Tenho ouvido de vários eleitores petistas históricos, que tradicionalmente escolhem candidatos proporcionais da legenda indagando sobre a atual situação da disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa.

É uma dúvida bem óbvia.

Na disputa para federal há uma visível mobilização apontando para o deputado Paulão, um nome histórico do petismo local, com uma longa trajetória de identidade com as bandeiras da legenda.

Mas entre os candidatos a deputado estadual, apenas Ronaldo Medeiros aparece como um dos favoritos a permanecer na Casa de Tavares Bastos.

Os outros são: Marcos Barbosa e Breno Albuquerque, neopetistas, além de Silvio Camelo, que é do PV.

Detalhe: a chapa do PT tem ótimos candidatos à Assembleia, qualificados e com bom histórico, mas que não aparecem entre os mais prováveis eleitos (a federação deve fazer mais de um, certamente). 

É onde reside a tal dúvida: votando neles, a quem o eleitor estaria ajudando de fato?

Na aritmética eleitoral, nem sempre um mais um é igual a dois.