Esta ativista acompanha com suspeição a parcialidade, de um mundo todinho de  político, os tais representantes do povo, (a Casa de Tavares Bastos é um túmulo), e grupos da esquerda, movimentos sociais, conselhos de saúde,  comitês do SUS  fazendo de conta que nada aconteceu.

O problema é  extremamente grave , a  naturalização da subtração do dinheiro PÚBLICO, ou melhor,  recursos que deveriam ser utilizados na saúde da população estavam sendo desviados para a compra de pousadas e mansões, para o afago , o inflar de egos alheios.

E está tudo bem?

O  que mais agride é o silêncio contrito de instituições  alagoanas  que deveriam salvaguardar o direito à saúde do povo , mas, obedientemente,  estão batendo continência para o capitão.

Nem todo capitão precisa de patente..

É a escravidão por cargos, a manutenção a qualquer custo do ‘status quo’, do PODER, que emudece, quem deveria elevar a voz em defesa da população tutelada. 

O rombo de  mais de 100 milhões da SESAU tem marcas profundas , rasgou famílias ao meio,  interrompeu futuros, transformou vidas, em estatística.

Custo humano elevadíssimo.

Sim, e daí?.

Desumanidades silenciadas, pela  mesma multidão que utiliza a  pauta dos direitos humanos, como merchandise panfletário.

É uma piada grotesca, feia, putrefa.

.Os mais de 100 milhões dos dinheiros do SUS, desviados da SESAU   foram surrupiados, pouco a pouco, e o mais  estranho dessa história dantesca é que mesmo o estado político de Alagoas tendo órgãos de controle, ninguém soou  o alarme?

Cumplicidades na  cúpula das Excelências locais.

É deplorável que, no território negro dos Quilombos dos Palmares,  o povo desletrado, se acovarde, na cantinela dos  discursos cansados , estimulado pelos escravocratas, tais quais  ‘política é assim mesmo’, ‘ a gente vai fazer o quê?’

O povo de Alagoas é tão assim, acintosamente,covarde?

Os mais de 100 milhões dos dinheiros do SUS, desviados da SESAU é algo tão preocupante quanto a questão do Banco Master.

Vamos falar sobre isso?