André Lúcio é professor há 30 anos e atualmente atua na Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga, um cabra tenaz , persistente, pesquisador importante, que busca salvaguardar e reconhecer a importância da árvore sagrada, no Distrito Federal
E, o professor tem feito um trabalho de resgate espetacular, criando a catalogação dos baobás em Brasília, com repertório sistemático de informações sobre cada árvore plantada.
Em 2024 esta ativista, Arísia Barros, com o apoio da Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana -ALURB, Prefeitura de Maceió, propôs a iniciativa de mapeamento dos Baobás da capital, Maceió, que até foi iniciado, mas, entretanto, contudo, todavia, porém, nos últimos tempos, a ação, de extrema importância, deu uma estancada.
Alô, alô, querido, Moacir Teófilo!!
Em Brasília, André criou ferramentas on-line que mostram, onde estão os baobás de Brasília. Atualmente, são mais de 75 espalhados pela capital.
Alagoas tem em torno de 30 árvores plantadas pelo Projeto Baobás (2021-Instituto Raizes de Áfricas-Jó Pereira).
Assim como as árvores que , transportadas do Continente, carregam profundos significados, André, atravessou fronteiras para palestrar no Museu Etnográfico de Viena, Áustria, como também, com seu fazer pedagógico, promove a interação de estudantes, com a historicidade das árvores, do entorno.
Sabedor da existência do Projeto Baobás, em Alagoas, o professor, solicitou a esta ativista, Arisia Barros, permissão para utilizar fotos do Projeto Alagoano, como uma das referências, para substantivar o Relatório que será enviado ao órgão nacional.
E, é, claro que esta ativista permitiu, né?!.
Alagoas tem o Projeto Baobás, que foi uma das ferramentas utilizadas no Programa Maceió é Massa Sem Racismo, criando histórias, enraizando histórias ancestrais.
Bem bacana, não é mesmo?!






https://www.cadaminuto.com.br/noticia/2023/06/11/um-tour-especializado-nos-caminhos-dos-baobas-integrou-a-semana-de-articulacao-do-oeppir-al-em-brasilia










