Coluna Labafero

Renan veta nomeação de ex-superintendente da SMTT Maceió para direção da PRF

Assessoria/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Tácio Melo

Se depender do senador Renan Calheiros (PMDB) o ex-superintendente de Transporte e Trânsito de Maceió, Tácio Melo não assume a direção da Polícia Rodoviária Federal. Mello é funcionário de carreira da PRF e foi indicado pelo senador José Medeiros (PSD-MT).

A coluna Radar-Online relatou que a indicação já havia sido aprovada por Geddel Vieira e Eliseu Padilha, mas esbarrou em Renan.

A retaliação contra Melo tem é uma única explicação, a sua aliança com o prefeito Rui Palmeira (PSDB). As feridas deixadas pela eleição municipal para o PMDB.

Zezeco se lança candidato à presidência da AMA

Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Zezeco prefeit da Barra

A Associação dos Municípios de Alagoas tem mais um candidato a sua presidência durante o biênio 2017/2018. O prefeito da Barra de São Miguel, Zezeco, tenta juntar um grupo de 70 prefeitos para viabilizar sua candidatura.

Segundo Zezeco, a AMA precisa avançar no papel da defesa das prefeituras, que hoje se encontram em sérias dificuldades. “Vamos disponibilizar engenheiros, arquitetos e topógrafos para que as cidades não percam seus convênios” explicou ele.

Zezeco disse ainda que vai conversar com os dois ministros alagoanos e o governador do Estado.

Associação manifesta insatisfação sobre edital do Itec

Conforme esta coluna já previa na publicação de ontem, o edital “emergencial” do Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas (Itec) para contratação de empresa para fornecer serviços de "fábrica de software"  onde inclusive os profissionais que desenvolveriam as atividades poderiam até trabalhar de outro estado não poderia repercutir bem.

Diante disso, nesta terça-feira, dia 8, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia em Alagoas (Assespro) emitiu nota onde manifesta a insatisfação e questiona algumas exigências do referido edital.

Confira abaixo a nota na íntegra.

Face à forma como o Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas – ITEC publicou um edital para contratação de empresa para prestação de serviços  de “Fábrica de Software” (Processo nº    41506-000541/2016), a Associação das Empresas   Brasileiras de Tecnologia em Alagoas (ASSESPRO-AL) manifesta seu estranhamento e desaprovação em relação  ao prazo exíguo – de apenas sete dias após a publicação – para apresentação de proposta.

Apesar da suspensão  do recebimento das propostas que estava marcada para o dia         de amanhã (09/11),após impugnação    de uma interessada, a ASSESPRO-AL não entende a necessidade           de se contratar emergencialmente serviços  dessa magnitude.

Provavelmente Alagoas terá  o único órgão público do Brasil que "efetuou" um  contrato emergencial para contratação de uma "fábrica de software". Isso necessita de uma satisfação aos contribuintes e a     nós, profissionais alagoanos de TI.

A ASSESPRO, ao contrário, defende que contratações desse tipo  devam   ser precedidas de   discussões com as empresas   do setor, por meio inclusive   de audiências públicas, e que a licitação dê-se por meio de Tomada de Preços do tipo Técnica e Preços, pontuando o atendimento de demandas que o órgão realmente tenha necessidade e interesse.

A quantidade  de exigências  de plataformas e ambientes de desenvolvimento praticamente exclui a contratação de uma empresa   alagoana. Vale lembrar, ainda, que a exigência de que as empresas interessadas possuam experiência no desenvolvimento de sistemas por “pontos  de função” poderá inibir a contratação de profissionais  de TI locais,  caso a empresa vencedora da contratação emergencial não esteja sediada no Estado.

Observa-se que a metodologia desejada permite que o desenvolvedor esteja até fora do Brasil.

É esse o incentivo que o principal órgão de  TI de Alagoas dá ao mercado local? Já não basta o           controverso caso da Infovia: judicializado.

A ASSESPRO-AL desaprova a falta  de diálogo com o mercado alagoano  de Tecnologia da Informação. Estranhamos o distanciamento do principal órgão estadual   e TI com as empresas  locais,  formadas por  empreendedores que  ainda acreditam que uma parceria com o Estado possa ser um vetor de desenvolvimento para  esse segmento em nosso combalido   mercado.

