O consumidor mudou. Não se trata apenas de preço, produto ou embalagem. O cliente de hoje não se contenta com o papel protocolar de “comprador”: ele quer vivenciar, experimentar, sentir. E quem ainda não entendeu isso já está ficando para trás.

As empresas que insistem em entregar apenas uma transação estão condenadas à irrelevância. O mundo virou palco da experiência e, nesse palco, não basta vender, é preciso encantar. O marketing tradicional, focado em slogans  e anúncios repetitivos, perdeu força diante de um consumidor cada vez mais crítico e exigente. Agora, o que conta é a jornada: o atendimento que surpreende, o produto que emociona, o serviço que cria memória.

O chamado marketing de experiência não é moda passageira. É a resposta a uma sociedade saturada de informação e carente de conexão real. A propaganda sozinha já não convence. O que convence é o impacto. O que fideliza é a vivência. O que gera valor é a sensação de pertencimento.