Não é nada fácil captar a intenção de votos para senador em Alagoas, a essa altura da campanha (que já está na rua, é verdade).
Dois fatores comprovam essa dificuldade.
Primeiramente, a população não está envolvida com a campanha.
As manifestações que se pode ver nas redes sociais – as multidões de plástico – são patrocinadas, e não espontâneas.
O eleitorado mesmo, para valer, não está nem aí para as disputas, até agora.
No caso da briga pelo Senado, outro fator impõe uma dificuldade ainda maior: Calheiros e Lira são candidatos, basicamente, de redutos.
E o que significa isso?
Boa parte dos seus eleitores ainda não sabe que votarão neles, o que só lhes será “comunicado” às vésperas da votação.
Enfim: os resultados que cada um busca está disponível nos institutos preferidos, mas sem consequência prática, a não ser para propaganda.
Em tempo: os dois outros candidatos têm votos espontâneos, o que é mais fácil de mensurar.
