A tecnologia da Fifa na Copa do Mundo está sob suspeita. Que história é essa de chip na bola? Portugal foi eliminado após o sistema apontar que a pelota raspou a cabeleira de um jogador. Cadê a contraprova? Não existe tira-teima nas decisões tomadas com base no Metaverso da Fifa. Além das tramoias com o aparato digital, há também o complô com o velho WAR, o árbitro de vídeo que vê o invisível e é cego para o escancarado.

Não. Aí tem. O pênalti perdido pelo brasileiro Bruno Guimarães não foi um acidente de jogo. Vinicius Junior era o escalado para bater, mas ele se recusou. Por quê? Porque uma casa de apostas, uma bet, teria de pagar milhões em apostas caso Vini fizesse o gol. O cara optou pelo compromisso publicitário – ele é garoto-propaganda da tal bet.

Não bastassem as jogadas espúrias no âmbito interno da Fifa, o presidente da entidade, o senhor Infantino, concedeu ao alucinado Trump o direito de anular um cartão vermelho para o jogador do time americano. Perplexidade nos gramados, nas arquibancadas, na diplomacia internacional. Nunca houve nada semelhante em quase um século.

A Copa já aconteceu em países que viviam sob regimes autoritários. Itália, Brasil e Argentina talvez sejam os exemplos mais evidentes. Os autocratas de então tiraram uma casquinha da popularidade da festa. As ditaduras militares na América do Sul fizeram de tudo para se promover no embalo dos gols. Fraudar as regras do jogo, nunca.

Mas voltemos às tramas subterrâneas que estão decidindo a Copa 2026. Ou seriam teorias da conspiração? Não importa. Dá no mesmo. Dizem que, por trás da acirrada guerra pela audiência, Globo e Cazé TV têm um acordo de gaveta que protege as duas empresas de investigação com a máfia das bets. De novo, as malditas.

Nesta terça-feira 14 de julho, sai o primeiro finalista da competição. França de Mbappé contra Espanha de Yamal. Os rivais passaram os últimos dias no meio de acusações de racismo e outras agressões. Quem vencer pega Argentina ou Inglaterra, que se enfrentam no dia seguinte. Ainda não se sabe o que foi acertado nas sombras.

Enquanto isso, Neymar Junior conversa com ele mesmo num vídeo de inteligência artificial. Na peça, o craque do pôquer insinua que estará na Copa de 2030. Não duvido. Aqui, não precisa de investigações sobre planos conspiratórios. Tudo às claras. Como disse Juca Kfouri, definitivo, tudo pode o menino Ney, este “pequeno cafajeste”.

Agora vamos apurar o que está sendo urdido para a grande final.