Amanda Sousa é designer e ilustradora talentosa, tipo potência jovem (entende?!), que carregou nas tintas, ao produzir a imagem para ilustrar a história desta ativista, no livro Sereias Alagoanas, da professora da UFAL, com sobrenome difícil de pronunciar: Adriana Capretz.
A obra tem uma beleza singular, porque nela se aninha o folclore e o sagrado, as cirandeiras do mundo das Alagoas, e as muitas lutadoras cotidianas, inclusive as antirracistas, ( me marque aí), entrelaçando uma diversidade de mulheres alagoanas
‘Vem me regar, mãe. Vem me regar..’
É um trechinho da música de Edson Gomes , à Mãe África que ecoou na cabeça desta ativista o dia todinho e, culminou que a noite desta sexta-feira, 27 de fevereiro, foi marcada por histórias e Sereias das Alagoasn que voam acima das margens e criam travessias , versando continuidade e, tudo isso aconteceu, no palco do Teatro Homerinho, em Jaraguá, se encheu de estrelas do Ayê e Orun.
O Homerinho é um cenário robusto que dialoga com o poder da força feminina.
Salve, Ivana Isa, a nordestina que construiu um teatro.
Máximo respeito..
Esta ativista que é crítica e chata transbordou a emoção em palavras vorazes ,que saíram apressadas e ganharam registro na câmera do celular, para falar de gratidão.
Obrigada. Obrigada. Obrigada!
São 70 mulheres múltiplas, diversas, diferentes registradas no Sereias Alagoanas, em porções divididas em páginas bem escritas.
Mulheres que e dentro dos seus territórios carregam o poder da revolução, feito Nara Cordeiro, a cantora que ressignificou a palavra resiliência.
Prazer em revê-la, querida.
Foi tudo tão bom, uma noite tão bonita e cheia de singelezas, igualzinho aquela flor chamada carinho de mãe.
Quem lembra?
Pelas mãos da design, Amanda Sousa e da professora Adriana Capretz, esta ativista Arísia Barros é oficialmente, uma Sereia Alagoana.
Brinque com o poder.
Obrigada, meninas.

















