Vanessa Alencar

Memória diz que engajamento de Collor na reta final pode ser momento da virada

Crédito: Vanessa Alencar/CM 082d65e4 5ede 430d b6e9 02c0e668b816 Paulo Memória (PTC) participou de sabatina realizada pelo CadaMinuto

Questionado pelo Blog sobre a missão dada a ele pelo senador Fernando Collor (PTC), o candidato a prefeito de Maceió, Paulo Memória, destacou que, ao ingressar no partido, em abril deste ano, o senador já encontrou a candidatura posta. A pergunta faz parte da sabatina, que será exibida na íntegra na noite desta terça-feira, 20, no portal CadaMinuto.

“Desde que o senador ingressou no PTC, partido pelo qual foi eleito presidente da República em 1989 e que na época se chamava PRN, ou seja, desde que regressou a sua casa, naquele momento já havia sido colocada a minha candidatura, dentro de outra lógica, de um grupo de partidos que integrava o G8 e se dissolveu em função da cooptação do poder político aos outros partidos”, explicou Memória.

O candidato destacou que, desde o primeiro momento, o senador entendeu a necessidade da candidatura e, principalmente nesta reta final, tem dado um apoio fundamental, se integrando de forma definitiva. Para Memória, o engajamento maior não ocorreu antes devido as responsabilidades de Collor como senador, em um momento particularmente difícil da vida pública brasileira, que culminou no impeachment de Dilma Rousseff.

“Ele (Collor) é emblemático nesse aspecto, porque também sofreu impeachment, que se revelou uma grande injustiça, um grande erro para um presidente que fez tanto pelo Brasil”, pontuou o candidato, frisando que o ex-presidente deixou um grande legado para o País, a exemplo da realização da ECO 92 (Conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente e desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992), criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), do Estatuto do Funcionalismo Público e do Mercosul e a quebra da reserva de mercado na informática.

“Sou muito grato pelo apoio e agora, já passado o momento mais crítico do Brasil, ele vai se engajar mais na nossa campanha e talvez seja o momento da virada que estamos esperando, porque sabemos que Collor tem uma liderança importante não só em Alagoas, mas em Maceió e é, certamente, a grande liderança nacional do partido”, avaliou.

Paulo Memória disse acreditar que, com a contribuição de Collor para alavancar sua candidatura, é possível pleitear a possibilidade de a chapa ir para o segundo turno. “Eu acredito que isso é possível. A gente sente a receptividade nas ruas, sobretudo porque existe esse sentimento de mudança e renovação e a nossa candidatura é a que representa esse sentimento para construir uma Maceió que funciona, porque essa Maceió que está aí não está funcionando, e, sobretudo, uma Maceió segura”, finalizou.

“Quem esconde patrimônio é porque tem laranjas ou medo da justiça”, diz JHC

Crédito: Paulo Chancey Júnior/CM/Arquivo 20b80e6a 6b6b 40b6 80c1 feae37469b8a JHC foi entrevistado em sabatina do CadaMinuto

Em resposta a uma pergunta formulada pelo Blog durante a sabatina realizada pelo CadaMinuto com os candidatos a prefeito, o deputado federal JHC (PSB) falou sobre a polêmica envolvendo o aumento de seu patrimônio declarado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL), que passou de R$ 1,5 milhão em 2010 para cerca de R$ 3 milhões quatro anos depois.

JHC explicou que o citado aumento de patrimônio foi, na verdade, um endividamento. Ele disse que fez um contrato por meio de uma instituição financeira avaliada, com fonte lícita, e esse contrato está sendo pago: “O que eu fiz? Dei publicidade ao valor rela do mercado do imóvel. É isso que se deve fazer... Isso (a polêmica em torno do assunto) foi criado como forma de entretenimento político para criar essa celeuma e tentar nivelar todo mundo por baixo”.

O candidato prosseguiu afirmando estar tranquilo sobre o assunto e defendeu que declarar o patrimônio real é a postura de um político honesto, o normal a se fazer e deveria ser exemplo para os demais.

