O Setembro Amarelo e o Janeiro Branco são campanhas institucionalizadas pelo Estado  de Alagoas buscando a conscientização sobre saúde mental e a prevenção do suicídio.

Mas, será que as campanhas têm atingido objetivos importantes?

O índice de suicídios, em diversas regiões de Saúde, em Alagoas  tem crescido exponencialmente e as idades decrescido, de uma forma vertiginosa.

A morte por  suicídio já inclui crianças, como vítimas.

-Quero morrer para encontrar minha avó- afirma o menino de 7 anos, que sobreviveu ao suicídio.

E na questão dos Sobreviventes, qual o Programa de Acolhimento instituído para esse público?

A Operação Estágio IV , da Polícia Federal, investiga  desvios  milionários de recursos públicos na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) , de Alagoas, em mais de 100 milhões de reais.

 Recursos oriundos do SUS.

É triste e desumano  saber que profissionais públicos da medicina, em Alagoas,que fizeram o juramento de Hipócrates, façam um ‘não-te-ligo’ para tantas  vidas em sofrimento, na sua grande maioria negras, periféricas, pobres, atípicas. 

Nos ‘bastidores’ das notícias adversas chega a silenciosa e silenciada informação que Sonia se matou, logo após o marido cometer suicídio.

É mais uma quebra de contrato com a vida, que impulsiona esta ativista, Arísia Barros, a perguntar: entre Janeiro Branco e o Setembro Amarelo, em 2025,  qual  foi  montante  de investimentos aplicados, do Governo do Estado, através da Sesau , nas politicas públicas de enfrentamento aos transtornos mentais?

A  Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em Alagoas tem Página de Transparência?

Tem?!