O Comitê Estadual da Equidade no SUS, em Alagoas, foi oficialmente instalado  dia 02 de julho, e surgiu a partir das propostas do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS, coordenado pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

O Comitê de  Equidade Alagoas é o  primeiro do Brasil todinho.

Viva!

Momento para celebrar conquistas, avanços, interlocuções e pontuar compromissos  entre  segmentos governamentais e da sociedade civil.

Presentes, o secretário executivo de Gestão Interna da Sesau, Éder Correia e Karine Silva, secretária executiva de Gestão Interna da  Seplag representando o governo do estado.

Os discursos assertivos  que fomentam ações institucionais,  fortalecem o enfrentamento às desigualdades de gênero e raça e a  valorização das trabalhadoras do SUS. 

Bem bacana!

Mas esta ativista, Arísia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, pediu licença em uma interrupção propositiva, durante a fala do secretário Éder Correia, e afirmou:- É importante que o Estado de Alagoas reafirme a importância de servidor@s,do SUS,  mas, e as  que estão aposentadas?

A contribuição dessas para o crescimento sustentável do estado se transformou em desvalor?

É  necessário rediscutir o etarismo de forma institucional, acolhendo e articulando as demandas/saberes das aposentadas, porque inviabilizá-las  é uma forma de violência estrutural, um abuso estatal, de descarte de conhecimentos.

O secretário, Éder Correia afirmou que a pauta será inserida nas discussões de rede.

Porque, de verdade, a exclusão não cabe na pauta da Equidade, né, não?!.

Ou cabe?