“Todo político tem que ter transparência, tem que ser honesto... Aqueles que escondem ou é porque têm laranjas ou porque têm medo de uma ação de improbidade e perder seus bens, ou declaram com valor ínfimo, não declara por valor de mercado. Declara fazenda por R$ 15 mil, declara coberturas por valores irrisórios ou esconde e oculta patrimônio e depois a gente descobre, como foi na Lava Jato”, afirmou.

JHC também lembrou que, se quisesse “mais que dobrar, triplicar seu patrimônio”, tinha colocado no bolso os R$ 3,5 milhões que devolveu para a Assembleia Legislativa quando foi deputado estadual.

“Minha intenção é fazer tudo de forma transparente, para poder ter essa nova política... Nos Estados Unidos, em qualquer lugar, se declara os bens de forma transparente, exposta. E deve ser assim. Agora, se quer se enganar... Porque não declarou, você acha que não tem? Aí seria infantil da nossa parte”, pontuou.

Por fim, o candidato disse que quem precisa se justificar são àqueles acusados de escândalos nas administrações, “com contratos milionários imorais em todas as áreas”, e àqueles que agem de forma errada.

A sabatina completa de JHC, a primeira da série como os candidatos, será exibida a partir das 19 horas desta segunda-feira, 19, pelo CadaMinuto, no portal e nas redes sociais.

 

Crime hediondo é a impunidade

Foto: Ilustração Ed0d5bb1 5100 4aef af21 b4919ff18935

Em tramitação no Senado, um Projeto de Lei (PL) do senador licenciado Acir Gurgacz (PDT-RO), transforma em crime hediondo o homicídio de jornalistas em razão de sua profissão.

Segundo reportagem da Agência Senado, o autor da matéria justifica que a violência contra profissionais de imprensa é uma afronta á liberdade de expressão.

A iniciativa é louvável e concordo com o argumento do senador, mas, exceto raras exceções, qualquer homicídio não deveria ser considerado crime hediondo?

Os condenados por crime hediondo, a propósito, não têm direito a algumas benesses, como anistia e indulto, e devem cumprir a pena inicialmente em regime fechado.

Perdoem-me por não dominar o tema, caros leitores, mas, hediondo mesmo é a impunidade, alimentada pela brandura – alguns estudiosos da área insistem que isso não é verdade, mas ainda não me convenceram - de nossas penas.

O projeto ainda será analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Heloísa Helena lembra que denunciou Lula 12 anos atrás

Foto: Agência Brasil/Arquivo A9dabf29 94f1 48bf bb10 4de2c99a3f7b Heloísa Helena

A vereadora Heloísa Helena (Rede) usou suas redes sociais para lembrar, em outras palavras, que 12 anos atrás já havia chegado à conclusão que o Ministério Público Federal (MPF) chegou no dia 14 deste mês, apontando o ex-presidente Lula (PT), como comandante máximo de um esquema criminoso.

Em sua página pessoal no Facebook, a ex-senadora postou uma imagem com a antiga frase dita por ela: “O ex-presidente Lula é um gângster, ele chefia uma organização criminosa capaz de roubar, matar, caluniar e liquidar qualquer um que passe pela sua frente ameaçando seu projeto de poder”.

Ela citou o provérbio "Que meus inimigos sejam fortes e perversos para que eu não sinta remorsos ao vê-los derrotados" e disse que, certamente, seria melhor para o País se suas palavras ditas há mais de uma década fossem apagadas pela vida real, “fossem apenas ridículas lutas de quem é louca e rancorosa".

Confira a postagem completa:

