Carina Oiticica
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Storytelling no marketing: como usar o poder de contar histórias?

Carina Oiticica|

Quando a comunicação é feita de pessoa para pessoa, é importante que nesse meio exista um elo para conectar o emissor da mensagem com o receptor. É exatamente aí que entra o poder de contar histórias e o prazer de ouvir uma história bem contada.

No marketing, esse elo é extremamente importante para conquistar o público-alvo e gerar conversão para sua empresa, marca, produto ou serviço. 

O famoso termo “storytelling” (contar histórias) se tornou uma verdadeira tendência em meio às estratégias de comunicação de pequenas, médias e grandes marcas. 

Se você é interessado por esse universo, certamente já deve ter visto uma série de posts sobre o “dever” de aplicá-lo em seus projetos para torná-los mais atraentes.

No entanto, você sabe como usar o poder de contar histórias? Neste post, eu darei algumas dicas de como inserir essa técnica na sua estratégia para gerar ainda mais proximidade e resultados com a sua audiência. Confira abaixo! 

Conceito e vantagens do storytelling

Ainda que a tradução do termo já deixe sua função bem clara, é importante destacar que o storytelling não é sobre contar qualquer história, de qualquer jeito. 

Trata-se, na verdade, de conquistar a atenção das pessoas por meio de narrativas envolventes. Estas devem ser feitas com técnicas bem planejadas, justamente para gerar proximidade, identificação e, consequentemente, o engajamento do público. 

Seja por meio do texto ou por elementos visuais, sua história passa a ser mais humanizada. Assim, é possível entrar em sintonia com as pessoas por meio dos sentimentos ou dores (necessidades) que possuam. 

Quem aí nunca viu um comercial de datas comemorativas da Coca-Cola ou do Boticário e acabou se emocionando ou reagindo àquela mensagem? 

Para que elas alcancem esse resultado, é necessário que algumas etapas e elementos sejam aplicados a fim de dar ao enredo o efeito que ele precisa ter para alcançar os objetivos de campanha da marca e da mensagem que será transmitida. 

Etapas e elementos para aplicar o storytelling 

Como toda boa história, esse tipo de estratégia também precisa ter começo, meio e fim. Para isso, é importante mapear bem cada parte da jornada que será contada. Por isso, em primeiro lugar é necessário ter uma história e um contexto dentro dela. 

O desenvolvimento dessa história pode ser feito com o que os profissionais da área chamam de “jornada do herói”, na qual os personagens principais saem da sua zona de conforto a fim de solucionar seu problema/necessidade. Outra possibilidade é a empatia, pela qual a narrativa gera familiaridade com o público e aponta a solução para a dor de ambos. 

Para preencher esses períodos você vai precisar separar e definir os seguintes elementos: 

  • Mensagem - A história e o modo como ela será transmitida;
  • Ambiente - O local onde a história acontece ou é narrada;
  • Personagem - O protagonista da jornada;
  • Conflito - O desafio que será solucionado em meio a transformação da jornada. 

Por fim, outras dicas podem ser bem importantes para esse desenvolvimento e o sucesso da estratégia. Coisas como conhecer sua audiência, aplicar técnicas baseadas em dados, investir na qualidade do material e priorizar o zelo pelo posicionamento alinhado da marca podem contribuir significativamente nesse processo. 

Não esqueça que o manter um bom relacionamento com seu público é a melhor forma de gerar autoridade e confiança para a marca e com isso conseguir os bons resultados que você tanto espera nos negócios. 

Neste post, eu contei detalhes sobre o uso do storytelling no marketing e agora você já sabe como o poder de contar histórias pode ser útil para a sua empresa. Que tal ficar por dentro de mais conteúdos com esse? Siga meu Instagram e confira as novidades que eu compartilho por lá!

SOBRE O AUTOR

Publicitária formada em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP e com pós-graduação em Comunicação Integrada e Comportamento do Consumidor pela ESPM-SP. Atuou como planejamento em agências de publicidade em SP e, em 2010, fundou a Yellow Kite em Maceió, agência digital focada em inbound marketing e 3 vezes finalista do Prêmio Melhores Agências de Resultados da RD Station.

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