoas tão ou mais quanto qualquer outra pessoa .

 

 

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