Olhando as voltas que o mundo dá, não dá para não lembrar do velho provérbio Sioux "Que meus inimigos sejam fortes e perversos para que eu não sinta remorsos ao vê-los derrotados"... É fato que eles usaram o propinódromo governamental pra me derrotar e conseguiram mesmo me impor grandes derrotas eleitorais (apoiaram ardorosamente e financeiramente Collor, Renan, Biu), MAS agora os vejo sendo derrotados eticamente! Vergonhosamente derrotados eticamente! Certamente seria melhor para o Brasil que as minhas palavras, há doze anos atrás, sobre o esquema chefiado por Lula (copiando o modus operandi que condenávamos em FHC e reproduzidos na campanha e no governo Dilma/Temer) fossem apagadas pela vida real, fossem apenas ridículas lutas de quem "é louca e rancorosa", fossem apenas passado que o tempo apaga, MAS... a vida implacável (com a confiança deles na impunidade dando continuidade aos seus esquemas criminosos) se encarregou de mostrar com toda clareza técnica e jurídica necessárias o esquema criminoso que alguns tiveram a coragem de - mesmo sob duríssima perseguição - denunciar há mais de 12 anos atrás! Como já disse Darcy Ribeiro - falando sobre seus fracassos em tantas belas lutas travadas - "Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu!" #AvanteLavaJato #JulgaTSE#NovaEleição (Heloisa Helena).

Deputado denuncia compra de votos em Maceió

Foto: Ascom/ALE/Arquivo 61cc198f 79f8 4a82 9836 f583c0a8ad91 Galba Novaes em plenário

A denúncia do deputado estadual Galba Novaes (PMDB) acerca da compra de votos em Maceió é grave, embora não seja surpresa, mas, quase passou despercebida na sessão de quarta-feira, 14, na Assembleia Legislativa (ALE). A fala praticamente foi eclipsada pelo seu (pesado) discurso anterior contra o primeiro suplente, vereador Marcelo Gouveia (PRB).

Segundo Galba, candidato a vice-prefeito na chapa puro sangue encabeçada por Cícero Almeida, alguns candidatos estão pagando entre R$ 50 e R$ 70 pelo voto do cidadão comum, mas o valor ultrapassa os R$ 2 mil quando se trata de lideranças de bairros e outros “garantidores” (ou “prometedores”) de votos.

O deputado criticou o silêncio diante do crime eleitoral e apelou para que as polícias federal, militar e civil atuem no sentido de coibir a prática.

Galba disse que já presenciou cenas assim, mas não adiantou se ele mesmo formulou denúncias oficiais aos órgãos fiscalizatórios.

Em aparte, o Pastor João Luiz (PSC) fez outra grave denúncia: a de que as autoridades sabem quem vende, quem compra e onde estão os cadastros de eleitores comprados.

Se a coisa está tão a olhos vistos... O que falta para acabar com a farra?
 

AL tem lei para frear cobranças abusivas por telefone

Foto: Ilustração/Assessoria 3754e963 bead 453a bb94 7fecf80755e7

(Atualizada às 14h25)

Sobre a proposta aprovada na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, proibindo a realização de cobranças a consumidores inadimplentes fora do horário comercial, a assessoria de Comunicação do deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) lembrou ao Blog que, em janeiro deste ano, o governador Renan Filho (PMDB) sancionou uma lei similar, de autoria do parlamentar.

Pela lei, os telefonemas e as mensagens de texto enviadas para o celular referentes a cobranças de débitos só podem ser realizadas de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h, exceto feriados, quando a cobrança é proibida.

O não cumprimento sujeita os infratores às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

A lei 7.782, de 22 de janeiro de 2016, entrou em vigor desde abril deste ano, e é mais um instrumento para que o consumidor possa denunciar as cobranças abusivas.

Caso aprovado, o projeto de lei em tramitação nacionalmente, limitará ainda mais as cobranças, que só poderão ser realizadas das 8 às 18h (de segunda a sexta) e das 8h às 13h (aos sábados); não poderão ser feitas por números não identificados, nem mais de uma vez por dia.

 

Comissão aprova criminalização de agressões contra cães e gatos

Foto: Ilustração/Internet 49c19b01 b6c7 4ee1 aa04 b56a34ba1750 Cão e gato

O Projeto de Lei, de autoria do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB/SP), que criminaliza agressões praticadas contra cães e gatos, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta terça-feira, 13.

Segundo reportagem da Agência Senado, a proposta foi aprovada com seis emendas e agora será apreciada no plenário da Casa.

O relator da matéria, senador Álvaro Dias (PV/PR), destacou que, embora esteja tipificada como crime na Lei de Crimes Ambientais, a prática de maus-tratos contra animais domésticos continua acontecendo, por isso a necessidade de mudar a lei penal.

