Além da explosiva aceitação da delação do senador Delcídio do Amaral (PT), que fez tremer pilares da situação e da oposição, a colunista Mônica Bergamo divulga pesquisa para presidente, realizada pelo Instituto Ideia Inteligência pelo telefone com dez mil eleitores.

Aécio Neves (PSDB-MG) ficou com 24%. Lula com 21% e Marina Silva 18%. O juiz Sergio Moro ficou com apenas 9% e 25% não votam em nenhum dos nomes apresentados.

Bom, voltando à delação do senador, além dos nomes já tão citados do PT e do PMDB, o do senador líder da oposição, Aécio Neves, deve dar um novo tipo de rumo a todo esse crítico processo que desnuda o modelo de como é feita a política brasileira.

E para não me alongar na questão das suspeitas sobre o senador, deixo aqui o link de uma ampla reportagem sobre o caso: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/03/documentos-revelam-que-doleiro-abriu-conta-secreta-da-familia-de-aecio-neves-em-liechtenstein.html

Mas a delação premiada de Delcídio também envolve políticos pernambucanos falecidos. Casos do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). O senador disse que Campos defendeu que a fabricante argentina de turbinas e aerogeradores Impsa participasse de obras na usina de Belo Monte, no Pará, por meio da SUS subsidiária instalada em Pernambuco.

EM TEMPO – 1 - Lembra, caro eleitor, daquele “japa” que ficou conhecido por estar sempre numa foto nas prisões de envolvidos na Lava Jato, que se transformou até em máscara de carnaval? Pois bem, o policial federal Newton Hidenori Ishi pode ser preso a qualquer momento.

Ele é acusado de integrar uma organização criminosa acusada de contrabando de mercadorias do Paraguai. O caso, iniciado em 2003, quando ele foi preso em flagrante, chegou ao STJ, que negou recurso em favor do “Japa” e outros federais. Ishi responde a três processos oriundos da operação: na esfera criminal, na administrativa e outro por improbidade administrativa.

2 - Elie Horn, fundador de uma grande empreiteira, a Cyrela, diz que a solução para a crise, pelo bem da nação, passa por um acordo político. “Se os políticos quiserem, conseguirão fazer. É só querer, mas querer do fundo do coração", disse ele.

Ele também afirma que não faz política, diz estar otimista com a economia e avalia que a crise atual é pequena e parte da vida. "Sem crise, não tem vida, não tem amor. Se as mães adoram os filhos, é porque sofrem com os filhos. Quanto mais sofrem, mais amam".

Portanto, a saída para a crise política que afeta enormemente a economia só tem solução com o envolvimento da classe política, apesar de tudo. No entanto, se o povo e as instituições não forem consultados sobre possíveis modificações, o resultado pode ser terrível.

No mais, vamos em frente, apesar de tudo e de todos.