Esta ativista entra no supermercado e observa retratos de pessoas desaparecidas que a observam do alto da prateleira.
São retratos de pessoas desconhecidas e desaparecidas em cantos distantes e diversos do Brasil.
Tem a história do menino João Rafael Kovalski, que desapareceu faz 12 anos, em 24 de agosto de 2013, quando brincava no quintal da família em Adrianópolis, Curitiba.
Tinha 1 ano e 11 meses
Quando em 2024 , a empresa Piracanjuba, junto com as Mães da Sá, lançou o Projeto Desaparecidos, que consiste em utilizar a inteligência artificial para atualizar os rostos de pessoas desaparecidas nas embalagens de leite e,por conta do projeto a busca por João Paulo, 12 anos e tantas outras pessoas desaparecidas continua atual.
Segundo a empresa: ‘Nossas caixas de leite entram, diariamente, nas casas das pessoas, portanto é uma boa mídia de divulgação, potencializando possibilidades de encontrar pessoas.’
É isso!
Só para reafirmar que, se o estado de Alagoas tivesse investido no PL,2022, da então, deputada Jó Pereira, que orientava concessionárias e prestadoras de serviço de energia, água e telefonia do estado veiculem, nos extratos das contas mensais, fotografias e informações sobre pessoas desaparecidas, como política pública, a menina Maria Clara Gomes da Silva ainda hoje, estaria sendo procurada Brasil afora.
Importante falar sobre outro agravante : cinco anos após o desaparecimento de Maria Clara, a Polícia Civil não inscreveu o sumiço da menina no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas.
Negligências Institucionais.
Onde está Maria Clara?