Caso seja aprovada no Senado com as alterações propostas por Dias – a maioria sugerindo ajustes nas penas - a matéria retorna à Câmara dos Deputados para ser votada novamente.

O relator considerou as penas excessivas e desproporcionais quando comparadas às penas por atos de violência contra seres humanos. Aqui, faço uma ressalva: as penas por atos de violência contra as pessoas é que são extremamente suaves no Brasil.

Ainda de acordo com a Agência Senado, o projeto enquadra criminalmente as condutas de matar, abandonar, omitir socorro, promover lutas e expor a perigo a vida, a saúde ou a integridade física de cães e gatos. A pena aumenta em casos de uso de veneno, fogo, asfixia, quando o crime foi praticado por mais de duas pessoas ou acarretar a debilidade permanente do animal.

 

MP quer mudar a sui generis história de Rio Largo

Foto: Ascom/MP/Arquivo 74a00614 2895 4227 989e c514c11e6444 Promotor Magno Alexandre Moura

A constatação da deficiência de políticas públicas em Rio Largo, município “sui generis” no quesito gestores, levou o promotor de Justiça Magno Alexandre, da 2ª Promotoria de Justiça de Rio Largo, a criar o projeto “Rio Largo para além das eleições”.

Segundo divulgado pela assessoria de Comunicação do Ministério Público Estadual (MP/AL), o projeto visa, entre outras coisas, promover debates entre os candidatos majoritários e a população. A primeira rodada acontece neta quinta-feira, 15, às 14h30, no auditório da Escola Municipal Judith Paiva, no Centro da cidade.

O promotor quer que os postulantes a prefeitura assumam o compromisso de investir nos segmentos de educação, saúde, limpeza urbana e assistência social.

Magno Alexandre lista alguns dos problemas que os moradores de Rio Largo enfrentam: falta de professores, falta de medicamentos básicos nos postos de saúde, coleta de lixo deficiente e ausência de política para tratamento dos resíduos sólidos.

O projeto também busca incentivar a criação de grupos ou entidades para fiscalizar as ações do Executivo e da Câmara de Vereadores e acompanhar a aplicação dos recursos federais. O detalhe é que os integrantes desses grupos serão treinados pelos próprios representantes do MP.

Eis o primeiro passo de um longo caminho.

Projeto coloca freios em cobranças por telefone

Foto: Ilustração F673bd2c 86a8 458d 8890 cf0ccd16cedb

Uma proposta que proíbe a realização de cobranças a consumidores inadimplentes fora do horário comercial foi aprovada na semana passada, na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

Pelo projeto, as ligações e mensagens de cobrança só podem ser realizadas das 8 às 18h (de segunda a sexta) e das 8h às 13h (aos sábados). As cobranças também não podem ser feitas por números não identificados, nem mais de uma vez por dia.

A empresa que descumprir as regras estará sujeita a multas.

Segundo reportagem da Agência Câmara, o projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça antes de ser apreciado em plenário.

 

Destino de Cunha: cinco deputados alagoanos confirmam presença na sessão

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo 0d669f19 77cc 43de 88f6 773a2e5c8077 Eduardo Cunha

(Atualizada às 10h20)

Até a noite de ontem, segundo um levantamento do portal Congresso em Foco, apenas três dos nove deputados federais alagoanos confirmaram oficialmente presença na sessão marcada para segunda-feira, 12, quando será analisado o parecer do Conselho de Ética da Câmara favorável à cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMSDB/RJ).

Na manhã deste sábado, 10, no entanto, mais dois parlamentares confirmaram - ao portal - a presença: JHC (PSB) e Ronaldo Lessa (PDT). Além deles, também estarão presentes: Marx Beltrão (PMDB), Pedro Vilela (PSDB) e Paulão (PT).

Embora tenha respondido depois ao Congresso em Foco, JHC já havia comentado com correligionários que irá para a sessão de segunda-feira, conforme divulgado no Blog do Vilar.

A “lista de chamada” do Congresso em Foco, o leitor pode acompanhar no link:   

http://congressoemfoco.uol.com.br/julgamento_eduardo_cunha/.

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