Num momento em que várias “startups” locais e empresas  já consolidadas de tecnologia da Informação começam a ser reconhecidas nacional e internacionalmente e que empresas alagoanas ganham destaque no mercado regional e   brasileiro, impossibilitar  que empresas locais possam participar de um processo como este só  mostra  como  ainda não se enxerga o potencial empreendedor das empresas alagoanas.

Com 19 anos de atuação, a ASSESPRO-AL, ressalta seu compromisso com o mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação. Por meio de suas iniciativas de fomento ao setor, a Associação tem contribuído para garantir espaço no mercado a todas as empresas nacionais da área, viabilizando suas operações.

Em três anos, Collor recebeu 742 depósitos em sua conta

Foto: Repórter AL/ Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador Fernando Collor de Melo

Entre 2011 e 2014, o senador Fernando Collor recebeu inúmeros depósitos bancários em sua conta particular.

Uma análise em sua conta mostrou que foram 742 depósitos de valores pequenos. O dado foi divulgado pela coluna Radar-Online, da Veja, e revela que os valores menores podem ter sido usados para levantar suspeitas.

Quando somado, os valores totalizam R$ 2,6 milhões. O senador é suspeito de receber dinheiro desviado da BR Distribuidora e investigado na Operação Lava Jato...

 São dezenas de depósitos, até o momento, suspeitos...

Viação Palmeirense: Prefeito eleito de Palmeira ataca Arsal

foto: Cada Minuto Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true prefeito eleito de Palmeira dos Índios, Júlio César

O prefeito eleito de Palmeira dos Indios, Julio Cesar, se manifestou contra o fechamento da empresa Viação Palmeirense e emitiu nota sobre o assunto atacando a Arsal e falando que ia lutar pela reabertura da empresa.

Leia a nota na íntegra

Torno público meu repúdio pelo que vem ocorrendo com a nossa Palmeira dos Índios, especialmente diante deste triste episódio envolvendo a viação Palmeirense, um dos símbolos de nossa cidade. Desde o último sábado (5) que ela não opera mais as linhas as quais tem o direito de explorar...

Ontem mesmo, em pleno domingo (06) eu, o deputado Val Gaia, os vereadores Junior Miranda e Salomão Torres, procuramos os diretores da empresa para oferecer ajuda e nos colocamos à disposição, em função, da preocupação de todos com a notícia de paralização das atividades da Palmeirense, que atualmente é responsável pela geração de 50 empregos diretos... 

Segundo apuramos durante a reunião, a Arsal, vem empreendendo uma campanha perseguidora contra esta empresa genuinamente nossa, contra donos de vans, contra a sociedade quando aborda cidadãos comuns... Algo precisa ser feito, portanto ficamos de hoje (segunda-feira) de procurar o Presidente da Arsal, Marcos Vasconcelos ou o próprio Governo do Estado para buscarmos uma solução mediada para o impasse ora aqui exposto e para que a Agência Reguladora, possa compreender o momento difícil pelo qual passam as empresas de um modo em geral e autorize a Palmeirense a operar normalmente. 

Durante a reunião, os diretores da empresa informaram que a ordem para que a Palmeirense deixasse de operar suas linhas teria sido dada "de boca". Isso é no mínimo um absurdo, inaceitável, Palmeira não é, nem será terra sem dono, merece respeito. Portanto, temos que mobilizar todos os esforços para evitar essa grande derrota ao nosso município, que ao longo dos últimos anos acumula apenas notícias tristes. O sonho do visionário empreendedor, Genário e família, não pode terminar assim, isto é, "de boca".

Na Bahia guerra entre governador e prefeito não para. E em Alagoas?

Foto: Montagem Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Rui Costa e ACM Neto

Bahia e Alagoas tem algumas peculiaridades políticas, lá como aqui, governador do Estado e prefeito da capital abriram guerra na eleição, lá como aqui os dois tem bons índices de avaliação em suas administrações, lá como aqui o prefeito foi reeleito e o candidato do governador derrotado...Aqui tanto prefeito como o governador tiraram umas férias, lá prefeito e governador continuam em guerra.

O governador da Bahia, Rui Costa disse ontem que se o prefeito não quisesse fazer obras deixasse ele para fazer, ACM Neto, o prefeito disse que o governador não fez e não faz obra nenhuma. Os dois devem ir ao embate em 2018.

O ideal é que Alagoas não seguisse o exemplo da Bahia. Que o governador e o prefeito, pelo menos institucionalmente, sentem, conversem e tentem manter uma convivência possível, pelo bem da população...Pelo menos até 2018.

Após 11 meses STF pede que Renan atenda pedido da PF

Foto: Arquivo/Fotos Públicas Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true STF

A coluna Expresso da Revista Época traz a informação que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki determinou ao presidente do Congresso, Renan Calheiros, que encaminhe os nomes dos parlamentares e funcionários que integraram o Comitê de Obras Irregulares entre 2011 e 2015 para a Polícia Federal.

As informações servirão para embasar investigação sobre as suspeitas de que deputados e senadores receberam propina para autorizar obras em situação irregular. Quem descreveu a situação foi o sócio da UTC, Ricardo Pessôa. A investigação patina há 11 meses porque o Congresso ignorou, até agora, o pedido da PF

ITEC lança estranho edital “emergencial” para Fábrica de Software em Alagoas

Foto: Reprodução Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Sede do Itec

O ITEC, Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas, tem um conceito de “urgência” nesses tempos de crise. Como se não bastassem as várias polêmicas que envolvem o instituto agora foi lançado um edital Emergencial para contratação de empresa para fornecer serviços de "fábrica de software" . A questão é: por que emergencial se não está prevista nenhuma demanda urgente?

E não fica só nisso. Não existe espaço para nenhuma empresa local participar... E mais, empresa de fora ganhando, pela previsão do termo de referência, a contratação dos serviços é por uma metodologia chamada ponto de função, então o profissional pode trabalhar de outro estado, não precisa nem contratar desenvolvedor local.

Para completar, o edital pede uma série de certificações que poucas empresas possuem. O edital foi lançado sem nenhuma discussão sobre a “emergência” da demanda. Enfim, mais uma vez o Ministério Público, que já foi provocado, deve se manifestar sobre o edital.

Rogério Teófilo: Transição, auditoria e Renúncia Fiscal

foto: Cada Minuto Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true prefeito eleito de Arapiraca, Rogério Auto Teófilo (PSDB)

Uma das maiores preocupações do prefeito eleito de Arapiraca, Rogério Teófilo, é com a transição do grupo de Celia Rocha, que esteve à frente da prefeitura nos últimos 20 anos, e sua administração.

Rogério tenta aliviar o discurso da eleição, já disse que tem boa relação com Célia, que vai fazer uma auditoria, mas que esta ação não será uma “caça as bruxas” e que pretende conversar com o Palácio dos Palmares, leia-se Renan e Luciano Barbosa, que foram seus adversários políticos.

Mas tem um tema que pode azedar esta relação “amistosa” que se tenta construir na transição. É o projeto de Renúncia Fiscal, idealizado por Célia no fim de seu mandato, que anistia contribuintes que estiverem devendo impostos municipais – IPTU e ISS -, desde que eles paguem uma parte da dívida do débito até o final do ano.

Rogério já encaminhou documento ao Ministério Público, provocando a instituição para interromper o processo. Politicamente Rogério tenta fazer com que Célia desista da execução do projeto para este ano.

Em nota, Renan diz que não é réu

Arquivo/Agência Senado Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Senador Renan Calheiros

Em nota pública, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) reafirmou que não é réu em qualquer processo judicial e, portanto, “não está afetado pela manifestação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda inconclusa”.

Calheiros se refere ao julgamento que analisa a ação da Rede, solicitando que réus não possam assumir a presidência da República na ausência do presidente ou do vice.  O julgamento foi interrompido nesta tarde devido a pedido de vistas do ministro Dias Toffoli.

O presidente do Senado reforçou que responde a inquéritos baseados no “ouvir dizer” ou em intepretações de delatores e disse que todos os processos serão arquivados por ausência de provas, assim como foi arquivado o primeiro inquérito.

Ele lembrou ainda que todos os processos serão arquivados por absoluta ausência de provas, exatamente como foi arquivado o primeiro inquérito.

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